O cardeal D. José Tolentino Mendonça ecoou hoje a mensagem do papa Francisco para o 53.º Dia Mundial da Paz, tendo apelado à «conversão ecológica» e à «consciência» de «que o mundo não é uma coisa que se usa e deita fora». Ao comentar a necessidade de pacificação mencionada pelo papa Francisco na mensagem para o Dia Mundial da Paz, que se assinala no primeiro dia do ano, o bibliotecário e arquivista da Santa Sé observou que «é preciso refazer os laços da comunhão, e isso só acontece com o desejo de reconciliação», dado que «a vida não se resolve com escapismos, mas com perdão, aceitação, superação, integração». Para saber mais clicar AQUI.
«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
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quarta-feira, 1 de janeiro de 2020
quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
REFLEXÃO/ATENÇÃO/MEDITAÇÃO: A esperança de 2015 começa no coração de uma silenciosa oração
Diante de um novo ano que começa, pelo menos quando já não se é jovem, a tentação pode ser a de olhar para o mundo e para os seus males e dizer que o sofrimento, a pobreza, a violência serão exatamente as mesmas do velho: como se a vida fosse inexoravelmente induzida pela força opaca daquilo que nós, cristãos, chamamos pecado.
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quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
EFEMÉRIDE: Dia Mundial da Paz
A primeira mensagem do papa Francisco para o próximo Dia Mundial da Paz, que se assinala a 1 de janeiro de 2014, amplia o significado da palavra “fraternidade”, alargando-a à espiritualidade, justiça e intervenção social.
A fundamentação do documento assenta principalmente em dois trechos bíblicos: a narrativa do homicídio de Abel, por parte de Caim, extraída do primeiro livro da Bíblia, o Génesis, e as palavras de Cristo, para quem a existência de um só Pai, que é Deus, implica que todos os seres humanos sejam irmãos (cf. Mateus 23, 8-9).
Francisco também constrói o seu raciocínio a partir das encíclicas “Populorum progressio”, de Paulo VI, e “Sollicitudo rei socialis”, de João Paulo II: «Da primeira, apreendemos que o desenvolvimento integral dos povos é o novo nome da paz e, da segunda, que a paz é opus solidaritatis, fruto da solidariedade».
A partir do texto, intitulado “Fraternidade, fundamento e caminho para a paz”, que pode ser lido integralmente em baixo, escolhemos 26 palavras a que atribuímos excertos do documento.
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Sabedoria e fraternidade
Para quem tomar os três conceitos de Liberdade, Igualdade e Fraternidade em si mesmos, não pode deixar de os considerar como valores incontestáveis, seja para um cristão, seja para quem for. Por isso, o observador desprevenido acha estranho que a Igreja tenha levantado objeções à sua valorização. De facto, a Igreja, durante o longo pontificado do papa Pio IX, e, depois disso, durante muito tempo, não hesitou em condenar o liberalismo em geral e o liberalismo católico em particular. Foi preciso uma muito lenta maturação intelectual e doutrinal para que a vigilância censória do Vaticano atenuasse as suas desconfianças. Quanto à trilogia que os liberais apresentavam quase como um novo Evangelho, a apologética cristã do século XIX interpretava-a como pura hipocrisia: do seu ponto de vista, os liberais não queriam instaurar a igualdade e a fraternidade, mas destruir a Igreja.
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e
Lídia Jorge: Que sabe a cultura acerca da Fraternidade?
«Avaliar nos dias que correm quanto a cultura sabe sobre a fraternidade implica estar atento às metáforas que os contemporâneos criam e estimar a forma como agem, por antítese, sobre aqueles que a elas têm acesso.»
«Dentro de nós, tal como os textos mostram, existe um ser que se constrói para o amor. Eu mergulho as mãos nos textos e encontro esse recado por toda a parte.»
Excertos da intervenção da escritora Lídia Jorge na conferência proferida na 7.ª Jornada da Pastoral da Cultura, a 17 de junho, dedicada ao tema “Elogio da Fraternidade”.
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