"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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quinta-feira, 20 de março de 2025

REFLEXÃO/ATENÇÃO/MEDITÇÃO/ACÇÃO: Que morramos saciados de vida…

Vão surgindo sinais que dignificam e que voltam a colocar no centro a pessoa. É o caso da “prescrição social”, transplantada do Reino Unido para Portugal pelo médico de família Cristiano Figueiredo. Para saber mais, clicar AQUI.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023

ESPIRITUALIDADE: TRAZER AS QUEIXAS E LAMENTAÇÕES À ORAÇÃO

O P. Paulo Duarte, sj convida-nos a trazer as dores, os sofrimentos e os cansaços à oração, "de coração aberto diante de Senhor" porque "a oração cresce, aprofunda-se, quanto mais verdade se coloca diante de Deus". Vê aqui o exercício que o sacerdote jesuíta nos propõe no sentido de encontrar, a partir do sofrimento, um caminho de liberdade e esperança. 

terça-feira, 30 de novembro de 2021

ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: Aprender da sabedoria das árvores

No inverno não imaginamos o amolecer do ramo; o seu amaciamento pela linfa que torna a encher os pequenos canais é uma surpresa e um espanto antigo. As coisas mais belas não são para procurar, mas para esperar. Como a primavera. E despontam as folhas, e tu não podes fazer nada; ou talvez sim: contemplar e proteger. Para saber mais clicar AQUI.

terça-feira, 13 de julho de 2021

ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: A importância das palavras

Na Rússia, no século XIII, foram abandonadas crianças, tendo sido dada a ordem de as deixar viver na floresta, onde encontrariam alimento, mas sem lhes ser dirigida a palavra, sem lhes dar sinais de afeto. Morreram todas. Sim, somos humanos porque nos é dirigida a palavra e porque falamos. Na maior parte do tempo nós falamos, e as palavras servem-nos para viver em conjunto; mas interiormente cada palavra tem uma ressonância, acende imagens e pensamentos, forja emoções e sentimentos. Cada expressão, quando chega a uma pessoa, causa em quem a escuta uma vibração psicológica. As palavras são como pedras lançadas a uma poça: mesmo a mais pequena entre elas provoca um frémito da superfície da água. Para saber mais clicar AQUI.

domingo, 20 de junho de 2021

EDUCAÇÃO&FORMAÇÃO: Mare of Easttown: de onde vem o mal?

Mare e Easttown não caminham para a utopia, mas conseguem, pelo menos, diminuir a anarquia e o mal. É o máximo que conseguimos alcançar, na maioria das vezes. Para saber mais clicar AQUI.

segunda-feira, 24 de maio de 2021

ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: Quanta alegria nos é possível?

Como cantava Leonard Cohen, «love is not a victory march: it’s a cold and it’s a broken “Halleluja”». A exultação pascal é filha do amor, e o amor, quando verdadeiro, não é uma marcha triunfal. Ainda não, por agora. O amor é empastado de felicidade e de sacrifício, em simultâneo, incindivelmente. O tempo da História é ainda o tempo de um aleluia muitas vezes «frio e despedaçado». Um aleluia firmemente desejado, consciente, ferido pelas provações da vida, e todavia pleno de confiança, porque animado por uma esperança invencível. Para saber mais clicar AQUI.

sexta-feira, 30 de outubro de 2020

LIVRO&LEITURA: "O Homem Mais Rico de Todos os Tempos -- Os Segredos do Êxito, da Riqueza e da Felicidade"

Segundo o Antigo Testamento, depois de Salomão ser coroado rei de Israel, Deus perguntou-lhe o que desejava ter. A sua resposta encerra segredos que estão acessíveis a todos e que Steven K. Scott explora no seu novo livro. Para saber mais clicar AQUI.

 

quarta-feira, 18 de março de 2020

ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITACÃO: Covid-19

Cidades desertas, pânico, angústia e desespero. Duas outras opiniões e perspectivas não menos merecedoras, também, para um destaque e para uma oportunidade ou momento de reflexão AQUI e AQUI.

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: Elogio do inútil

"A nossa sociedade é também avassalada pelo ruído e pela pressa. Toda a gente corre, sempre com a vertigem da pressa - para onde?, poder-se-ia perguntar. Para longe de si ... Chegámos, deste modo, cavando mais fundo, à raiz da desorientação deste nosso tempo. Ela encontra-se na mercantilização de tudo, em função do lucro, na subordinação à lógica dos mercados ... De facto, com a mercantilização de tudo e quando só vale o útil, o que serve na lógica do lucro, o que é eficaz e produtivo, a razão técnica e calculadora, tem sentido perguntar: o que vale a poesia, a grande literatura, a música, o saber pelo saber, as humanidades? É claro que neste universo utilitarista, "um martelo vale mais do que uma sinfonia, uma faca mais do que um poema, uma chave inglesa mais do que um quadro, porque é fácil perceber a eficácia de um utensílio e cada vez mais difícil compreender para que servem a música, a literatura, a arte"... Como escreveu Nuccio Ordine, com a lógica do lucro, grande parte da Humanidade perdeu o direito de ter direitos, multidões morrem de fome; "transformando os homens em mercadoria e em dinheiro, este perverso mecanismo económico gerou um monstro, sem pátria e sem piedade, que acabará por negar também às gerações futuras qualquer forma de esperança". " Mais ao alcance de um clique AQUI.

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: A pastoral do olhar

Na Escritura encontramos uma singular ligação entre coração e rosto (olho): é o fio claríssimo da simplicidade e o da beleza. O coração dá brilho e transparência ao olhar: torna-o subtil, agudo, penetrante, belo; intensifica a vista, aclara o horizonte, ilumina e faz ver como belo aquilo e quem é olhado. Por isso, não basta descrever quem é e como está em más condições o homem contemporâneo, e a primeira coisa a fazer não é julgá-lo e condená-lo, mas, antes de tudo, continuar a falar do “olhar cristão” a dirigir para ele. Para saber mais, clicar AQUI.

domingo, 19 de maio de 2019

PALAVRA de DOMINGO: Contextualizá-la para bem a entender e melhor vivê-la: EUCARISTIA, LITURGIA & VIDA!

Considerando:
1. "Três qualidades essenciais de uma homilia: Positiva, concreta, proféticaAQUI
2. "A Palavra de Deus no quotidiano da vida eclesialAQUI
3. "A autora recorda sobretudo a homilia dessa eucaristia, que não fez “lembrar nada a imagem da Igreja” que tinha “de pequenina”, e que a fez afastar-se depois de fazer a “primeira comunhão”. Para saber mais, clicar AQUI
4. "Os leitores mais atentos poderão confirmar se o Papa Francisco é coerente quando exige qualidade nas homilias como fez na exortação apostólica "A alegria do Evangelho" e a sua prática nas missas que celebra em Santa Marta. Basta ler o livro que reproduz muitas daquelas saborosas homilias feriais" - Pe. Rui Osório in JN de 11/1/2015 - "A verdade é um encontroAQUI
5. Pregação «não é um sermão sobre um tema abstrato»: Vaticano apresenta diretório sobre homilias. Para saber mais clicar, AQUI
6. Diretório homilético: Para falar de fé e beleza mesmo quando não se é «grande orador». Ver AQUI
7. Papa mais,  pede aos padres para falarem ao «coração» e não fazerem «homilias demasiado intelectuais». Par saber mais, clicar AQUI.
8. Porquê ir à missa ao domingo? Ler AQUI.
9. O que é que se faz para que a Eucaristia dominical seja algo de vital, de verdadeiramente comunitário, capaz de permitir o reconhecimento recíproco e uma autêntica fraternidade para quantos nela participam? Ler&saber AQUI.

Então:
TEMA do 05º Domingo da Páscoa – Ano C 

O tema fundamental da liturgia deste domingo é o do amor: o que identifica os seguidores de Jesus é a capacidade de amar até ao dom total da vida.
No Evangelho, Jesus despede-Se dos seus discípulos e deixa-lhes em testamento o

“mandamento novo”: “amai-vos uns aos outros, como Eu vos amei”. É nessa entrega radical da vida que se cumpre a vocação cristã e que se dá testemunho no mundo do amor materno e paterno de Deus.
Na primeira leitura apresenta-se a vida dessas comunidades cristãs chamadas a
viver no amor. No meio das vicissitudes e das crises, são comunidades fraternas, onde os irmãos se ajudam, se fortalecem uns aos outros nas dificuldades, se amam e dão testemunho do amor de Deus. É esse projecto que motiva Paulo e Barnabé e é essa proposta que eles levam, com a generosidade de quem ama, aos confins da Ásia Menor.
A segunda leitura apresenta-nos a meta final para onde caminhamos: o novo céu e a nova terra, a realização da utopia, o rosto final dessa comunidade de chamados a viver no amor.
EVANGELHOJo 13,31-33a.34-35
Quando Judas saiu do cenáculo, disse Jesus aos seus discípulos:
«Agora foi glorificado o Filho do homem
e Deus glorificado n’Ele.
Se Deus foi glorificado n’Ele,
Deus também O glorificará em Si mesmo e glorificá-l’O-á sem demora.
Meus filhos, é por pouco tempo que ainda estou convosco. Dou-vos um mandamento novo:
que vos ameis uns aos outros. Como Eu vos amei,
amai-vos também uns aos outros.
Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos:
se vos amardes uns aos outros».
AMBIENTE
Estamos na fase final da caminhada histórica do “Messias”. Aproxima-se a “Hora”, o momento em que vai nascer – a partir do testemunho do amor total cumprido na cruz – o Homem Novo e a nova comunidade.
O contexto em que este trecho nos coloca é o de uma ceia, na qual Jesus Se despede dos discípulos e lhes deixa as últimas recomendações. Jesus acabou de lavar os pés aos discípulos (cf. Jo 13,1-20) e de anunciar à comunidade desconcertada a traição de um do grupo (cf. Jo 13,21-30); nesses quadros, está presente o seu amor (que se faz serviço simples e humilde no episódio da lavagem dos pés e que se faz amor que não julga, que não condena, que não limita a liberdade e que se dirige até ao inimigo mortal, na referência a Judas, o traidor). Em seguida, Jesus vai dirigir aos discípulos palavras de despedida; essas suas palavras – resumo coerente de uma vida feita de amor e partilha – soam a testamento final. Trata-se de um momento muito solene; é a altura em que não há tempo nem disposição para “conversa fiada”: aproxima-se o fim e é preciso recordar aos discípulos aquilo que é mesmo fundamental na proposta cristã.
MENSAGEM
O texto divide-se em duas partes. Na primeira parte (vers. 31-32), Jesus interpreta a saída de Judas, que acabou de deixar a sala onde o grupo está reunido, para ir entregar o “mestre” aos seus inimigos. A morte é, portanto, uma realidade bem próxima… Jesus explica, na sequência, que a sua morte na cruz será a manifestação da sua glória e da glória do Pai. O termo “doxa” aqui utilizado traduz o hebraico
“kabod” que pode entender-se como “riqueza”, “esplendor”. A “riqueza”, o “esplendor” do Pai e de Jesus manifesta-se, portanto, no amor que se dá até ao extremo, até ao dom total. É que a “glória” do Pai e de Jesus não se manifesta no triunfo espectacular ou na violência que aniquila os maus, mas manifesta-se na vida dada, no amor oferecido até ao extremo. A entrega de Jesus na cruz vai manifestar a todos os homens a lógica de Deus e mostrar a todos como Deus é: amor radical, que se faz dom até às últimas consequências.
Na segunda parte (vers. 33a.34-35) temos, então, a apresentação do “mandamento novo”. Começa com a expressão “meus filhos” (vers. 33a) – o que nos coloca num quadro de solene emoção e nos leva ao “testamento” de um pai que, à beira da morte, transmite aos seus filhos a sua sabedoria de vida e aquilo que é verdadeiramente fundamental.
Qual é, portanto, a última palavra de Jesus aos seus, o seu ensinamento fundamental?
“Amai-vos uns aos outros. Como Eu vos amei, vós deveis também amar-vos uns aos outros”. O verbo “agapaô” (“amar”) aqui utilizado define, em João, o amor que faz dom de si, o amor até ao extremo, o amor que não guarda nada para si mas é entrega total e absoluta. O ponto de referência no amor é o próprio Jesus (“como Eu vos amei”); as duas cenas precedentes (lavagem dos pés aos discípulos e despedida de Judas) definem a qualidade desse amor que Jesus pede aos seus: “amar” consiste em acolher, em pôr-se ao serviço dos outros, em dar-lhes dignidade e liberdade pelo amor (lavagem dos pés), e isso sem limites nem discriminação alguma, respeitando absolutamente a liberdade do outro (episódio de Judas). Jesus é a norma, não com palavras, mas com actos; mas agora traduz em palavras os seus actos precedentes, para que os discípulos tenham uma referência.
O amor (igual ao de Jesus) que os discípulos manifestam entre si será visível para
todos os homens (vers. 35). Esse será o distintivo da comunidade de Jesus. Os discípulos de Jesus não são os depositários de uma doutrina ou de uma ideologia, ou os observantes de leis, ou os fiéis cumpridores de ritos; mas são aqueles que, pelo amor que partilham, vão ser um sinal vivo do Deus que ama. Pelo amor, eles serão no mundo sinal do Pai.
ACTUALIZAÇÃO
Considerar, na reflexão da Palavra, as seguintes linhas:
♦ A proposta cristã resume-se no amor. É o amor que nos distingue, que nos identifica; quem não aceita o amor, não pode ter qualquer pretensão de integrar a comunidade de Jesus. O que é que está no centro da nossa experiência cristã? A nossa religião é a religião do amor, ou é a religião das leis, das exigências, dos ritos externos? Com que força nos impomos no mundo – a força do amor, ou a força da autoridade prepotente e dos privilégios?
♦ Falar de amor hoje pode ser equívoco… A palavra “amor” é, tantas vezes, usada para definir comportamentos egoístas, interesseiros, que usam o outro, que fazem mal, que limitam horizontes, que roubam a liberdade… Mas o amor de que Jesus fala é o amor que acolhe, que se faz serviço, que respeita a dignidade e a liberdade do outro, que não discrimina nem marginaliza, que se faz dom total (até à morte) para que o outro tenha mais vida. É este o amor que vivemos e que partilhamos?
♦ Por um lado, a comunidade de Jesus tem de testemunhar, com gestos concretos, o amor de Deus; por outro, ela tem de demonstrar que a utopia é possível e que os homens podem ser irmãos. É esse o nosso testemunho de comunidade cristã ou religiosa? Nos nossos comportamentos e atitudes uns para com os outros, os homens descobrem a presença do amor de Deus no mundo? Amamos mais do que os outros e interessamo-nos mais do que eles pelos pobres e pelos que sofrem?


E/ou no vídeo AQUI.    
«Como Eu vos amei, amai-vos também uns aos outros»  
«Dou-vos um mandamento novo: que vos ameis uns aos outros». [...] Na verdade, este mandamento renova o homem que o ouve, ou melhor, que lhe obedece; não se trata, porém, do amor puramente humano, mas daquele que o Senhor quis distinguir, acrescentando: «Como Eu vos amei», [...] «para os membros terem a mesma solicitude uns para com os outros. Assim, se um membro sofre, com ele sofrem todos os membros; se um membro é honrado, todos os membros participam da sua alegria» (1Cor 12,25-26). Porque eles ouvem e observam a palavra do Senhor: «Dou-vos um mandamento novo: que vos ameis uns aos outros». Não como se amam os que vivem na corrupção da carne; nem como se amam os seres humanos apenas como seres humanos; mas como se amam aqueles que são «deuses» (Jo 10,35) e «filhos do Altíssimo» (Lc 6,35). Deste modo, tornam-se irmãos do Filho Unigénito de Deus, amando-se uns aos outros com aquele amor com que Ele os amou, e por Ele serão reconduzidos à plenitude final, onde os seus desejos serão completamente saciados de bens. Então nada faltará à sua felicidade, quando Deus for «tudo em todos» (1Cor 15,28). [...]  
Aquele que ama o seu semelhante com espiritual e puro amor, não amará nele senão a Deus? É para distinguir este amor da afeição puramente natural que o Senhor acrescenta: «como Eu vos amei», pois quem amou Ele em nós a não ser o próprio Pai? Não o Pai tal como já O possuímos, mas tal como Ele pretende que O possuamos quando Deus for «tudo em todos». O médico ama os seus doentes não por causa da doença, mas por causa da saúde que quer restituir-lhes: «que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei». Foi para isto que Ele nos amou, para que nos amássemos uns aos outros.  

Santo Agostinho (354-430)
bispo de Hipona (norte de África), doutor da Igreja
Tratado 65 sobre o Evangelho segundo São João, 1-2  

quarta-feira, 10 de abril de 2019

ESPIRITUALIDADE: pensar QUARESMA

Tibieza
A tibieza é uma atitude perante Deus que radica numa postura humana e espiritual de mediocridade. É a apatia da alma, que lança raízes nas omissões, negligências, faltas de generosidade para com Deus e para o compromisso cristão. Deixa-se de rezar ou só se reza em situações prementes, urgentes. Arranjam-se mil desculpas para não haver compromisso na vida paroquial ou no serviço eclesial: que não há tempo nem vontade… Fica-se abaixo dos mínimos, e chega um momento em que parece ser impossível ser-se melhor cristão, que não se tem forças para exigir mais. E não é verdade. Para saber mais clicar AQUI.
Precisamos da primavera
Olhamos à nossa volta e sentimos que verdadeiramente a primavera desencadeou um movimento: as árvores voltaram a germinar após a nudez do inverno; ao longo dos caminhos vemos flores amarelas, brancas e de todas as cores; damo-nos conta de que a temperatura é outra; a natureza prepara-se para uma estação diferente. Ora, toda esta preparação não pode ser só exterior a nós, não pode ser apenas um desejo que atravessa a paisagem. Para saber mais, clicar AQUI.
Arte e espiritualidade: Samuel Bak, luz de Quaresma
A Quaresma é um caminho. No entanto, perante certas notícias, perante a situação atual, mais que sentir a necessidade de caminhar, perceciona-se o desejo de fugir: fugir da realidade, que desponta ameaçadora; fugir de si próprio; dos outros, das convivências que se tornaram insuportáveis. Somos homens em fuga. Parecidos com os transportadores de vela de Samuel Bak. Mas o que é esta misteriosa luz ameaçada pelo vento que os dois querem salvar a todo o custo? A Quaresma deveria ser levada assim, com a mesma tenaz e dolorosa fadiga dos homens de Bak. Para saber mais clicar AQUI.
O dom (cristão) das lágrimas
Não saber chorar o pecado cometido era considerado um impedimento para a graça, e por isso, inclusive nos livros de orações confiados à minha geração, havia uma oração «para obter o dom das lágrimas». As lágrimas, de facto, dissolvem o coração de pedra e vencem a aridez que nos torna rígidos, estéreis e incapazes de compaixão; derramar lágrimas humaniza, enquanto que não saber chorar é desumano. Na vida espiritual cristão é preciso, por isso, acolher a experiência das lágrimas, do pranto enquanto arrependimento. Para saber mais clicar AQUI.
O que até agora não
Penso nos nossos propósitos falhados. Nesses propósitos quaresmais e nos outros que fizemos com tanta motivação, e que depois abandonámos pelo caminho. Não somos capazes de ser fiéis aos propósitos? Somos, e seremos melhores, se aprendermos a partir novamente do lugar onde caímos. Se partirmos das nossas falhas para reencontrar a inteireza, impelidos por um coração que acredita. Para saber mais clicar AQUI.

terça-feira, 26 de março de 2019

ESPIRITUALIDADE: Uma ténue luz que vence o mal

O ser humano faz a experiência de que há nele forças mais fortes do que ele a que sente não ser capaz de resistir. O Evangelho não nega isto, e não nos diz sequer porque é que isso acontece. Traz-nos apenas a boa notícia de que diante daquele que se apresenta como forte, diante de uma força devastadora na vida dos seres humanos, Jesus põe-se como aquele que é mais forte, capaz de aprisionar e de tirar a presa a quem do ser humano se apoderou. Para saber mais, clicar AQUI.

terça-feira, 13 de novembro de 2018

ESPIRITUALIDADE: À saída do túnel

«Quanta estrada é preciso percorrer para chegar a Ele! Quantas barreiras a abater para chegar àquele sol que intuo na outra vida, a verdadeira vida! A verdadeira Luz à saída do túnel.» Para saber mais clicar AQUI e, do mesmo Card. Gianfranco Ravasi, mais AQUI.

quarta-feira, 4 de julho de 2018

ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO:Não há vidas sem saída

«Um náufrago foi lançado pelas ondas para as costas de um ilhéu deserto. Todos os dias perscrutava o horizonte na esperança de uma ajuda, mas não avistava ninguém no mar. Os dias foram passando e ele conseguiu construir uma cabana. Um dia, voltando da caça para encontrar alguma comida, encontrou a cabana em chamas, enquanto que densas colunas de fumo subiam ao céu. Ficou desesperado. Mas no dia seguinte eis que vislumbra no horizonte um navio a dirigir-se para o ilhéu. Tinha sido o fumo a impeli-lo na direção daquela ilha.» Para saber mais, clicar AQUI.

quinta-feira, 5 de abril de 2018

ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: Pensamentos

* "A linguagem foi inventada para as pessoas se entenderem entre si e não para se enganarem mutuamente." - A. Manzoni




* "Todos os que não têm nada de importante a dizer, falam aos gritos." - J. Poncela




* "Se ajudei uma pessoa a ter esperança, não terei vivido em vão." - M. Luther King




* "Existe uma coisa mais triste do que perder a riqueza: consiste em perder a esperança." - C. Mermet




* "Eu não creio simplesmente em Deus. Eu amo-o muito." - L. Milani




* "Numa casa, o sorriso custa menos que a luz eléctrica e dá mais luz." - A. Blasetti




* " Um homem só tem o direito de olhar para o outro de cima para baixo, se for para o ajudar a levantar-se." - G. Garcia Marquez

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

ATENÇÃO/MEDITAÇÃO/REFLEXÃO: Verdade desarmada e amor desinteressado

«Estou firmemente convencido de que a verdade desarmada e o amor desinteressado terão a última palavra. É mais do que nunca necessário tornar a escutar agora (e sempre) a voz dos pacificadores, já “beatificados” por Jesus no Discurso da Montanha.» Para saber mais clicar AQUI & AQUI.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

EFEMÉRIDE: "Dia de todos os Santos" & "Halloween"

Esta festa é ocasião de lembrar que todos os seres humanos são chamados à santidade, por caminhos diferentes, por vezes surpreendentes ou inesperados, mas sempre acessíveis. Para saber mais, clicar AQUI e AQUI.
Todos os Santos e "Halloween": tão próximos, tão diferentes
 "Halloween" é uma festa do negativo: o medo, o susto, a morte anónima, a angústia. A solenidade de Todos os Santos é uma festa do positivo. Veja algumas sugestões de como a viver em família. Para saber mais, clicar AQUI.








segunda-feira, 23 de outubro de 2017

LIVRO&LEITURA: Perdão e esperança

Uma meditação sobre o perdão e a esperança que conduz a uma visão mais extensa do tempo: se o perdão não é apenas perdoar aquilo que sucedeu, mas libertação e impulso para um novo horizonte, a esperança não é ilusão no futuro, mas um olhar em frente, embora radicado no presente. Para saber mais, clicar AQUI.