"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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sábado, 3 de agosto de 2013

(in)PRENSA semanal: a minha selecção!

Para quem, que por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA: a minha selecção" que aí virão.
Gays, Papa e o Islão homofóbico
Fraternidade e justiça não são utopia: Papa propõe "programa de governo" com «humanismo», «responsabilidade social» e «diálogo»
Mais que cachaça e feijão
Papa pede aos bispos que não sejam "príncipes"
O Papa à solta no avião
Álvaro: o inocente que revelou palhaços
Tribunal de Contas Custos com PPP em hospitais são seis milhões mais caros
Portugal com melhor pontuação de sempre nas Olimpíadas de Matemática
Estará o dragão chinês a perder gás?
Crise social leva presos a recusar liberdade
Sam Simon Criador dos Simpsons doa fortuna em fase terminal
Inside Job e as entranhas do capitalismo
A tecnologia é responsável por um em cada quatro erros durante as cirurgias
Contrapoder: compacto da semana
Tenham orgulho nos portugueses (não dói)
Maria Luís Albuquerque: a má moeda
A questão moral de Maria Luís Albuquerque
A tensão europeia
Dinheiro de portugueses ajuda crianças da maior favela do mundo
Ex-sócio do ISLA entrou para o governo e tratou da mudança para universidade
O que são "swaps" de taxas de juro
Mentiu! Não menti! V. Ex.ª é que mentiu!
Estão todos implicados neste escandaloso caso", diz José Gomes Ferreira
Quem pagará a redução do IRC?
António Barreto "Partidos colocaram Portugal sob terrível ameaça de bancarrota"
Portugal tem futuro (passa por Sines e pelo Panamá)
Descoberto tratamento precoce de cancro de alto risco
Julgamento Governantes madeirenses acusados de desviar 6,5 milhões
Brasil Vendem-se bebés no Facebook
Rui Machete vendeu acções da SLN ao BPN com ganho de 150%
Os seus códigos são mesmo seguros?
Há mais um lapso de memória no caso dos "swaps"
Papa Francisco: uma revolução tranquila
Quem se julga esta gente?

sábado, 27 de agosto de 2011

ONU: Mundo caminha para "crise social global" devido à recessão de 2008-2009

O mundo enfrenta uma “crise social global” emergente provocada pelo desemprego generalizado, o elevado preço dos alimentos e combustíveis e outros efeitos da recessão económica de 2008-2009, alertou hoje a ONU num relatório divulgado em Genebra.
No documento, a ONU adverte, por outro lado, que as políticas de austeridade adotadas em vários países, designadamente em Espanha e na Grécia, ameaçam o emprego e põem em risco o relançamento das economias, potenciando um agravamento da referida crise social.
O secretário-geral adjunto da ONU para o desenvolvimento económico, o malaio Jomo Kwame Sundaram afirmou hoje que os governos mundiais não estão a conseguir ajudar as 200 milhões de pessoas desempregadas em 2010 e que têm dificuldade em obter alimentos devido ao elevado preço destes.
Segundo Sundaram, a acentuada subida dos preços dos alimentos e dos combustíveis que precedeu a crise financeira mundial fez aumentar o número de pessoas com fome no mundo para mais de mil milhões em 2009, o mais alto de sempre.
E a situação pode ser agravada pelas políticas de austeridade, alerta o relatório 2011 do Conselho Económico e Social da ONU, aconselhando prudência aos governos.
“As medidas de austeridade tomadas por alguns países excessivamente endividados, como a Grécia ou a Espanha, ameaçam o emprego no setor público e a despesa social como tornam a retoma mais incerta e mais frágil”, lê-se no documento. “Os governos devem reagir com prudência às pressões para a consolidação orçamental e para a adoção de políticas de austeridade se não querem correr o risco de interromper a recuperação da sua economia”, acrescenta.
O relatório frisa que este problema não diz apenas respeito às economias mais desenvolvidas, uma vez que “muitos países em desenvolvimento, nomeadamente os que beneficiam de programas do FMI, também sofrem pressões para reduzir a despesa pública e adotar medidas de austeridade”.
Uma das conclusões do relatório é que os governos devem poder aplicar, de maneira sistemática, políticas contra-cíclicas.
Para isso, prossegue, é “indispensável” rever “a natureza e os objetivos de base das condições” impostas pelas organizações internacionais para dar ajuda aos países em dificuldade.
“É essencial que os governos tenham em conta as prováveis consequências sociais das suas políticas económicas” em áreas como a nutrição, a saúde e a educação, para não penalizar o crescimento económico a longo prazo, lê-se ainda no documento.
@Lusa

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