"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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sábado, 15 de fevereiro de 2014

(in)PRENSA semanal: a minha selecção!

Para quem, que por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.
Devemos mais. Crescemos menos. Então estamos melhor.
"Governo gosta de insistir no erro e mudar apenas o papel de embrulho"
"O ajustamento vai demorar 20 anos"
Veja os rendimentos de 15 políticos portugueses antes e depois de passarem pelo Governo
http://expresso.sapo.pt/veja-os-rendimentos-de-15-politicos-portugueses-antes-e-depois-de-passarem-pelo-governo=f680329#ixzz2slKYDP1U
Realizadora e argumentista de "Mulheres de Deus" vão encontrar-se com papa Francisco para lhe entregar novo documentário
Caso BPN já leva três anos de julgamento
"Federação está sem rei nem roque"
Sapatos portugueses calçam engenheiros McLaren, guarda real de Omã e mineiros mongóis
É malhar até morrer!!!
A Europa prometeu-nos o paraíso. Lembra-se?
Colocaram o meu sucessor numa posição que não desejo a ninguém
O cardeal Clemente
21 sem-abrigo com estudos superiores
Mais de 500 crimes por dia
"Empurrar com a barriga problema que nos vai cair em cima"
“Não se mudam as regras a meio do jogo”
Especialista avisa que casos BPN e BPP podem acontecer de novo
Violência escolar aumentou quase 22% em 2013
A corrupção em Portugal, à descarada, e mesmo assim votam
Porto eleito melhor destino europeu para 2014
O país hipócrita de João Rendeiro
Pacheco Pereira sobre Capucho. “Quase todas as pessoas envolvidas no BPN são do PSD e não perderam a militância"
Crianças decapitadas e mutiladas na República Centro-Africana
A força dos ídolos nos adolescentes
Palavras para o nosso tempo
Papa Francisco ofereceu "curso de preparação para o matrimónio" e deu conselhos «para sempre»
O Papa e o maldito sexo. 2

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

POLÍTICA/ECONOMIA/FINANÇAS: Eutanásia para os sexagenários, septuagenários, octogenários

Com excessivo à-vontade e demasiada frequência estamos a ouvir publicamente e a ler na nossa imprensa escrita, por parte de quem está entre os 30 e os 50 anos, que há uma conspiração grisalha e que tem que ser rapidamente aniquilada.
Conspiração grisalha, trata-se, ao que parece de todos os que pela cor do cabelo indicam ter mais que 60 anos e estão reformados ou para lá caminham. E é uma injustiça. Mesmo tendo trabalhado e descontado uma vida!
E como os que apelidam de conspiradores, aos grisalhos, pelo andar dos tempos apercebem-se que quando ultrapassarem os sessentas dificilmente terão reforma ou será bastante baixa, sugerem que se comece já a aniquilar os atuais sexagenários, septuagenários, octogenários, e ficam descansados e aliviados.
Numa primeira fase e de tremenda oportunidade, pensava-se que face ao estado do País e sem Economia consiste, não havendo possibilidade de manter o Estado Social como hoje está – Saúde, Segurança Social e Educação – as reformas/pensões de valor superior a 2.000,00 euros teriam que de facto ser muito, mas mesmo muito reduzidas, para ser possível manter em valores aceitáveis estas e todas as outras de valores inferiores. Porem, não se pensava que a raiva intergeracional pudesse estar tao agudizada, que alguém que ultrapasse os sessentas, e esteja para, ou já possa estar reformado, seja um conspirador grisalho, logo deva ser condenado a desaparecer. Já!
Assim, talvez seja de reacender-se o espirito nazi de Hitler. Desta vez com uma limpeza geracional, tudo o que tenha mais que sessenta é para abater.
Por certo hoje o procedimento seja mais limpo e mais rápido. Bastará serem distribuídas umas pastilhas letais, colocando tudo em fila junto ao oceano Atlântico ou a um qualquer rio, para dispensar despesas de enterro, ou cremação, vai logo via agua e mar afora.
Convém que sejam estes apologistas desta raiva anti grisalhos que comecem a avisar os próprios pais e avós do que vão fazer-lhes ou ajudar a fazer. O tal tratamento de desinfestação limpa e rápida. Depois não se esqueçam que terão a geração que lhes sucede a desejar-lhes o mesmo. Mas como já não haverá reformas, até poderá ser antes!
Mas não há problema como já se perdeu toda a dignidade e vale tudo, já não se resolve o de facto grave problema do Estado Social, baixando e muito as reformas e pensões superiores a 2.000,00 euros., mata-se tudo e fica tudo bem resolvido, força!
Augusto Küttner de Magalhães

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

POLÍTICA/ECONOMIA/FINANÇAS: O Bando de reformados governa o País !!!

Estes também são dos meus, ou vice-versa, eu deles, quando "apontam" o dedo aos principais responsáveis, ou sejam, o povo votante ou não votante, mais conhecidos por abstencionistas, numa palavra, o eleitor - «à primeira quem quer cai, à segundo cai quem quer». E, já agora, todos os demais que vão por arrasto e acabam por também «pagar as favas» daqueles. É que já lá vão 39 anos de democracia. Ora como tenho defendido, "eles", os tais, os "ditos cujos" não estão lá por um qualquer golpe de estado.

O Bando de reformados governa o País !!!

«O destino do país está na mão de aposentados. O presidente Cavaco Silva, a primeira figura do Estado, é reformado. A segunda personalidade na hierarquia protocolar, Assunção Esteves, é igualmente pensionista. Também nos governos nacional e regionais há ministros que recebem pensão de reforma, como Miguel Relvas ou até Alberto João Jardim. No Parlamento, há dezenas de deputados nesta situação. Mas... também muitas câmaras são presididas por reformados, do Minho, ao Algarve, de Júlia Paula, em Caminha, a Macário Correia, em Faro.
É imensa a lista de políticos no activo que têm direito a uma pensão. Justificam este opulento rendimento com o facto de terem prestado serviço público ao longo de doze anos ou, em alguns casos, apenas oito. Esta explicação não convence, até porque uma parte significativa deste bando de reformados não só não prestou qualquer relevante serviço à nação como ainda utilizou os cargos públicos para criar uma rede clientelar em benefício próprio. Foi graças a esta teia que muitos enriqueceram e acederam a funções para que nunca estiveram curricularmente habilitados. A manutenção até hoje destes privilégios e prebendas é inaceitável, em particular nos tempos de crise que atravessamos. Sendo certo que a responsabilidade por este anacronismo não é de nenhum destes políticos e ex-políticos em particular - também é verdade que todos têm uma culpa partilhada por não revogarem este sistema absurdo que atribui tenças milionárias à classe que mais vem destruindo o país. Urge substituir este modelo pelo único sistema admissível que é o de que os titulares de cargos públicos, quando os abandonam, sejam indemnizados exactamente nos mesmos termos que qualquer outro trabalhador.
E que passem a reformar-se, como todos os restantes cidadãos, quando a carreira ou a idade o permita. É claro que dirigentes habituados a acumular reformas de luxo com bons salários jamais compreenderão os problemas dos que têm de viver com salários de miséria; ou sequer entenderão as dificuldades dos que sobrevivem apenas com pensões de valor ridículo. Não serão certamente estes reformados de luxo que conseguirão proceder às reformas estruturais de que Portugal tanto está a precisar.»

Paulo Morais, Professor Universitário

sábado, 29 de junho de 2013

(in)PRENSA semanal: a minha selecção!

Para quem, que por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA: a minha selecção" que aí virão
 
Contrapoder: compacto da semana
Polícia PSP à caça de mitos urbanos
Cadilhe defende venda das reservas de ouro
Sampaio da Nóvoa discorda da rotação de poder entre PSD e PS
Portugueses preferem guardar dinheiro em cofres
Quase 30% do pão tem substâncias à margem da lei
"A história dos vistos é uma história feliz"
Bono diz que “ou Jesus era quem dizia, ou era louco”
Desempregados alimentam-se de restos e vivem sem luz e água
Todos unidos contra o Governo, pede Salgueiro aos reformados
Sobre o declínio ocidental
O Governo e os funcionários públicos
Há mais milionários em Portugal
A almoçarada
“Sou como vocês. Somos todos iguais”, afirma Francisco
Entrevista a Luís Portela
A greve que interessa
"Precisamos de greves"
Prestação da casa sobe por culpa dos Estados Unidos
Podem vir aí novas mudanças nas pensões
E se o Euro morrer em Paris?
Visita ao país real e humano
Os trabalhos de Passos
Vírus da Sida salva criança
À beira da clarificação
Os 113 contratos 'swap' das empresas públicas








sábado, 15 de junho de 2013

(in)PRENSA semanal: a minha selecção!

Para quem, que por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA: a minha selecção" que aí virão.
Só 2% concentram metade da riqueza mundial, diz estudo
Cadilhe considera que “Governo tem explicado mal” a crise
Renegociar a dívida? Nunca houve outra alternativa...
O Portugal de hoje lido nos Lusíadas
Contrapoder: compacto da semana
“Não há coesão nacional, mas sim coesão na depressão”, diz Lino Maia
Papa reconhece corrupção e lobby gay no Vaticano
O 10 de Junho
Pós-troika Futuro de Portugal nas mãos de tribunal germânico
Nota média a Português nas provas do 4º ano foi negativa
Cavaco Silva recebido com protesto da esquerda no Parlamento Europeu
Piada sobre Gaspar leva Álvaro às lágrimas
Ir às compras em tempo recorde
O bando dos reformados
O injustamento português por Ricardo Ataújo Pereira

sábado, 11 de maio de 2013

(in)PRENSA semanal: a minha selecção

Para quem, que por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA: a minha selecção" que aí virão.
Ministério das Finanças fez 'OPA hostil' sobre pensões
Realizador alemão quer fazer filme sobre Papa Francisco
O predestinado Gaspar
“Há aumento de impostos para os mesmos, os pensionistas e reformados"
Novas medidas favorecem crescimento económico? Temos dúvidas
José Gomes Ferreira fala em "subterfúgio" em relação à contribuição para os pensionistas
A impossível confiança em Passos
“Portugueses não compreendem nem aceitam mais austeridade”
“Há aumento de impostos para os mesmos, os pensionistas e reformados"
Fundador do euro pede fim da moeda única
Contrapoder: compacto da semana
Investigadores encontram indícios de continente perdido
Quem poderemos culpar pela crise?
FC Porto Pinto da Costa dá 2.500 euros a cada jogador para derrotar Benfica
2014 Novas reformas podem levar corte de 10%
Austeridade Gaspar torna-se rebelde em Bruxelas
Sequestro da TROIKA - para garantir o pagamento dos empréstimos bancários...
Medidas Proposta para travar pensões altas dispensava reforma aos 66 anos
O Estado não é pessoa de bem
OCDE pede cautela nos cortes do Estado