A humanidade em ato tem consistido numa sucessão de atos com os quais essa mesma humanidade se constrói de forma tanto mais humana quanto mais crítica: é neste sentido que a humanidade tem sido sempre um ato crítico, tem sido sempre algo «em crise». Pondo a questão de forma não diplomática: será que a crise humana, de agora e de sempre, não consiste na tendência bestial sempre demonstrada pela humanidade? Para saber mais clicar AQUI.
«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
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quarta-feira, 24 de outubro de 2018
ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: Das virtudes
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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017
REFLEXÃO/ATENÇÃO/MEDITAÇÃO: Alguém perguntou a...
...Mahatma Gandhi quais os factores que destroem os seres humanos. Eis a sua resposta e respectivos exemplos; estes, da minha "lavra" e responsabilidade:
Entretanto Arun Gandhi, seu neto, a quem ele oferecera, escrita num pedaço de papel no dia em que pela última vez estiveram juntos pouco antes do seu assassinato, acrescenta, a esta lista, um oitavo erro:
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domingo, 27 de novembro de 2011
"Mão invisível": esta sim, a causa das "causas da cousa"
Cousa que, tal como crise, também começa pela letra "c" e se escreve com 5 letrinhas apenas.
Miguel Alvim, Infovitae, 1550, 24.Nov.2011
Nunca como hoje, na Europa e no chamado Ocidente capitalista, se teve melhor percepção do conceito de “mão invisível”.
Miguel Alvim, Infovitae, 1550, 24.Nov.2011
Nunca como hoje, na Europa e no chamado Ocidente capitalista, se teve melhor percepção do conceito de “mão invisível”.
Algo está realmente mal e não funciona.
Será na economia?
São os mercados?
Não são.
São as pessoas.
Tudo se passa e se decide nesse “território” básico e natural da moral e da ética que é a pessoa humana.
O mais, são meros desenvolvimentos dessa realidade ontológica preliminar constitutiva.
Como pretender e reclamar uma economia saudável, se as pessoas que precisamente actuam no mercado e nos mercados não são sérias?
Como assegurar a vitalidade da família e o bom funcionamento dos sistemas públicos, da saúde à justiça, da regulação e da supervisão bancária à educação, se as pessoas subvertem, enganam e mentem, desviam e roubam, não zelam, não cumprem, não pagam, não se comprometem, não se esforçam, não amam, não cuidam do outro e abortam?
Os exemplos são múltiplos, mas relevam todos do mesmo sintoma de falha espiritual: do carácter (ou da falta dele), da alma, do bom propósito.
A lei positiva, por si só, não tem qualquer validade para além da meramente formal que resulta de um dado compromisso social no tempo e no espaço, se não for, rigorosamente, o reflexo de um conjunto de princípios e valores humanos imutáveis.
O verdadeiro sentido da “mão invisível” não está tanto no jogo no mercado da oferta e da procura.
São essas operações instrumentais, materiais.
A verdadeira, a única “mão invisível” está no ser e na pessoa boa, recta e responsável.
Mais de 30 anos de socialismo ateu e relativista em Portugal e na Europa deram nisto.
Não se queixem.
Mudem.
E já agora, quando se fala tanto de recursos e riquezas naturais que, supostamente, a Europa não tem: as pessoas bem formadas são os nossos diamantes.
E a nossa melhor energia, eternamente renovável, chama-se Jesus Cristo.
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