«Este vai ser um livro sobre fé, mas antes de mais nada é sobre o darmo-nos ao trabalho de nos tornarmos livres. Porque é que se coloca a questão deste modo? Porque a maior parte das pessoas, incluindo eu próprio, nem sempre se dão ao trabalho de serem livres, e porque a maior parte das nossas dificuldades de fé estão ligadas a esta falta de liberdade. Raramente são um problema de verdade propriamente dita. Este livro tenta evidenciar o que podem ser bloqueios que impedem as pessoas de se tornarem psicologicamente livres para a fé. Depois prossegue, tentando ver como é que os caminhos da fé se podem tornar credíveis na nossa cultura. E finalmente procura imaginar como é que o cristianismo pode ser acolhido e vivido hoje.» Leia um excerto AQUI.
«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
terça-feira, 30 de março de 2021
LIVRO&LEITURA: “Livres para acreditar – Dez passos para a Fé”
terça-feira, 16 de fevereiro de 2021
REFLEXÃO/ATENÇÃO/MEDITAÇÃO: O declínio dos mestres e a ascensão dos “influencers”
O crescente influxo dos influenciadores corresponde – ao mesmo tempo como efeito e como causa – ao ocaso dos “mestres”, daqueles verdadeiros, que ensinavam a colocar estes problemas e a enfrentá-los com espírito crítico, propondo, não conselhos sobre a roupa ou gastronomia, mas perguntas de fundo decisivas para as escolhas públicas e privadas. E não se fala aqui apenas dos grandes intelectuais que em tempos orientavam a cultura da nossa sociedade. Quer nas famílias quer na escola, a capacidade dos “mestres” de propor aos jovens mensagens significativas é hoje imensamente inferior à de um qualquer influenciador. Para saber mais clicar AQUI.
sábado, 15 de agosto de 2020
ESPIRITUALIDADE&COMEMORAÇÃO: Festa da Assunção de Maria
segunda-feira, 30 de março de 2020
30 museus virtuais para você visitar sem sair de casa
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020
ESPIRITUALIDADE: “Carta a um religioso”: 35 perguntas de Simone Weil sem resposta
quinta-feira, 18 de julho de 2019
quem conhece ESSES DESCONHECIDOS: S. Boaventura
quinta-feira, 11 de julho de 2019
EFEMÉRIDE/RECORDAÇÃO/CELEBRAÇÃO: 11 de Julho, dia de S. Bento,
Após se decepcionar com a população, São Bento fugiu do lugar e iniciou uma jornada em busca de respostas para suas dúvidas. Conheceu um monge que lhe deu um hábito de frade e depois escolheu a isolada gruta para viver. Quando abandonou o local, passou a defender regras rígidas para uma vida voltada para a religião e para a reflexão. Foi chamado para liderar alguns monges. Porém, suas duras regras desagradaram alguns destes homens que tentaram envenená-lo, colocando substâncias perigosas em seu vinho. Porém, antes de beber, Bento estendeu a mão e abençoou as taças. Ao fazer isso, a taça envenenada estourou. Ele então se afastou do local e partiu em busca de homens dispostos a servirem à Deus à maneira de São Bento!
São Bento foi convidado a ser líder de um mosteiro. Porém, a rigidez de suas normas, desagradaram alguns dos homens que lá viviam e estes tentaram assassinar Bento, colocando veneno em sua taça de vinho. Antes de ingerir a bebida, São Bento estendeu a mão para abençoar as taças e justamente o cálice que continha a bebida envenenada, explodiu diante de todos. Após mais esta decepção. Bento partiu do local e foi habitar um antigo e abandonado mosteiro. Reuniu novos frades e iniciou sua ordem religiosa!
Naquela época na Europa, existiam muitas ruínas de mosteiros e catedrais abandonadas. Bento então reúne novos homens que desejavam seguir a vida religiosa e inicia a restauração destes locais e simultaneamente, monta um esquema para a auto sustentação dos mesmos. Segundo as normas de São Bento, cada mosteiro teria 12 monges. Estes teriam que trabalhar para que o local tivesse plantações e equipamentos de cozinha para alimentar todos que lá viviam. Os monges se entregariam somente ao trabalho e as orações. Novamente, a determinação de Bento provocou inimizades e um padre de uma igreja próxima tenta envenená-lo. Bento abandona a região e segue para o Monte Cassino. Por volta de 529 funda o primeiro mosteiro de sua ordem.
APÓS SOFRER UM ATENTADO CONTRA SUA VIDA, SÃO BENTO REUNIU UM NOVO GRUPO DE HOMENS FIÉIS, PASSOU A RESTAURAR ANTIGAS RUÍNAS QUE TRANSFORMOU EM MOSTEIROS E IMPÔS SUAS REGRAS PARA ESTES LUGARES. CADA MOSTEIRO SERIA AUTO SUSTENTÁVEL, COM 12 MONGES, QUE VIVERIAM APENAS DO TRABALHO E ORAÇÕES. SEU ALIMENTO E SUAS ROUPAS SERIAM FABRICADOS POR ELES PRÓPRIOS E ISSO CAUSOU MAIS UMA DESAVENÇA!
As normas impostas por São Bento mais uma vez desagradaram outros sacerdotes. Por esta razão, novamente São Bento sofreu uma tentativa de assassinato. Após o ocorrido, Bento parte rumo a região de Monte Cassino, aonde funda oficialmente o primeiro mosteiro de sua ordem. Que futuramente se chamaria Ordem dos Beneditinos. A inveja mais uma vez se fez presente e novamente Bento passaria por uma decepção e pela sua coragem e perseverança.
Após fundar o primeiro mosteiro de sua ordem, outros sacerdotes novamente ficaram tomados pela inveja e novamente atentaram contra a vida dele. Recebeu como presente um pão envenenado. Mas da mesma forma que Deus o livrou do mal quando Bento foi tomar uma taça de vinho envenenada e ao abençoar os cálices o que tinha veneno explodiu, desta vez, entregou o pão para um corvo que constantemente vinha comer de sua mão e pediu que o animal levasse o alimento envenenado para longe. Existe uma história que logo após a este fato, o homem que lhe enviou aquele pão estava em uma sacada que desabou o levando a morte. Um dos seguidores de Bento teria comemorado o fato e foi fortemente repreendido por ele, que chorou pela morte do homem e também por um de seus fiéis comemorar este fato. No ano de 534 escreveu as regras para seus mosteiros, chamadas de Regras de São Bento.
O monaquismo beneditino deu grande contribuição no âmbito alimentar à cultura ocidental, influenciando ao longo dos séculos as tradições e os hábitos que ainda hoje se seguem à mesa. Alguns dos produtos que são símbolo da tradição gastronómica foram originariamente elaborados nas cozinhas monásticas. A mesa da Regra de S. Bento é simples e sóbria, onde se come de modo saudável e equilibrado, sem excessos e sem desperdícios, com respeito e reconhecimento por quem produziu os alimentos e por quem amorosamente os preparou e cozinhou. Para saber mais clicar AQUI.
No Monte Cassino brilhou uma nova luz que, alimentada pelos ensinamentos e a civilização dos antigos, e principalmente aquecida pela doutrina cristã, iluminou os povos e as nações que erravam sem destino, congregando-os e dirigindo-os para a verdade e para o bom caminho. [...]
Foi aí que Bento levou a instituição monástica a um género de perfeição que se esforçava há muito por alcançar pessoalmente, através da oração, da meditação e da experiência. Parece ter sido esse, com efeito, o papel especial e essencial que lhe foi confiado pela Divina Providência: não tanto levar o ideal da vida monástica do Oriente para o Ocidente, quanto harmonizá-lo e adaptá-lo com alegria ao temperamento, às necessidades e aos hábitos dos povos de Itália e de toda a Europa. Foi, pois, através dos seus cuidados que, à serena doutrina ascética que florescia nos mosteiros do Oriente, veio juntar-se a prática de uma atividade incessante, que permitia «comunicar aos outros as verdades contempladas», e que, para além de tornar férteis terras incultas, produzia frutos espirituais pelo trabalho do apostolado.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2018
ESPIRITUALIDADE: COMUNICAR A FÉ EXIGE LINGUAGEM ADEQUADA E ATUAL
quarta-feira, 13 de junho de 2018
LIVRO&LEITURA: "Aos jovens, sobre como tirar proveito da literatura"
quarta-feira, 23 de maio de 2018
FILME&CINEMA: "O Labirinto da Saudade"
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
LIVRO&LEITURA: "A fé da Igreja"
sexta-feira, 29 de julho de 2016
EDUCAÇÃO&FORMAÇÃO: Ignorância é a primeira causa do ódio fundamentalista; combate exige educação e cultura
terça-feira, 21 de junho de 2016
"CULTURA&ECONOMIA: implicações e desafios", 12.ª Jornada Nacional da Pastoral da Cultura
Não se reconhece cada vez mais – da universidade à empresa, dos centros de governação aos círculos de opinião, dos movimentos associativos às manifestações de cidadania – que a cultura é fator fulcral do conhecimento (integrante) irredutível à informação (especializada), do desenvolvimento humano (individual, social) irredutível ao crescimento económico, da participação cívica irredutível à passividade pública e ao espectarismo lúdico? Para saber mais, clicar AQUI
«Este capitalismo tem uma dimensão tumoral, patológica, cancerosa e transforma a economia na economia do inumano»
«O mercado devorou literalmente o trabalho», pelo que «a pessoa não é o referencial da atividade económica», sustentou, acrescentando que na «semântica do capitalismo» não se fala «em pessoas, mas em capital humano, em factor de produção trabalho, recursos humanos», afirmou o diretor do Instituto de Contabilidade e Administração de Coimbra. Para saber mais, clicar AQUI
Valorizar a cultura implica análise de custos, mas também «possibilidades de transcendência»
«Uma sociedade será, seguramente, muito mais pobre se não houver diversidade e se existir apenas, em termos culturais, aquilo que as pessoas gostem. As pessoas não podem gostar do que não conhecem; portanto, se damos o que elas gostam, estamos necessariamente a empobrecer», defendeu a vice-reitora da Universidade de Coimbra. Para saber mais, clicar AQUI
Importância da cultura na economia «abre aos católicos um campo extraordinário de intervenção»
Os desafios colocados hoje às empresas, que têm em comum o protagonismo dado ao ser humano, «abrem aos católicos um campo extraordinário de intervenção», que eles estão em «condições de vencer», considera o presidente da Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva. Para saber mais, clicar AQUI
sexta-feira, 10 de junho de 2016
LIVRO&LEITURA: "Simone Weil - Mística de fronteira"
terça-feira, 24 de maio de 2016
LAZER&CULTURA:Igreja ao serviço da espiritualidade, cultura e turismo
terça-feira, 13 de outubro de 2015
REFLEXÃO/ATENÇÃO/MEDITAÇÃO: "Tempo de cultura, tempo de família"
segunda-feira, 2 de março de 2015
ESPIRITUALIDADE: Quaresma e Tríduo Pascal: Rito, fé e cultura
terça-feira, 11 de março de 2014
REFLEXÃO/MEDITAÇÃO/ATENÇÃO: princípio personalista
sábado, 8 de fevereiro de 2014
(in)PRENSA semanal: a minha selecção!
Sorteio Fisco tem 10 milhões por ano para gastar com 'Fatura da Sorte'
Casais que vivem juntos antes do casamento: As dúvidas de um pároco
http://www.snpcultura.org/casais_que_vivem_juntos_antes_casamento.html
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sexta-feira, 22 de novembro de 2013
REFLEXÃO/MEDITAÇÃO/ATENÇÃO várias
Falamos pouco do Evangelho da Alegria e, entre tudo aquilo que assumimos como dever, como tarefa, raramente ele está. O dever da alegria, estarmos quotidianamente hipotecados à alegria, enviados em nome da alegria, não nos é tantas vezes recordado quanto devia. As nossas liturgias, pregações, catequeses e pastorais abordam a alegria quase com pudor. Definimo-nos culturalmente como homo faber, homem artesão, fabricante, aquele que se realiza na própria ação. E distanciamos da nossa própria vida o horizonte do homo festivus, isto é, o que é capaz de celebrar, aquele que conduz a criação à sua plenitude.
http://www.snpcultura.org/em_cada_dia_deixa_te_tocar_por_alguem_ou_alguma_coisa.html
Onde está o teu tesouro?
http://www.snpcultura.org/onde_esta_o_teu_tesouro.html
O valor da pessoa humana na cultura atual
http://www.snpcultura.org/o_valor_da_pessoa_humana_na_cultura_atual.html
A coragem
O problema é que pensamos que não temos coragem. Por isso, todos nós devemos fazer com que ela se manifeste. Às vezes, bastam uns gramas a mais de coragem para vencer. Nunca abandones o desafio nem te dês por vencido. Para, repousa, para voltares a partir com mais coragem. Não te deixes deprimir quando tudo parece não andar como deve ser: para e espera. Em silêncio. E a coragem voltará. Estás à procura do lugar certo onde encontrar a coragem? Não está em lugar algum! Está em ti! Está dentro de ti, sem exceção. Ainda ninguém conhece com precisão o enorme potencial do nosso cérebro. Nunca nos esqueçamos de que somos criaturas divinas, feitas «à sua imagem».
Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/a_coragem.html