«Por detrás da brevidade de cada um dos textos reunidos no livro esconde-se uma profundidade que suscita a reflexão. Seja sob a importância do recomeço, a necessidade da entrega ou o dom da compaixão»: “Rezar de olhos abertos”, o mais recente livro do cardeal José Tolentino Mendonça, foi lido pelo escritor e jornalista e promotor cultural Sérgio Almeida no “Jornal de Notícias”. Em texto publicado esta terça-feira, o autor assinala que «em vez das preces e súplicas» que habitualmente se associam à oração, o responsável pela biblioteca e arquivo do Vaticano aponta «uma via mais ampla e enriquecedora, assente tanto no diálogo como na partilha». Para saber mais clicar AQUI.
«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
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quarta-feira, 17 de março de 2021
LIVRO&LEITURA: “Rezar de olhos abertos”
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quarta-feira, 14 de março de 2018
REFLEXÃO/ATENÇÃO/MEDITAÇÃO: "O Bem-comum: o único caminho propriamente humano"
Em termos cristãos, a única realidade politicamente aceitável é o bem-comum. Todas as outras formas, por maiores que sejam as suas virtudes, como não contemplam necessariamente o melhor bem possível e a sua necessária concretização para todos os seres humanos, não são suficientemente perfeitas para que possam obedecer ao mandamento da caridade como indelével imperativo. Para saber mais, clicar AQUI.
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quinta-feira, 30 de novembro de 2017
ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: O que é isto da ética? Ética e política
A ética é o domínio próprio da ação humana, de toda a ação humana. Nela encontramos, muito diferenciados, uma Madre Santa Teresa de Calcutá e um Adolfo Hitler. Uma, santa; o outro, perverso em extremo. Mas ambos tão humanos um quanto o outro; tão eticamente humanos um quanto o outro; tão sujeitos éticos um quanto o outro; tão construtores de seu ser um quanto o outro; tão construtores do mundo um quanto o outro. Para saber mais, clicar AQUI.
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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
CINEMA: "Lincoln", um combate pela paz que continua atual
Independentemente do género, são bem patentes as questões que Spielberg levanta e os valores subjacentes que defende: o respeito pela vida, a tolerância ou respeito mútuo, para lá da diferença de espécie, raça ou credo; a relação humana com o desconhecido; a possibilidade de entendimento e cooperação nas circunstâncias mais adversas ou improváveis. “Lincoln”, mais que o olhar biográfico sobre um presidente dos Estados Unidos, é uma nova proposta de reflexão sobre a questão dos direitos humanos, especificamente centrado na abolição da escravatura – igualdade racial ou étnica. Uma obra clara e bem gerida que pretere os efeitos emocionais e visuais da guerra em favor da discussão, atual, de interesses, fundamentos e garantias da igualdade dos seres humanos, não entre si, mas perante a lei. Sem esquecer o papel preponderante, e inevitavelmente solitário, de um líder.
Ler mais em: http://www.snpcultura.org/lincoln.html
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