"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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terça-feira, 10 de junho de 2025

COMEMORAÇÃO/EFEMÉRIDE: Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas e, no Calendário Litúrgico de Portugal, do Anjo de Portugal

O Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas celebra a data de 10 de Junho[2] de 1580, data da morte de Camões,[3] sendo também este o dia dedicado ao Anjo Custódio de Portugal. Este é também o dia da Língua Portuguesa, dos cidadãos e das Forças Armadas.

Durante o Estado Novo, de 1933 até à Revolução dos Cravos de 25 de Abril de 1974, era celebrado como o Dia da Raça: a raça portuguesa ou dos portugueses.

Para saber mais clicar AQUI, AQUIAQUI e AQUI.

sexta-feira, 28 de outubro de 2022

LIVRO&LEITURA: “Misericórdia”

"Misericórdia" é o nome do novo livro. A escritora acedeu a um pedido da mãe, uma das vítimas portuguesas de Covid-19, para escrever uma obra com esse título. O livro retrata a “variedade humana” que habita um lar de idosos. Para saber mais clicar AQUI.

quinta-feira, 7 de junho de 2018

LIVRO&LEITURA: "Os jovens acham que as letras de canções são livros"

Estuário é um romance em que o protagonista quer avisar a humanidade e salvar o mundo. Para a autora, pretende ser um profeta. Um livro fascinante, que exige ao leitor um pacto para compreendê-lo por inteiro. Para saber mais, clicar AQUI.

terça-feira, 7 de março de 2017

LIVRO&LEITURA: "A Senhora de Maio - Todas as perguntas sobre Fátima"

Uma «publicação mansa», mas não «um livro pacífico»: é nestes termos que a escritora Lídia Jorge qualifica o novo livro "A Senhora de Maio - Todas as perguntas sobre Fátima", dos jornalistas António Marujo e Rui Paulo da Cruz. «Um livro como este cumpre o que há muito tem vindo a faltar: a tentativa de serenar ânimos tão diversos que vão desde o negacionismo escarninho de uns até ao fanatismo arcaico de outros, passando pelo vasto número daqueles que, do ponto de vista espiritual e teológico, gostariam de ver reaberta a questão.». Para saber mais, clicar AQUI.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

EFEMÉRIDE: Dia Mundial da Paz

A primeira mensagem do papa Francisco para o próximo Dia Mundial da Paz, que se assinala a 1 de janeiro de 2014, amplia o significado da palavra “fraternidade”, alargando-a à espiritualidade, justiça e intervenção social.
A fundamentação do documento assenta principalmente em dois trechos bíblicos: a narrativa do homicídio de Abel, por parte de Caim, extraída do primeiro livro da Bíblia, o Génesis, e as palavras de Cristo, para quem a existência de um só Pai, que é Deus, implica que todos os seres humanos sejam irmãos (cf. Mateus 23, 8-9).
Francisco também constrói o seu raciocínio a partir das encíclicas “Populorum progressio”, de Paulo VI, e “Sollicitudo rei socialis”, de João Paulo II: «Da primeira, apreendemos que o desenvolvimento integral dos povos é o novo nome da paz e, da segunda, que a paz é opus solidaritatis, fruto da solidariedade».
A partir do texto, intitulado “Fraternidade, fundamento e caminho para a paz”, que pode ser lido integralmente em baixo, escolhemos 26 palavras a que atribuímos excertos do documento.
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Sabedoria e fraternidade
Para quem tomar os três conceitos de Liberdade, Igualdade e Fraternidade em si mesmos, não pode deixar de os considerar como valores incontestáveis, seja para um cristão, seja para quem for. Por isso, o observador desprevenido acha estranho que a Igreja tenha levantado objeções à sua valorização. De facto, a Igreja, durante o longo pontificado do papa Pio IX, e, depois disso, durante muito tempo, não hesitou em condenar o liberalismo em geral e o liberalismo católico em particular. Foi preciso uma muito lenta maturação intelectual e doutrinal para que a vigilância censória do Vaticano atenuasse as suas desconfianças. Quanto à trilogia que os liberais apresentavam quase como um novo Evangelho, a apologética cristã do século XIX interpretava-a como pura hipocrisia: do seu ponto de vista, os liberais não queriam instaurar a igualdade e a fraternidade, mas destruir a Igreja.
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Lídia Jorge: Que sabe a cultura acerca da Fraternidade?
«Avaliar nos dias que correm quanto a cultura sabe sobre a fraternidade implica estar atento às metáforas que os contemporâneos criam e estimar a forma como agem, por antítese, sobre aqueles que a elas têm acesso.»
«Dentro de nós, tal como os textos mostram, existe um ser que se constrói para o amor. Eu mergulho as mãos nos textos e encontro esse recado por toda a parte.»
Excertos da intervenção da escritora Lídia Jorge na conferência proferida na 7.ª Jornada da Pastoral da Cultura, a 17 de junho, dedicada ao tema “Elogio da Fraternidade”.
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