"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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quarta-feira, 24 de outubro de 2018

ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: Das virtudes

A humanidade em ato tem consistido numa sucessão de atos com os quais essa mesma humanidade se constrói de forma tanto mais humana quanto mais crítica: é neste sentido que a humanidade tem sido sempre um ato crítico, tem sido sempre algo «em crise». Pondo a questão de forma não diplomática: será que a crise humana, de agora e de sempre, não consiste na tendência bestial sempre demonstrada pela humanidade? Para saber mais clicar AQUI.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

REFLEXÃO/ATENÇÃO/MEDITAÇÃO: O valor da pessoa humana na cultura atual

A comunicação social traz ao nosso alcance diariamente guerras civis como na Siria, com tonalidades de discriminação religiosa como no Egito, violações e homicídios de membros da mesma família, assaltos violentos permanentes e de vária ordem, recorrendo mesmo à eliminação daquele a quem se pretende espoliar, corrupção que deteriora o bem comum e muitas outras situações. Em cada verão somos acometidos com imagens desesperantes de quem pelo fogo sente a perda de todos os seus haveres e em muitas situações a morte daqueles que se dedicam a salvar vidas. Acresce ainda, no inicio de cada ano escolar, o desespero de tantos professores que vendo-se sem local para lecionar sentem a sua dignidade ferida por falta de ocupação e o futuro, seu e da sua família, em risco por falta de meios de sobrevivência. Na cultura atual que exaltou a autonomia do homem e que viu nas suas capacidades pessoais a única resposta para um futuro promissor, exige-se avaliar as causas profundas de todas estas situações.
Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/o_valor_da_pessoa_humana_na_cultura_atual.html

terça-feira, 20 de março de 2012

As guerras também se inventam?

Leia-se, leia-se e leia-se...
É tão pouco (para ler) e é tudo (para perceber "as malhas que o império continua a tecer")!!!
Depois claro, as consequências estão aí, combustíveis upa upa, guerra civil... enfim optimos pretextos para...