O P. Paulo Duarte, sj convida-nos a trazer as dores, os sofrimentos e os cansaços à oração, "de coração aberto diante de Senhor" porque "a oração cresce, aprofunda-se, quanto mais verdade se coloca diante de Deus". Vê aqui o exercício que o sacerdote jesuíta nos propõe no sentido de encontrar, a partir do sofrimento, um caminho de liberdade e esperança.
«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023
ESPIRITUALIDADE: TRAZER AS QUEIXAS E LAMENTAÇÕES À ORAÇÃO
sexta-feira, 13 de agosto de 2021
LIVRO&LEITURA: “Sétimo dia”
«Em “Sétimo dia” de Daniel Faria, cinco homens repartem perspetivas sobre a ideia de ocupação e coincidem no desejo de alcançar uma certa ideia de existência transcendente sem depor a medida humana a partir da qual cada um se foi fazendo lugar. Cada homem permanece em redor da raiz da sua condição, mesmo quando na enunciação das dúvidas, dores e amarguras se faz pressentir o rumor da mudança aguardada. Cada voz é também o anunciar de um degrau no caminho do reencontro com a palavra poética na expressão da “fé inabalável no mistério que inclina / Os homens para dentro” e na representação das depurações da semente na difícil ascensão para a vida do espírito.» Leia excertos AQUI.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2020
ESPIRITUALIDADE: Oração é «decorativa» quando não recolhe alegrias e dores da humanidade, afirma papa
«Quem reza nunca deixa o mundo atrás das costas. Se a oração não recolhe as alegrias e as dores, as esperanças e as angústias da humanidade, torna-se uma atividade “decorativa”» e «intimista»: foi com estas palavras que o papa iniciou hoje a catequese da audiência geral. A meditação de Francisco acentuou que a autêntica oração cristã tem de levar o mundo consigo: «Todos precisamos de interioridade, de nos retirarmos num espaço e num tempo dedicados à nossa relação com Deus. Mas isto não quer dizer evasão da realidade». «Na oração, Deus toma-nos, abençoa-nos, e depois parte-nos e dá-nos para a fome de todos.» Para saber mais clicar AQUI.