Do cinema mudo à animação, de Cecil B. DeMille a Mel Gibson, as histórias da Bíblia já foram recriadas no grande ecrã de formas muito distintas. AQUI se recorda algumas destas longas-metragens.
«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
sexta-feira, 3 de abril de 2026
CINEMA&FILME: Os filmes bíblicos para ver esta Páscoa
segunda-feira, 14 de abril de 2025
Em tempo de SEMANA SANTA ...
- Oito atos de amor para viver a Semana Santa AQUI.
- Semana Santa (textos e vídeos diários) Opus-Dei AQUI.
- Meditações: Sexta-feira Santa AQUI.
- Via-Sacra COM MARIA MÃE DE JESUS (2021) AQUI.
- Do «Sábado de Aleluia» à Vigília Pascal, celebração da ressurreição de Jesus é o coração do ano litúrgico AQUI.
- Veja "Qual a relação entre a Quaresma e a Paixão de Cristo?" no YouTube AQUI.
quinta-feira, 10 de abril de 2025
CINEMA&FILME: "O Rei dos Reis": o grande filme infantil desta Páscoa
“O Rei dos Reis” é um filme de animação para toda a família. Inspirado numa história de Charles Dickens, o filme leva-nos numa viagem emocionante pela vida de Jesus. Para saber mais clicar AQUI.
domingo, 16 de abril de 2023
PALAVRA de DOMINGO: Contextualizá-la para bem a entender e melhor vivê-la: EUCARISTIA, LITURGIA & VIDA!
Considerando:
5. Pregação «não é um sermão sobre um tema abstrato»: Vaticano apresenta diretório sobre homilias. Para saber mais clicar, AQUI
Abriram-se para nós as entranhas da divina misericórdia!
| Cantarei a misericórdia do Senhor |
| pelos séculos e de todo o povo diante, |
| porque ela é de Deus o atributo superior |
| e, para nós, um milagre incessante. |
| Da mais santa Trindade divina a verter, |
| mas de único amoroso seio somente, |
| na alma, a misericórdia se há de ver, |
| quando o véu vier a tombar totalmente. |
| Da fonte da misericórdia, Senhor, |
| flui toda a felicidade, vida e concórdia, |
| então, todas as criaturas, em amor, |
| entoai o cântico da misericórdia. |
| Para nós se abriram as entranhas do amor |
| pela vida de Jesus pregado na cruz: |
| nem duvidar, nem desesperar, pecador, |
| confia na misericórdia, serás santo na Luz. |
| Como raios, duas fontes jorraram afins |
| do lado de Jesus, coração do Amor, |
| e não para anjos, querubins ou serafins, |
| mas para a salvação do homem pecador. |
domingo, 9 de abril de 2023
ESPIRITUALIDADE: A vida entrevê-se nas feridas
Neste tempo histórico da vida da Igreja, a urgência que a entrada na grande Semana nos confia é o de nos deixarmos conduzir – individualmente e como povo reunido – talvez não tanto para onde “não queremos”, mas sem dúvida para onde “não prevemos” e não imaginamos, para que o Evangelho possa verdadeiramente ressoar com força e verdade. Para saber mais clicar AQUI.
segunda-feira, 11 de abril de 2022
ESPIRITUALIDADE: Você Conhece Bem Essa Data Tão Especial?
A semana santa é uma tradição religiosa católica que celebra a Paixão, a Morte e a ressurreição de Jesus Cristo. Ela se inicia no Domingo de Ramos, que relembra a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, e termina com a ressurreição de Jesus, que ocorre no domingo de Páscoa. Você conhece bem os acontecimentos desta data tão importante? Se você é religioso ou não, esse teste interativo é muito interessante para aprender e entender melhor a história de Jesus. Vamos lá? Se sim clique AQUI e AQUI.
A Via-Sacra AQUI, faz parte das tradições mais acarinhadas pelos católicos, sobretudo durante a quaresma. É um exercício espiritual – e, em alguns casos, também físico – que ajuda quem o faz a reviver a paixão e morte do Senhor Jesus, acompanhando Aquele que deu a vida pela humanidade e aprendendo d’Ele o “caminho da cruz”, o caminho de todos os homens e mulheres, mais ainda de todos os cristãos.
quarta-feira, 7 de abril de 2021
ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: Se este é um homem ...
... Gostaria, se disso for capaz, de procurar exprimir que significado pode ter para todos, inclusive para os não-cristãos, esta memória de acontecimentos ocorridos há cerca de dois mil anos. Para saber mais, clicar AQUI enquanto que AQUI "Uma imagem “sagrada” em tempo de pandemia". " ... a substância é a mesma. O valor é igualmente universal..." Isto e muito mais AQUI.
domingo, 21 de abril de 2019
PALAVRA de DOMINGO: Contextualizá-la para bem a entender e melhor vivê-la: EUCARISTIA, LITURGIA & VIDA!
5. Pregação «não é um sermão sobre um tema abstrato»: Vaticano apresenta diretório sobre homilias. Para saber mais clicar, AQUI
A primeira leitura apresenta o exemplo de Cristo que “passou pelo mundo fazendo o bem” e que, por amor, Se deu até à morte; por isso, Deus ressuscitou-O. Os discípulos, testemunhas desta dinâmica, devem anunciar este “caminho” a todos os homens.
O Evangelho coloca-nos diante de duas atitudes face à ressurreição: a do discípulo obstinado, que se recusa a aceitá-la porque, na sua lógica, o amor total e a doação da vida não podem nunca ser geradores de vida nova; e o discípulo ideal, que ama Jesus e que, por isso, entende o seu caminho e a sua proposta – a esse não o escandaliza nem o espanta que da cruz tenha nascido a vida plena, a vida verdadeira.
A segunda leitura convida os cristãos, revestidos de Cristo pelo Baptismo, a continuarem a sua caminhada de vida nova, até à transformação plena que acontecerá quando, pela morte, tivermos ultrapassado a última fronteira da nossa finitude.
EVANGELHO – Jo 20,1-9
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
No primeiro dia da semana,
Maria Madalena foi de manhãzinha, ainda escuro, ao sepulcro
e viu a pedra retirada do sepulcro.
Correu então e foi ter com Simão Pedro
e com o discípulo predilecto de Jesus
e disse-lhes:
«Levaram o Senhor do sepulcro
e não sabemos onde O puseram».
Pedro partiu com o outro discípulo
e foram ambos ao sepulcro.
Corriam os dois juntos,
mas o outro discípulo antecipou-se,
correndo mais depressa do que Pedro,
e chegou primeiro ao sepulcro.
Debruçando-se, viu as ligaduras no chão, mas não entrou.
Entretanto, chegou também Simão Pedro, que o seguira.
Entrou no sepulcro
e viu as ligaduras no chão
e o sudário que tinha estado sobre a cabeça de Jesus,
não com as ligaduras, mas enrolado à parte.
Entrou também o outro discípulo
que chegara primeiro ao sepulcro:
viu e acreditou.
Na verdade, ainda não tinham entendido a Escritura,
segundo a qual Jesus devia ressuscitar dos mortos.
AMBIENTE
Na primeira parte do Quarto Evangelho (cf. Jo 4,1-19,42), João descreve a actividade criadora e vivificadora do Messias (o último passo dessa actividade destinada a fazer surgir o homem novo é, precisamente, a morte na cruz: aí, Jesus apresenta a última e definitiva li&cc
edil;ão – a lição do amor total, que não guarda nada para Si, mas faz da sua vida um dom radical); na segunda parte (cf. Jo 20,1-31), João apresenta o resultado da acção de Jesus: a comunidade de Homens Novos, recriados e vivificados por Jesus, que com Ele aprenderam a amar com radicalidade. Trata-se dessa comunidade de homens e mulheres que se converteram e aderiram a Jesus e que, em cada dia – mesmo diante do sepulcro vazio – são convidados a manifestar a sua fé n’Ele.
MENSAGEM
O texto começa com uma indicação aparentemente cronológica, mas que deve ser entendida sobretudo em chave teológica: “no primeiro dia da semana”. Significa que começou um novo ciclo – o da nova criação, o da Páscoa definitiva. Aqui começa um novo tempo, o tempo do homem novo, que nasce a partir da doação de Jesus. Maria Madalena representa a nova comunidade que nasceu da acção criadora e vivificadora do Messias; essa nova comunidade, testemunha da cruz, acredita, inicialmente, que a morte triunfou e procura Jesus no sepulcro: é uma comunidade desorientada, desamparada, que ainda não conseguiu descobrir que a morte não venceu; mas, diante do sepulcro vazio, o verdadeiro discípulo descobre que Jesus está vivo.
Para ilustrar esta dupla realidade, são-nos apresentadas duas figuras de discípulo que correm ao túmulo, mostrando a sua adesão a Jesus e o seu interesse pela notícia do túmulo vazio: Simão Pedro e um “outro discípulo”, que parece poder identificar-se com esse “discípulo amado” apresentado no Quarto Evangelho. João coloca estas duas figuras lado a lado em várias circunstâncias (na última ceia, é o discípulo amado que percebe quem está do lado de Jesus e quem O vai trair – cf. Jo 13,23-25; na paixão, é ele que consegue estar perto de Jesus no pátio do sumo sacerdote, enquanto Pedro o trai – cf. Jo 18,15-18.25-27; é ele que está junto da cruz quando Jesus morre – cf. Jo 19,25-27; é ele quem reconhece Jesus ressuscitado nesse vulto que aparece aos discípulos no lago de Tiberíades – cf. Jo 21,7). Nas outras vezes, o “discípulo amado” levou vantagem sobre Pedro. Aqui, isso irá acontecer outra vez: o “outro discípulo” correu mais e chegou ao túmulo primeiro que Pedro (o facto de se dizer que ele não entrou logo, pode querer significar a sua deferência e o seu amor, que resultam da sua sintonia com Jesus); e, depois de ver, “acreditou” (o mesmo não se diz de Pedro).
Provavelmente, o autor do Quarto Evangelho quis descrever, através destas figuras, o impacto produzido nos discípulos pela morte de Jesus e as diferentes disposições existentes entre os membros da comunidade cristã. Em geral, Pedro representa, nos evangelhos, o discípulo obstinado, para quem a morte significa fracasso e que se recusa a aceitar que a vida nova passe pela humilhação da cruz (Jo 13,6-8.36-38; 18,16.17.18.25-27; cf. Mc 8,32-33; Mt 16,22-23); ao contrário, o “outro discípulo” é o discípulo amado”, que está sempre próximo de Jesus, que faz a experiência do amor de Jesus; por isso, corre ao seu encontro de forma mais decidida e “percebe” – porque só quem ama muito percebe certas coisas que passam despercebidas aos outros – que a morte não pôs fim à vida. Esse “outro discípulo” é, portanto, a imagem do discípulo ideal, que está em sintonia total com Jesus, que corre ao seu encontro com um total empenho, que compreende os sinais e que descobre (porque o amor leva à descoberta) que Jesus está vivo. Ele é o paradigma do “homem novo”, do homem recriado por Jesus.
ACTUALIZAÇÃO
A reflexão pode partir das seguintes coordenadas:
• A lógica humana vai na linha da figura representada por Pedro: o amor partilhado até à morte, o serviço simples e sem pretensões, a entrega da vida só conduzem ao fracasso e não são um caminho sólido e consistente para chegar ao êxito, ao triunfo, à glória; da cruz, do amor radical, da doação de si, não pode resultar vida plena. É verdade que é esta a perspectiva da cultura dominante. Como me situo face a isto?
• A ressurreição de Jesus prova precisamente que a vida plena, a vida total, a libertação plena, a transfiguração total da nossa realidade e das nossas capacidades passam pelo amor que se dá, com radicalidade, até às últimas consequências. Tenho consciência disso? É nessa direcção que conduzo a caminhada da minha vida?
• Pela fé, pela esperança, pelo seguimento de Cristo e pelos sacramentos, a semente da ressurreição (o próprio Jesus) é depositado na realidade do homem/corpo. Revestidos de Cristo, somos nova criatura: estamos, portanto, a ressuscitar, até atingirmos a plenitude, a maturação plena, a vida total (quando ultrapassarmos a barreira da morte física). Aqui começa, pois, a nova humanidade.
• A figura de Pedro pode também representar, aqui, essa velha prudência dos responsáveis institucionais da Igreja, que os impede de ir à frente da caminhada do Povo de Deus, de arriscar, de aceitar os desafios, de aderir ao novo, ao desconcertante. O Evangelho de hoje sugere que é precisamente aí que, tantas vezes, se revela o mistério de Deus e se encontram ecos de ressurreição e de vida nova.
| «Eis o dia que fez o Senhor; nele exultemos e rejubilemos!» (Sl 117,24). Porquê? Porque o sol recuperou o seu fulgor e tudo se ilumina; porque o véu do Templo já não está rasgado: a Igreja foi revelada; porque já não temos na mão os ramos de palmeira, mas rodeamos os novos batizados. |
| «Eis o dia que fez o Senhor!» [...] Eis o dia em sentido próprio, o dia triunfal, o dia dedicado a festejar a ressurreição, o dia em que nos revestimos de graça, o dia em que partilhamos o Cordeiro espiritual, [...] o dia em que se realiza o plano da Providência em favor dos pobres. «Exultemos e rejubilemos neste dia!» [...] |
| Eis o dia em que Adão foi devolvido à liberdade, em que Eva foi libertada da sua pena, em que a morte selvagem estremeceu, em que o poder das pedras se quebrou, em que os ferrolhos dos túmulos foram arrancados [...], em que as leis imutáveis dos poderes infernais foram anuladas, em que os céus se abriram e Cristo, Nosso Senhor, ressuscitou. Eis o dia em que, para bem dos homens, a planta verdejante e fértil da ressurreição multiplicou os seus rebentos em todo o universo como num jardim, em que os lírios dos novos batizados desabrocharam, em que a multidão dos crentes rejubila, em que as coroas dos mártires reverdejam. «Eis o dia que fez o Senhor; nele exultemos e rejubilemos!» |
SC 187,321
Para habitação da eternidade
Sem máscara ilusão ou disfarce
E procuramos manter nosso espírito atento
Liso como a página em branco
Celebramos a Páscoa
Porque Deus nos criou para a alegria
domingo, 14 de abril de 2019
ESPIRITUALIDADE: a Semana Santa
quarta-feira, 6 de março de 2019
ESPIRITUALIDADE: É hoje ...
- Perguntas e respostas para compreender a Quaresma AQUI.
- Quaresma: Do deserto ao jardim AQUI.
- Quaresma de novo AQUI.
segunda-feira, 9 de abril de 2018
ESPIRITUALIDADE: 10 propósitos que te ajudarão a viver melhor o Tempo Pascal
quinta-feira, 18 de maio de 2017
MÚSICA: «E ressuscitou», em Mozart e Haydn
sábado, 29 de abril de 2017
inPRENSA: a minha selecção!
Corrupção sem corruptos
sexta-feira, 21 de abril de 2017
ESPIRITUALIDADE: «Deus faz crescer as suas flores mais belas no meio das pedras mais áridas
terça-feira, 14 de março de 2017
ESPIRITUALIDADE: Quaresma: sinais, palavras e gestos de um tempo de conversão
quarta-feira, 1 de março de 2017
ESPIRITUALIDADE: Quarta-feira de Cinzas&Quaresma
terça-feira, 15 de março de 2016
ESPIRITUALIDADE: Páscoa é misericórdia, Páscoa é vida
segunda-feira, 7 de março de 2016
ESPIRITUALIDADE: Quaresma
2. Agradecer (embora não “precise” fazê-lo).
3. Lembrar ao outro o quanto você o ama.
4. Cumprimentar com alegria as pessoas que você vê todos os dias.
5. Ouvir a história do outro, sem julgamento, com amor.
6. Parar para ajudar. Estar atento a quem precisa de você.
7. Animar a alguém.
8. Reconhecer os sucessos e qualidades do outro.
9. Separar o que você não usa e dar a quem precisa.
10. Ajudar a alguém para que êle possa descansar.
11. Corrigir com amor; não calar por medo.
12. Ter delicadezas com os que estão perto de você.
13. Limpar o que sujou, em casa.
14. Ajudar os outros a superar os obstáculos.
15. Telefonar para seus pais.
• Jejum de descontentamento e encher-se de gratidão.
• Jejum de raiva e encher-se com mansidão e paciência.
• Jejum de pessimismo e encher-se de esperança e otimismo.
•Jejum de preocupações e encher-se de confiança em Deus.
• Jejum de queixas e encher-se com as coisas simples da vida.
• Jejum de tensões e encher-se com orações.
• Jejum de amargura e tristeza e encher o coração de alegria.
• Jejum de egoísmo e encher-se com compaixão pelos outros.
• Jejum de falta de perdão e encher-se de reconciliação.
• Jejum de palavras e encher-se de silêncio para ouvir os outros.