"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























Mostrar mensagens com a etiqueta civilização. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta civilização. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 29 de maio de 2017

REFLEXÃO/ATENÇÃO/MEDITAÇÃO: Civilização: não muros, mas pontes

A oscilação entre as metáforas do muro e da ponte é constante na realidade histórica e tem a sua representação contemporânea nas antíteses entre populismo/nacionalismo e interculturalidade/diálogo. O primeiro polo agarra-se - além do medo da diferença e dos riscos relacionados, por vezes reais - à convicção do primado absoluto da própria civilização. O outro, o único mais autenticamente religioso e humanista, é o da interculturalidade, categoria dinâmica que é uma perspetiva muito diferente em relação à chamada "multiculturalidade". Para saber mais, clicar AQUI.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

HISTÓRIA: Uma moeda tem duas faces...

...tal como a Igreja. Enquanto uma é por deMAIS glosada, a outra é por demenos conhecida.
- Quer conhecê-la?
- Não!
- Não sabe o que perde.
- Então porquê?
- Ora essa! Porque 1. «o saber não ocupa lugar», 2. ... não é limitado, 3. ... não é parcial, 4. ... não é (pre)conceituoso, 5. «os homens bem informados jamais discutem. Os que discutem estão mal informados» - LaoTsé in "O Livro do Caminho Perfeito".
- Sim?
- Muito prazer, "A Igreja Católica Construtora da Civilização", com o historiador Thomas Woods http://pt.wikipedia.org/wiki/Thomas_Woods . Prefere a versão "13 em 1" episódio



ou a versão "1 a 1" episódios

 ?

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Igreja & Diálogo

«Na cultura contemporânea, e pensando no caso português, a Igreja ainda é olhada como adversário cultural. Precisamos de explicar e explicarmo-nos, para que a Igreja seja vista como aliada e não como adversária. Esta mudança que nós temos de protagonizar. Nós, cristãos, temos de fazer sentir aos outros que não têm de ter medo de nós, da nossa presença, do nosso modo de viver, do nosso estilo, dos nossos valores, do que celebramos na fé, da nossa liturgia, das nossas procissões, dos nossos jornais, da nossa agência noticiosa… Não têm de temer porque nós somos aliados do que a cultura e a civilização têm de mais fundamental, que é a pessoa humana e a sua vida, em todos os momentos. Que é, no fundo, as suas dificuldades e a situação concreta em que ela vive. Mas esta viragem – passar de adversário a aliado – compromete-nos e hipoteca-nos. E não podemos ficar à espera diante de uma porta aberta. Temos de ensaiar passos.» Excerto da intervenção do diretor do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura, padre José Tolentino Mendonça, nas Jornadas Nacionais da Comunicação Social da Igreja Católica que decorrem nos dias 27 e 28 de setembro em Fátima.
Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/igreja_tem_de_ganhar_atitude_encontro.html

O presidente da Entidade Reguladora para a Comunicação Social, Carlos Magno, considera que a Igreja Católica é um espaço favorável para o encontro de pontos de vista diferentes sobre a vida humana e a sociedade. «A Igreja é uma boa plataforma para conversarmos uns com os outros, e nem todas as plataformas são assim», afirmou ao Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura. O responsável pensa que a Igreja «está mais aberta do que outras instituições que supostamente são muito progressistas e liberais». «Costumo dizer que sou filho de Roma, Atenas e Jerusalém. Roma é por causa do papa e da Igreja Romana. E é nesse sentido que foi um disparate completo ter banido da célebre Constituição Europeia as referências ao cristianismo», frisou.
Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/igreja_e_boa_plataforma_para_conversar.html