"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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sexta-feira, 7 de agosto de 2020

ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: O dom de ter uma pessoa boa junto de nós

Se tivesse de escolher a mais essencial entre todas as qualidades a procurar na pessoa com quem partilhar a vida, direi que a coisa, em absoluto, mais importante seria encontrar, se possível, uma pessoa boa. Não que sejam irrelevantes a beleza, a inteligência, o espírito empreendedor, a capacidade de ter sucesso; mas nenhuma destas qualidades, por si só, é a crucial na vida em comum. Para saber mais clicar AQUI.

quarta-feira, 14 de março de 2018

REFLEXÃO/ATENÇÃO/MEDITAÇÃO: "O Bem-comum: o único caminho propriamente humano"

Em termos cristãos, a única realidade politicamente aceitável é o bem-comum. Todas as outras formas, por maiores que sejam as suas virtudes, como não contemplam necessariamente o melhor bem possível e a sua necessária concretização para todos os seres humanos, não são suficientemente perfeitas para que possam obedecer ao mandamento da caridade como indelével imperativo. Para saber mais, clicar AQUI.

quarta-feira, 29 de março de 2017

REFLEXÃO/ATENCÃO/MEDITAÇÃO: O dom da fragilidade e Conselhos para a felicidade: mas como se permite?

O dom da fragilidade
Lidar com a «fragilidade humana» não é algo de especialmente próprio de certos trabalhos, mas o modo comum de as pessoas se relacionarem: todos nós nos relacionamos com as nossas fragilidades, pois todos somos frágeis e não há modo algum de afastar as fragilidades quando partimos para qualquer relação, humana ou outra, por exemplo, com o próprio Deus. Não é a comum fragilidade humana que é problemática, pois é transcendental, isto é, comum a toda a humanidade, mas certas formas de especial fragilidade humana. No seio destas, especialmente as que põem em causa, mediata ou imediatamente, quer a vida humana quer o sentido humano. para saber mais, clicar AQUI.
Conselhos para a felicidade: mas como se permite?
Um dos géneros literários que desde sempre me tem deixado mais perplexo é o dos conselhos para se ser feliz, para se estar em paz consigo próprio e com o mundo à volta. Com que autoridade, a partir de que experiência há quem se permita dizer que coisas fazer para se ser feliz? E que ideia de felicidade está por trás e se quer comunicar? Para saber mais, clicar AQUI.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

REFLEXÃO/MEDITAÇÃO/ATENÇÃO: Pão do coração

«Ofereço-vos este sorriso sem nada vos pedir em troca, só para o prazer, a alegria de estar convosco, de partilhar este instante de vida que nos é oferecido gratuitamente. Ofereço-vos este sorriso, sim, só para o prazer. Sabei que o sorriso é o pão do coração e que o mundo está faminto de sorriso e espera o vosso para melhor fazer bater o seu coração.» Ler mais em:

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

FÉRIAS (d)e VERÃO com um convite à ESPIRITUALIDADE (8)...

... para, neste tempo da vida, preparar outro tempo, o Outono-Inverno da vida que se segue.
E se "o tempo voa", eles estão já aí!


Passemos para a outra margem
Nessas férias seria diferente! Saberíamos o nome uns dos outros e mais: daríamos tempo para saborear a história e a presença que cada um é. Não seria o relógio a presidir aos nossos encontros, nem a utilitade imediata a emprestar justificação às nossas procuras. Pelo contrário: estar em comunidade seria como caminhar junto ao mar, sem nenhuma pressão de horários (exteriores e interiores), entregues ao prazer da contemplação e da companhia.
...
Ler mais em http://www.snpcultura.org/paisagens_passemos_para_outra_margem.html