«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
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terça-feira, 30 de julho de 2019
MÚSICA: Da contestação, criatividade e sonho ao fim da inocência e da utopia
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quinta-feira, 10 de outubro de 2013
CINEMA: "Blue Jasmine"...
... para hoje, "Dia Mundial da Saúde Mental"
Com o seu sentido de humor bem próprio, aliando sarcasmo e inteligência, Woody Allen há muito que nos habituou também a olhar de forma crítica, por vezes pouco caridosa, para os alicerces da relação entre o real e o imaginado na sociedade: os conceitos de felicidade que a sustentam ou destroem, o peso da aparência, a legitimidade do sonho ou da ambição. Dois significativos retratos psicológicos de uma sociedade contemporânea real, não limitada ao contexto americano em que formalmente se inscreve, dolorosamente real no caso de Jasmine, magnificamente interpretada por Cate Blanchett, põem a cru diferentes modos e perspetivas de vida. Mas sobretudo a condição humana no limite da sua força e debilidade. Um filme bem realizado, sólido e nada leve, com uma história do nosso tempo que mesmo «mascarada» por um aparente simples caso de debilidade psicológica versus saúde mental, encarnado na oposição entre as duas irmãs, nos dá algo de substancial a pensar sobre o livre arbítrio…
Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/blue_jasmine.html
Com o seu sentido de humor bem próprio, aliando sarcasmo e inteligência, Woody Allen há muito que nos habituou também a olhar de forma crítica, por vezes pouco caridosa, para os alicerces da relação entre o real e o imaginado na sociedade: os conceitos de felicidade que a sustentam ou destroem, o peso da aparência, a legitimidade do sonho ou da ambição. Dois significativos retratos psicológicos de uma sociedade contemporânea real, não limitada ao contexto americano em que formalmente se inscreve, dolorosamente real no caso de Jasmine, magnificamente interpretada por Cate Blanchett, põem a cru diferentes modos e perspetivas de vida. Mas sobretudo a condição humana no limite da sua força e debilidade. Um filme bem realizado, sólido e nada leve, com uma história do nosso tempo que mesmo «mascarada» por um aparente simples caso de debilidade psicológica versus saúde mental, encarnado na oposição entre as duas irmãs, nos dá algo de substancial a pensar sobre o livre arbítrio…
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sexta-feira, 12 de julho de 2013
CINEMA: "Post Tenebras Lux"
Uma sequência de interpelações à vez enigmáticas, harmoniosas, estridentes, belas, incómodas, tocantes e cruas, que vão ganhando progressivo significado como num puzzle, e que trazem aos nossos dias, à possibilidade simbólica do cinema e à nossa capacidade de reflexão e ascese, o caminho desde a devastadora experiência do mal ou do sofrimento, de que nenhum humano está isento, à portentosa capacidade de superação e transformação, no sentido da transcendência.
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quarta-feira, 8 de agosto de 2012
FÉRIAS (d)e VERÃO com um convite à ESPIRITUALIDADE (8)...
... para, neste tempo da vida, preparar outro tempo, o Outono-Inverno da vida que se segue.
E se "o tempo voa", eles estão já aí!
Passemos para a outra margem
Nessas férias seria diferente! Saberíamos o nome uns dos outros e mais: daríamos tempo para saborear a história e a presença que cada um é. Não seria o relógio a presidir aos nossos encontros, nem a utilitade imediata a emprestar justificação às nossas procuras. Pelo contrário: estar em comunidade seria como caminhar junto ao mar, sem nenhuma pressão de horários (exteriores e interiores), entregues ao prazer da contemplação e da companhia.
...
Ler mais em http://www.snpcultura.org/paisagens_passemos_para_outra_margem.html
E se "o tempo voa", eles estão já aí!
Passemos para a outra margem
Nessas férias seria diferente! Saberíamos o nome uns dos outros e mais: daríamos tempo para saborear a história e a presença que cada um é. Não seria o relógio a presidir aos nossos encontros, nem a utilitade imediata a emprestar justificação às nossas procuras. Pelo contrário: estar em comunidade seria como caminhar junto ao mar, sem nenhuma pressão de horários (exteriores e interiores), entregues ao prazer da contemplação e da companhia.
...
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domingo, 29 de julho de 2012
Manuel Alegre e a encíclica "Pacem in terris"
Manuel Alegre centrou a sua intervenção na leitura da encíclica “Pacem in terris”, do papa João XXIII, que há 50 anos «assinalou o contraste entre “a perfeita ordem universal" e a desordem que reina entre indivíduos e povos», «contraste» que hoje «ameaça de novo a paz e a justiça».
«Há outra dimensão da vida e o Mundo precisa de valores espirituais, da busca de um outro sentido, de um pouco mais de sonho e de um pouco mais de poesia. Talvez por isso alguém disse que esta é de novo a hora dos pensadores, dos filósofos e dos poetas. Eu diria que esta é também a hora de reler e reencontrar as palavras de alegria e esperança do Papa João XXIII.»
«Creio que nestes nossos dias crispados e sem horizonte, é preciso de novo uma mensagem de alegria e de esperança. E por isso devemos reviver as palavras de João XXIII como um guia para a ação, porque não podemos adiar para um amanhã incerto a construção de um Mundo mais livre, mais justo e mais fraterno.»
http://www.snpcultura.org/manuel_alegre_e_a_enciclica_pacem_in_terris.html
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