"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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terça-feira, 30 de janeiro de 2018

REFLEXÃO/ATENÇÃO/MEDITAÇÃO: Sabedoria popular

* A quem um bom livro tem ao seu lado, não está só mas bem acompanhado;


* Quem ao pobre fecha uma porta, a do Céu não encontrará aberta;


* Abre a boca apenas quando tiveres a certeza de que o que vais dizer é mais importante que o silêncio;


* O que não queres que se saiba, que as crianças não o ouçam nem o vejam;


* As boas notícias chegam sempre tarde e as más têm asas nos pés;


* Oe o trabalhar sem comer são duas coisas que devem desaparecer;


* A ignorância e o vento são do maior atrevimento;


* A má companhia torna o bom mau, e o mau pior;


* A melhor vitamina que existe extrai-se da alegria;


* Não prometas cera aos santos nem bolos aos meninos;





quarta-feira, 8 de agosto de 2012

FÉRIAS (d)e VERÃO com um convite à ESPIRITUALIDADE (8)...

... para, neste tempo da vida, preparar outro tempo, o Outono-Inverno da vida que se segue.
E se "o tempo voa", eles estão já aí!


Passemos para a outra margem
Nessas férias seria diferente! Saberíamos o nome uns dos outros e mais: daríamos tempo para saborear a história e a presença que cada um é. Não seria o relógio a presidir aos nossos encontros, nem a utilitade imediata a emprestar justificação às nossas procuras. Pelo contrário: estar em comunidade seria como caminhar junto ao mar, sem nenhuma pressão de horários (exteriores e interiores), entregues ao prazer da contemplação e da companhia.
...
Ler mais em http://www.snpcultura.org/paisagens_passemos_para_outra_margem.html