"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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terça-feira, 30 de março de 2021

LIVRO&LEITURA: “Livres para acreditar – Dez passos para a Fé”

 «Este vai ser um livro sobre fé, mas antes de mais nada é sobre o darmo-nos ao trabalho de nos tornarmos livres. Porque é que se coloca a questão deste modo? Porque a maior parte das pessoas, incluindo eu próprio, nem sempre se dão ao trabalho de serem livres, e porque a maior parte das nossas dificuldades de fé estão ligadas a esta falta de liberdade. Raramente são um problema de verdade propriamente dita. Este livro tenta evidenciar o que podem ser bloqueios que impedem as pessoas de se tornarem psicologicamente livres para a fé. Depois prossegue, tentando ver como é que os caminhos da fé se podem tornar credíveis na nossa cultura. E finalmente procura imaginar como é que o cristianismo pode ser acolhido e vivido hoje.» Leia um excerto AQUI.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

REFLEXÃO/ATENÇÃO/MEDITAÇÃO: O declínio dos mestres e a ascensão dos “influencers”

O crescente influxo dos influenciadores corresponde – ao mesmo tempo como efeito e como causa – ao ocaso dos “mestres”, daqueles verdadeiros, que ensinavam a colocar estes problemas e a enfrentá-los com espírito crítico, propondo, não conselhos sobre a roupa ou gastronomia, mas perguntas de fundo decisivas para as escolhas públicas e privadas. E não se fala aqui apenas dos grandes intelectuais que em tempos orientavam a cultura da nossa sociedade. Quer nas famílias quer na escola, a capacidade dos “mestres” de propor aos jovens mensagens significativas é hoje imensamente inferior à de um qualquer influenciador. Para saber mais clicar AQUI.

sábado, 15 de agosto de 2020

ESPIRITUALIDADE&COMEMORAÇÃO: Festa da Assunção de Maria

Nada se sabe do fim da vida terrestre de Maria. Só um escrito apócrifo do século V, “A Dormição de Maria”, evoca os seus últimos instantes. Rodeada pelos apóstolos em oração, é conduzida ao Paraíso por Cristo. Mas as palavras, estas sim, bíblicas, da anunciação do anjo a Maria, «cheia de graça, o Senhor está contigo», dizem já a comunhão total com Deus que significa a Assunção. Muito cedo, com efeito, os cristãos tiveram o pressentimento que a Mãe de Deus, preservada de todo o pecado, não poderia ter conhecido a corrupção da morte. Para saber mais clicar AQUI.
                                  Assumir a carne, do nascimento à assunção
A Festa da Assunção de Maria ao seio de Deus, na sua plenitude humana, isto é, em corpo e alma, põe uma das mais significativas teses acerca da grandeza antropológica de isso que é ser-se propriamente humano. Ao ser assumida na sua humana inteireza, Maria passa a ser o paradigma do que é ser-se humano, simples, mas plenamente humano, em termos da antropologia cristã. Para saber mais clicar AQUI
                               Assunção da Virgem: Espiritualidade, arte e cultura
Durante muitos séculos a solenidade da Assunção foi celebrada na Igreja católica sem qualquer definição doutrinal formal. Na maior parte dos lugares era a principal festa da Bem-aventurada Virgem Maria e é a padroeira de muitas das grandes catedrais marianas, como a de Notre Dame, em Paris. Que Maria foi «assunta ao céu, em corpo e alma», tornou-se um ensinamento oficial da Igreja católica em 1950, quando o papa Pio XII promulgou a bula “Munificentissimus Deus”. Para saber mais clicar AQUI.




segunda-feira, 30 de março de 2020

30 museus virtuais para você visitar sem sair de casa

Em tempos de quarentena, cancelamentos de voos e fechamento de fronteiras, pode ser bastante difícil encarar os próximos dias em isolamento e deixar para depois alguns sonhos de viagem. Que tal então “embarcar” para novos destinos por meio de viagens virtuais? Diversos museus em todo o mundo oferecem visitas a galerias e principais obras de arte online. Aproveite o tempo em casa para passear pelos corredores de lugares maravilhosos como o Louvre, em Paris; o Metropolitan, em NY; e o MASP, em São Paulo. É uma ótima maneira de não se isolar completamente do mundo e ainda se manter conectado com a cultura e a arte. É um alento em dias tão difíceis e você ainda sairá dessa expert em grandes artistas. Ah! E tudo sem fila e de graça. Bora passear, mesmo que virtualmente, clicando AQUI.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

ESPIRITUALIDADE: “Carta a um religioso”: 35 perguntas de Simone Weil sem resposta

Todo este itinerário pessoal e espiritual, aparentemente descentrado e distante do cristianismo e da Igreja, é precisamente o que acabará por conduzi-la até Jesus Cristo, porque tudo aquilo que de verdadeiramente humano ela estudou, conheceu e amou, ainda que de forma não consciente, lhe falava d’Ele. Na realidade, “Carta a um religioso” é um apelo à Igreja católica, um chamamento a romper toda a separação e indiferença entre cristianismo e cultura. Para saber mais clicar AQUI.

quinta-feira, 11 de julho de 2019

EFEMÉRIDE/RECORDAÇÃO/CELEBRAÇÃO: 11 de Julho, dia de S. Bento,

Nasceu na Itália, em 480. Bento foi mandado para Roma pela sua família, para que se aprofundasse nos estudos. Porém, ele se decepcionou com a decadência da população da cidade e se isolou do mundo, indo morar em uma gruta. Com o tempo, muitas pessoas passaram a procurá-lo para pedir conselhos sobre a vida espiritual!
Após se decepcionar com a população, São Bento fugiu do lugar e iniciou uma jornada em busca de respostas para suas dúvidas. Conheceu um monge que lhe deu um hábito de frade e depois escolheu a isolada gruta para viver. Quando abandonou o local, passou a defender regras rígidas para uma vida voltada para a religião e para a reflexão. Foi chamado para liderar alguns monges. Porém, suas duras regras desagradaram alguns destes homens que tentaram envenená-lo, colocando substâncias perigosas em seu vinho. Porém, antes de beber, Bento estendeu a mão e abençoou as taças. Ao fazer isso, a taça envenenada estourou. Ele então se afastou do local e partiu em busca de homens dispostos a servirem à Deus à maneira de São Bento!
São Bento foi convidado a ser líder de um mosteiro. Porém, a rigidez de suas normas, desagradaram alguns dos homens que lá viviam e estes tentaram assassinar Bento, colocando veneno em sua taça de vinho. Antes de ingerir a bebida, São Bento estendeu a mão para abençoar as taças e justamente o cálice que continha a bebida envenenada, explodiu diante de todos. Após mais esta decepção. Bento partiu do local e foi habitar um antigo e abandonado mosteiro. Reuniu novos frades e iniciou sua ordem religiosa! 
Naquela época na Europa, existiam muitas ruínas de mosteiros e catedrais abandonadas. Bento então reúne novos homens que desejavam seguir a vida religiosa e inicia a restauração destes locais e simultaneamente, monta um esquema para a auto sustentação dos mesmos. Segundo as normas de São Bento, cada mosteiro teria 12 monges. Estes teriam que trabalhar para que o local tivesse plantações e equipamentos de cozinha para alimentar todos que lá viviam. Os monges se entregariam somente ao trabalho e as orações. Novamente, a determinação de Bento provocou inimizades e um padre de uma igreja próxima tenta envenená-lo. Bento abandona a região e segue para o Monte Cassino. Por volta de 529 funda o primeiro mosteiro de sua ordem.
APÓS SOFRER UM ATENTADO CONTRA SUA VIDA, SÃO BENTO REUNIU UM NOVO GRUPO DE HOMENS FIÉIS, PASSOU A RESTAURAR ANTIGAS RUÍNAS QUE TRANSFORMOU EM MOSTEIROS E IMPÔS SUAS REGRAS PARA ESTES LUGARES. CADA MOSTEIRO SERIA AUTO SUSTENTÁVEL, COM 12 MONGES, QUE VIVERIAM APENAS DO TRABALHO E ORAÇÕES. SEU ALIMENTO E SUAS ROUPAS SERIAM FABRICADOS POR ELES PRÓPRIOS E ISSO CAUSOU MAIS UMA DESAVENÇA!
As normas impostas por São Bento mais uma vez desagradaram outros sacerdotes. Por esta razão, novamente São Bento sofreu uma tentativa de assassinato. Após o ocorrido, Bento parte rumo a região de Monte Cassino, aonde funda oficialmente o primeiro mosteiro de sua ordem. Que futuramente se chamaria Ordem dos Beneditinos. A inveja mais uma vez se fez presente e novamente Bento passaria por uma decepção e pela sua coragem e perseverança.
Após fundar o primeiro mosteiro de sua ordem, outros sacerdotes novamente ficaram tomados pela inveja e novamente atentaram contra a vida dele. Recebeu como presente um pão envenenado. Mas da mesma forma que Deus o livrou do mal quando Bento foi tomar uma taça de vinho envenenada e ao abençoar os cálices o que tinha veneno explodiu, desta vez, entregou o pão para um corvo que constantemente vinha comer de sua mão e pediu que o animal levasse o alimento envenenado para longe. Existe uma história que logo após a este fato, o homem que lhe enviou aquele pão estava em uma sacada que desabou o levando a morte. Um dos seguidores de Bento teria comemorado o fato e foi fortemente repreendido por ele, que chorou pela morte do homem e também por um de seus fiéis comemorar este fato. No ano de 534 escreveu as regras para seus mosteiros, chamadas de Regras de São Bento.

O monaquismo beneditino deu grande contribuição no âmbito alimentar à cultura ocidental, influenciando ao longo dos séculos as tradições e os hábitos que ainda hoje se seguem à mesa. Alguns dos produtos que são símbolo da tradição gastronómica foram originariamente elaborados nas cozinhas monásticas. A mesa da Regra de S. Bento é simples e sóbria, onde se come de modo saudável e equilibrado, sem excessos e sem desperdícios, com respeito e reconhecimento por quem produziu os alimentos e por quem amorosamente os preparou e cozinhou. Para saber mais clicar AQUI.
São Bento e a evangelização da Europa
Enquanto o mundo envelhecia no vício, enquanto a Itália e a Europa ostentavam o tremendo espetáculo de um campo de batalha para os povos em conflito, e as instituições monásticas [...] eram menos fortes que o necessário para conseguirem resistir [...], Bento testemunhou, através da sua notável ação e da sua santidade, a eterna juventude da Igreja. Pela palavra e pelo exemplo da disciplina dos costumes, restaurou a vida religiosa e rodeou-a de uma muralha de leis eficazes e santificadoras. Mais ainda: ele próprio e os seus discípulos fizeram passar os povos bárbaros, de um género de vida selvagem, a uma cultura humana e cristã. Convertendo-os à virtude, ao trabalho, às ocupações pacíficas das artes e das letras, uniram-nos entre si pelos laços das relações sociais e da caridade fraterna. [...]
No Monte Cassino brilhou uma nova luz que, alimentada pelos ensinamentos e a civilização dos antigos, e principalmente aquecida pela doutrina cristã, iluminou os povos e as nações que erravam sem destino, congregando-os e dirigindo-os para a verdade e para o bom caminho. [...]
Foi aí que Bento levou a instituição monástica a um género de perfeição que se esforçava há muito por alcançar pessoalmente, através da oração, da meditação e da experiência. Parece ter sido esse, com efeito, o papel especial e essencial que lhe foi confiado pela Divina Providência: não tanto levar o ideal da vida monástica do Oriente para o Ocidente, quanto harmonizá-lo e adaptá-lo com alegria ao temperamento, às necessidades e aos hábitos dos povos de Itália e de toda a Europa. Foi, pois, através dos seus cuidados que, à serena doutrina ascética que florescia nos mosteiros do Oriente, veio juntar-se a prática de uma atividade incessante, que permitia «comunicar aos outros as verdades contempladas», e que, para além de tornar férteis terras incultas, produzia frutos espirituais pelo trabalho do apostolado.

Venerável Pio XII (1876-1958)
papa
Encíclica «Fulgens radiatur», de 21/03/1947

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

ESPIRITUALIDADE: COMUNICAR A FÉ EXIGE LINGUAGEM ADEQUADA E ATUAL

Este mês, o Papa Francisco pede aos responsáveis pela transmissão da fé que encontrem a linguagem e os meios adequados para chegar a cada pessoa.
“Rezemos para que as pessoas dedicadas ao serviço da transmissão da fé encontrem uma linguagem adaptada ao presente, em diálogo com a cultura, em diálogo com o coração das pessoas e sobretudo escutando muito”, sustenta o Santo Padre, na edição de dezembro de O Vídeo do Papa, promovido pela sua Rede Mundial de Oração.
Francisco realça a importância de saber escutar na hora de comunicar e convida-nos a adaptarmo-nos a cada contexto, tal como fazia Jesus.  Mais informação...

quarta-feira, 13 de junho de 2018

LIVRO&LEITURA: "Aos jovens, sobre como tirar proveito da literatura"


«O grande S. Basílio de Cesareia mostra bem que quanto mais nos aproximamos das origens do cristianismo melhor percebemos o que pode ser o seu futuro. Por isso, este livro, que Miguel Cabedo e Vasconcelos cuidadosamente traduziu, é uma preciosa bússola ao nosso alcance.» A obra constitui também um contributo para o «decisivo diálogo teológico e cristão com todas as literaturas e culturas e à tradução do humano que nestas também superiormente se diz». Para saber mais, clicar AQUI.

quarta-feira, 23 de maio de 2018

FILME&CINEMA: "O Labirinto da Saudade"

“O Labirinto da Saudade”, de Miguel Gonçalves Mendes, adapta a obra homónima de Eduardo Lourenço e transporta os espectadores por uma viagem através da cabeça do pensador português, com o próprio como protagonista e narrador da história, percorrendo os caminhos da memória e cruzando-se com personalidades da cultura, com quem troca breves diálogos em busca da resposta à questão “o que é ser português”. Para saber mais, clicar AQUI, AQUI e AQUI.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

LIVRO&LEITURA: "A fé da Igreja"

À complexa relação entre fé e culturas chamamos, genericamente, inculturação da fé. Na realidade, a fé não existe em "estado puro", como se fosse uma realidade em si, não articulada culturalmente. E isso em nenhuma fase da história do cristianismo, sendo os próprios textos do Novo Testamento já efeito de uma inculturação da fé em Jesus Cristo, tal como vivida pelos seus discípulos e pelos primeiros cristãos. Saiba mais clicando AQUI

sexta-feira, 29 de julho de 2016

EDUCAÇÃO&FORMAÇÃO: Ignorância é a primeira causa do ódio fundamentalista; combate exige educação e cultura

«Hoje somos plurais e diversos, esta é a nossa riqueza, mas as nossas raízes mergulham num passado que nos é comum, tornando-nos parte de uma só humanidade. Como arqueólogo e historiador tenho o privilégio de reconhecer na diversidade entre as culturas uma herança que pertence a toda a humanidade. Esta consciência é mais que nunca determinante na construção da paz. Só a ignorância da história, só a falta de conhecimento daquilo que já nos coloca em comum impede de partilhar o presente com o outro.» Entrevista ao diretor do Museu do Bardo, em Tunes AQUI.

terça-feira, 21 de junho de 2016

"CULTURA&ECONOMIA: implicações e desafios", 12.ª Jornada Nacional da Pastoral da Cultura

Cultura e Economia: distintas ou convergentes?
Não se reconhece cada vez mais – da universidade à empresa, dos centros de governação aos círculos de opinião, dos movimentos associativos às manifestações de cidadania – que a cultura é fator fulcral do conhecimento (integrante) irredutível à informação (especializada), do desenvolvimento humano (individual, social) irredutível ao crescimento económico, da participação cívica irredutível à passividade pública e ao espectarismo lúdico? Para saber mais, clicar AQUI
«Este capitalismo tem uma dimensão tumoral, patológica, cancerosa e transforma a economia na economia do inumano»
«O mercado devorou literalmente o trabalho», pelo que «a pessoa não é o referencial da atividade económica», sustentou, acrescentando que na «semântica do capitalismo» não se fala «em pessoas, mas em capital humano, em factor de produção trabalho, recursos humanos», afirmou o diretor do Instituto de Contabilidade e Administração de Coimbra. Para saber mais, clicar AQUI
Valorizar a cultura implica análise de custos, mas também «possibilidades de transcendência»




«Uma sociedade será, seguramente, muito mais pobre se não houver diversidade e se existir apenas, em termos culturais, aquilo que as pessoas gostem. As pessoas não podem gostar do que não conhecem; portanto, se damos o que elas gostam, estamos necessariamente a empobrecer», defendeu a vice-reitora da Universidade de Coimbra. Para saber mais, clicar AQUI
Importância da cultura na economia «abre aos católicos um campo extraordinário de intervenção»


Os desafios colocados hoje às empresas, que têm em comum o protagonismo dado ao ser humano, «abrem aos católicos um campo extraordinário de intervenção», que eles estão em «condições de vencer», considera o presidente da Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva. Para saber mais, clicar AQUI

sexta-feira, 10 de junho de 2016

LIVRO&LEITURA: "Simone Weil - Mística de fronteira"


Testemunha da experiência de Deus no chamado «século sem Deus», a vida de Simone Weil foi «uma tentativa dolorosa e, ao mesmo tempo, subversiva de salvar a dialética entre cultura e santidade, encaminhando-a para uma dialógica e encontrando na “santa loucura” um caminho de pulsão de vida para o mundo». Nestas linhas introdutórias, esboçam-se as traves mestras que irão articular os principais capítulos desta obra. Para saber mais, clicar AQUI

terça-feira, 24 de maio de 2016

LAZER&CULTURA:Igreja ao serviço da espiritualidade, cultura e turismo

A instituição sublinha que esta «oferta cultural» na Cidade Invicta, oferecendo ao meio-dia concertos «gratuitos, diários, sem interrupções, sempre no mesmo horário e muitas vezes com os dois órgãos em simultâneo», é «inovadora em Portugal». Para saber mais, clicar AQUI.

terça-feira, 13 de outubro de 2015

REFLEXÃO/ATENÇÃO/MEDITAÇÃO: "Tempo de cultura, tempo de família"

Seguindo o tema do encontro, família e cultura, o pai de quatro filhos, autor de livros infantis, defendeu que entre os três polos geralmente associados à cultura – inteligência, conhecimento e sabedoria -, prefere colocar este no topo da hierarquia, enquanto ponte entre estética e ética. Ler mais em:

segunda-feira, 2 de março de 2015

ESPIRITUALIDADE: Quaresma e Tríduo Pascal: Rito, fé e cultura

Da Quaresma, que começa na Quarta-feira de Cinzas e termina na termina pela tarde de Quinta-Feira Santa, antes da missa vespertina da Ceia do Senhor, ao Tríduo Pascal, ponto culminante do ano litúrgico que se inicia com esta eucaristia e conclui no domingo de Páscoa, apresentamos algumas das celebrações e ritos católicos da Igreja que, não raro, marcam também as sociedades com raízes ligadas ao cristianismo.
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terça-feira, 11 de março de 2014

REFLEXÃO/MEDITAÇÃO/ATENÇÃO: princípio personalista

«Economia» é uma palavra grega que significa «a lei da casa» do mundo, na qual devem ser consideradas antes de tudo as pessoas antes de qualquer realidade financeira. Finança e economia não são, por isso, sinónimos. O elemento fundamental é reconhecer que a figura central que domina o horizonte é a pessoa humana. A finança é apenas um instrumento que deve estar ao serviço da economia, que é a regra da vida social de toda a humanidade. Em momentos difíceis há a necessidade de recuperar alguns valores culturais e éticos fundadores. Enquanto homem de Igreja e exegeta bíblico, gostaria de partir da visão cristã profundamente inervada no interior da sociedade e da cultura, ao ponto de constituir uma presença imprescindível. Com efeito, como é sabido, a tese central do cristianismo permanece na incarnação: «O Verbo fez-se carne» (João 1, 14). Portanto, no cristianismo há um entrelaçamento entre fé e história, e, por isso, um contacto entre religião e vida política e social.
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sábado, 8 de fevereiro de 2014

(in)PRENSA semanal: a minha selecção!

Para quem, que por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.
15.524 cegos
"Discurso geracional" e guerra aos "velhos"
Estado deu 8,8 milhões para FPF pagar dívida fiscal de clubes
Estado injetou mais 510 milhões... no antigo BPN
Despesas mensais (também) contam para 'Fatura da Sorte'
Contribuintes com dívidas ao fisco vão poder receber prémio do sorteio das facturas
Ian Thorpe hospitalizado após ser encontrado a deambular na rua
Dica Saiba como carregar um smartphone em tempo recorde
«Meus amigos, socorro»: Apelo do Abbé Pierre em favor dos sem-abrigo foi lançado há 60 anos
Papa Francisco condena o luxo, o dinheiro e o poder
Leilão de "Harley Papal" rende 240 mil euros à Cáritas
Saúde Mais de 80% dos portugueses arrisca sofrer AVC ou enfarte
Onde o Estado engorda e pobres não são pobres
Dalai Lama elogia trabalho de missionários cristãos
Papa recebe mulher que inspirou o filme "Philomena"
"Cada país deve decidir em referendo saída do euro"
Marinho e Pinto ataca Governo "composto de lobbies"
Médico alemão salva vida inspirando-se em 'House'
Tribunal alemão questiona compra de dívida pelo BCE
É a cultura, estúpidos!
Fernando Tordo emigra para o Brasil no dia 18
O Papa e o maldito sexo. 1

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

REFLEXÃO/MEDITAÇÃO/ATENÇÃO várias

Em cada dia deixa-te tocar por alguém ou por alguma coisa
Falamos pouco do Evangelho da Alegria e, entre tudo aquilo que assumimos como dever, como tarefa, raramente ele está. O dever da alegria, estarmos quotidianamente hipotecados à alegria, enviados em nome da alegria, não nos é tantas vezes recordado quanto devia. As nossas liturgias, pregações, catequeses e pastorais abordam a alegria quase com pudor. Definimo-nos culturalmente como homo faber, homem artesão, fabricante, aquele que se realiza na própria ação. E distanciamos da nossa própria vida o horizonte do homo festivus, isto é, o que é capaz de celebrar, aquele que conduz a criação à sua plenitude.
Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/em_cada_dia_deixa_te_tocar_por_alguem_ou_alguma_coisa.html

Onde está o teu tesouro?
«Depois de anos e anos de dura miséria que, no entanto, não tinham beliscado a sua confiança em Deus, Eisik teve em sonhos a ordem de ir a Praga buscar um tesouro que estava enterrado debaixo da ponte do palácio real. Como o sonho se repetiu por três vezes, pôs-se a caminho e andou, andou, andou até que chegou a Praga. Mas a ponte era vigiada dia e noite pelas sentinelas que guardavam o palácio… E Eisik não teve coragem de escavar no local indicado. Todavia, voltava à ponte todas as manhãs e ficava ali às voltas até ao entardecer. Um dia, o capitão da guarda, que tinha notado as suas idas e voltas, aproximou-se e perguntou-lhe simpaticamente se tinha perdido alguma coisa ou se estava à espera de alguém. Eisik contou-lhe então o sonho que o tinha trazido da sua longínqua terra até ali. E o capitão desatou a rir: “E tu, pobre homem, por dar crédito a um sonho vieste a pé até aqui? Ah, ah, ah! Estás arrumado se te fias em sonhos!» A Cáritas Portuguesa lançou este mês o segundo número da segunda série da sua revista, onde lemos a história de um homem que deixa tudo à procura de um tesouro e que acaba por ser surpreendido…
Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/onde_esta_o_teu_tesouro.html

O valor da pessoa humana na cultura atual
A comunicação social traz ao nosso alcance diariamente guerras civis como na Siria, com tonalidades de discriminação religiosa como no Egito, violações e homicídios de membros da mesma família, assaltos violentos permanentes e de vária ordem, recorrendo mesmo à eliminação daquele a quem se pretende espoliar, corrupção que deteriora o bem comum e muitas outras situações. Em cada verão somos acometidos com imagens desesperantes de quem pelo fogo sente a perda de todos os seus haveres e em muitas situações a morte daqueles que se dedicam a salvar vidas. Acresce ainda, no inicio de cada ano escolar, o desespero de tantos professores que vendo-se sem local para lecionar sentem a sua dignidade ferida por falta de ocupação e o futuro, seu e da sua família, em risco por falta de meios de sobrevivência. Na cultura atual que exaltou a autonomia do homem e que viu nas suas capacidades pessoais a única resposta para um futuro promissor, exige-se avaliar as causas profundas de todas estas situações.
Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/o_valor_da_pessoa_humana_na_cultura_atual.html

A coragem
O problema é que pensamos que não temos coragem. Por isso, todos nós devemos fazer com que ela se manifeste. Às vezes, bastam uns gramas a mais de coragem para vencer. Nunca abandones o desafio nem te dês por vencido. Para, repousa, para voltares a partir com mais coragem. Não te deixes deprimir quando tudo parece não andar como deve ser: para e espera. Em silêncio. E a coragem voltará. Estás à procura do lugar certo onde encontrar a coragem? Não está em lugar algum! Está em ti! Está dentro de ti, sem exceção. Ainda ninguém conhece com precisão o enorme potencial do nosso cérebro. Nunca nos esqueçamos de que somos criaturas divinas, feitas «à sua imagem».
Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/a_coragem.html