«Em “Sétimo dia” de Daniel Faria, cinco homens repartem perspetivas sobre a ideia de ocupação e coincidem no desejo de alcançar uma certa ideia de existência transcendente sem depor a medida humana a partir da qual cada um se foi fazendo lugar. Cada homem permanece em redor da raiz da sua condição, mesmo quando na enunciação das dúvidas, dores e amarguras se faz pressentir o rumor da mudança aguardada. Cada voz é também o anunciar de um degrau no caminho do reencontro com a palavra poética na expressão da “fé inabalável no mistério que inclina / Os homens para dentro” e na representação das depurações da semente na difícil ascensão para a vida do espírito.» Leia excertos AQUI.
«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
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sexta-feira, 13 de agosto de 2021
LIVRO&LEITURA: “Sétimo dia”
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terça-feira, 24 de junho de 2014
LEITURA: "Lugares do infinito: Um guia de mosteiros e conventos para reencontrar o mundo"
O jornalista António Marujo e o fotógrafo Daniel Rocha são os autores do livro “Lugares do infinito: Um guia de mosteiros e conventos para reencontrar o mundo”, que a escritora Alice Vieira apresenta esta sexta-feira, em Lisboa. Aproximando-se as férias de verão, tempo de repouso físico e intelectual, e ao mesmo tempo propício ao silêncio, à indagação interior e à escuta de Deus, os autores e a Paulinas Editora passam para livro as reportagens publicadas no jornal “Público”. «Com o Daniel Rocha e o seu olhar capaz de entender o interior das pessoas e das coisas, fomos, durante algumas semanas de 2012, na senda (…) [de] mosteiros e conventos onde se pode ficar a rezar, descansar e ansiar por mais», lê-se na apresentação. «Hoje, mosteiros e conventos continuam a ser possibilidades de, na fuga, reencontrar o mundo. E continuam a ser lugares de hospitalidade, mesmo se o acolhimento surge já como um desafio mútuo, para quem chega ou quem está.» Leia o texto e veja as fotografias de um dos espaços selecionados pelos autores. Continuar a ler (com imagens)…
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sábado, 25 de agosto de 2012
FÉRIAS (d)e VERÃO com uma VISITA (3)
Dormir em mosteiros (II): Singeverga
Pela hospedaria, passam gentes de todas as proveniências sociais etárias, mesmo religiosas, incluindo agnósticos e descrentes. Há artistas, escritores, padres, médicos, seminaristas, personalidades conhecidas e gente anónima que também decide passar um tempo em Singeverga. Atraídos p ela liturgia sóbria, pelo canto ou pela tranquilidade do lugar.
O espaço do mosteiro está quase todo disponível para os hóspedes: além da própria hospedaria, os hóspedes podem utilizar o claustro e a igreja, podem passear na quinta ou circular p elos jardins. O lugar é privilegiado. No livro Mosteiro de Singeverga - Cem Anos 1892-1992, Gabriel de Sousa, que foi o segundo abade do mosteiro (1948-66) descreve assim o lugar: «A situação de Singeverga é verdadeiramente privilegiada. Poderá encontrar-se local de mais desafogados horizontes;. mas não será fácil encontrá-lo dotado de tantos mimos e encantos naturais. No centro dum semianfiteatro montanhoso (...), a natureza enrugou um combro enxuto...»
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