"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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terça-feira, 11 de maio de 2021

ESPIRITUALIDADE: Rosário: Dos santos aos papas, de Mozart a Fátima

No mês de maio, o povo cristão, armado de “grinaldas”, redescobre o rosto de Jesus na escola da Virgem Maria, a Rainha do Santo Rosário. Rosário é o substantivo proveniente do latim “rosarium”, roseiral, jardim de rosas, que a partir do contexto do monaquismo do século XII, com os Cartuxos e os Cistercienses, e ainda antes no século IX nos mosteiros da Irlanda, assume a conotação religiosa, marcada em especial pelo uso de colocar uma coroa ou grinalda de rosas nas imagens de Nossa Senhora, simbolizando as muitas orações perfumadas oferecidas a Maria, a que se seguiu a utilização do cordão de contas como instrumento para a recitação. Para saber mais, clicar AQUI.

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

EFEMÉRIDE/COMEMORAÇÃO/RECORDAÇÃO: Jornal do Vaticano evoca escritor Alexander Soljenítsin

Passaram 10 anos sobre a morte de Alexander Soljenítsin (3.8.2008), e a 11 de dezembro assinalar-se-ão os 100 anos do seu nascimento. O valor que tinha em vida não diminuiu após o seu desaparecimento. Aliás, onde as paixões políticas deixaram espaço a um juízo mais racional, a evidência do seu valor tornou-se clara: o escritor marcou a história do século XX pelo olhar que teve sobre o ser humano, um olhar que soube mostrar a sua inexauribilidade, inclusive quando tudo parecia condenar o homem e reduzi-lo a um mísero grão de areia, varrido pela aleatoriedade dos acontecimentos ou triturado pela máquina do poder. Para saber mais, clicar AQUI.

terça-feira, 19 de junho de 2018

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

REFLEXÃO/ATENÇÃO/MEDITAÇÃO: PENSAMENTOS



* As boas acções refrescam o sangue e dão sonhos felizes - F. Pananti.


* A cólera é uma rajada de vento que apaga a lâmpada da inteligência. - Ingersoll


* Tudo o que se come sem necessidade é roubado ao estômago dos pobres - M. Gandhi


* Quem compra o supérfluo não tardará a ver-se obrigado a vender o necessário. - B. Franclin


* As pessoas são como os vinhos. A idade envinagra os maus e melhora os bons. - Cícero


* O contrário de um povo cristão é um povo triste, um povo de velhos envinagrados. - G. Bernanos


* O homem só tem o direito de olhar para o outro de cima para baixo, se for para o ajudar a levantar-se. - Gabriel Garcia Marquez

sábado, 13 de outubro de 2012

(in)PRENSA semanal: a minha selecção

Para quem, que por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA: a minha selecção" que aí virão.

António Borges "nunca trabalhou na vida"
http://expresso.sapo.pt/antonio-borges-nunca-trabalhou-na-vida=f756829
Talvez o pior discurso do mundo
http://expresso.sapo.pt//talvez-o-pior-discurso-do-mundo=f758137?utm_source=newsletter&utm_medium=mail&utm_campaign=newsletter&utm_content=2012-10-06
Cavaco podia? Podia... mas não era a mesma coisa
http://expresso.sapo.pt/cavaco-podia-podia-mas-nao-era-a-mesma-coisa=f758306#ixzz28WssrsYE
António Borges é ignorante e mentiroso, prova-o Eugénio Rosa