"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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sexta-feira, 14 de agosto de 2020

LIVRO&LEITURA: “Nunca é tarde para começar a viver”

«O governo devia ter feito esta lei: a todos, uma vez por ano, caberia o direito de se poderem sentar em almofadas macias, antegostar um bom jantar à base de ravioli e vinho tinto, escutar as conversas de pessoas queridas, e sentir, mesmo que só por um breve lapso de tempo, que é importante para alguém.» Para saber mais clicar AQUI.

quarta-feira, 18 de março de 2020

ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITACÃO: Covid-19

Cidades desertas, pânico, angústia e desespero. Duas outras opiniões e perspectivas não menos merecedoras, também, para um destaque e para uma oportunidade ou momento de reflexão AQUI e AQUI.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

LIVRO&LEITURA: Cada batida do coração

A oração não é um acesso privilegiado ou uma forma de evitarmos o trabalho custoso, mas a forma mais perfeita de percorrermos até ao fim o nosso destino arriscando a nossa vida. Perante qualquer restrição da necessidade, perante as realidades mais absurdas e face ao inevitável, ainda poderemos orar para não deixarmos de respirar e de esperar por todos. Para saber mais, clicar AQUI.

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

FILME&CINEMA: “À deriva”

O papa Francisco determinou, em 2015, que a Igreja católica assinale a 1 de setembro o Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação, à semelhança do que já acontecia na Igreja ortodoxa. Para assinalar a data, propomos “À deriva”, filme de aventura e romance baseiado numa história verdadeira onde a natureza desafia os protagonistas a agarrarem-se à vida e a conhecerem as suas potencialidades e limites. Trata-se de um filme destinado certamente a um público jovem, mas não só, sendo capaz de tocar muitos temas, do amor à solidariedade, de aventura à solidão, dos entusiasmos fáceis à complexa gestão dos momentos da vida. Para saber mais clicar AQUI.

quinta-feira, 22 de março de 2018

CINEMA&FILME: "Colo"

Através do seu filme "Colo", Teresa Villaverde mostra um tempo de solidão e crise económica - um retrato português com João Pedro Vaz e Beatriz Batarda que estreia na quinta-feira, 15 de março. Para saber mais, clicar AQUI.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

CINEMA&FILME: “Se as montanhas se afastam”

O realizador confia aos detalhes e à banda sonora o apoio visivo e emotivo através do qual percorre o longo caminho de uma história que, além da inexorável passagem do tempo, reflete sobre a justaposição entre a solidão e a caducidade das nossas certezas. Das nossas raízes. Para saber mais, clicar AQUI

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

REFLEXÃO/ATENÇÃO/MEDITAÇÃO: Elogio da solidão

No nosso mundo ocidental a solitude surge como situação a que estamos cada vez menos habituados, e perante a qual estaremos balbuciantes e desarmados quando ela se impuser na nossa vida, quer por uma doença, quer por um abandono, quer pela velhice ou por outras causas. Ter tempo, dar-se tempo, para poder habitar consigo próprio. De outro modo o risco da nossa incapacidade de solitude é que os nossos corpos se tornem não-lugares, lugares não habitados, lugares sem alma, lugares só de passagem de emoções e flash, de sons e rumores, sem princípio nem fim. Para saber mais, clicar AQUI

segunda-feira, 24 de março de 2014

CINEMA: "Mel"

O fino limite que separa este dos outros casos que até então não questionava, agora tornado evidente, e a inquietude provocada pela explícita ausência do sentido da vida, também camuflada e latente em si própria, transformam a missão de morte de “Mel” numa missão de vida. Ausente de uma referência explícita a Deus, e independentemente do desfecho do filme, é quase impossível não sentir o sopro que impele uma ex-modelo, atriz, nascida no seio de uma família de pintores e músicos onde se combinam sangue e cultura germânica, grega, italiana, francesa e egípcia, a realizar a sua primeira longa metragem sobre temas tão delicado e atuais. Que antes do suicídio assistido são os da solidão, o da débil implicação humana, uns com e para os outros, a ausência de significado e sentido da vida, e o estado terminal de sofrimento em que muitos são colocados por todas aquelas causas.
Ler mais em:

terça-feira, 26 de março de 2013

QUESTÕES para ATEUS (14/16, 15/16, 16/16)

CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 13 de Junho de 2011 (ZENIT.org) - O desafio de hoje da Igreja, em particular nos países de antigas raízes cristãs, consiste em mostrar a beleza do cristianismo para aqueles que o consideram um obstáculo para alcançar a felicidade, considera Bento XVI.
Por esse motivo, o Papa explicou – na tarde desta segunda-feira, ao participar de um congresso eclesial da diocese de Roma – que buscar a proximidade dos que se afastaram da fé converteu-se em algo “mais urgente que nunca”.
 
 

 

 

 

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

FÉRIAS (d)e VERÃO com CINEMA (8)...

... "numa sala perto de si"
Incendies - A mulher que canta
Perante a morte da mãe, dois gémeos são informados da existência dum terceiro irmão, que devem descobrir. A demanda implica, por vontade expressa da mãe, que ela não tenha enterro condigno nem direito a lápide até que aquele filho seja recuperado.
Enquanto Simon se mostra renitente a esta disposição, Jeanne acede sem reservas. Acompanham-na uma série de pressupostos baseados na matemática pura com que lida todos os dias: que só existem soluções estritas e definitivas para problemas estritos e definitivos; e que a sua vida, como todos os dias assume na profissão, acaba de derivar para o enfrentar de problemas insolúveis cujas respostas não farão mais que levantar nova quantidade de questões e problemas, sempre no risco de não terem solução.
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