"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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quarta-feira, 31 de outubro de 2018

LIVRO&LEITURA: “Comentário à liturgia dominical e festiva – Ano C”

«A inteligência espiritual de Manicardi, a sua impressionante cultura bíblica, as suas competências no campo da hermenêutica apresentam-se inteiramente dedicadas ao serviço do anúncio do Verbo incarnado. Não admira, por isso, que esta obra do atual prior da Comunidade Monástica de Bose constitua um instrumento oportuno para a construção do percurso cristão.» Leia o prefácio de D. José Tolentino Mendonça e a primeira das reflexões de Luciano Manicardi. Para saber mais, clicar AQUI.

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

REFLEXÃO/ATENÇÃO/MEDITAÇÃO: Elogio da solidão

No nosso mundo ocidental a solitude surge como situação a que estamos cada vez menos habituados, e perante a qual estaremos balbuciantes e desarmados quando ela se impuser na nossa vida, quer por uma doença, quer por um abandono, quer pela velhice ou por outras causas. Ter tempo, dar-se tempo, para poder habitar consigo próprio. De outro modo o risco da nossa incapacidade de solitude é que os nossos corpos se tornem não-lugares, lugares não habitados, lugares sem alma, lugares só de passagem de emoções e flash, de sons e rumores, sem princípio nem fim. Para saber mais, clicar AQUI

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

ESPIRITUALIDADE: Entre Advento e Natal, ética da atenção?

Muitos são os lugares e espaços expressivos do exercício vigilante da vida, de desabrochamento da criatividade adormecida dos humanos. A arte, em sua manifestação profunda da condição humana de outrem (além do contentamento autobiográfico), é uma das expressões onde se poderá exercitar essa “ética da atenção”, do olhar. Para ler mais clique aqui.