"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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segunda-feira, 14 de abril de 2025

Em tempo de SEMANA SANTA ...

 - Oito atos de amor para viver a Semana Santa AQUI.

- Semana Santa (textos e vídeos diários) Opus-Dei AQUI.

- Meditações: Sexta-feira Santa AQUI.

- Via-Sacra COM MARIA MÃE DE JESUS (2021) AQUI.

- Do «Sábado de Aleluia» à Vigília Pascal, celebração da ressurreição de Jesus é o coração do ano litúrgico AQUI.

- Veja "Qual a relação entre a Quaresma e a Paixão de Cristo?" no YouTube AQUI.

- O que significam os símbolos gravados no círio pascal? AQUI.

- Os símbolos da Sexta-feira Santa AQUI.

- Sexta-feira Santa: Dia para acompanhar Cristo em sua Paixão e Morte na Cruz AQUI.

- O verdadeiro significado da Páscoa AQUI.

- Este é o significado da via-sacra AQUI.

- Isso é o que deve saber sobre o sermão das sete palavras AQUI.    



domingo, 28 de março de 2021

ESPIRITUALIDADE: Hoje começa ...

 ... a Semana MAIOR em que "Maria é a imagem viva de todas as mães dolorosamente marcadas pelas dores dos seus filhos e filhas. Vais querer fazer com ela este “caminho da cruz”... que não te vai deixar indiferente." Um caminho de cerca, por exemplo, 10' diários que vale a pena percorrer. Pelo sim, pelo não, aceite-se o convite e logo se verá... vamos lá então! É por AQUI.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

ESPIRITUALIDADE: Igreja de Jesus Cristo

Um MIX de vídeos com cerca de 2 minutos/cada contando a via de Jesus Cristo. A não perder AQUI. E a partir deste outos mais se seguem. Basta escolher na listagem da margem direita

quinta-feira, 26 de julho de 2018

EFEMÉRIDE/COMEMORAÇÃO/RECORDAÇÃO: "DIA dos AVÓS"

Hoje é dia vinte e seis de julho, memória litúrgica de São Joaquim e Santa Ana, pais de Nossa Senhora e, por isso, avós de Jesus. Santa Ana e São Joaquim, que já estavam com idade avançada, mas nunca desistiram de seu sonho de serem pais. Pouco se conhecia sobre os avós de Jesus, até o século II quando foram descobertas escrituras provenientes de Tiago e no século IV, textos atribuídos a Mateus. Nestes textos descobriu-se que os pais de Maria chegaram a mudar de cidade, após Joaquim ser humilhado em público pelo casal não ter filhos. Mas após não desistirem de sua Fé, um anjo apareceu a Joaquim e simultaneamente a Ana, em locais diferentes, anunciando que a graça seria concedida!
Antes da visita do anjo, Ana, orava com Fé pedindo a graça da maternidade e se comprometeu consagrar o bebê a Deus. Quando o anjo apareceu anunciando que ela iria gerar uma criança, as esperanças do casal foram renovadas e a profecia do anjo se cumpriu. Segundo a tradição cristã, no ano 20 a.c, nascia uma linda menina que recebeu o nome de Miriam, que em hebraico, significa “Senhora da Luz”. Na tradução para o latim ficou “Maria”. Após o nascimento de Maria Santíssima, ela foi apresentada ainda menina no Templo de Jerusalém para ali ser educada a servir ao Senhor. Com todo amor, zelo, cuidado, o casal Joaquim e Ana criaram Maria, na certeza de que sua missão seria de profunda importância na terra. Maria recebeu deles uma educação religiosa, aprendeu o respeito à Deus e aos seus planos, por isso vamos fazer também, para que todos aprendam a escutar mais e beber da sabedoria dos mais experientes.
Muitos papas já se manifestaram sobre a importância dos avós de Jesus e dos mais experientes na vida dos mais jovens. Bento XVI falou da importância dos avós para as famílias católicas e reforçou o quanto os avós podem ser e na maioria das vezes são a certeza do afeto e da ternura que todo ser humano precisa dar e receber. O Papa Francisco afirmou que os jovens têm obrigação de escutar e aprender com os seus avós. Segundo ele “esta relação, este diálogo entre as gerações é um tesouro que deve ser conservado e alimentado”! - Pe. Marcelo Rossi.


"Quando o nosso olhar aprende a arte da gratidão, reconhecemos como a nossa vida é formada e moldada pela presença daqueles que nos precederam." - P. Luís Providência sj

Mais AQUI e AQUI.

LIDAR COM OS MAIS IDOSOS É LIDAR COM EXPERIÊNCIAS, HISTÓRIAS, ENSINAMENTOS E CONSELHOS. TUDO ISSO REPLETO DE ATENÇÃO, CARINHO E AMOR.








domingo, 31 de dezembro de 2017

PALAVRA de DOMINGO: Contextual​izá-la para bem a entender e melhor vivê-la: EUCARISTIA, LITURGIA & VIDA!

Considerando:
1. "Três qualidades essenciais de uma homilia: Positiva, concreta, profética" AQUI
2. "A Palavra de Deus no quotidiano da vida eclesial" AQUI
3. "A autora recorda sobretudo a homilia dessa eucaristia, que não fez “lembrar nada a imagem da Igreja” que tinha “de pequenina”, e que a fez afastar-se depois de fazer a “primeira comunhão”. Para saber mais, clicar AQUI
4. "Os leitores mais atentos poderão confirmar se o Papa Francisco é coerente quando exige qualidade nas homilias como fez na exortação apostólica "A alegria do Evangelho" e a sua prática nas missas que celebra em Santa Marta. Basta ler o livro que reproduz muitas daquelas saborosas homilias feriais" - Pe. Rui Osório in JN de 11/1/2015 - "A verdade é um encontro" AQUI
5. Pregação «não é um sermão sobre um tema abstrato»: Vaticano apresenta diretório sobre homilias. Para saber mais clicar, AQUI
6. Diretório homilético: Para falar de fé e beleza mesmo quando não se é «grande orador». Ver AQUI
7. Papa mais,  pede aos padres para falarem ao «coração» e não fazerem «homilias demasiado intelectuais». Par saber mais, clicar AQUI.
8. Porquê ir à missa ao domingo? Ler AQUI.

Então:
Tema da Festa da Sagrada FamíliaA liturgia deste domingo propõe-nos a família de Jesus como exemplo e modelo das nossas comunidades familiares… Como a família de Jesus – diz-nos a liturgia deste dia – as nossas famílias devem viver numa atenção constante aos desafios de Deus e às necessidades dos irmãos.
O Evangelho põe-nos diante da Sagrada Família de Nazaré apresentando Jesus no Templo de Jerusalém. A cena mostra uma família que escuta a Palavra de Deus, que procura concretizá-la na vida e que consagra a Deus a vida dos seus membros. Nas figuras de Ana e Simeão, Lucas propõe-nos também o exemplo de dois anciãos de olhos postos no futuro, capazes de perceber os sinais de Deus e de testemunhar a presença libertadora de Deus no meio dos homens.
A segunda leitura sublinha a dimensão do amor que deve brotar dos gestos dos que vivem “em Cristo” e aceitaram ser “Homem Novo”. Esse amor deve atingir, de forma muito especial, todos os que connosco partilham o espaço familiar e deve traduzir-se em determinadas atitudes de compreensão, de bondade, de respeito, de partilha, de serviço.
A primeira leitura apresenta, de forma muito prática, algumas atitudes que os filhos devem ter para com os pais… É uma forma de concretizar esse amor de que fala a segunda leitura.
EVANGELHO – Lucas 2,22-40
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Ao chegarem os dias da purificação, segundo a Lei de Moisés,
Maria e José levaram Jesus a Jerusalém,
para O apresentarem ao Senhor,
como está escrito na Lei do Senhor:
«Todo o filho primogénito varão será consagrado ao Senhor»,
e para oferecerem em sacrifício
um par de rolas ou duas pombinhas,
como se diz na Lei do Senhor.
Vivia em Jerusalém um homem chamado Simeão,
homem justo e piedoso,
que esperava a consolação de Israel;
e o Espírito Santo estava nele.
O Espírito Santo revelara-lhe que não morreria
antes de ver o Messias do Senhor;
e veio ao templo, movido pelo Espírito.
Quando os pais de Jesus trouxeram o Menino
para cumprirem as prescrições da Lei no que lhes dizia respeito,
Simeão recebeu-O em seus braços
e bendisse a Deus, exclamando:
«Agora, Senhor, segundo a vossa palavra,
deixareis ir em paz o vosso servo,
porque os meus olhos viram a vossa salvação,
que pusestes ao alcance de todos os povos:
luz para se revelar às nações
e glória de Israel, vosso povo».
O pai e a mãe do Menino Jesus estavam admirados
com o que d’Ele se dizia.
Simeão abençoou-os
e disse a Maria, sua Mãe:
«Este Menino foi estabelecido
para que muitos caiam ou se levantem em Israel
e para ser sinal de contradição;
– e uma espada trespassará a tua alma –
assim se revelarão os pensamentos de todos os corações».
Havia também uma profetiza,
Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser.
Era de idade muito avançada
e tinha vivido casada sete anos após o tempo de donzela
e viúva até aos oitenta e quatro.
Não se afastava do templo,
servindo a Deus noite e dia, com jejuns e orações.
Estando presente na mesma ocasião,
começou também a louvar a Deus
e a falar acerca do Menino
a todos os que esperavam a libertação de Jerusalém.
Cumpridas todas as prescrições da Lei do Senhor,
voltaram para a Galileia, para a sua cidade de Nazaré.
Entretanto, o Menino crescia
e tornava-Se robusto, enchendo-Se de sabedoria.
E a graça de Deus estava com Ele.

AMBIENTE
O interesse fundamental dos primeiros cristãos não se centrou na infância de Jesus, mas na sua mensagem e proposta; por isso, conservaram especialmente as recordações sobre a vida pública e a paixão do Senhor.
Só num estádio posterior houve uma certa curiosidade acerca dos primeiros anos da vida de Jesus. Coligiram-se, então, escassas informações históricas sobre a infância de Jesus e amassou-se esse material com reflexões e com a catequese que a comunidade fazia acerca de Jesus. O chamado “Evangelho da Infância” (de que faz parte o texto que nos é hoje proposto) assenta nessa base; parte de algumas indicações históricas e desenvolve uma reflexão teológica para explicar quem é Jesus. Nesta secção do Evangelho, Lucas está muito mais interessado em dizer quem é Jesus, do que em fazer uma reportagem histórica sobre a sua infância.
Lucas propõe-nos, hoje, o quadro da apresentação de Jesus no Templo. Segundo a Lei de Moisés, todos os primogénitos (tanto dos homens como dos animais) pertenciam a Jahwéh e deviam ser oferecidos a Jahwéh (cf. Ex 13,1-2. 11-16). O costume de oferecer aos deuses os primogénitos é um costume cananeu que, no entanto, Israel transformou no que dizia respeito aos primogénitos dos homens… Estes não deviam ser oferecidos em sacrifício, mas resgatados por um animal, imolado ao Senhor.
De acordo com Lev 12,2-8, quarenta dias após o nascimento de uma criança, esta devia ser apresentada no Templo, onde a mãe oferecia um ritual de purificação. Nessa cerimónia, devia ser oferecido um cordeiro de um ano (para as famílias mais abastadas) ou então duas pombas ou duas rolas (para as famílias de menores recursos). É neste contexto que o Evangelho de hoje nos situa.

MENSAGEM
A cena da apresentação de Jesus no Templo de Jerusalém apresenta uma catequese bem amadurecida e bem reflectida, que procura dizer quem é Jesus e qual a sua missão no mundo.
Antes de mais, o autor sublinha repetidamente a fidelidade da família de Jesus à Lei do Senhor (vers. 22.23.24), como se quisesse deixar claro que Jesus, desde o início da sua caminhada entre os homens, viveu na escrupulosa fidelidade aos mandamentos e aos projectos do Pai. A missão de Jesus no mundo passa por aí – pelo cumprimento rigoroso da vontade e do projecto do Pai.
No Templo, duas personagens acolhem Jesus: Simeão e Ana. Eles representam esse Israel fiel que espera ansiosamente a sua libertação e a restauração do reinado de Deus sobre o seu Povo.
De Simeão diz-se que era um homem “justo e piedoso, que esperava a consolação de Israel” (vers. 25). As palavras e os gestos de Simeão são particularmente sugestivos… Simeão toma Jesus nos braços e apresenta-O ao mundo, definindo-O como “a salvação” que Deus que oferecer “a todos os povos”, “luz para se revelar às nações e glória de Israel” (vers. 28-32). Jesus é, assim, reconhecido pelo Israel fiel como esse Messias libertador e salvador, a quem Deus enviou – não só ao seu povo, mas a todos os povos da terra. Aqui desponta um tema muito querido a Lucas: o da universalidade da salvação de Deus… Deus não tem já um Povo eleito, mas a sua salvação é para todos os povos, independentemente da sua raça, da sua cultura, das suas fronteiras, dos seus esquemas religiosos. As palavras que Simeão dirige a Maria (“este menino foi estabelecido para que muitos caiam ou se levantem em Israel e para ser sinal de contradição; e uma espada trespassará a tua alma” – vers. 34-35) aludem, provavelmente, à divisão que a proposta de Jesus provocará em Israel e ao resultado dessa divisão – o drama da cruz.
Ana é também uma figura do Israel pobre e sofredor (“viúva”), que se manteve fiel a Jahwéh (não se voltou a casar, após a morte do marido – vers. 37), que espera a salvação de Deus. Depois de reconhecer em Jesus a salvação anunciada por Deus, ela “falava do menino a todos os que esperavam a redenção de Jerusalém” (vers. 38). A palavra utilizada por Lucas para falar de libertação é a palavra grega “lustrosis” (“resgate”), utilizada no Êxodo para falar da libertação da escravidão do Egipto (cf. Ex 13,13-15; 34,20; Nm 18,15-16). Jesus é, assim, apresentado por Lucas como o Messias libertador, que vai conduzir o seu Povo do domínio da escravidão para o domínio da liberdade. A apresentação no Templo de um primogénito celebrava precisamente a libertação do Egipto e a passagem da escravidão para a liberdade (cf. Ex 13, 11-16).
O texto termina com uma referência ao resto da infância de Jesus e ao crescimento do menino em “sabedoria” e “graça”. Trata-se de atributos que lhe vêm do Pai e que atestam, portanto, a sua divindade (vers. 40).
Em conclusão: Jesus é o Deus que vem ao encontro dos homens com uma missão que lhe foi confiada pelo Pai. O objectivo de Jesus é cumprir integralmente o projecto do Pai… E esse projecto passa por levar os homens da escravidão para a liberdade e em apresentar a proposta de salvação de Deus a todos os povos da terra, mesmo àqueles que não pertencem tradicionalmente à comunidade do Povo de Deus.

ACTUALIZAÇÃO
A reflexão pode fazer-se a partir das seguintes questões:
• Neste episódio do “Evangelho da Infância”, Lucas apresenta-nos uma família – a Sagrada Família – que vive atenta aos apelos de Deus e que se empenha em cumprir cuidadosamente os preceitos do Senhor. Por quatro vezes (vers. 22.23.24.27), Lucas refere, a propósito da família de Jesus, o cumprimento da Lei de Moisés, da Lei do Senhor ou da Palavra do Senhor – o que sugere a importância que a Palavra de Deus assume na vida da família de Nazaré. Trata-se, na perspectiva de Lucas, de uma família que escuta a Palavra de Deus e que constrói a sua existência ao ritmo da Palavra de Deus e dos desafios de Deus. Maria e José perceberam provavelmente que uma família que escuta a Palavra de Deus e que procura responder aos desafios postos por essa Palavra é uma família feliz, que encontra na Palavra indicações seguras acerca do caminho que deve percorrer e que se constrói sobre a rocha firme dos valores eternos. Que importância é que a Palavra de Deus assume na vida das nossas famílias? Procuramos que cada membro das nossas famílias cresça numa progressiva sensibilidade à Palavra de Deus e aos desafios de Deus? Encontramos tempo para reunir a família à volta da Palavra de Deus e para partilhar, em família, a Palavra de Deus?
• Segundo a Lei judaica, todo o primogénito devia ser consagrado e dedicado ao Senhor. Também Jesus é apresentado no Templo e consagrado ao Senhor. Nas nossas famílias cristãs há normalmente uma legítima preocupação com o proporcionar a cada criança condições óptimas de vida, de educação, de acesso à instrução e aos cuidados essenciais… Haverá sempre uma preocupação semelhante no que diz respeito à formação para a fé e em proporcionar aos filhos uma verdadeira educação para a vida cristã e para os valores de Jesus Cristo? Os pais cristãos preocupam-se sempre em proporcionar aos seus filhos um exemplo de coerência com os compromissos assumidos no dia do Baptismo? Preocupam-se em ser os primeiros catequistas dos próprios filhos, transmitindo-lhes os valores do Evangelho? Preocupam-se em acompanhar e em potenciar a formação e a caminhada catequética dos próprios filhos, em inseri-los numa comunidade de fé, em integrá-los na família de Jesus, em consagrá-los ao serviço de Deus?
• Simeão e Ana, os dois anciãos que acolhem Jesus no Templo de Jerusalém, não são pessoas desiludidas da vida, que vivem voltadas para o passado sonhando com um tempo ideal que já não volta; mas são pessoas voltadas para o futuro, atentas ao Deus libertador que vem ao seu encontro, que sabem ler os sinais de Deus naquele menino que chega e que testemunham diante dos seus conterrâneos a presença salvadora e redentora de Deus no meio do seu Povo. Os anciãos – quer pela sua maturidade, sabedoria e equilíbrio, quer pelo tempo de que normalmente dispõem – podem ser testemunhas privilegiadas dos valores de Deus, intérpretes dos sinais de Deus, profetas credíveis que obrigam o mundo a confrontar-se com os desafios de Deus. É preciso que não vivam voltados para o passado, refugiados numa realidade que aliena, transformados em “estátuas de sal”, mas que vivam de olhos postos no futuro, de espírito aberto e livre, pondo a sua sabedoria e experiência ao serviço da comunidade humana e cristã, ensinando os mais jovens a distinguir entre o que é eterno e importante e o que é passageiro e acessório.

FONTE: http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=1766
A velhice do mundo e a eterna juventude de Deus
O bebé é acolhido não pelos homens das instituições, mas por um ancião e uma anciã sem papel oficial, porém dois enamorados de Deus que têm os olhos velados pela velhice mas ainda acesos pelo desejo. Porque Jesus não pertence às instituições mas à humanidade. Para saber mais, clicar AQUI.




 

sábado, 13 de maio de 2017

ESPIRITUALIDADE: Dossier "FÁTIMA" obviamente incompleto, apesar de tudo.


- FÁTIMA: 100 ANOS&100VOZES. "Nos 100 anos de Fátima, a Renascença e o Santuário de Fátima registam 100 testemunhos de personalidades de todos os quadrantes da sociedade portuguesa. Para ver na V+ e ouvir na antena da rádio, todos os dias, até 13 de Maio". Quem? Como? Clicando AQUI e em cada um dos "Seguinte" que vão surgindo no final das respectivas páginas, eles vão-nos surgindo. Uns mais do que suspeitos. Outros mais dos que insuspeitos. Em nome da coerência, uns surpreenderam-me agradavelmente. Outros nem por isso, ou nada. Mas enfim, «presunção e água benta, cada qual tome a que quer». 

Segue-se uma listagem de publicações, entrevistas, filmes, opiniões, documentários e documentos com os "AQUI" a azul dos respectivos acessos. Tudo o que pude recolher e que entendo dever divulgar hoje, "Dia da Mãe". Sim, porque em Fátima é de Mãe e de Maria que se trata e que cada um(a) tratará como bem entender. Uma coisa é certa, Fátima é um «fenómeno social e cultural» mesmo para quem não crê em Deus AQUI. 

- "As faces de Fátima", um documentário no Canal História, que combina a opinião de 23 especialistas com recriações de cenas religiosas, pensada, especialmente para os espectadores portugueses. "Mais do que fazer um documentário que cobrisse o relato histórico das centenárias Aparições de Fátima, quisemos entender o seu significado e como influenciou tanto a vida das pessoas e a história do País" - Javier Boo, produtor do The History Channel Iberia.

- "Não sei se o que aconteceu em Fátima é verdade ou não, mas Fátima tem um lugar na minha vida" AQUI.



- Realizador que vive há 15 anos noutro século recriou Fátima pelos olhos de Jacinta AQUI.



- ​Adeus às armas AQUI.

- D. Carlos Azevedo: "Nunca fui a Fátima a pé" AQUI.

- D. Carlos Azevedo: “Maria não vem do céu por aí abaixo” AQUI.

- Livro de D. Carlos Azevedo sobre Fátima divulga informações do Arquivo Secreto do Vaticano AQUI.

- Fátima dá para tudo AQUI.

- Padre Anselmo Borges: “É evidente que Nossa Senhora não apareceu em Fátima” AQUI.

- O que eu penso sobre Fátima (1) AQUI.

- O que eu penso sobre Fátima (2) AQUI.

- O que eu penso sobre Fátima (3) AQUI.

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- Beatificação de Lúcia. Há pelo menos cinco sinais e casos de cura inexplicáveis AQUI.

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- O Papa Francisco: Um filme e um livro apresentam uma revolução imparável AQUI.



- Como Bergoglio se fez Francisco, o "Papa do povo" AQUI.

- “Que a vinda do Papa seja novo impulso para a Igreja portuguesa”, diz padre Anselmo Borges AQUI.

- A peregrinação do Papa Francisco AQUI.

- Papa Francisco, a Igreja e Fátima no olhar de Pacheco Pereira e Daniel Oliveira AQUI.

 - Fátima. Uma história que se cruza com a do mundo AQUI.

- Sete coisas que provavelmente não sabia sobre Fátima AQUI.   

- A "app" de Fátima AQUI.
- Fátima 100 anos AQUI.
- A caminho de Fátima AQUI.
- Papa em Portugal AQUI.
- A paixão de Jacinta AQUI.
- Fátima, ou a confissão de humildade de um não-crente AQUI.
- "Faz sentido discutir o sentido de Fátima? Sim, faz" AQUI.
- Olhares sobre o Papa Francisco e o sentido da sua visita AQUI.
- Opinião. Fátima, marca de paz AQUI.
- A minha conversão a Francisco AQUI.
- Da memória e do exemplo AQUI.
- Fátima, os dias em que a vida se fez de pequenos-nadas AQUI.
- As 24 horas do Papa Francisco em Portugal AQUI.
-  O Papa fantasmas AQUI.
- Papa diz que “santidade dos pastorinhos não decorre das aparições, mas da fidelidade” AQUI.
- “Clericalismo é uma peste na Igreja”, avisa Papa no regresso a Roma AQUI.
- "O Silêncio em Fátima" e segurança impressionam vaticanistas AQUI.
- Vídeo interactivo. Tudo o que disse o Papa Francisco em Fátima AQUI.
- Depois do a-Deus AQUI.
- O que podemos aprender de Fátima, segundo o cardeal Sean O'Malley AQUI.
- Nós, peregrinos AQUI.
- Fátima em destaque no "Jornal de Letras": Teologia, espiritualidade e cultura AQUI.
- 100 anos de Fátima: a “escandalosa traição” da Irmã Lúcia AQUI.
- A Fátima cada qual traz a sua devoção, o seu segredo, a sua orfandade, a sua busca»: Crónica de uma peregrinação AQUI.
- Francisco em Fátima (1) AQUI.
- Francisco em Fátima (2) AQUI.
- Fátima é fonte para todos os sedentos e referência para a inquietação espiritual, diz Tolentino Mendonça AQUI.
- O que ficou da visita do Papa? Aura Miguel contou em Seia AQUI.
- Licínio Lima: "Evita-se estudar Fátima para sustentar uma mentira histórica" AQUI.
- O MILAGRE DOS PASTORINHOS FRANCISCO E JACINTA AQUI.
- Lucas, o menino brasileiro que sustenta o milagre dos pastorinhos AQUI.
- Menino do milagre de Francisco e Jacinta está em Fátima. Toda a história contada pelos pais AQUI e AQUI.

















"F"
de Fé e também de Felicidade.
Lindos estes sentimentos!
Acreditar neles de verdade
Proporcionar-nos-á bons momentos."