"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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sábado, 29 de março de 2025

(in)PRENSA semanal (22/03/2025 a 28-03-2025): a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.




China revela um cortador de cabos submarinos — que pode alterar a ordem mundial
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Nova IA deteta cancro com mais de 99% de precisão
Perspetivas económicas
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Incompetência ou alcoolismo? Falha de segurança é enorme embaraço para os EUA
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Recomendações de emergência revelam "paranoia" em Bruxelas
Lula diz que Trump "não é o xerife do mundo" e ameaça tarifas recíprocas do Brasil
Mao Tse Tung, outra vez arroz. Quando o PSD também recebeu denúncias por um cartaz
“Super Pé-de-Meia”: 40 milhões de euros por dia!
Quem é a "senhora das flores amarelas" reconhecida pelo Papa da janela do hospital?
“Rússia prepara ataque no flanco leste da NATO”, avisa o presidente da Airbus

sábado, 19 de agosto de 2023

(in)PRENSA semanal (12 - 08-2023 a 18-08-2023): a minha selecção!

 Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSAsemanal: a minha selecção!" que aí virão.


Fraude no Facebook: “O teu amigo acaba de morrer num acidente”
JMJ vs. Euro 2004. E o investimento “mais barato de sempre” em Lisboa
Ironicamente, a Rússia está a ser um dos principais fornecedores de armas da Ucrânia
Estudo descobre ligação entre medicamentos para azia e demência
Rússia: a maldição de Agosto voltou
Reino Unido faz ultimato aos bancos nos juros dos depósitos
Não temos Estadistas nem governantes… e só queríamos melhores condições de vida
A democracia e os seus adversários
Trump. Quarta acusação criminal pode estar iminente
Paulo Fonseca apela a que Benfica e Braga não façam negócios com clubes russos
Fake news. André Ventura partilha (e mantém) no Twitter notícia que nunca foi publicada
Doença X: vacina para a próxima pandemia já está a ser desenvolvida
Oito aviões russos interceptados próximo de espaço aéreo da NATO
Será a bagagem coisa do passado? Viagens “ultraleves” ganham popularidade
A água não resulta: o que são estes incêndios de sexta geração?
Criador da sigla BRICS diz que moeda única daqueles países é uma ideia “ridícula”
“As mulheres não têm direitos, deixaram de ter uma existência no Afeganistão”
A Rússia volta-se para África
Muçulmanos atacam igrejas no Paquistão após acusarem cristãos de profanar Corão
Dezenas de pessoas morrem à fome em piroga resgatada em Cabo Verde
“Putin decidiu destruir a central nuclear de Zaporizhia”
Defesas anti-aéreas russas abatem mais um drone ucraniano em Moscovo
Variante Éris. Portugal não registava tantos casos de Covid-19 desde o Natal
A universalidade dos direitos humanos
Morreu misteriosamente o General que sabia os segredos do palácio de Putin
Corrupção entre OMS e empresa de fachada da Coca-Cola (com aspartame no centro)

segunda-feira, 9 de janeiro de 2023

Desafios do TikTok são “barril de pólvora”: especialistas defendem “maior controlo” da idade de acesso e proteção dos “mais vulneráveis”

São muitos os desafios perigosos que circulam no Tik Tok. Especialistas explicam por que razão são tão "aliciantes" e alertam para a necessidade de serem implementadas medidas para garantir que a rede social é "segura". "O modelo de funcionamento do TikTok é ótimo para o negócio, mas pode não ser o melhor para os utilizadores", diz João Nuno Faria, psicólogo especialista em comportamentos online. Pais devem "supervisionar" a utilização das redes sociais. Para saber mais clicar AQUI.

sábado, 13 de maio de 2017

inPRENSA semanal: a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.



Papa Francisco, a Igreja e Fátima no olhar de Pacheco Pereira e Daniel Oliveira
"Nunca vi o Jorge sorrir". A dura história de Francisco, o Papa do povo
Papa alerta para crescimento de uma "cultura de destruição" no mundo
Papa lastima que se chame «mãe» a uma bomba e diz que é preciso reaprender a «mansidão»
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Papa lastima que se chame «mãe» a uma bomba e diz que é preciso reaprender a «mansidão»
Oiça os favoritos a ganhar o festival da Canção
http://www.dn.pt/media/interior/oica-os-favoritos-a-ganhar-o-festival-da-cancao-7584096.html
Os desafios do Presidente Macron
Alívio na incerteza
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Governo tem de pagar 23,5 mil milhões em dívida de Sócrates até 2019
https://zap.aeiou.pt/governo-pagar-235-mil-milhoes-divida-socrates-ate-2019-158628
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Reformular a Zona Euro?

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

REFLEXÃO/ATENÇÃO/MEDITAÇÃO: Alguém perguntou a...

...Mahatma Gandhi quais os factores que destroem os seres humanos. Eis a sua resposta e respectivos exemplos; estes, da minha "lavra" e responsabilidade:

A Política sem princípiosaqui e aquipor exemplo. 
O Prazer sem compromisso: aqui e aqui, por exemplo.
A Riqueza sem trabalho: aqui e aqui, por exemplo.
A Sabedoria, sem carácteraqui e aqui&aqui, por exemplo.
Os Negócios, sem moral: aqui e aqui, por exemplo.
A Ciência sem humanidade: aqui e aqui por exemplo.
A Oração, sem caridade: aqui e aqui, por exemplo.
Entretanto Arun Gandhi, seu neto, a quem ele oferecera, escrita num pedaço de papel no dia em que pela última vez estiveram juntos pouco antes do seu assassinato, acrescenta, a esta lista, um oitavo erro:
Direito sem responsabilidade: aqui e aqui, um exemplo.

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

REFLEXÃO/ATENÇÃO/MEDITAÇÃO várias

«É muito breve e atormentada a vida daqueles que esquecem o passado, negligenciam o presente, temem o futuro: quando chegarem ao fim, compreenderão tarde, desgraçados, que estiveram atarefados tanto tempo enquanto não faziam nada.». Para saber mais, clicar AQUI








O "capitalismo das emoções" leva-nos a produzir, mesmo cinicamente, conteúdos que podem tornar-se rapidamente virais, sem outra ordem de considerações a não ser a quantitativa, em perspetiva autorreferencial. Sim, porque tudo isto, mesmo que não nos agrade ouvir dizer, é filho de um individualismo radical onde já nada conta verdadeiramente, para além de mim. Portanto não há solidariedade, compaixão, respeito. Para saber mais, clicar AQUI






Murmurações que são contestações ao guia, à autoridade, mas não dirigidas diretamente ao destinatário, antes movidas às escondidas, quando é possível fazer juízos, aumentar factos ocorridos, manipulá-los, não existindo o sacrossanto direito de explicar, defender-se ou aceitar humildemente a crítica. No Novo Testamento, além das murmurações dirigidas contra Jesus por parte dos seus adversários ou pelas multidões, é impressionante notar com quanta insistência os escritos apostólicos advertem contra este terrível vício.  Para saber mais, clicar AQUI.

sexta-feira, 30 de março de 2012

CRISE de VALORES: a mais preocupante

Este país atravessa uma grave crise, é certo, mas não é a económica que mais me preocupa. A crise de valores que atravessamos é bem mais corrosiva e decadente do que qualquer outra.
Ontem passava no telejornal uma reportagem cuja personagem principal era uma mulher, licenciada e com um rendimento de ?1750/mês, que tinha contraído uma dívida total de cerca de 60 mil euros em créditos ao consumo. À pergunta "porquê?" respondeu "porque todos o fazem, não é?". Não, não é, minha amiga. Do sítio de onde eu venho não se pedem créditos para ir 15 dias para o Algarve, para comprar malas ou um LED para a sala. Do sítio de onde eu venho o lema principal é básico "quem não tem dinheiro não tem vícios".

Esta necessidade de mostrar, de ostentar, de ter porque os outros têm é coisa para me magoar a alma.
Quando, ainda criança, chegava aos meus pais e lhes pedia qualquer coisa e eles negavam, eu argumentava "mas a Y ou o X têm", a resposta era sempre a mesma "tu não és a Y/X e aqui em casa não se vive segundo as regras dos vizinhos". E, meus amigos, aquilo funcionou tão bem no objectivo essencial de me tornar um adulto com reais percepções sobre o que é a realidade que me rodeia.

Se eu gostava muito de correr mundo, de poder comprar mais, de ir a mais lugares? Claro que sim. Mas não posso e por isso não faço depender a minha felicidade dessas mesmas coisas.
No fundo, o que me custa perceber é que este mundo está cada vez mais pejado de pobres de espírito, influenciados por mexericos de redes sociais e anúncios de tv, cujo principal objectivo é ter e parecer, sem opinião própria, cujos gostos são estereotipados por uma qualquer revista ou blogger famosa ou tão somente pela vizinha da frente. E que isto começa cada vez mais cedo sem que os responsáveis educativos mexam uma palha para contrariar esta tendência.

E, sem nos darmos conta, estamos a criar pequenos seres autoritários, dependentes de futilidades, presos a títulos e com uma total ausência de valores fundamentais.

Quando estava na faculdade contava todos os patacos para não sobrecarregar os meus pais, tinha 3/4 pares de sapatos e duas malas. Às vezes chegava a sentir-me culpada quando comprava algo que não fosse essencial (e que normalmente era resultado de uma poupança ou um dinheirinho extra que alguém me dava). Hoje vejo míudas que nunca fizeram nada na vida além de passearem os livros a comprar cremes e maquilhagem topo de gama, a exigirem a roupa das marcas mais fashion, os míudos com notebooks topo de gama a gastarem o equivalente à minha mesada naquela idade numa noite de copos, isto tudo enquanto os pais pagam o crédito da casa, do carro, do frigorífico, das últimas férias às Maldivas e sem que ninguem veja nada de errado nestes comportamentos.

E, Senhores, é desta crise que eu tenho realmente medo.