Na noite de entrega dos Óscares em Holywood nenhum filme se destacou pela quantidade de prémios obtidos. As estatuetas douradas de melhor filme, argumento adaptado e montagem foram para “Argo”, de Ben Affleck, narrativa que parte da invasão da embaixada dos EUA em Teerão por parte de militares iranianos em novembro de 1979. Releia as críticas publicadas nos últimos meses pelo Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura sobre algumas das películas que mais distinções ganharam: “A vida de Pi”, “Os miseráveis”, “Django libertado”, “Lincoln”, “Guia para um final feliz” e “Amor”.
Ler mais em: http://www.snpcultura.org/os_filmes_oscares_2013.html
«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
CINEMA: a noite dos ÓSCARES 2013 (2)
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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
CINEMA: A noite dos ÓSCARES 2013 (1)
O filme "Argo" venceu hoje o Óscar de melhor filme, numa noite de prémios repartidos e em que "A vida de Pi" foi a película mais galardoada, com quatro estatuetas.
"Argo" conseguiu três estatuetas douradas, as mesmas de "Os Miseráveis", enquanto "Lincoln", nomeado em 12 categorias, conquistou apenas dois Óscares, tal como "007- Skyfall" e "Django libertado".
O cineasta taiwanês Ang Lee conquistou o prémio de melhor realizador com "A vida de Pi", quando as previsões apontavam para um triunfo de Steven Spielberg ("Lincoln").
A película de Spielberg valeu, no entanto, o Óscar de melhor actor ao britânico Daniel Day-Lewis, o terceiro da sua carreira e um recorde nessa categoria.
Jennifer Lawrence venceu, por sua vez, na categoria de melhor actriz, ao levar para casa o Óscar pelo desempenho na comédia dramática "Guia para um final feliz". Emocionada, a jovem actriz acabou por cair nas escadas quando subia ao palco para receber o galardão.
Anne Hathaway recebeu a estatueta de melhor actriz secundária pelo papel em "Os Miseráveis", enquanto Christoph Waltz levou a distinção equivalente na categoria masculina por "Django Libertado", de Quentin Tarantino.
Este foi o segundo Óscar na carreira do austríaco, que já tinha arrebatado o mesmo prémio em "Sacanas Sem Lei" (2009), também de Quentin Tarantino.
"Argo", que ficou de fora da competição de melhor realizador e tinha apenas uma nomeação interpretativa (Alan Arkin, secundário), arrecadou o Óscar de melhor argumento adaptado, assim como o prémio de melhor edição ou montagem.
O chileno Claudio Miranda conquistou o Óscar de melhor fotografia em "Vida de Pi", enquanto o austríaco "Amor" se impôs como melhor filme estrangeiro e "Inocente" venceu o Óscar de melhor documentário curta-metragem.
Conduzida pelo produtor Seth MacFarlane, esta edição dos Óscares homenageou o género musical e os 50 anos de James Bond, com a cantora Shirley Bassey a cantar "Goldfinger", um dos temas famosos de "007". A gala dos prémios de cinema contou ainda com a aparição surpresa via vídeo da primeira-dama norte-americana Michelle Obama, que anunciou o prémio de melhor filme.
Outra das surpresas da noite foi o empate na categoria de melhor montagem de som, repartido por "00:30 - A Hora Negra'" e "007 - Skyfall".
Esta circunstância aconteceu noutras cinco ocasiões anteriores, a mais conhecida em 1968, quando Katharine Hepburn e Barbara Streisand dividiram a glória de melhor actriz pelos papéis em "O Leão no Inverno" e "Funny Girl- Uma Rapariga Endiabrada", respectivamente.
"007-Skyfall" venceu a categoria de melhor canção com o tema da cantora britânica Adele, que subiu ao palco do anfiteatro Dolby para cantar a música na gala.
Na categoria de melhor banda sonora, a vitória coube ao compositor Mychael Danna em "Vida de Pi".
A Disney arrecadou duas estatuetas nas categorias de animação, com "Brave- Indomável" como melhor filme, e "Paperman - O Rapaz do Papel" como melhor curta-metragem.
"Searching for Sugar Man", por sua vez, levou a estatueta de melhor documentário.
A 85.ª edição dos Óscares foi transmitida nos Estados Unidos pela estação ABC e emitida em directo em mais de 225 países.
O cineasta taiwanês Ang Lee conquistou o prémio de melhor realizador com "A vida de Pi", quando as previsões apontavam para um triunfo de Steven Spielberg ("Lincoln").
A película de Spielberg valeu, no entanto, o Óscar de melhor actor ao britânico Daniel Day-Lewis, o terceiro da sua carreira e um recorde nessa categoria.
Jennifer Lawrence venceu, por sua vez, na categoria de melhor actriz, ao levar para casa o Óscar pelo desempenho na comédia dramática "Guia para um final feliz". Emocionada, a jovem actriz acabou por cair nas escadas quando subia ao palco para receber o galardão.
Anne Hathaway recebeu a estatueta de melhor actriz secundária pelo papel em "Os Miseráveis", enquanto Christoph Waltz levou a distinção equivalente na categoria masculina por "Django Libertado", de Quentin Tarantino.
Este foi o segundo Óscar na carreira do austríaco, que já tinha arrebatado o mesmo prémio em "Sacanas Sem Lei" (2009), também de Quentin Tarantino.
"Argo", que ficou de fora da competição de melhor realizador e tinha apenas uma nomeação interpretativa (Alan Arkin, secundário), arrecadou o Óscar de melhor argumento adaptado, assim como o prémio de melhor edição ou montagem.
O chileno Claudio Miranda conquistou o Óscar de melhor fotografia em "Vida de Pi", enquanto o austríaco "Amor" se impôs como melhor filme estrangeiro e "Inocente" venceu o Óscar de melhor documentário curta-metragem.
Conduzida pelo produtor Seth MacFarlane, esta edição dos Óscares homenageou o género musical e os 50 anos de James Bond, com a cantora Shirley Bassey a cantar "Goldfinger", um dos temas famosos de "007". A gala dos prémios de cinema contou ainda com a aparição surpresa via vídeo da primeira-dama norte-americana Michelle Obama, que anunciou o prémio de melhor filme.
Outra das surpresas da noite foi o empate na categoria de melhor montagem de som, repartido por "00:30 - A Hora Negra'" e "007 - Skyfall".
Esta circunstância aconteceu noutras cinco ocasiões anteriores, a mais conhecida em 1968, quando Katharine Hepburn e Barbara Streisand dividiram a glória de melhor actriz pelos papéis em "O Leão no Inverno" e "Funny Girl- Uma Rapariga Endiabrada", respectivamente.
"007-Skyfall" venceu a categoria de melhor canção com o tema da cantora britânica Adele, que subiu ao palco do anfiteatro Dolby para cantar a música na gala.
Na categoria de melhor banda sonora, a vitória coube ao compositor Mychael Danna em "Vida de Pi".
A Disney arrecadou duas estatuetas nas categorias de animação, com "Brave- Indomável" como melhor filme, e "Paperman - O Rapaz do Papel" como melhor curta-metragem.
"Searching for Sugar Man", por sua vez, levou a estatueta de melhor documentário.
A 85.ª edição dos Óscares foi transmitida nos Estados Unidos pela estação ABC e emitida em directo em mais de 225 países.
FONTE: http://www.jornaldenegocios.pt/economia/cultura/detalhe/argo_e_vida_de_pi_triunfam_nos_oscares_2013.html
EM SUMA:
http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=3072598&seccao=Cinema&page=-1
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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
CINEMA: Django Libertado: Tarantino oferece tratado cinematográfico sobre vida e morte
“Django Libertado” é uma reinterpretação da questão da escravatura e de um Oeste Selvagem que, sem grandes pretensões intelectuais ou filosóficas, não deixa de desbravar vasto terreno sobre a condição humana, a liberdade interior, o valor da vida e, inerente a este, o do amor e da amizade como cumprimento, ou não, desse “estar ou ser vivo”. Magnificamente interpretado por Jamie Foxx, Christoph Waltz, Leonardo DiCaprio, Kerry Washington e Samuel L. Jackson, magnificamente filmado e servido por uma banda sonora de um registo eclético muito pertinente, eis um tratado cinematográfico sobre “os vivos e os mortos” que somos e que a crueza de algumas sequências não pode confundir com mero horror nem espetacularidade.
Ler mais em: http://www.snpcultura.org/django_libertado.html
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