O quinto livro de Afonso Reis Cabral, “O Último Avô” é um romance labiríntico e eficaz sobre a relação entre um escritor e o seu único neto AQUI.
«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
segunda-feira, 31 de agosto de 2026
LIVRO&LEITURA: O ÚLTIMO AVÔ
quinta-feira, 25 de abril de 2024
DOSSIER 25 de ABRIL: nos 50 anos do 25 de Abril, o "antes", o "durante", o "depois" etc&tal
É que meio século, 50 anos ou como intitulou José Miguel Sardica AQUI, não é um aniversário qualquer. Bem merece, por isso, uma mesa farta, uma ementa variada e bem regada.
José Alves Costa. Quem é este tal de José Alves Costa? Pois,
trata-se do soldado desconhecido, um miliciano, um simples cabo, o verdadeiro herói da Revolução dos Cravos, pois com o seu gesto decidido tornou possível o 25 de Abril de 1974. No entanto quem o conhece? Conhece-se Otelo, Vasco Lourenço, Vitor Crespo, Garcia dos Santos, Salgueiro Maia, Melo Antunes entre tantos outros, mas este simples Alves Costa … Ora tivesse ele obedecido e não recusado a ordem do seu comandante Brigadeiro Junqueira dos Reis para abrir fogo sobre Salgueiro Maia que se havia posto à mão de semear, dando o corpo às balas do canhão do tanque daquela força do regime AQUI, na Avª Ribeira da Naus onde se encontraram num “tête-a-tête”, “era uma vez o 25 de Abril”. O próprio Salgueiro Maia deixou marcada para sempre, a importância desse momento decisivo:
"Retratos de Abril" é uma viagem em redor do 25 de Abril. À
escuta dos sons da época, tenta fixar aquele tempo histórico.
Encontra militares e políticos mas, também, a sociedade civil
que se opôs ao Estado Novo e lutou pela liberdade. Dos generais e
capitães aos líderes políticos; de escritores e poetas a advogados,
médicos e professores universitários. Retratos de Abril revela uma
sociedade que, afinal, não era a preto e branco.Em 25 episódios é
contada a História dos protagonistas que, há 50 anos, estavam
prontos para construir a democracia. Para assinalar os 50 anos da
Revolução, o Expresso criou em podcast especial, 25 episódios.
Pode-se ouvi-los AQUI.
LIVROS, CANÇÕES e MÚSICA
segunda-feira, 19 de outubro de 2020
LIVRO&LEITURA: "a caixa de correio de Nossa Senhora"
Publicadas pela primeira vez cartas a Nossa Senhora que peregrinos deixaram na Capelinha das Aparições entre 1940 e 1977. Apresentado em Fátima, o livro do jornalista António Marujo reúne grande parte da correspondência enviada durante a guerra colonial. Reitor do Santuário garante que a privacidade dos autores das cartas está salvaguardada e destaca importância desta investigação. Para saber mais clicar AQUI.
terça-feira, 23 de abril de 2019
EFEMÉRIDE/COMEMORAÇÃO/RECORDAÇÃO: Conta-me como foi...
quarta-feira, 24 de maio de 2017
LIVRO&LEITURA: O Último Salazarista
terça-feira, 27 de setembro de 2016
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
FILME&CINEMA: "Cartas da Guerra"
"Cartas de Guerra" dominou Prémios Sophia
Filme arrecadou nove das 21 estatuetas entregues, entre as quais as de Melhor Filme e Melhor Realização. Para saber mais, clicar AQUI.
sábado, 5 de abril de 2014
(in)PRENSA semanal: a minha selecção!
http://expresso.sapo.pt/
http://expresso.sapo.pt/
sexta-feira, 22 de março de 2013
MÚSICA: VIVA o REI...
e com ele, toda a MÚSICA AFRICANA de onde, de resto e como é sabido, a música negra norte-americana, concretamente o jazz e o blues, nasceram e beberam. O tráfico de escravos que necessariamente passou por Cabo Verde e deixou "rasto", deu nisto - não estou a justificá-lo, entendamo-nos, mas tão somente a minha costela africana a falar mais alto.