Todo este itinerário pessoal e espiritual, aparentemente descentrado e distante do cristianismo e da Igreja, é precisamente o que acabará por conduzi-la até Jesus Cristo, porque tudo aquilo que de verdadeiramente humano ela estudou, conheceu e amou, ainda que de forma não consciente, lhe falava d’Ele. Na realidade, “Carta a um religioso” é um apelo à Igreja católica, um chamamento a romper toda a separação e indiferença entre cristianismo e cultura. Para saber mais clicar AQUI.
«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020
ESPIRITUALIDADE: “Carta a um religioso”: 35 perguntas de Simone Weil sem resposta
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sexta-feira, 10 de junho de 2016
LIVRO&LEITURA: "Simone Weil - Mística de fronteira"
Testemunha da experiência de Deus no chamado «século sem Deus», a vida de Simone Weil foi «uma tentativa dolorosa e, ao mesmo tempo, subversiva de salvar a dialética entre cultura e santidade, encaminhando-a para uma dialógica e encontrando na “santa loucura” um caminho de pulsão de vida para o mundo». Nestas linhas introdutórias, esboçam-se as traves mestras que irão articular os principais capítulos desta obra. Para saber mais, clicar AQUI
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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
ESPIRITUALIDADE: Entre Advento e Natal, ética da atenção?
Muitos são os lugares e espaços expressivos do exercício vigilante da vida, de desabrochamento da criatividade adormecida dos humanos. A arte, em sua manifestação profunda da condição humana de outrem (além do contentamento autobiográfico), é uma das expressões onde se poderá exercitar essa “ética da atenção”, do olhar. Para ler mais clique aqui.
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segunda-feira, 24 de setembro de 2012
esses "CONHECIDOS mas ESQUECIDOS": Simone Weil
Escrevia em carta Simone Weil, ao padre Couturier: «Quando leio o Novo Testamento, as místicas, a liturgia, quando vejo celebrar a Missa, sinto como que uma espécie de certeza de que esta fé é a minha, ou mais exatamente, seria a minha se não existisse entre ela e eu a distância criada pela minha imperfeição».
Foi a consciência da sua imperfeição e ainda, segundo a própria, a vontade de Deus, como confessou a própria Simone ao padre Perrin na longa epistolografia que com este manteve entre os meses de janeiro a junho de 1942, que fez com que se mantivesse fora da Igreja não recebendo o batismo, sem nunca deixar com isso de viver de forma exigente o espírito do Evangelho.
Simone Weil nasceu em Paris no dia 3 de fevereiro de 1909. Oriunda de uma família judaica, todavia foi educada agnosticamente. A sua infância é marcada pelo seu amor pelos pobres e pelos que sofrem. Tem cinco anos de idade quando começa a I Guerra Mundial, em 1914. Dotada de uma inteligência notável, depressa isso se reflete no seu sucesso escolar. Estudou no liceu Dury onde fez um ano de Filosofia aprendendo com Le Senne. No liceu Henri-IV, onde estuda com Alain que incutia nos seus alunos o gosto do belo, a admiração e o entusiasmo pelas ideias e o mundo grego, preparou-se para frequentar a Escola Normal Superior, onde entrou com dezanove anos de idade, no ano de 1928.
Simone Weil nasceu em Paris no dia 3 de fevereiro de 1909. Oriunda de uma família judaica, todavia foi educada agnosticamente. A sua infância é marcada pelo seu amor pelos pobres e pelos que sofrem. Tem cinco anos de idade quando começa a I Guerra Mundial, em 1914. Dotada de uma inteligência notável, depressa isso se reflete no seu sucesso escolar. Estudou no liceu Dury onde fez um ano de Filosofia aprendendo com Le Senne. No liceu Henri-IV, onde estuda com Alain que incutia nos seus alunos o gosto do belo, a admiração e o entusiasmo pelas ideias e o mundo grego, preparou-se para frequentar a Escola Normal Superior, onde entrou com dezanove anos de idade, no ano de 1928.
Ler mais em: http://www.snpcultura.org/simone_weil.html
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
FÉRIAS (d)e VERÃO com um convite à ESPIRITUALIDADE (22)...
... para, neste tempo da vida, preparar outro tempo, o Outono-Inverno da vida que se segue.
E se "o tempo voa", eles estão já aí!
Um itinerário para Deus - o comentário de Simone Weil à oração do Pai-Nosso
Esta infinidade da infinidade preenche-se, de um extremo ao outro, de silêncio, um silêncio que não é uma ausência de som, que é objeto de uma sensação positiva, mais positiva que a de um som. Os ruídos, se os há, não me chegam senão depois de atravessarem este silêncio. Por vezes também, durante esta recitação ou noutros momentos, Cristo está presente em pessoa, mas a sua presença é infinitamente mais real, mais lancinante, mais clara e mais plena de amor do que a daquela primeira vez em que me tomou.
Ler mais em http://www.snpcultura.org/um_itinerario_para_Deus_comentario_simone_weil_Pai_nosso.html
E se "o tempo voa", eles estão já aí!
Um itinerário para Deus - o comentário de Simone Weil à oração do Pai-Nosso
Esta infinidade da infinidade preenche-se, de um extremo ao outro, de silêncio, um silêncio que não é uma ausência de som, que é objeto de uma sensação positiva, mais positiva que a de um som. Os ruídos, se os há, não me chegam senão depois de atravessarem este silêncio. Por vezes também, durante esta recitação ou noutros momentos, Cristo está presente em pessoa, mas a sua presença é infinitamente mais real, mais lancinante, mais clara e mais plena de amor do que a daquela primeira vez em que me tomou.
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