"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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sábado, 27 de dezembro de 2014

(in)PRENSA semanal: a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão
O milagre dos preços da eletricidade
Judiciária passa a pente fino quinta do pai de Menezes
Estrangeiros compram 50 casas por dia em Portugal
Amigo de Sócrates dominava contratos com autarquias do PS
"Só vejo aldrabões à nossa volta"
Portugal acagaçado
Estado Islâmico executou cem dos seus combatentes estrangeiros
Porque é que a maioria das pessoas usa a mão direita?
Reformar o "Deus mortal"
Roberto Benigni mostrou o que é a nova evangelização
Sócrates Preso por corrupção ou amizades bastante generosas?
Justiça analisa teia que une arguidos do 'caso Sócrates'
Do "Alzheimer espiritual" ao "terrorismo da má-língua", Papa denuncia 15 doenças da Cúria
Nenhum papa falou assim em tempos recentes: Comentário sobre o discurso de Francisco à cúria do Vaticano
Há um pequeno operador capaz de bater parceria Galp/Continente
"Queda do petróleo pode levar a crescimento de 2,5% a 3% em 2015"
Britânico acorda do coma a falar francês e convencido de que é o ator Matthew McConaughey
Natal, tempo para curar feridas
Quando a família Espírito Santo quis mudar Salgado - e depois recuou
Como o espião cubano preso engravidou a mulher com a ajuda dos EUA
Quase um quarto dos trabalhadores portugueses no Luxemburgo enfrenta risco de pobreza

sábado, 29 de junho de 2013

(in)PRENSA semanal: a minha selecção!

Para quem, que por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA: a minha selecção" que aí virão
 
Contrapoder: compacto da semana
Polícia PSP à caça de mitos urbanos
Cadilhe defende venda das reservas de ouro
Sampaio da Nóvoa discorda da rotação de poder entre PSD e PS
Portugueses preferem guardar dinheiro em cofres
Quase 30% do pão tem substâncias à margem da lei
"A história dos vistos é uma história feliz"
Bono diz que “ou Jesus era quem dizia, ou era louco”
Desempregados alimentam-se de restos e vivem sem luz e água
Todos unidos contra o Governo, pede Salgueiro aos reformados
Sobre o declínio ocidental
O Governo e os funcionários públicos
Há mais milionários em Portugal
A almoçarada
“Sou como vocês. Somos todos iguais”, afirma Francisco
Entrevista a Luís Portela
A greve que interessa
"Precisamos de greves"
Prestação da casa sobe por culpa dos Estados Unidos
Podem vir aí novas mudanças nas pensões
E se o Euro morrer em Paris?
Visita ao país real e humano
Os trabalhos de Passos
Vírus da Sida salva criança
À beira da clarificação
Os 113 contratos 'swap' das empresas públicas








sábado, 22 de junho de 2013

(in)PRENSA semanal: a minha selecção!

Para quem, que por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA: a minha selecção" que aí virão.
Moçambique está "nervoso" com o aumento da imigração portuguesa
A Ilha de Cristo - uma reportagem RTP
Estará a austeridade ferida de morte?
Maio Mais de 14 mil ofertas do centro de emprego ficaram por preencher
Recebe 1,4 milhões para transformar gemas de ovo em antibióticos
Vende-se peixe ilegal como se fosse bacalhau
Milhares de portugueses beberam água com fezes
Português coordena descoberta revolucionária para transfusões de sangue
Como será reposto o subsídio de férias à Função Pública e aos pensionistas?
Contrapoder: Compacto da Semana
Saúde Governo cortou 160 milhões a mais do que o exigido pela troika
Conheça os responsáveis das PPP
Buraco das PPP é igual a dez anos de subsídios de férias
Brasil: já não chega pão e circo
Há 100 dias que Francisco surpreende o mundo
Papa Francisco: os 100 dias de "Che Bergoglio"
Mensagem em garrafa descoberta quase 100 anos depois
O partido bipopular
O que a história nos pode ensinar

sábado, 15 de junho de 2013

(in)PRENSA semanal: a minha selecção!

Para quem, que por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA: a minha selecção" que aí virão.
Só 2% concentram metade da riqueza mundial, diz estudo
Cadilhe considera que “Governo tem explicado mal” a crise
Renegociar a dívida? Nunca houve outra alternativa...
O Portugal de hoje lido nos Lusíadas
Contrapoder: compacto da semana
“Não há coesão nacional, mas sim coesão na depressão”, diz Lino Maia
Papa reconhece corrupção e lobby gay no Vaticano
O 10 de Junho
Pós-troika Futuro de Portugal nas mãos de tribunal germânico
Nota média a Português nas provas do 4º ano foi negativa
Cavaco Silva recebido com protesto da esquerda no Parlamento Europeu
Piada sobre Gaspar leva Álvaro às lágrimas
Ir às compras em tempo recorde
O bando dos reformados
O injustamento português por Ricardo Ataújo Pereira

sábado, 9 de junho de 2012

Manifesto assinado por Álvaro Araújo Pereira (pai do Ricardo)

Entretanto permita-se-me, a propósito do e-mail em jeito de manifesto que por aí circula e que abaixo transcrevo, o seguinte comentário-sugestão:
Está tudo muito certo, muito bem considerado, mas NÃO CONCORDO. "Greve de eleitorado" é o mesmo que abstenção. O resultado de todos estes anos está à vista. Senão vejamos: Cavaco Silva na presidência com 25% do eleitorado e com tudo o que se sabia & o que agora se conhece. Mais, a abstenção é um "pau de vários bicos", pois sinalizará, aos oportunistas dos políticos, entre outras, que "o pessoal está-se nas tintas, o que quer é futebol & bronze, temos mandato popular...o povo sufragou o nosso programa...blá, blá, blá...". É assim como que "dar o ouro ao bandido".
"VOTO EM BRANCO"! Aí sim, o povo mostra, prova, afirma & reafirma a sua atenção, a sua consciência civica e o seu descontentamento. Imagine-se a repercussão e consequências que teriam 70, 80% de votos em branco. Nada ficaria como dantes. 
Enquanto a abstenção é um cartão amarelo o VOTO EM BRANCO é muito mais & melhor do que isso, é um CARTÃO VERMELHO!!!
Greve de eleitorado NÃO! Greve de zelo SIM!!!
Não sou Funcionário Público, mas o Estado trata-me como se eu o fosse, enquanto REFORMADO.
Dizem que os Reformados não têm poder de contestação, que de nada lhes serve tomar uma atitude contestatária (uma GREVE deles é inconsequente por não afectar nada nem ninguém).
Eu não estou de acordo! E como tal, decidi tomar uma posição que traduzo no seguinte:

MANIFESTO
Considerando:
1. Que me foram retirados o 13º e 14º mês até 2018;
2. Que me reduziram a Reforma para a qual fiz descontos milionários durante uma vida de trabalho;
3. Que me foram aumentados os descontos para o IRS, o IMI, no Consumo de Electricidade, da Água e do Gás, para a “Compensação aos Operadores” respectivos (EDP, Tejo Energia e Turbo Gás), nos Combustíveis, para o Investimento das Energias Renováveis, para os custos da Autoridade da Concorrência e da ERSE, na Alimentação, na taxa de Esgotos, para a Utilização do Subsolo, para a Rádio, para a Televisão, para a TNT, para a Harmonização Tarifária dos Açores e Madeira, Rendas de Passagem pelas Autarquias e Munícipes, para o auxílio social aos calões que recebem indevida e impunemente o RSI (Rendimento para a Inserção Social), para pagamento dos cartões de crédito de políticos, para as portagens nas SCUTS e aumento nas auto-estradas, para a recuperação de BPNs, para que os Dias Loureiros, os Duartes Limas, os Isaltinos de Morais e quejandos depositem as minhas economias em nome deles em offshores, para as novas taxas de Apoio Social, para as remodeladas Taxas de Urgência nos Hospitais Civis, para as asneiras provocadas pelas ideias megalómanas de políticos incompetentes que criaram auto-estradas sem trânsito, para as Contrapartidas e Compensações a Concessionários de diferentes estruturas, para pagamento das dívidas às Parcerias Público-Privadas durante 50 anos ou mais, etc., etc., etc., tudo recheado com 23% de IVA (por enquanto);
4. Que, cada voto que um cidadão deposita na urna eleitoral, para além de pôr no poleiro os espertalhões que os (se) governam, representa um óbolo igual a 1/135 do salário mínimo nacional (actualmente em
€485,00) a reverter para os seus cofres (1 voto = €3,60), a que acrescem as subvenções às campanhas e verbas para os grupos parlamentares.
(Lei do Financiamento dos Partidos Políticos e das Campanhas
Eleitorais: Lei n.º 19/2003, de 20 de Junho, com as alterações introduzidas pelo Decreto-lei n.º 287/2003, de 12 de Novembro (Declaração de Rectificação n.º 4/2004, de 9 de Janeiro), Lei n.º 64A/2008, de 31 de Dezembro1 e Lei n.º 55/2010, de 24 de Dezembro).
5. Que esse valor é atribuído pelos quatro anos de legislatura, o que significa entregar aos partidos votados o quádruplo dessa importância (€14,40), atingindo uma despesa superior a 70 milhões de euros;
Fonte: http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1231653&page=-1;
6. Que, no caso dos votos em branco ou nulos, essa valia é distribuída por todos os partidos concorrentes às eleições;
7. E que, se eu me abstiver de votar, não há montante a ser distribuído pelos partidos concorrentes às eleições,
Eu, ARTUR ÁLVARO ARAUJO PEREIRA, cidadão de pleno direito, com o BI 1158208 e o NIF 121934322, com todos os impostos pagos e ainda credor do Estado por taxação indevida e não devolvida em sede de IRS, embora prescindindo de uma liberdade coarctada durante quase 40 anos e restituída em 25 de Abril de 1974, decido que, dependendo do cenário político-económico, meu e do meu país, entrarei em
GREVE DE ELEITORADO, e SUSPENDO O MEU DIREITO DE VOTO ATÉ 2018!