"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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terça-feira, 24 de junho de 2014

LEITURA: "Lugares do infinito: Um guia de mosteiros e conventos para reencontrar o mundo"

O jornalista António Marujo e o fotógrafo Daniel Rocha são os autores do livro “Lugares do infinito: Um guia de mosteiros e conventos para reencontrar o mundo”, que a escritora Alice Vieira apresenta esta sexta-feira, em Lisboa. Aproximando-se as férias de verão, tempo de repouso físico e intelectual, e ao mesmo tempo propício ao silêncio, à indagação interior e à escuta de Deus, os autores e a Paulinas Editora passam para livro as reportagens publicadas no jornal “Público”. «Com o Daniel Rocha e o seu olhar capaz de entender o interior das pessoas e das coisas, fomos, durante algumas semanas de 2012, na senda (…) [de] mosteiros e conventos onde se pode ficar a rezar, descansar e ansiar por mais», lê-se na apresentação. «Hoje, mosteiros e conventos continuam a ser possibilidades de, na fuga, reencontrar o mundo. E continuam a ser lugares de hospitalidade, mesmo se o acolhimento surge já como um desafio mútuo, para quem chega ou quem está.» Leia o texto e veja as fotografias de um dos espaços selecionados pelos autores. Continuar a ler (com imagens)…

sábado, 15 de setembro de 2012

uma VISITA (5): Balsamão

As FÉRIAS (d)e VERÃO terminaram.
Outras férias & outros Verões aí virão. 
 
Haverá cinco umbigos do mundo. Um deles é o Monte Morais. O convento de Balsamão, dos Padres Marianos da Imaculada Conceição, está diante dele, ao colo. Uma divina enfermeira, protetora de noivos, será a culpada. Cortemos, então, a respiração, subindo à esplanada e ao miradouro: a Serra de Bornes em redor, os olivais de Chacim ao fundo, as termas da Abilheira em baixo. Se for ao final da tarde, podemos ter a sorte de contemplar um pôr do sol glorioso, de vermelhos e laranjas intensos. Há alternativas, claro: no miradouro da água, o assombro é pelo menos igual ao anterior. E nos claustros apetece ficar apenas a olhar as árvores de fruto ou a cisterna apaziguadora dos sentidos. O lugar, perto de Macedo de Cavaleiros, é assim há muito. No seu diário, o principal inspirador do convento, o padre polaco Casimiro Wyszynski (1700-1755) descrevia: «Temos aqui, cercados pelos rios, campos, pomares, vinhedos, prados, oliveiras e frutas de várias espécies. E nesse monte há florestas, árvores, belos carvalhos.»
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