"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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terça-feira, 8 de outubro de 2013

ESPIRITUALIDADE: Papa Francisco...

... escreve carta a quem não crê em Deus
Ir ao encontro dos outros e dialogar com os que não partilham a mesma fé e as mesmas crenças tem sido uma proposta do papa Francisco, desde o início do seu pontificado. Esta atitude foi uma vez mais manifestada numa carta que endereçou ao jornalista fundador do diário “La Reppublica”, um dos mais importantes jornais de Itália. «Pergunta-me se o Deus dos cristãos perdoa àqueles que não creem e não procuraram a fé», escreve o papa, que coloca como premissa o facto de que «a misericórdia de Deus não tem limites, se uma pessoa se Lhe dirige com coração sincero e contrito». «Entre a Igreja e a cultura de inspiração cristã, de um lado, e a cultura moderna de inspiração iluminista, de outro, instaurou-se a incomunicabilidade. Chegou o tempo, e o Vaticano II inaugurou esta nova estação, de um diálogo aberto e sem preconceitos capaz de reabrir as portas para um verdadeiro e fecundo encontro», frisa Francisco.
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... lembra que «todos somos Igreja» e pede compromisso no testemunho cristão
«A fé é um ato pessoal: “eu creio”, eu respondo pessoalmente a Deus que se faz conhecer e quer estabelecer amizade comigo. Mas eu recebo a fé dos outros, numa família, numa comunidade que me ensina a dizer “eu creio”, “nós cremos”. Um cristão não é uma ilha! Nós não nos tornamos cristãos em laboratório, nós não nos tornamos cristãos sozinhos e com as nossas forças, mas a fé é um presente, é um dom de deus que nos é dado na Igreja e através da Igreja.» «Amamos a Igreja como se ama a própria mãe, sabendo também compreender os seus defeitos? Todas as mães têm defeitos, todos nós os temos. Mas quando se fala dos defeitos da mãe, nós protegemo-la, amamo-la… E a Igreja também tem os seus defeitos. Amo-a, como à minha mãe? Ajudamo-la a ser mais bela, mais autêntica, mais de acordo com o Senhor?» Excertos da intervenção do papa Francisco na audiência geral.
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terça-feira, 7 de agosto de 2012

FÉRIAS (d)e VERÃO com um convite à REFLEXÃO/MEDITAÇÃO/ATENÇÃO (7)...

... para, neste tempo da vida, preparar outro tempo, o Outono-Inverno da vida que se segue.
E se "o tempo voa", eles estão já aí!


Quem tudo quer, tudo perde
Já reparou em quantas pessoas na estrada, nas lojas, nos telejornais ou em qualquer lugar parecem pensar que são as únicas que existem, ou, pelo menos, as únicas que contam? É o chamado narcisismo: absorção total em si próprio, nas suas prioridades e desejos. Uma pessoa assim nem sequer vê os outros, a não ser que se metam no seu caminho. “Eu sou tudo o que interessa e tenho direito a tudo o que eu quiser.”
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quinta-feira, 5 de abril de 2012

ASSIM SIM: Abertura, Tolerância...

Canal Q dedicou programa à leitura de livros sagrados
Deus disse a verdade» foi o tema do programa “Clube da Palavra” que o Canal Q transmitiu este sábado, em torno da leitura de livros sagrados e de outras obras onde se manifesta a transcendência.
Um cristão católico e outro protestante, um muçulmano, um judeu e um ateu leram páginas que falam de Deus e comentaram a sua visão sobre a crença religiosa.
O programa da estação de televisão por cabo começou com excertos da intervenção de Ricardo Araújo Pereira no ciclo “Deus, questão para crentes e não crentes”, organizado em 2010 na Capela do Rato, em Lisboa.
Nos trechos cedidos pelo Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura, o autor fala da sua perspetiva da morte e da relação entre esta e o humor.
O padre Peter Stilwell, vice-reitor da Universidade Católica Portuguesa, diz o Cântico das Criaturas, de São Francisco de Assis, e o “Poema da Absoluta Virgindade”, de Ruy Cinatti, onde «a tristeza e a escuridão» dão lugar ao «desprendimento e paz».
O sheikh David Munir, imane da Mesquita Central de Lisboa, lê em árabe os versículos 27, 59 a 65 do Corão, traduzindo-os para português.
Eliezer Shai di Marino, rabino da Comunidade Israelita de Lisboa, recita em hebraico o “Shemá Israel” (Escuta, Israel), o «lema da fé judaica», extraído do livro do Deuteronómio, capítulo 6, versículos 4 a 9, e as primeiras palavras do livro do Génesis.
Tiago Cavaco, pastor batista, lê e comenta “Mistery and Manners”, da escritora norte-americana Flannery O’Connor.
O programa inclui excertos de “O último cabalista de Lisboa”, de Richard Zimler, lido por Sandra Borges.

in
http://www.snpcultura.org/Deus_disse_a_verdade_canal_q_dedicou_programa_leitura_livros_sagrados.html