141 homens e apenas 25 mulheres são os “donos disto tudo” nos últimos 13 anos. A conclusão é de um novo livro lançado pelo jornalista José Vegar com base na análise de dados do Jornal de Negócios. Para saber mais clicar AQUI e/ou AQUI.
«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
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sexta-feira, 22 de setembro de 2023
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
POLÍTICA/ECONOMIA/FINANÇAS: Swaps, Swaps & mais Swaps...
- Mas o que são os tão agora fadados&falados "SWAP'S"?
- Quer mesmo saber?
- Convém!
- Então, veja e oiça a lição deste bem conhecedor e ainda mais esclarecedor professor de economia:
http://videos.sapo.pt/cRASU4bKluAqdWWwr0p3
e deste artigo do Jornal de Negócios:
http://www.jornaldenegocios.pt/mercados/detalhe/o_que_satildeo_quotswapsquot_de_taxas_de_juro.html
Mais esclarecedor do que isto haverá?
- Quer mesmo saber?
- Convém!
- Então, veja e oiça a lição deste bem conhecedor e ainda mais esclarecedor professor de economia:
http://videos.sapo.pt/cRASU4bKluAqdWWwr0p3
e deste artigo do Jornal de Negócios:
http://www.jornaldenegocios.pt/mercados/detalhe/o_que_satildeo_quotswapsquot_de_taxas_de_juro.html
Mais esclarecedor do que isto haverá?
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terça-feira, 13 de novembro de 2012
a favor do ESTADO SOCIAL...
... há estes 2 bons, porque bem fundamentados, argumentos:
1º. Nós não vivemos sós
http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=2864612&seccao=Paulo%20Baldaia&tag=Opini%C3%A3o%20-%20Em%20Foco&page=1
2º. Paga quem pode para ser usado por quem precisa
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=589179
1º. Nós não vivemos sós
http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=2864612&seccao=Paulo%20Baldaia&tag=Opini%C3%A3o%20-%20Em%20Foco&page=1
2º. Paga quem pode para ser usado por quem precisa
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=589179
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quinta-feira, 12 de julho de 2012
PARABÉNS A VOCÊ(s)...
...Rolling Stones - 50 anos. Jovens para sempre
06 Julho 2012 | 11:15
Em 1962, a Grã-Bretanha ainda despertava de um pesadelo chamado II Guerra Mundial. Como lembra Keith Richards, na sua autobiografia "Life", quando conheceu Charlie Watts nesse ano, "ele ainda vivia num pré-fabricado. Uma boa parcela da população tinha criado raízes nesses edifícios de amianto e de telhado de zinco, e cuidava-os com afecto. O governo não podia fazer muito mais do que varrer as ruínas e tentar pôr alguma ordem no caos. Claro que não perdeu a oportunidade de se auto-exaltar: deu às ruas dos novos bairros os nomes dos membros da elite do Partido Trabalhista, passada e presente". E lembra que ele próprio vivia num bairro social inaugurado em 1947. A sua vida era a preto e branco, embora o Technicolour estivesse a chegar. O primeiro disco que comprou foi de Little Richard. Lia os livros de Baden Powell, o guru do escutismo. Quando tinha 13 anos, fazia entregas de pão para ganhar dinheiro. Só depois chegou o rock. Oxigénio para uma geração diferente da anterior
http://expresso.sapo.pt/rolling-stones-com-logo-comemorativo=f736133#ixzz1z6RcIAC4
Rolling Stones festejam hoje 50 anos
http://expresso.sapo.pt/rolling-stones-festejam-hoje-50-anos=f738971
Eles andam nisto há 50 anos. Quem diria
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=30&did=69774
Todas as capas dos Rolling Stones no 50º aniversário
http://expresso.sapo.pt/todas-as-capas-dos-rolling-stones-no-50-aniversario=f739311
Depois dos Beatles, os MAIORES, só estes! Não esquecendo "The Pink Floyd". Estamos de acordo?
06 Julho 2012 | 11:15
Fernando Sobral - fsobral@negocios.pt
A 12 de Julho de 1962, Mick Jagger, Keith Richards e Brian Jones actuaram pela primeira vez num clube londrino sob o nome de The Rolling Stones. Abria-se a janela para uma banda que seria a antítese de todos os outros grupos. Naquele ano, tal como milhares de outros jovens britânicos, Jagger e Richards queriam o mundo. Mas teriam de esperar 50 anos.
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=566657&pn=1
O nacional-cançonetismo era o espelho da nação
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=566651
Tesouros por detrás dos clássicos
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=566655
Para celebrar 50 anos de carreira, a lendária banda britânica renovou o seu icónico logo.O nacional-cançonetismo era o espelho da nação
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=566651
Tesouros por detrás dos clássicos
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=566655
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Rolling Stones festejam hoje 50 anos
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Eles andam nisto há 50 anos. Quem diria
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Todas as capas dos Rolling Stones no 50º aniversário
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Depois dos Beatles, os MAIORES, só estes! Não esquecendo "The Pink Floyd". Estamos de acordo?
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segunda-feira, 26 de março de 2012
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quinta-feira, 15 de março de 2012
CLASSE MÉDIA na berlinda...
A opinião de 2 insuspeitos:
Não, a classe média não vai querer pagar a crise
08 Março 2012 | 23:30
Não, a classe média não vai querer pagar a crise
08 Março 2012 | 23:30
Helena Garrido - Helenagarrido@negocios.pt
O caso da Lusoponte e o ataque do presidente da EDP a mudanças na remuneração excessiva do sector eléctrico são sinais terríveis sobre o nosso futuro. O Governo começa a estar armadilhado e a mostrar que a factura das mudanças vai cair apenas nos bolsos da classe média e dos que não têm poder. A instabilidade social é a próxima ameaça. Porque a esperança se esgota como a paciência. O Governo decidiu desautorizar a Estradas de Portugal me permitir que a Lusoponte recebesse as receitas das portagens em Agosto e a compensação por até ao ano passado não se terem cobrado portagens nesse mês na ponte 25 de Abril. Argumento? "(...) poderia configurar uma violação do exclusivo da Concessão Lusoponte", lê-se no argumentário que mereceu o despacho favorável do secretário de Estado das Obras Públicas. Resultado: a Lusoponte recebe as portagens e a compensação por anteriormente não existirem portagens.A questão central não é se o primeiro- -ministro sabia ou não sabia o que se passava no debate parlamentar de quarta-feira passada, porque mentir, convenhamos, não seria minimamente inteligente. O ponto fundamental é o primeiro-ministro não se declarar posteriormente contra a decisão de pagar duas vezes a mesma coisa à Lusoponte. E, mais grave ainda, é o vice-presidente da bancada do PSD, Luís Menezes, acusar a Estradas de Portugal de ser um "braço armado" do anterior Governo.
Será possível que não se perceba o terrível sinal que este caso dá sobre o que vão ser as renegociações dos contratos de parcerias público-privadas (PPP)? Sem a eliminação das rendibilidades excessivas que os contratos garantem a algumas concessões rodoviárias, os contribuintes portugueses vão continuar a ver parte dos seus impostos a entrarem nos bolsos de empresas que conseguiram contratos milionários com o Estado.
Ao lado das PPP temos o sector da electricidade.
Uma das bandeiras do PSD em campanha eleitoral, como nos primeiros tempos do Governo, foi a defesa da verdade, entendida como total transparência. Pois é isso que se começa a ver cada vez menos.
Os estudos realizados, a pedido da troika, para estimar as rendas excessivas no sector eléctrico deviam estar publicados nos sites do Governo. A bem da transparência e de uma informação que exponha quem está a ganhar quanto e como. Se o tivesse feito, não teria ontem ouvido o presidente da EDP a dizer que não há rendas excessivas. E que é preciso somar uma margem aos valores que foram estimados pela associação ligada à Universidade de Cambridge como sendo a remuneração adequada para os Custos de Manutenção do Equilíbrio Contratual (CMEC). As rendas que estão em causa são tais que levaram um economista como António Mexia a dizer o que sabe que não corresponde à realidade, pondo em causa a sua própria imagem como técnico. Aquilo a que se chama custo médio ponderado do capital (WACC) é calculado já com essa margem de risco que António Mexia reivindica.
O Governo deixou-se armadilhar. Se reduzir as margens excessivas da EDP, corre o risco de perder o dinheiro dos novos accionistas chineses e ameaça as próximas privatizações. Se alterar os contratos das concessões, corre o risco de arrastar para a falência grupos que já estão muito fragilizados. A escolha parece, lamentavelmente, determinada. Tudo ficará na mesma na electricidade e nas PPP. Pagaremos uma factura bastante elevada em impostos, em baixo crescimento económico e, no cenário de terror, em instabilidade social. Esperemos que o Governo nos surpreenda e que todos estes sinais estejam errados.
Será possível que não se perceba o terrível sinal que este caso dá sobre o que vão ser as renegociações dos contratos de parcerias público-privadas (PPP)? Sem a eliminação das rendibilidades excessivas que os contratos garantem a algumas concessões rodoviárias, os contribuintes portugueses vão continuar a ver parte dos seus impostos a entrarem nos bolsos de empresas que conseguiram contratos milionários com o Estado.
Ao lado das PPP temos o sector da electricidade.
Uma das bandeiras do PSD em campanha eleitoral, como nos primeiros tempos do Governo, foi a defesa da verdade, entendida como total transparência. Pois é isso que se começa a ver cada vez menos.
Os estudos realizados, a pedido da troika, para estimar as rendas excessivas no sector eléctrico deviam estar publicados nos sites do Governo. A bem da transparência e de uma informação que exponha quem está a ganhar quanto e como. Se o tivesse feito, não teria ontem ouvido o presidente da EDP a dizer que não há rendas excessivas. E que é preciso somar uma margem aos valores que foram estimados pela associação ligada à Universidade de Cambridge como sendo a remuneração adequada para os Custos de Manutenção do Equilíbrio Contratual (CMEC). As rendas que estão em causa são tais que levaram um economista como António Mexia a dizer o que sabe que não corresponde à realidade, pondo em causa a sua própria imagem como técnico. Aquilo a que se chama custo médio ponderado do capital (WACC) é calculado já com essa margem de risco que António Mexia reivindica.
O Governo deixou-se armadilhar. Se reduzir as margens excessivas da EDP, corre o risco de perder o dinheiro dos novos accionistas chineses e ameaça as próximas privatizações. Se alterar os contratos das concessões, corre o risco de arrastar para a falência grupos que já estão muito fragilizados. A escolha parece, lamentavelmente, determinada. Tudo ficará na mesma na electricidade e nas PPP. Pagaremos uma factura bastante elevada em impostos, em baixo crescimento económico e, no cenário de terror, em instabilidade social. Esperemos que o Governo nos surpreenda e que todos estes sinais estejam errados.
Como Passos Coelho está a alienar a classe média
08 Março 2012 | 23:30
Camilo Lourenço - camilolourenco@gmail.com
Passos Coelho parecia estar a acertar o passo: não cometia "gaffes", acertara no discurso (por exemplo, reiterou à Bloomberg que Portugal não vai pedir mais tempo nem dinheiro) e até ganhara postura de Estado ao comentar o desacerto presidencial. Mas do nada cometeu dois deslizes. Seguidos. O primeiro ao não conduzir a partilha de poderes na gestão de fundos do QREN da melhor forma: não percebeu a incomodidade que se sentia há meses no Ministério da Economia e sujeitou Santos Pereira a um facto consumado. Pior, deixou passar para o exterior a ideia de graves divisões no Governo. O segundo deslize (negar no Parlamento o duplo pagamento à Lusoponte) foi ainda mais grave: mostrou que o Governo não tem controlo das contas públicas. Veja-se as declarações contraditórias do secretário de Estado dos Transportes sobre o assunto...
Passos Coelho sempre foi um pouco trapalhão no seu estilo de intervenção política (as "gaffes" antes das eleições legislativas foram o pão-nosso-de-cada-dia...) e fraco no marketing. Mas uma coisa são deslizes enquanto oposição, outra é cometer "gafes" como primeiro-ministro. O episódio no Parlamento serviu para mostrar ao País que o Governo não controla a máquina do Estado: não sabe o que ele paga... nem a quem paga. Ao ponto de induzir em erro o próprio primeiro-ministro.
Numa sociedade fracturada entre uma classe média pressionada pela austeridade e os que não são afectados por ela, passar a ideia de que os sacrifícios não servem para nada é meio caminho andado para o desastre. Além de que abre espaço ao folclore eleitoralista, desviando as atenções dos verdadeiros problemas do País. Assim não vamos lá.
Passos Coelho sempre foi um pouco trapalhão no seu estilo de intervenção política (as "gaffes" antes das eleições legislativas foram o pão-nosso-de-cada-dia...) e fraco no marketing. Mas uma coisa são deslizes enquanto oposição, outra é cometer "gafes" como primeiro-ministro. O episódio no Parlamento serviu para mostrar ao País que o Governo não controla a máquina do Estado: não sabe o que ele paga... nem a quem paga. Ao ponto de induzir em erro o próprio primeiro-ministro.
Numa sociedade fracturada entre uma classe média pressionada pela austeridade e os que não são afectados por ela, passar a ideia de que os sacrifícios não servem para nada é meio caminho andado para o desastre. Além de que abre espaço ao folclore eleitoralista, desviando as atenções dos verdadeiros problemas do País. Assim não vamos lá.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Foi fácil, barato e deu milhões. E agora, quem paga?
17 Fevereiro 2012
Manuel Esteves - mesteves@negocios.ptOs portugueses andaram a viver acima das suas capacidades - já se repetiu até à exaustão. Para isso, precisaram de crédito. Crédito fácil, barato e que deu milhões a quem o deu. Pode, por isso, dizer-se que os bancos andaram a emprestar acima das suas capacidades. Os portugueses estão a pagar por isso. E os bancos, estarão?
À primeira vista, olhando para os resultados financeiros, parece que sim. Três dos quatro maiores bancos privados portugueses tiveram prejuízos de 1.100 milhões de euros em 2011. Porém, este enorme prejuízo deveu-se sobretudo a três factores extraordinários que dificilmente se repetirão: perdas motivadas pela exposição à dívida pública grega; imparidades para crédito reclamadas pela troika; e prejuízos provocados pela transferência dos fundos de pensões para a Segurança Social.
Todos estes prejuízos podem ser vistos como um investimento em resultados futuros. Com a Grécia, há uma antecipação das futuras perdas motivadas por um perdão "voluntário" dos credores; a transferência dos fundos retira um pesado fardo das costas dos bancos; e as imparidades tornam mais transparente e "verdadeiro" o balanço das instituições.
Assim, embora a margem de actividade dos bancos seja estreita (devido à restrição na concessão de crédito e à pressão do crédito malparado), é de esperar que os prejuízos não se repitam este ano.
Será que o mesmo se pode dizer para o conjunto de cidadãos que pediram dinheiro emprestado aos bancos? Não. Todas as previsões mostram que o desemprego continuará a subir e o rendimento disponível a diminuir nos próximos anos.
Por outro lado, os prejuízos da banca em 2011 não nos devem fazer esquecer os lucros que as mesmas instituições obtiveram ao longo de anos. Por exemplo, entre 2006 e 2010, os mesmos três bancos (BCP, BES e BPI) tiveram lucros de 5,7 mil milhões de euros - cinco vezes mais do que os prejuízos registados em 2011. Assim, se o prejuízo, como tudo indica, não se repetir este ano, o negócio do crédito arriscado e irresponsável mais do que compensou.
Se há algo que choca na abordagem do poder político a esta crise é a forma como trata bancos, por um lado, e Estados, por outro. Para que os Estados grego, irlandês e português recebessem os primeiros empréstimos da Zona Euro, tiveram de suar as estopinhas, com resultados muito duvidosos. Já a banca teve a vida muito mais facilitada, com a possibilidade de se financiar quase a preço zero junto do BCE, continuando a beneficiar de importantes linhas de crédito, fundamentais para se manter a pulsação do sistema financeiro.
Mas não é só nos apoios. É também na atribuição de responsabilidades. O discurso dominante responsabiliza os Estados e respectivos governos pela situação dos países, mas pouco se critica a forma gananciosa como foram geridos os bancos.
É evidente que nesta crise a banca tem de ser tratada com todo o cuidado, até porque é nos bancos que estão as poupanças e ordenados dos cidadãos. Não há economia sem banca saudável. Mas também não se pode confundir sistema bancário com accionistas dos bancos.
A Europa tem de se preocupar mais com os Estados e tratá-los sem preconceitos ideológicos. Essa é a única forma de garantir que, no final, alguém se preocupará com os cidadãos.
Editor de Economia
"Visto por dentro" é um espaço de opinião de jornalistas do Negócios
Do mesmo autor, "Não é o momento oportuno para dizer... a verdade"
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=535789
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
EURO: Glossário & "vida fácil"
O euro e a vida fácil
Glossário: O dicionário da crise da dívida na Zona Euro
http://aeiou.expresso.pt/porque-os-leiloes-da-divida-tem-corrido-bem-a-bazuca-secreta-do-bce=f695110
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sábado, 26 de novembro de 2011
A crise (in)PRENSA (2): minha selecção
Obama tem um cão de água português. Merkel tem um Coelho...Ler mais em:
http://aeiou.expresso.pt/obama-tem-um-cao-de-agua-portugues-merkel-tem-um-coelho=f690248#ixzz1elBuyy4x
Vivemos numa era em que as mais importantes forças que afectam a economia são globais e não locais. Tudo o que acontece no estrangeiro – na China, na Índia e em todo o lado – afecta, com enorme potência, até uma economia tão grande como a dos Estados Unidos... Ler mais em:
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=518161
Os Estados Unidos da América parecem estar presos num perigoso impasse económico...Ler mais em:
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=521107
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, e a chanceler alemã, Angela Merkel, disseram em Estrasburgo ao primeiro-ministro italiano, Mario Monti, que "o colapso" de Itália levará inevitavelmente ao fim do euro, indicou hoje o governo italiano... Ler mais em:
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=522011
O preço a pagar pelo equilíbrio das contas não pode ser a miséria absoluta e o nascimento de um exército de excluídos; e sê-lo-á se não houver crescimento económico... Ler mais em:
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=521967
Na presente crise do euro, as alternativas extremas adquirem razoabilidade - dicotomia: união ou implosão - e as posições antagónicas entrincheiram-se, congelando a acção... Ler mais em:
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=521825
Cresce a discussão sobre o futuro do euro, constatando-se crescentemente que não há soluções totalmente satisfatórias... Ler mais em:
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=509113
O Estado Social é uma relativa novidade em Portugal – a criação da actual Segurança Social data de
1982...Ler mais em:
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=515663
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Vivemos numa era em que as mais importantes forças que afectam a economia são globais e não locais. Tudo o que acontece no estrangeiro – na China, na Índia e em todo o lado – afecta, com enorme potência, até uma economia tão grande como a dos Estados Unidos... Ler mais em:
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Os Estados Unidos da América parecem estar presos num perigoso impasse económico...Ler mais em:
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O presidente francês, Nicolas Sarkozy, e a chanceler alemã, Angela Merkel, disseram em Estrasburgo ao primeiro-ministro italiano, Mario Monti, que "o colapso" de Itália levará inevitavelmente ao fim do euro, indicou hoje o governo italiano... Ler mais em:
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O preço a pagar pelo equilíbrio das contas não pode ser a miséria absoluta e o nascimento de um exército de excluídos; e sê-lo-á se não houver crescimento económico... Ler mais em:
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Na presente crise do euro, as alternativas extremas adquirem razoabilidade - dicotomia: união ou implosão - e as posições antagónicas entrincheiram-se, congelando a acção... Ler mais em:
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Cresce a discussão sobre o futuro do euro, constatando-se crescentemente que não há soluções totalmente satisfatórias... Ler mais em:
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O Estado Social é uma relativa novidade em Portugal – a criação da actual Segurança Social data de
1982...Ler mais em:
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sábado, 22 de outubro de 2011
(in)PRENSA: minha selecção (21-10-2011)
"Explicação, responsabilização, expiação"
(Onde o autor, presumindo que o primeiro-ministro não é um discípulo do divino marquês e que o conselho de ministros não é um lugar de deboche onde se praticam exercícios retirados de ilustrações de Sacher-Masoch, com Gaspar ao chicote, conclui que o País tem mais buracos que um queijo suíço e que muitos o fabricaram e não apenas Sócrates, o não-filósofo, pelo que sugere que os responsáveis sejam investigados, expostos em pelourinho e vilipendiados pela sofrida populaça). Ler mais aqui::
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=514009
"Por que grassa a impunidade em Portugal?"
(Onde o autor, presumindo que o primeiro-ministro não é um discípulo do divino marquês e que o conselho de ministros não é um lugar de deboche onde se praticam exercícios retirados de ilustrações de Sacher-Masoch, com Gaspar ao chicote, conclui que o País tem mais buracos que um queijo suíço e que muitos o fabricaram e não apenas Sócrates, o não-filósofo, pelo que sugere que os responsáveis sejam investigados, expostos em pelourinho e vilipendiados pela sofrida populaça). Ler mais aqui::
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=514009
"Por que grassa a impunidade em Portugal?"
Há um paradoxo curioso na vida política portuguesa: como é que, apesar do apertado escrutínio da comunicação social, os decisores públicos tomam tantas decisões "duvidosas"? Ler mais aqui:
"Devagar e devagarinho"
No final desta semana, os líderes europeus vão reunir-se numa Cimeira em que prometem desbloquear decisões com o objectivo de superar a crise da dívida soberana. Ler mais aqui
"A estranha festa dos superdepósitos"
Os portugueses estão a depositar muito dinheiro nos bancos. Poupam-no, transferem-no de outras
aplicações, e lucram. Ler mais aqui:
"The days of wine and chocolate milk"
Tanto pedimos, aí está o Orçamento do Estado para 2012! É um bicho horrível! O meu está escrito em português mas os algarismos estão em alemão. Ler mais aqui:
"Abaixo o Estado!"
O governo diz que pretende diminuir o peso do Estado de forma a libertar os cidadãos e a economia. Muito bem.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
VERÃO 2011 acabou-se, mas a luta continua...
JNeg: "Especial fim de verão"
PÁGINA1: "Uma pequena reflexão de Verão"
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