Sete coisas que talvez não saiba sobre a Epifania e os famosos Reis Magos AQUI.
«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
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domingo, 7 de janeiro de 2024
Solenidade da Epifania do Senhor
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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021
ESPIRITUALIDADE: Igreja de Jesus Cristo
Um MIX de vídeos com cerca de 2 minutos/cada contando a via de Jesus Cristo. A não perder AQUI. E a partir deste outos mais se seguem. Basta escolher na listagem da margem direita
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segunda-feira, 25 de dezembro de 2017
EFEMÉRIDE/COMEMORAÇÃO/RECORDAÇÃO: NATAL
Que Natal nos espera? Depende de quem esperámos
Sim, muitas e diferentes podem ser as esperas, e a sua natureza e qualidade determina o acolhimento que reservamos ao Messias que vem e a bênção que dele recebemos. A cada ano o tempo do Advento interpela-nos sobre a nossa espera vigilante e a cada ano o Natal surpreende-nos com a inefável misericórdia de Deus. Para saber mais, clicar AQUI.
Pai Natal ou Menino Jesus?
Se o Menino envolto em faixas e deitado numa manjedoura for definitivamente substituído pelo velhinho de vermelho no seu trenó de renas voadoras, não nos teremos tornado menos religiosos ou menos crentes. Mas sim, infelizmente, menos humanos. Para saber mais, clicar AQUI.
Nicolau, o santo cristão a quem vestiram de Pai Natal
Do século IV até à atualidade. A leitura da sua generosidade evoluiu até ser criada a figura que distribui presentes. Para saber mais, clicar AQUI.
O que é Deus?
Como naqueles dias, Ele também põe-nos de joelhos ao mesmo tempo que nos convida a contemplar as estrelas. Ele aponta para a eternidade e ajuda-nos a discernir qual é a estrela que vale a pena seguir. Para saber mais, clicar AQUI.
Sermão laico de Natal
Começaria o meu sermão assim: «O Natal de hoje faz-me pensar naquelas ânforas romanas que às vezes os pescadores retiram do mar com as redes, todas cobertas de conchas e incrustações marinhas, que as tornam irreconhecíveis. Para reencontrar a sua forma é preciso remover todas as incrustações.» Para saber mais, clicar AQUI.
Natal em Aleppo: Da escuridão à luz
O trabalho de remoção dos escombros prossegue, as estradas estão mais limpas, aumentou o trânsito, reabriram algumas oficinas. «Algumas coisas estão a mexer, mesmo se muita gente continua sem trabalho e são muitíssimas as crianças órfãs de guerra ou abandonadas que descobrimos nos meses a seguir à unificação da cidade.» Para saber mais, clicar AQUI.
Natal em Pequim: Das maçãs às missas controladas
Dar uma maçã no Natal tornou-se um gesto popular entre os cristãos de Pequim. Os padres George, de uma comunidade católica clandestina, e Aloysius, de uma comunidade oficial, descrevem algumas das características mais marcantes do Natal na capital da China. Para saber mais, clicar AQUI.
De Job, a Jesus: Natal, génese e prova do bem
Como provamos, como saboreamos o absoluto do bem neste Natal? Como Deus, Job e Maria, percebendo o absoluto do bem presente em tudo, mesmo no Satã, ou somos como este, sempre incapazes de olhar o bem, olhando que estamos o nosso invejoso umbigo? Para saber mais, clicar AQUI.
Os filmes clássicos e modernos que nunca esqueceram o Natal
Um roteiro dos filmes que vale a pena rever ou descobrir. Dos estúdios de Hollywood às grandes cinematografias europeias, dos artifícios mais ou menos musicais do cinema clássico às proezas digitais dos modernos desenhos animados, os filmes nunca esqueceram o Natal. Muitas vezes, propondo variações familiares sobre as suas componentes tradicionais; noutros casos, inspirando-se em factos verídicos para celebrar o espírito natalício - entre as muitas possibilidades cinéfilas, aqui fica um roteiro de filmes que vale a pena rever ou, se for caso disso, descobrir. Para saber mais, clicar AQUI.
Filmes para a família e outras propostas neste Natal
Todos os anos, no Natal, o cinema reveste-se de festa, apresentando nas salas filmes aguardados e geralmente de grande envergadura. Este ano o menu cinematográfico é particularmente rico e diversificado, com propostas adaptadas a cada tipo de público. Para saber mais, clicar AQUI.
História de um Natal diferente
O Natal, na sua versão comercial, é uma história muito sentimental, cheia de paz, de amor e de anjinhos rechonchudos, tocando harpa e cantando hossanas. Mas não foi assim há 2017 anos… Para saber mais, clicar AQUI.
História de um Natal diferente
O Natal, na sua versão comercial, é uma história muito sentimental, cheia de paz, de amor e de anjinhos rechonchudos, tocando harpa e cantando hossanas. Mas não foi assim há 2017 anos… Para saber mais, clicar AQUI.
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domingo, 25 de dezembro de 2016
EFEMÉRIDE/EVOCAÇÃO/RECORDAÇÃO: 25 de Dezembro
Porque « o saber não ocupa lugar», clique AQUI e AQUI "quando Sartre meditou sobre o Natal" - quem diria?! Vale mesmo a pena e, quando a alma não é pequena ...
"1, 2, 3, uma colher de cada vez!". Neste caso histórias. Histórias de Natal (com "H") e não (:stórias (sem "h"), para conhecer, clicando AQUI, AQUI e AQUI, três, ainda a conta que Deus fez.
... está o ganho". Ora a McDonald's em Manila, "se bem o pensou melhor o fez!". E fez bem! Juntou o útil ao agradável e o resultado é "um verdadeiro milagre de Natal" como se pode ler, ver e ouvir clicando AQUI.
"1, 2, 3, uma colher de cada vez!". Neste caso histórias. Histórias de Natal (com "H") e não (:stórias (sem "h"), para conhecer, clicando AQUI, AQUI e AQUI, três, ainda a conta que Deus fez.
... está o ganho". Ora a McDonald's em Manila, "se bem o pensou melhor o fez!". E fez bem! Juntou o útil ao agradável e o resultado é "um verdadeiro milagre de Natal" como se pode ler, ver e ouvir clicando AQUI.
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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
MÚSICA: Joe CocKer - os Grandes não morrem...
...continuam vivos. Eis a prova (uma verdadeira delícia para os apreciadores):
Apesar de hoje, 22 de Dezembro de 2014,
vésperas de comemorarmos, passe a comparação, o nascimento de outro grande, o nosso MENINO JESUS aqui tão esplendorasa e maravilhosamente tratado por outros dois grandes:
Votos sinceros de um BOM NATAL e, se não nos esquecermos d'ELE o ano 2015 será, de facto, um BOM ANO, porque deixaremos de chorar mártires das guerras quente da Síria&Iraque e fria do Mediterrâneo às favelas, passando pelos lares, desemprego&emprego, ... para celebrarmos a VIDA.
Votos sinceros de um BOM NATAL e, se não nos esquecermos d'ELE o ano 2015 será, de facto, um BOM ANO, porque deixaremos de chorar mártires das guerras quente da Síria&Iraque e fria do Mediterrâneo às favelas, passando pelos lares, desemprego&emprego, ... para celebrarmos a VIDA.
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terça-feira, 25 de dezembro de 2012
É NATAL!
MARIA teve um MENINO,
o Menino Jesus (nunca é demais recordar Fernando Pessoa e rever Maria Bethânia, bem pelo contrário, é demenos)
E se o seu nascimento fosse em 2010?
continuaria a ser o "Natal da dignidade humana"?
por ANSELMO BORGES in DN de 22 dezembro 2012 ( sublinhados, negritos, amarelados & tamanhos, da minha responsabilidade)
Numa troca célebre de cartas entre o cardeal Carlo M. Martini e o agnóstico Umberto Eco, publicadas com o título "In cosa crede chi non crede?", U. Eco escreve: Mesmo que Cristo fosse apenas o tema de um grande conto, "o facto de esse conto ter podido ser imaginado e querido por bípedes implumes, que só sabem que não sabem, seria miraculoso (miraculosamente misterioso)". O Homem teve, a dada altura, "a força, religiosa, moral e poética, de conceber o modelo do Cristo, do amor universal, do perdão aos inimigos, da vida oferecida em holocausto pela salvação dos outros. Se fosse um viajante proveniente de galáxias longínquas e me encontrasse com uma espécie que soube propor-se este modelo, admiraria, subjugado, tanta energia teogónica, e julgaria esta espécie miserável e infame, que cometeu tantos horrores, redimida pelo simples facto de ter conseguido desejar e crer que tudo isto é a Verdade."
Mas Jesus não é um simples conto ou um mito. Hoje, ninguém com honradez intelectual põe em dúvida a sua existência e há um acordo de base quanto a dados históricos fundamentais, como mostra Xabier Pikaza, na obra Quem Foi, Quem É Jesus Cristo?, que coordenei, e na qual especialistas de renome mundial tratam das perguntas essenciais sobre Jesus: uma biografia 'impossível' de Jesus, Jesus e a gnose, Jesus e Deus, Jesus e o dinheiro, Jesus e a política, Jesus e as mulheres, Jesus e as religiões, que quer dizer: "ressuscitar dos mortos"? Sintetizo X. Pikaza quanto ao consenso de base sobre "Jesus: quem foi, o que queria, que final?"
1. Jesus foi um profeta escatológico, que anunciou e actuou na perspectiva da acção iminente de Deus, que iria transformar a ordem social e política do mundo. 2. Foi um sábio, perito em humanidade, contando histórias iluminantes para a condução da vida, para lá da banalidade do mundo e em ordem ao seu entendimento e transformação. 3. Foi um taumaturgo e um carismático. Tinha "poderes" especiais, com grande capacidade de influência. Colocou-se do lado dos oprimidos, com "sinais" a seu favor, preocupando-se com a saúde das pessoas, a sua libertação e autonomia pessoal. 4. Foi homem de mesa comum. Estava interessado na comunicação viva e fraterna entre todos, como mostram os banquetes com pecadores e excluídos, ultrapassando as divisões entre puros e impuros. 5. Criticou uma forma de família baseada só na genealogia, para procurar uma forma nova de comunhão e inter-relação entre todos: num momento de grande desestruturação social, apresentou-se como impulsiona- dor de um movimento messiânico, aberto a todos e integrando os diversos estratos da sociedade, especialmente os marginalizados. 6. Foi um comprometido radical, de tal modo que a sua proposta não foi aceite por muitos "bons" judeus do seu tempo. Rompeu com normas sacras aceites pela maioria religiosa e abriu-se aos marginalizados sociais, num momento de grande crise económica, cultural, social e familiar. A sua proposta tornou-se perigosa, originando um conflito com os defensores da ordem religiosa e os representantes de Roma. 7. Foi um pretendente messiânico, executado em Jerusalém. Foi um profeta, um sábio, um carismático, mas não apenas isso. Ele subiu a Jerusalém pela Páscoa do ano 30 como portador do Reino de Deus, ainda que se discutam as características da sua pretensão. Foi rejeitado pelas autoridades sacerdotais de Jerusalém e condenado à morte por Pôncio Pilatos como "rei dos judeus". 8. Depois da sua morte, o seu movimento profético-messiânico manteve-se e transformou-se. Muitos continuaram a acreditar nele, confessando que ele está vivo em Deus. Reflectindo sobre o modo como viveu, como agiu e se comportou, sobre a sua experiência de Deus, que proclamou, com palavras e obras, como amor incondicional, tiveram a experiência avassaladora de que ele não morreu para o nada, mas para o interior da Vida plena de Deus. É o Vivente em Deus.
Afinal, o Natal verdadeiro é o Natal da dignidade humana. Como dizia o filósofo ateu Ernst Bloch, foi com Jesus que sabemos que nenhum ser humano pode ser tratado como "gado". Já Hegel tinha escrito também que por ele sabemos da dignidade divina do ser humano. Bom Natal! ( que assim seja para todos vós - são também os meus sinceros desejos!!! )
Mas Jesus não é um simples conto ou um mito. Hoje, ninguém com honradez intelectual põe em dúvida a sua existência e há um acordo de base quanto a dados históricos fundamentais, como mostra Xabier Pikaza, na obra Quem Foi, Quem É Jesus Cristo?, que coordenei, e na qual especialistas de renome mundial tratam das perguntas essenciais sobre Jesus: uma biografia 'impossível' de Jesus, Jesus e a gnose, Jesus e Deus, Jesus e o dinheiro, Jesus e a política, Jesus e as mulheres, Jesus e as religiões, que quer dizer: "ressuscitar dos mortos"? Sintetizo X. Pikaza quanto ao consenso de base sobre "Jesus: quem foi, o que queria, que final?"
1. Jesus foi um profeta escatológico, que anunciou e actuou na perspectiva da acção iminente de Deus, que iria transformar a ordem social e política do mundo. 2. Foi um sábio, perito em humanidade, contando histórias iluminantes para a condução da vida, para lá da banalidade do mundo e em ordem ao seu entendimento e transformação. 3. Foi um taumaturgo e um carismático. Tinha "poderes" especiais, com grande capacidade de influência. Colocou-se do lado dos oprimidos, com "sinais" a seu favor, preocupando-se com a saúde das pessoas, a sua libertação e autonomia pessoal. 4. Foi homem de mesa comum. Estava interessado na comunicação viva e fraterna entre todos, como mostram os banquetes com pecadores e excluídos, ultrapassando as divisões entre puros e impuros. 5. Criticou uma forma de família baseada só na genealogia, para procurar uma forma nova de comunhão e inter-relação entre todos: num momento de grande desestruturação social, apresentou-se como impulsiona- dor de um movimento messiânico, aberto a todos e integrando os diversos estratos da sociedade, especialmente os marginalizados. 6. Foi um comprometido radical, de tal modo que a sua proposta não foi aceite por muitos "bons" judeus do seu tempo. Rompeu com normas sacras aceites pela maioria religiosa e abriu-se aos marginalizados sociais, num momento de grande crise económica, cultural, social e familiar. A sua proposta tornou-se perigosa, originando um conflito com os defensores da ordem religiosa e os representantes de Roma. 7. Foi um pretendente messiânico, executado em Jerusalém. Foi um profeta, um sábio, um carismático, mas não apenas isso. Ele subiu a Jerusalém pela Páscoa do ano 30 como portador do Reino de Deus, ainda que se discutam as características da sua pretensão. Foi rejeitado pelas autoridades sacerdotais de Jerusalém e condenado à morte por Pôncio Pilatos como "rei dos judeus". 8. Depois da sua morte, o seu movimento profético-messiânico manteve-se e transformou-se. Muitos continuaram a acreditar nele, confessando que ele está vivo em Deus. Reflectindo sobre o modo como viveu, como agiu e se comportou, sobre a sua experiência de Deus, que proclamou, com palavras e obras, como amor incondicional, tiveram a experiência avassaladora de que ele não morreu para o nada, mas para o interior da Vida plena de Deus. É o Vivente em Deus.
Afinal, o Natal verdadeiro é o Natal da dignidade humana. Como dizia o filósofo ateu Ernst Bloch, foi com Jesus que sabemos que nenhum ser humano pode ser tratado como "gado". Já Hegel tinha escrito também que por ele sabemos da dignidade divina do ser humano. Bom Natal! ( que assim seja para todos vós - são também os meus sinceros desejos!!! )
O Natal de Jesus? Afinal de contas o que celebramos hoje?
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terça-feira, 18 de dezembro de 2012
ADVENTO
Tem-se a impressão de que muitos consideram Deus fora dos seus interesses. Aparentemente não precisam d’Ele; vivem como se Ele não existisse e, ainda pior, como se fosse um “obstáculo” a superar para se realizarem a si mesmos. Também entre os crentes temos a certeza há quem se deixa atrair por quimeras aliciantes e distrair por doutrinas desviantes que propõem atalhos ilusórios para obter a felicidade. Mas como devemos preparar-nos para abrir o coração ao Senhor que vem? A atitude espiritual da expectativa vigilante e orante permanece a característica fundamental do cristão neste tempo de Advento. Nascendo entre nós, que o Menino Jesus não nos encontre distraídos ou comprometidos simplesmente a embelezar com iluminações as nossas casas. Ao contrário, preparemos na nossa alma e nas nossas famílias uma habitação digna onde Ele se sinta acolhido com fé e amor.
Ler mais em http://www.snpcultura.org/advento_2012.html#advento_2012_dia_13
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domingo, 20 de novembro de 2011
Mais um NATAL aí à porta e com ele ...
... os "ESTANDARTES DE NATAL 2011" de que "passo palavra"
Queridos amigos,
Queridos amigos,
Aí está o Natal! E com ele mais um ano em que a Plataforma Estandartes de Natal vem convidar a colocar o Estandarte do Menino Jesus no exterior das nossas casas; com este simples gesto daremos o nosso contributo para a recristianização do Natal português.
Este ano, além do tradicional Estandarte do Menino Jesus, existem outros modelos com o Presépio e a Sagrada Família. Podem ver os vários modelos e saber onde adquiri-los em www.estandartesdenatal.org.
Propomos a todos que coloquemos estandartes nas vossas janelas e varandas no dia 27 de Novembro, data que marca o inicio do Advento.
Será uma forma de criar algum impacto visual nas nossas cidades e aldeias e espalhar os mais de 50.000 estandartes já vendidos nos últimos 2 anos em Portugal. Vamos "incendiar"o nosso país com o fogo do Amor do Menino Jesus?
Plataforma Estandartes deNatal
Paula Pimentel Calderón
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