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Uma comédia que mais depressa abre um sorriso na cara do que arranca gargalhadas, “Micmacs – Uma Brilhante Confusão” tem de absurdo o que tem de sério, numa clara crítica política que passa entre as mil e uma peripécias do enredo.
Em criança, Bazil fica orfão de pai, vítima da ação assassina de um traficante de armas. Já adulto, perde-se nos filmes cujos diálogos conhece de cor e debita no videoclube onde trabalha, até ao dia em que é vítima de uma bala perdida que se aloja na cabeça.
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