"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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sexta-feira, 3 de abril de 2026

CINEMA&FILME: Os filmes bíblicos para ver esta Páscoa

Do cinema mudo à animação, de Cecil B. DeMille a Mel Gibson, as histórias da Bíblia já foram recriadas no grande ecrã de formas muito distintas. AQUI se recorda algumas destas longas-metragens.

segunda-feira, 14 de abril de 2025

Em tempo de SEMANA SANTA ...

 - Oito atos de amor para viver a Semana Santa AQUI.

Semana Santa (textos e vídeos diários) Opus-Dei AQUI.

Meditações: Sexta-feira Santa AQUI.

- Via-Sacra COM MARIA MÃE DE JESUS (2021) AQUI.

- Do «Sábado de Aleluia» à Vigília Pascal, celebração da ressurreição de Jesus é o coração do ano litúrgico AQUI.

Veja "Qual a relação entre a Quaresma e a Paixão de Cristo?" no YouTube AQUI.

- O que significam os símbolos gravados no círio pascal? AQUI.

- Os símbolos da Sexta-feira Santa AQUI.

- Sexta-feira Santa: Dia para acompanhar Cristo em sua Paixão e Morte na Cruz AQUI.

- O verdadeiro significado da Páscoa AQUI.

- Este é o significado da via-sacra AQUI.

- Isso é o que deve saber sobre o sermão das sete palavras AQUI.    



quinta-feira, 10 de abril de 2025

CINEMA&FILME: "O Rei dos Reis": o grande filme infantil desta Páscoa

“O Rei dos Reis” é um filme de animação para toda a família. Inspirado numa história de Charles Dickens, o filme leva-nos numa viagem emocionante pela vida de Jesus. Para saber mais clicar AQUI.

domingo, 16 de abril de 2023

PALAVRA de DOMINGO: Contextualizá-la para bem a entender e melhor vivê-la: EUCARISTIA, LITURGIA & VIDA!

 Considerando:

1. "Três qualidades essenciais de uma homilia: Positiva, concreta, proféticaAQUI
2. "A Palavra de Deus no quotidiano da vida eclesialAQUI
3. "A autora recorda sobretudo a homilia dessa eucaristia, que não fez “lembrar nada a imagem da Igreja” que tinha “de pequenina”, e que a fez afastar-se depois de fazer a “primeira comunhão”. Para saber mais, clicar AQUI
4. "Os leitores mais atentos poderão confirmar se o Papa Francisco é coerente quando exige qualidade nas homilias como fez na exortação apostólica "A alegria do Evangelho" e a sua prática nas missas que celebra em Santa Marta. Basta ler o livro que reproduz muitas daquelas saborosas homilias feriais" - Pe. Rui Osório in JN de 11/1/2015 - "A verdade é um encontroAQUI
5Pregação «não é um sermão sobre um tema abstrato»: Vaticano apresenta diretório sobre homilias. Para saber mais clicar, AQUI
6Diretório homilético: Para falar de fé e beleza mesmo quando não se é «grande orador». Ver AQUI
7Papa mais,  pede aos padres para falarem ao «coração» e não fazerem «homilias demasiado intelectuais». Par saber mais, clicar AQUI.
8Porquê ir à missa ao domingo? Ler AQUI.
9. O que é que se faz para que a Eucaristia dominical seja algo de vital, de verdadeiramente comunitário, capaz de permitir o reconhecimento recíproco e uma autêntica fraternidade para quantos nela participam? Ler&saber AQUI.
10. Os 8 conselhos dos santos para amar a Eucaristia AQUI.  
11.  Os 11 conselhos para viver a Missa mais profundamente AQUI.
12. Papa Francisco pede aos padres: façam homilias mais curtas AQUI.
13. A atenção daqueles que estão ao serviço da Palavra que devem, também, preparar-se convenientemente, a fim de que a Palavra se torne atraente e chegue ao coração dos que a escutam. . . É assim que procedem aqueles a quem a Igreja confia o serviço da Palavra? (Dehonianos, 20 Outubro 2019)

Então:
Tema do 2º Domingo da Páscoa - Ano A
A liturgia deste domingo apresenta-nos essa comunidade de Homens Novos que nasce da cruz e da ressurreição de Jesus: a Igreja. A sua missão consiste em revelar aos homens a vida nova que brota da ressurreição.
Na primeira leitura temos, na "fotografia" da comunidade cristã de Jerusalém, os traços da comunidade ideal: é uma comunidade fraterna, preocupada em conhecer Jesus e a sua proposta de salvação, que se reúne para louvar o seu Senhor na oração e na Eucaristia, que vive na partilha, na doação e no serviço e que testemunha - com gestos concretos - a salvação que Jesus veio propor aos homens e ao mundo.
No Evangelho sobressai a ideia de que Jesus vivo e ressuscitado é o centro da comunidade cristã; é à volta d'Ele que a comunidade se estrutura e é d'Ele que ela recebe a vida que a anima e que lhe permite enfrentar as dificuldades e as perseguições. Por outro lado, é na vida da comunidade (na sua liturgia, no seu amor, no seu testemunho) que os homens encontram as provas de que Jesus está vivo.
A segunda leitura recorda aos membros da comunidade cristã que a identificação de cada crente com Cristo - nomeadamente com a sua entrega por amor ao Pai e aos homens - conduzirá à ressurreição. Por isso, os crentes são convidados a percorrer a vida com esperança (apesar das dificuldades, dos sofrimentos e da hostilidade do "mundo"), de olhos postos nesse horizonte onde se desenha a salvação definitiva.
EVANGELHO - Jo 20,19-31
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Na tarde daquele dia, o primeiro da semana,
estando fechadas as portas da casa
onde os discípulos se encontravam,
com medo dos judeus,
veio Jesus, colocou Se no meio deles e disse lhes:
«A paz esteja convosco».
Dito isto, mostrou lhes as mãos e o lado.
Os discípulos ficaram cheios de alegria ao verem o Senhor.
Jesus disse lhes de novo:
«A paz esteja convosco.
Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós».
Dito isto, soprou sobre eles e disse lhes:
«Recebei o Espírito Santo:
àqueles a quem perdoardes os pecados ser lhes ão perdoados;
e àqueles a quem os retiverdes serão retidos».
Tomé, um dos Doze, chamado Dídimo,
não estava com eles quando veio Jesus.
Disseram lhe os outros discípulos:
«Vimos o Senhor».
Mas ele respondeu lhes:
«Se não vir nas suas mãos o sinal dos cravos,
se não meter o dedo no lugar dos cravos e a mão no seu lado,
não acreditarei».
Oito dias depois, estavam os discípulos outra vez em casa
e Tomé com eles.
Veio Jesus, estando as portas fechadas,
apresentou Se no meio deles e disse:
«A paz esteja convosco».
Depois disse a Tomé:
«Põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos;
aproxima a tua mão e mete a no meu lado;
e não sejas incrédulo, mas crente».
Tomé respondeu Lhe:
«Meu Senhor e meu Deus!»
Disse lhe Jesus:
«Porque Me viste acreditaste:
felizes os que acreditam sem terem visto».
Muitos outros milagres fez Jesus na presença dos seus discípulos,
que não estão escritos neste livro.
Estes, porém, foram escritos
para acreditardes que Jesus é o Messias, o Filho de Deus,
e para que, acreditando, tenhais a vida em seu nome.
AMBIENTE
Continuamos na segunda parte do Quarto Evangelho, onde nos é apresentada a comunidade da Nova Aliança. A indicação de que estamos no "primeiro dia da semana" faz, outra vez, referência ao tempo novo, a esse tempo que se segue à morte/ressurreição de Jesus, ao tempo da nova criação.
A comunidade criada a partir da acção de Jesus está reunida no cenáculo, em Jerusalém. Está desamparada e insegura, cercada por um ambiente hostil. O medo vem do facto de não terem ainda feito a experiência de Cristo ressuscitado.
MENSAGEM
O texto que nos é proposto divide-se em duas partes bem distintas.
Na primeira parte (vers. 19-23), descreve-se uma "aparição" de Jesus aos discípulos. Depois de sugerir a situação de insegurança e de fragilidade em que a comunidade estava (o "anoitecer", as "portas fechadas", o "medo"), o autor deste texto apresenta Jesus "no centro" da comunidade (vers. 19b). Ao aparecer "no meio deles", Jesus assume-se como ponto de referência, factor de unidade, videira à volta da qual se enxertam os ramos. A comunidade está reunida à volta d'Ele, pois Ele é o centro onde todos vão beber essa vida que lhes permite vencer o "medo" e a hostilidade do mundo.
A esta comunidade fechada, com medo, mergulhada nas trevas de um mundo hostil, Jesus transmite duplamente a paz (vers. 19 e 21: é o "shalom" hebraico, no sentido de harmonia, serenidade, tranquilidade, confiança, vida plena). Assegura-se, assim, aos discípulos que Jesus venceu aquilo que os assustava (a morte, a opressão, a hostilidade do mundo); e que, doravante, os discípulos não têm qualquer razão para ter medo.
Depois (vers. 20a), Jesus revela a sua "identidade": nas mãos e no lado trespassado, estão os sinais do seu amor e da sua entrega. É nesses sinais de amor e de doação que a comunidade reconhece Jesus vivo e presente no seu meio. A permanência desses "sinais" indica a permanência do amor de Jesus: Ele será sempre o Messias que ama e do qual brotarão a água e o sangue que constituem e alimentam a comunidade.
Em seguida (vers. 22), Jesus "soprou" sobre os discípulos reunidos à sua volta. O verbo aqui utilizado é o mesmo do texto grego de Gn 2,7 (quando se diz que Deus soprou sobre o homem de argila, infundindo-lhe a vida de Deus). Com o "sopro" de Gn 2,7, o homem tornou-se um ser vivente; com este "sopro", Jesus transmite aos discípulos a vida nova que fará deles homens novos. Agora, os discípulos possuem o Espírito, a vida de Deus, para poderem - como Jesus - dar-se generosamente aos outros. É este Espírito que constitui e anima a comunidade de Jesus.
Na segunda parte (vers. 24-29), apresenta-se uma catequese sobre a fé. Como é que se chega à fé em Cristo ressuscitado?
João responde: podemos fazer a experiência da fé em Cristo vivo e ressuscitado na comunidade dos crentes, que é o lugar natural onde se manifesta e irradia o amor de Jesus. Tomé representa aqueles que vivem fechados em si próprios (está fora) e que não faz caso do testemunho da comunidade, nem percebe os sinais de vida nova que nela se manifestam. Em lugar de se integrar e participar da mesma experiência, pretende obter (apenas para si próprio) uma demonstração particular de Deus.
Tomé acaba, no entanto, por fazer a experiência de Cristo vivo no interior da comunidade. Porquê? Porque no "dia do Senhor" volta a estar com a sua comunidade. É uma alusão clara ao Domingo, ao dia em que a comunidade é convocada para celebrar a Eucaristia: é no encontro com o amor fraterno, com o perdão dos irmãos, com a Palavra proclamada, com o
pão de Jesus partilhado, que se descobre Jesus ressuscitado.
A experiência de Tomé não é exclusiva das primeiras testemunhas; todos os cristãos de todos os tempos podem fazer esta mesma experiência.
ACTUALIZAÇÃO
Ter em conta, na reflexão, os seguintes desenvolvimentos:
• A comunidade cristã gira em torno de Jesus, constrói-se à volta de Jesus e é d'Ele que recebe vida, amor e paz. Sem Jesus, estaremos secos e estéreis, incapazes de encontrar a vida em plenitude; sem Ele, seremos um rebanho de gente assustada, incapaz de enfrentar o mundo e de ter uma atitude construtiva e transformadora; sem Ele, estaremos divididos, em conflito, e não seremos uma comunidade de irmãos... Na nossa comunidade, Cristo é verdadeiramente o centro? É para Ele que tudo tende e é d'Ele que tudo parte?
• A comunidade tem de ser o lugar onde fazemos verdadeiramente a experiência do encontro com Jesus ressuscitado. É nos gestos de amor, de partilha, de serviço, de encontro, de fraternidade, que encontramos Jesus vivo, a transformar e a renovar o mundo. É isso que a nossa comunidade testemunha? Quem procura Cristo, encontra-O em nós?
• Não é em experiências pessoais, íntimas, fechadas e egoístas que encontramos Jesus ressuscitado; mas encontramo-l'O no diálogo comunitário, na Palavra partilhada, no pão repartido, no amor que une os irmãos em comunidade de vida. O que é que significa, para mim, a Eucaristia?
BILHETE DE EVANGELHO.
Domingo de ternura de Deus que perdoa. Os nossos contemporâneos sofrem ao verem imagens de violência, ao ouvirem palavras de ódio, ao serem testemunhas de ajuste de contas. Têm necessidade que se lhes fale de conciliação e de reconciliação, de ternura e de perdão, de fidelidade e de confiança. Não nos podemos contentar em rezar ao nosso Deus "misericordioso, lento na cólera, cheio de fidelidade e lealdade..." Devemos pedir-lhe para nos tornar parecidos com Ele, porque nos criou à sua imagem e semelhança. É preciso que estejamos também prontos a perdoar, a termos um olhar e uma escuta de bondade sobre os outros, a refrearmos os nossos impulsos de cólera, a sermos fiéis aos nossos compromissos, a sermos leais nas nossas palavras e nos nossos actos.
PALAVRA PARA O CAMINHO.
Concretamente... O Livro dos Actos apresenta-nos este belo projecto de vida da primeira comunidade cristã: escutar o ensino dos Apóstolos, viver em comunhão fraterna, partir o pão, participar nas orações, partilhar com os irmãos em necessidade. E nós? Em que ficamos concretamente? Este projecto continua pleno de actualidade para nós, crentes, hoje!
e/ou nos vídeos AQUI e AQUI.

Abriram-se para nós as entranhas da divina misericórdia!

Cantarei a misericórdia do Senhor
pelos séculos e de todo o povo diante,
porque ela é de Deus o atributo superior
e, para nós, um milagre incessante.
Da mais santa Trindade divina a verter,
mas de único amoroso seio somente,
na alma, a misericórdia se há de ver,
quando o véu vier a tombar totalmente.
Da fonte da misericórdia, Senhor,
flui toda a felicidade, vida e concórdia,
então, todas as criaturas, em amor,
entoai o cântico da misericórdia.
Para nós se abriram as entranhas do amor
pela vida de Jesus pregado na cruz:
nem duvidar, nem desesperar, pecador,
confia na misericórdia, serás santo na Luz.
Como raios, duas fontes jorraram afins
do lado de Jesus, coração do Amor,
e não para anjos, querubins ou serafins,
mas para a salvação do homem pecador.
Santa Faustina Kowalska (1905-1938), religiosa,Diário (Fátima, Marianos da Imaculada Conceição, 2003), § 522


domingo, 9 de abril de 2023

ESPIRITUALIDADE: A vida entrevê-se nas feridas

Neste tempo histórico da vida da Igreja, a urgência que a entrada na grande Semana nos confia é o de nos deixarmos conduzir – individualmente e como povo reunido – talvez não tanto para onde “não queremos”, mas sem dúvida para onde “não prevemos” e não imaginamos, para que o Evangelho possa verdadeiramente ressoar com força e verdade. Para saber mais clicar AQUI.

segunda-feira, 11 de abril de 2022

ESPIRITUALIDADE: Você Conhece Bem Essa Data Tão Especial?

A semana santa é uma tradição religiosa católica que celebra a Paixão, a Morte e a ressurreição de Jesus Cristo. Ela se inicia no Domingo de Ramos, que relembra a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, e termina com a ressurreição de Jesus, que ocorre no domingo de Páscoa. Você conhece bem os acontecimentos desta data tão importante? Se você é religioso ou não, esse teste interativo é muito interessante para aprender e entender melhor a história de Jesus. Vamos lá? Se sim clique AQUI e AQUI.

Via-Sacra AQUI, faz parte das tradições mais acarinhadas pelos católicos, sobretudo durante a quaresma. É um exercício espiritual – e, em alguns casos, também físico – que ajuda quem o faz a reviver a paixão e morte do Senhor Jesus, acompanhando Aquele que deu a vida pela humanidade e aprendendo d’Ele o “caminho da cruz”, o caminho de todos os homens e mulheres, mais ainda de todos os cristãos.



quarta-feira, 7 de abril de 2021

ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: Se este é um homem ...

 ... Gostaria, se disso for capaz, de procurar exprimir que significado pode ter para todos, inclusive para os não-cristãos, esta memória de acontecimentos ocorridos há cerca de dois mil anos. Para saber mais, clicar AQUI enquanto que AQUI "Uma imagem “sagrada” em tempo de pandemia". " ... a substância é a mesma. O valor é igualmente universal..." Isto e muito mais AQUI

domingo, 21 de abril de 2019

PALAVRA de DOMINGO: Contextualizá-la para bem a entender e melhor vivê-la: EUCARISTIA, LITURGIA & VIDA!

Considerando:
1. "Três qualidades essenciais de uma homilia: Positiva, concreta, proféticaAQUI
2. "A Palavra de Deus no quotidiano da vida eclesialAQUI
3. "A autora recorda sobretudo a homilia dessa eucaristia, que não fez “lembrar nada a imagem da Igreja” que tinha “de pequenina”, e que a fez afastar-se depois de fazer a “primeira comunhão”. Para saber mais, clicar AQUI
4. "Os leitores mais atentos poderão confirmar se o Papa Francisco é coerente quando exige qualidade nas homilias como fez na exortação apostólica "A alegria do Evangelho" e a sua prática nas missas que celebra em Santa Marta. Basta ler o livro que reproduz muitas daquelas saborosas homilias feriais" - Pe. Rui Osório in JN de 11/1/2015 - "A verdade é um encontroAQUI
5. Pregação «não é um sermão sobre um tema abstrato»: Vaticano apresenta diretório sobre homilias. Para saber mais clicar, AQUI
6. Diretório homilético: Para falar de fé e beleza mesmo quando não se é «grande orador». Ver AQUI
7. Papa mais,  pede aos padres para falarem ao «coração» e não fazerem «homilias demasiado intelectuais». Par saber mais, clicar AQUI.
8. Porquê ir à missa ao domingo? Ler AQUI.
9. O que é que se faz para que a Eucaristia dominical seja algo de vital, de verdadeiramente comunitário, capaz de permitir o reconhecimento recíproco e uma autêntica fraternidade para quantos nela participam? Ler&saber AQUI.

Então:
SOLENIDADE DA PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO DO SENHOR - Ano C
Tema do Domingo de Páscoa
A liturgia deste domingo celebra a ressurreição e garante-nos que a vida em plenitude resulta de uma existência feita dom e serviço em favor dos irmãos. A ressurreição de Cristo é o exemplo concreto que confirma tudo isto.
A primeira leitura apresenta o exemplo de Cristo que “passou pelo mundo fazendo o bem” e que, por amor, Se deu até à morte; por isso, Deus ressuscitou-O. Os discípulos, testemunhas desta dinâmica, devem anunciar este “caminho” a todos os homens.
O Evangelho coloca-nos diante de duas atitudes face à ressurreição: a do discípulo obstinado, que se recusa a aceitá-la porque, na sua lógica, o amor total e a doação da vida não podem nunca ser geradores de vida nova; e o discípulo ideal, que ama Jesus e que, por isso, entende o seu caminho e a sua proposta – a esse não o escandaliza nem o espanta que da cruz tenha nascido a vida plena, a vida verdadeira.
A segunda leitura convida os cristãos, revestidos de Cristo pelo Baptismo, a continuarem a sua caminhada de vida nova, até à transformação plena que acontecerá quando, pela morte, tivermos ultrapassado a última fronteira da nossa finitude.
EVANGELHO Jo 20,1-9
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
No primeiro dia da semana,
Maria Madalena foi de manhãzinha, ainda escuro, ao sepulcro
e viu a pedra retirada do sepulcro.
Correu então e foi ter com Simão Pedro
e com o discípulo predilecto de Jesus
e disse-lhes:
«Levaram o Senhor do sepulcro
e não sabemos onde O puseram».
Pedro partiu com o outro discípulo
e foram ambos ao sepulcro.
Corriam os dois juntos,
mas o outro discípulo antecipou-se,
correndo mais depressa do que Pedro,
e chegou primeiro ao sepulcro.
Debruçando-se, viu as ligaduras no chão, mas não entrou.
Entretanto, chegou também Simão Pedro, que o seguira.
Entrou no sepulcro
e viu as ligaduras no chão
e o sudário que tinha estado sobre a cabeça de Jesus,
não com as ligaduras, mas enrolado à parte.
Entrou também o outro discípulo
que chegara primeiro ao sepulcro:
viu e acreditou.
Na verdade, ainda não tinham entendido a Escritura,
segundo a qual Jesus devia ressuscitar dos mortos.

AMBIENTE
Na primeira parte do Quarto Evangelho (cf. Jo 4,1-19,42), João descreve a actividade criadora e vivificadora do Messias (o último passo dessa actividade destinada a fazer surgir o homem novo é, precisamente, a morte na cruz: aí, Jesus apresenta a última e definitiva li&cc
edil;ão – a lição do amor total, que não guarda nada para Si, mas faz da sua vida um dom radical); na segunda parte (cf. Jo 20,1-31), João apresenta o resultado da acção de Jesus: a comunidade de Homens Novos, recriados e vivificados por Jesus, que com Ele aprenderam a amar com radicalidade. Trata-se dessa comunidade de homens e mulheres que se converteram e aderiram a Jesus e que, em cada dia – mesmo diante do sepulcro vazio – são convidados a manifestar a sua fé n’Ele.
MENSAGEM
O texto começa com uma indicação aparentemente cronológica, mas que deve ser entendida sobretudo em chave teológica: “no primeiro dia da semana”. Significa que começou um novo ciclo – o da nova criação, o da Páscoa definitiva. Aqui começa um novo tempo, o tempo do homem novo, que nasce a partir da doação de Jesus. Maria Madalena representa a nova comunidade que nasceu da acção criadora e vivificadora do Messias; essa nova comunidade, testemunha da cruz, acredita, inicialmente, que a morte triunfou e procura Jesus no sepulcro: é uma comunidade desorientada, desamparada, que ainda não conseguiu descobrir que a morte não venceu; mas, diante do sepulcro vazio, o verdadeiro discípulo descobre que Jesus está vivo.
Para ilustrar esta dupla realidade, são-nos apresentadas duas figuras de discípulo que correm ao túmulo, mostrando a sua adesão a Jesus e o seu interesse pela notícia do túmulo vazio: Simão Pedro e um “outro discípulo”, que parece poder identificar-se com esse “discípulo amado” apresentado no Quarto Evangelho. João coloca estas duas figuras lado a lado em várias circunstâncias (na última ceia, é o discípulo amado que percebe quem está do lado de Jesus e quem O vai trair – cf. Jo 13,23-25; na paixão, é ele que consegue estar perto de Jesus no pátio do sumo sacerdote, enquanto Pedro o trai – cf. Jo 18,15-18.25-27; é ele que está junto da cruz quando Jesus morre – cf. Jo 19,25-27; é ele quem reconhece Jesus ressuscitado nesse vulto que aparece aos discípulos no lago de Tiberíades – cf. Jo 21,7). Nas outras vezes, o “discípulo amado” levou vantagem sobre Pedro. Aqui, isso irá acontecer outra vez: o “outro discípulo” correu mais e chegou ao túmulo primeiro que Pedro (o facto de se dizer que ele não entrou logo, pode querer significar a sua deferência e o seu amor, que resultam da sua sintonia com Jesus); e, depois de ver, “acreditou” (o mesmo não se diz de Pedro).
Provavelmente, o autor do Quarto Evangelho quis descrever, através destas figuras, o impacto produzido nos discípulos pela morte de Jesus e as diferentes disposições existentes entre os membros da comunidade cristã. Em geral, Pedro representa, nos evangelhos, o discípulo obstinado, para quem a morte significa fracasso e que se recusa a aceitar que a vida nova passe pela humilhação da cruz (Jo 13,6-8.36-38; 18,16.17.18.25-27; cf. Mc 8,32-33; Mt 16,22-23); ao contrário, o “outro discípulo” é o discípulo amado”, que está sempre próximo de Jesus, que faz a experiência do amor de Jesus; por isso, corre ao seu encontro de forma mais decidida e “percebe” – porque só quem ama muito percebe certas coisas que passam despercebidas aos outros – que a morte não pôs fim à vida. Esse “outro discípulo” é, portanto, a imagem do discípulo ideal, que está em sintonia total com Jesus, que corre ao seu encontro com um total empenho, que compreende os sinais e que descobre (porque o amor leva à descoberta) que Jesus está vivo. Ele é o paradigma do “homem novo”, do homem recriado por Jesus.

ACTUALIZAÇÃO
A reflexão pode partir das seguintes coordenadas:
• A lógica humana vai na linha da figura representada por Pedro: o amor partilhado até à morte, o serviço simples e sem pretensões, a entrega da vida só conduzem ao fracasso e não são um caminho sólido e consistente para chegar ao êxito, ao triunfo, à glória; da cruz, do amor radical, da doação de si, não pode resultar vida plena. É verdade que é esta a perspectiva da cultura dominante. Como me situo face a isto?
• A ressurreição de Jesus prova precisamente que a vida plena, a vida total, a libertação plena, a transfiguração total da nossa realidade e das nossas capacidades passam pelo amor que se dá, com radicalidade, até às últimas consequências. Tenho consciência disso? É nessa direcção que conduzo a caminhada da minha vida?
• Pela fé, pela esperança, pelo seguimento de Cristo e pelos sacramentos, a semente da ressurreição (o próprio Jesus) é depositado na realidade do homem/corpo. Revestidos de Cristo, somos nova criatura: estamos, portanto, a ressuscitar, até atingirmos a plenitude, a maturação plena, a vida total (quando ultrapassarmos a barreira da morte física). Aqui começa, pois, a nova humanidade.
A figura de Pedro pode também representar, aqui, essa velha prudência dos responsáveis institucionais da Igreja, que os impede de ir à frente da caminhada do Povo de Deus, de arriscar, de aceitar os desafios, de aderir ao novo, ao desconcertante. O Evangelho de hoje sugere que é precisamente aí que, tantas vezes, se revela o mistério de Deus e se encontram ecos de ressurreição e de vida nova.


e/ou no vídeo AQUI.


Dia da Ressurreição, dia da nossa alegria!
«Eis o dia que fez o Senhor; nele exultemos e rejubilemos!» (Sl 117,24). Porquê? Porque o sol recuperou o seu fulgor e tudo se ilumina; porque o véu do Templo já não está rasgado: a Igreja foi revelada; porque já não temos na mão os ramos de palmeira, mas rodeamos os novos batizados.
«Eis o dia que fez o Senhor!» [...] Eis o dia em sentido próprio, o dia triunfal, o dia dedicado a festejar a ressurreição, o dia em que nos revestimos de graça, o dia em que partilhamos o Cordeiro espiritual, [...] o dia em que se realiza o plano da Providência em favor dos pobres. «Exultemos e rejubilemos neste dia!» [...]
Eis o dia em que Adão foi devolvido à liberdade, em que Eva foi libertada da sua pena, em que a morte selvagem estremeceu, em que o poder das pedras se quebrou, em que os ferrolhos dos túmulos foram arrancados [...], em que as leis imutáveis dos poderes infernais foram anuladas, em que os céus se abriram e Cristo, Nosso Senhor, ressuscitou. Eis o dia em que, para bem dos homens, a planta verdejante e fértil da ressurreição multiplicou os seus rebentos em todo o universo como num jardim, em que os lírios dos novos batizados desabrocharam, em que a multidão dos crentes rejubila, em que as coroas dos mártires reverdejam. «Eis o dia que fez o Senhor; nele exultemos e rejubilemos!»
Homilia atribuída a São João Crisóstomo (c. 345-407)presbítero de Antioquia, bispo de Constantinopla, doutor da Igreja
SC 187,321
Esta é a notícia
A maior verdade que és chamado a acreditar é esta: a ressurreição de Jesus. É a maior, a mais delirante, a mais incrível das pretensões cristãs. Esta é a notícia que o teu coração esperava como nenhuma outra, mas na qual nem sequer ousavas pensar. Este é o dia, o primeiro dia da tua re-criação em Cristo. Para saber mais clicar AQUI.
Um silêncio tão grande
Com a sua vida e a sua morte, Jesus desce para abraçar todos os silêncios, mesmo aqueles abissais, mesmo aqueles mais distantes, e dessa forma redisse a vida como possibilidade de salvação. Ele abraçou o silêncio dos nossos becos sem saída, daquilo que em nós, ou de nós, é omitido; o silêncio em que as nossas forças desmoronam e nos deixam à mercê do medo e da sombra que nos assediam; esse impreciso e íntimo silêncio que a nós parece, tantas vezes: o silêncio desta inquieta indefinição que somos nós, entre o já e o ainda não. Para saber mais clicar AQUI.
Páscoa de Nosso Senhor Jesus Cristo!
Situada no tempo
Para habitação da eternidade   
  
Aqui procuramos pensar reconhecer
Sem máscara ilusão ou disfarce
E procuramos manter nosso espírito atento
Liso como a página em branco   

Aqui para além da morte da lacuna da perca e do desastre
Celebramos a Páscoa 

Aqui celebramos a claridade
Porque Deus nos criou para a alegria

 Sophia de Mello Breyner Andresen     

domingo, 14 de abril de 2019

ESPIRITUALIDADE: a Semana Santa

Os dias supremos da história, da fé e do nosso destino
Dos Ramos à Páscoa, o tempo muda de ritmo: a liturgia abranda, toma outro passo, multiplica os momentos nos quais se acompanha com calma, quase hora a hora, os últimos dias de vida de Jesus: da entrada em Jerusalém à corrida de Madalena na manhã de Páscoa, quando ainda a pedra do sepulcro se reveste de anjos e de luz. São os dias supremos, os dias do nosso destino. A leitura do Evangelho da Paixão é de uma beleza que me transtorna: um Deus que me lavou os pés e não lhe chegou, que deu o seu corpo a comer e não lhe chegou; vejo-o, pendente, nu e desonrado, e tenho de virar a cara. Depois volto a olhar a cruz, e vejo alguém de braços abertos que me grita: amo-te. Precisamente a mim? Para saber mais clicar AQUI.
Consequência do amor
Quer estejamos ou não conscientes, nós, cristãos, somos uma consequência da Paixão de Cristo. Disponhamos por isso o nosso coração a acolhê-la uma vez mais. A Paixão de Jesus atesta a verdade fundamental do seu amor, que não é abstrato ou sem destinatário. É um amor real, que podemos experimentar sempre. Jesus vive a sua Paixão como um ato de compaixão sem medida a nosso favor. Jesus abraça a nossa condição, a nossa inconsistência, abraça aquilo que em nós nos agrada e que não nos agrada, abraça aquilo que nos entristece ter acontecido ou simplesmente não ter acontecido. Para saber mais clicar AQUI.
Cuca Roseta, João Só e D. José Tolentino Mendonça meditam Tríduo Pascal
«Na Quinta-Feira Santa, 18 de abril, recordando a Última Ceia e o gesto do lava-pés, D. José Tolentino Mendonça diz-nos que “Jesus nos convida a estar à mesa”, lembrando que “a mesa é a extensão da vida”, “o lugar da resposta positiva às necessidades mais elementares e também àquelas que o nosso coração, sedento de amor, exprime”.» Para o dia seguinte, em que se assinala a crucificação e morte de Jesus, o arquivista e bibliotecário da Santa Sé salienta a atitude de esquecimento pessoal de si próprio: «Para poder dar aos outros a vida, tens de aceitar gastar e perder a tua». Para saber mais clicar AQUI e AQUI.
Poemas quaresmais de Frei Agostinho da Cruz
«Divinas mãos, e pés, peito rasgado,/ Chagas em brandas carnes empremidas,/ Meu Deos, que por salvar almas perdidas,/ Por elas quereis ser crucificado:// Outra fé, outro amor, outro cuidado,/ Outras dores às vossas são devidas,/ Outros corações limpos, outras vidas,/ Outro querer no vosso transformado:// Em vós se encerrou toda a piedade,/ Ficou no mundo só toda a crueza;/ Por isso cada um deu do que tinha:// Claros sinais de amor, ah saudade!/ Minha consolação, minha firmeza,/ Chagas de meu Senhor, redenção minha.» Para saber mais clicar AQUI.
Jesus ressuscitado por amor
Forte como a morte é só o amor, mais forte do que a morte foi o amor vivido por Jesus Cristo: é isto que nós, cristãos, deveremos anunciar, com humildade e discrição, a todos os homens e mulheres. Afirmar simplesmente que «Jesus ressuscitou» é uma bela notícia, mas demasiado breve para ser verdadeiramente Evangelho para todos os seres humanos: como poderemos vê-la? Talvez inclusive os não crentes estejam interessados em percorrer um caminho no qual se parta do pressuposto de que o amor é capaz de combater a morte, até vencê-la. Eis o sentido profundo da ressurreição de Jesus, eis como este acontecimento pode falar a todos os nossos irmãos e irmãs em humanidade. Para saber mais clicar AQUI.
A árvore verde e a árvore seca
No interior da narração da paixão de Cristo segundo Lucas, retalhamos uma cena especificamente feminina. Jesus avança, já esgotado, ao longo do caminho que o conduz ao Calvário. Na multidão curiosa, como sempre, pelas desventuras alheias, só Lucas assinala a presença de uma espécie de confraria feminina votada à assistência aos condenados à morte, aos quais – de acordo com o Talmude, a grande recolha antiga de tradições judaicas – ofereciam bebidas anestésicas. É, portanto, realizado por mulheres o único gesto de compaixão que Jesus recebe durante o martírio. A elas dirige, no entanto, uma mensagem forte, até severa. Por outras palavras declara-lhes: mais do que terdes compaixão de mim, devereis preocupar-vos por vós mesmas e pelo vosso povo. Para saber mais clicar AQUI.
Refundador da humanidade
Para colher da melhor maneira os textos sagrados que a tradição cristã nos fará de novo ler ao longo desta que é a mais santa das semanas, é importante ter presente que foram escritos quando Jesus era totalmente insignificante para o mundo e para a cultura. Para saber mais clicar AQUI.

segunda-feira, 9 de abril de 2018

ESPIRITUALIDADE: 10 propósitos que te ajudarão a viver melhor o Tempo Pascal

Na oração do Regina Coeli na última segunda-feira, 2 de abril, o Papa Francisco afirmou que um dos frutos da Páscoa é a fraternidade, graças a que Jesus, “com a sua morte e ressurreição, derrotou o pecado que separava o homem de Deus, de si mesmo e de seus irmãos”.
Por isso, para viver com mais intensamente os 50 dias deste tempo litúrgico, o site ‘Catholic Link’ apresentou uma lista de dez propósitos elaborados pelo autor católico argentino Andrew D’Angelo. Para os conhecer, clicar AQUI.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

MÚSICA: «E ressuscitou», em Mozart e Haydn

A liturgia convida-nos a cantar a morte e a ressurreição de Cristo no Credo, pelo que em todas as épocas os músicos propuseram as suas criações. É verdade que hoje a liturgia já não oferece a possibilidade de cantar as missas de Mozart ou de Haydn, mas essas obras não foram compostas para concerto. Nelas, a música vai além das palavras, fazendo-nos descobrir que cantar o Credo é bem diferente de simplesmente o recitar. Para saber mais, clicar AQUI.

sábado, 29 de abril de 2017

inPRENSA: a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.

A revolução de Francisco: irreversível?
Os muçulmanos não têm de pedir desculpa
A Páscoa não é para todos
JC não serve para gestor de recursos humanos
Pânico moral
Em perspetiva
Debate sobre a United Airlines não é por causa do serviço ao cliente. É sobre a moralidade do capitalismo
http://snpcultura.org/debate_sobre_united_airlines_e_sobre_moralidade_do_capitalismo.html
«A Igreja é Igreja se é Igreja de mártires», afirma papa, que pede «santos de todos os dias»
Portugal corre o risco de perder milhares de milhões com venda do Novo Banco
Restaurante solidário gerido por jovens alimenta dezenas de sem-abrigo
O excedente alemão passa para França o problema da zona euro
Quando uma discoteca quase pôs em causa o 25 de Abril
"Uma nova Revolução seria ótimo. Hoje, o povo tem os olhos mais abertos"
A liberdade, assim, serve para quê?
Reavivar a memória
Matar ou morrer
"Depois da grande festa e do relógio, caíram o BES e o Banif”
Lisboa é a nova Miami dos brasileiros ricos (e clínica anti-depressiva da Europa)
“Rally” da PJ apanhou inspectores do Fisco a receber luvas em restaurantes
Armas de quatro patas
Banca já não é o principal problema, crescimento é a grande interrogação
D. António Ferreira Gomes: Igreja tem de saber desvincular-se de culturas obsoletas que teimam em sobreviver
Morreu o padre Joaquim Carreira das Neves
e
Angola tem 320 multimilionários
Uma auditoria indispensável
Desumano é equivaler o cão ao homem
Como reestruturar a dívida portuguesa? Pagar a 60 anos com juros mais baixos
20 milhões de pessoas podem morrer de fome nos próximos 6 meses
Exame de sangue deteta reaparecimento de cancro com um ano de antecedência

sexta-feira, 21 de abril de 2017

ESPIRITUALIDADE: «Deus faz crescer as suas flores mais belas no meio das pedras mais áridas

Que belo é pensar que o cristianismo, essencialmente, é isto: não tanto a nossa procura relativamente a Deus - uma procura, uma verdade, tão vacilante -, mas sobretudo a procura de Deus em relação a nós. Jesus apanhou-nos, agarrou-nos, conquistou-nos para não mais nos deixar. O cristianismo é graça, é surpresa, e por este motivo pressupõe um coração capaz de assombro. Um coração fechado, racionalista, é incapaz do assombro e não pode compreender o cristianismo, porque o cristianismo é graça e encontra-se no assombro. Para saber mais clicar AQUI.

terça-feira, 14 de março de 2017

ESPIRITUALIDADE: Quaresma: sinais, palavras e gestos de um tempo de conversão

O dia 1 de março, Quarta-feira de Cinzas, iniciou a Quaresma. É o «tempo forte» que prepara para a Páscoa, cume do ano litúrgico e da vida de cada cristão. Como dizia S. Paulo, é «o momento favorável» para realizar «um caminho de verdadeira conversão», enfrentando com as armas da penitência o combate contra o mal. Este itinerário de 40 dias que conduz ao Tríduo Pascal - Sexta-feira Santa, Sábado Santo, Domingo de Páscoa -, memória da paixão, morte e ressurreição de Jesus, fonte da salvação de cada ser humano, é um tempo de mudança interior e de arrependimento no qual «o cristão é chamado a regressar a Deus com todo o coração para não se contentar com uma vida medíocre», recorda o papa Francisco na mensagem para a Quaresma deste ano. Para saber mais, clicar AQUI.

quarta-feira, 1 de março de 2017

ESPIRITUALIDADE: Quarta-feira de Cinzas&Quaresma

Sermão de Quarta-feira de Cinzas, do P. António Vieira, por Luís Miguel Cintra (Vídeos)
«Duas coisas prega hoje a Igreja a todos os mortais, ambas grandes, ambas tristes, ambas temerosas, ambas certas. Mas uma de tal maneira certa e evidente, que não é necessário entendimento para crer; outra de tal maneira certa e dificultosa, que nenhum entendimento basta para a alcançar. Uma é presente, outra futura, mas a futura vêem-na os olhos, a presente não a alcança o entendimento. E que duas coisas enigmáticas são estas? Pulvis es, tu in pulverem reverteris: Sois pó, e em pó vos haveis de converter. Sois pó, é a presente; em pó vos haveis de converter, é a futura.». Para saber mais, clicar AQUI
Quaresma, tempo para dizer não, para pensar, para voltar a respirar
«A Quaresma é o tempo de dizer não; não à asfixia duma oração que nos tranquilize a consciência, duma esmola que nos deixe satisfeitos, dum jejum que nos faça sentir bem. A Quaresma é o tempo de dizer não à asfixia que nasce de intimismos que excluem, que querem chegar a Deus esquivando-se das chagas de Cristo presentes nas chagas dos seus irmãos: espiritualidades que reduzem a fé a culturas de gueto e exclusão.». Para saber mais, clicar AQUI.
Quaresma, tempo de esperança
«A Quaresma é «sinal sacramental da nossa conversão», quem faz a estrada da Quaresma está sempre na estrada da conversão, do nosso caminho da escravidão à liberdade, sempre a renovar. Um caminho certamente exigente, como é justo que seja, pois o amor é exigente, mas um caminho repleto de esperança. Aliás, direi mais: o êxodo quaresmal é o caminho em que a própria esperança se forma.». Para saber mais, clicar AQUI.
Para onde aponta a bússola cristã? Rejeitar ideologias, abraçar o «Deus concreto», dar a vida
«Esta é a realidade de Deus, Deus feito Cristo, Deus feito carne, e este é o fundamento das obras de misericórdia. As chagas dos nossos irmãos são as chagas de Cristo, são as chagas de Deus, porque Deus se fez Cristo», declarou o papa Francisco, acrescentando: «Não podemos viver a Quaresma sem esta realidade. Devemo-nos converter não a um Deus abstrato, mas ao Deus concreto que se fez Cristo». para saber mais, clicar AQUI

terça-feira, 15 de março de 2016

ESPIRITUALIDADE: Páscoa é misericórdia, Páscoa é vida

O tempo pascal mostra incontrovertivelmente que para se poder ser cristão, isto é, digno seguidor de Cristo, não se pode ser cobarde. Não por causa das pobres emoções de nível psicológico que os pormenores grosseiros associados à maldade humana expostos na fase mais dolorosa da paixão mostram, mas porque, para se ser digno seguidor de Cristo, é necessário, como ele, obedecer, até à morte, ao mandamento do amor. Para continuar a ler clicar AQUI.

segunda-feira, 7 de março de 2016

ESPIRITUALIDADE: Quaresma

...tempo "forte" de oração, jejum e atenção aos necessitados, oferece a todo cristão a possibilidade de se preparar para a Páscoa fazendo um sério discernimento da própria vida, confrontando-se de maneira especial com a Palavra de Deus, que ilumina o itinerário cotidiano dos fiéis.

“Neste período de Quaresma que ainda nos divide da Páscoa, somos chamados a intensificar o caminho interior de conversão. Deixemo-nos tocar pelo olhar pleno de amor de nosso Pai e retornemos a Ele com todo o coração, rejeitando todo compromisso com o pecado”. - Papa Francisco.


Para a Quaresma o Papa Francisco propõe 15 simples atos de caridade que ele mencionou como manifestações concretas de amor:
1. Sorrir, um cristão é sempre alegre!
2. Agradecer (embora não “precise” fazê-lo).
3. Lembrar ao outro o quanto você o ama.
4. Cumprimentar com alegria as pessoas que você vê todos os dias.
5. Ouvir a história do outro, sem julgamento, com amor.
6. Parar para ajudar. Estar atento a quem precisa de você.
7. Animar a alguém.
8. Reconhecer os sucessos e qualidades do outro.
9. Separar o que você não usa e dar a quem precisa.
10. Ajudar a alguém para que êle possa descansar.
11. Corrigir com amor; não calar por medo.
12. Ter delicadezas com os que estão perto de você.
13. Limpar o que sujou, em casa.
14. Ajudar os outros a superar os obstáculos.
15. Telefonar para seus pais.
O MELHOR JEJUM
• Jejum de palavras negativas e dizer palavras bondosas.
• Jejum de descontentamento e encher-se de gratidão.
• Jejum de raiva e encher-se com mansidão e paciência.
• Jejum de pessimismo e encher-se de esperança e otimismo.
•Jejum de preocupações e encher-se de confiança em Deus.
• Jejum de queixas e encher-se com as coisas simples da vida.
• Jejum de tensões e encher-se com orações.
• Jejum de amargura e tristeza e encher o coração de alegria.
• Jejum de egoísmo e encher-se com compaixão pelos outros.
• Jejum de falta de perdão e encher-se de reconciliação.
• Jejum de palavras e encher-se de silêncio para ouvir os outros.
 
Boa Quaresma!

segunda-feira, 16 de março de 2015

ESPIRITUALIDADE: Entra no quarto mais secreto, fecha a porta e reza em segredo

Como pessoas de oração, eis o nosso programa para a Quaresma: entrar neste lugar secreto, oculto aos homens, que só o Pai vê. Somos chamados a um esforço de recolhimento e aprofundamento. Um esforço escondido e solitário que ninguém pode fazer por nós. É preciso afastarmo-nos de todas as nossas pequenas preocupações e dependências do amor-próprio; encontrar tempo para entrar nas profundezas do coração, num esforço de abertura e lucidez, e aí rezar ao nosso Pai.
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