"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























sexta-feira, 21 de setembro de 2012

ESPIRITUALIDADE cristã e identidade crente nas culturas juvenis

No horizonte da espiritualidade cristã está portanto: a) não só tudo o que favorece a abertura humana à busca de sentido, à possibilidade de uma relação com o transcendente, mas ainda b) a concretização dessa busca na relação com Cristo (o homem em quem o transcendente se faz concreto e encarnado, acessível e humanamente partilhável), vivida como processo de transformação pessoal, progressiva e contínua que une a Deus e aos outros, c) uma experiência de comunhão com a Igreja como comunidade crente, d) enquadrada pela Sagrada Escritura e por uma tradição, e) caracterizada por contexto biográfico e temperamental, histórico e sócio-cultural específico, f) um modo ou estilo concreto de viver, de atuar e de relacionar-se consigo, com Jesus e com o mundo (estilo próprio ético-moral de seguimento de Jesus).
Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/espiritualidade_crista_e_identidade_crente_nas_culturas_juvenis_1.html
http://www.snpcultura.org/espiritualidade_crista_e_identidade_crente_nas_culturas_juvenis_2.html
http://www.snpcultura.org/culturas_juvenis_frente_fenomeno_religioso.html
http://www.snpcultura.org/desafios_que_diversidade_modos_crer_coloca_comunidade_espiritualidade_cristas.html
 

uma VISITA (6): a Santa Escolástica, Roriz

Às vezes, aparece gente no limite do stress e da fadiga. «Na nossa sociedade, não se permite que a pessoa pare. E tudo está montado para que não haja verdadeiro tempo livre, que sirva para parar e pensar.» Palavra de monja, dita em tempos de supressão de feriados e em que tudo à volta nos faz sentir que a vida se deve resumir a trabalhar e a preencher os parcos tempos livres com novas animações. À volta, a quinta convida a essa verdadeira rutura que é ser capaz de dedicar tempo ao tempo. Situado num vale verde, de quintas e terras agrícolas, o mosteiro está rodeado de árvores de fruto. Plantações de vinha e milho, uma horta e um jardim (onde abundam as camélias, por exemplo) completam-se para dar ao ambiente uma sinfonia de cores que muda com as estações. No outono, a música atinge o seu esplendor, com a mescla das cores fortes dos vermelhos, amarelos e castanhos e as diversas tonalidades de verde. Para a contemplação, há também o terraço da hospedaria, onde se pode usufruir de um «silêncio especial».

ESSES "CONHECIDOS MAS ESQUECIDOS": Teilhard de Chardin

Jesuíta, teólogo e paleontólogo, o padre Teilhard de Chardin no livro a “A minha fé” dirá que «A originalidade da minha crença está em possuir as suas raízes em dois domínios de vida habitualmente considerados antagónicos. Por educação e formação intelectual, pertenço aos “filhos do Céu”. Mas, por temperamento e pelos estudos profissionais, sou um “filho da Terra”».
Marie-Joseph Pierre Teilhard de Chardin nasceu em Orcines no seio de uma família aristocrática no dia 1 de maio de 1881, sendo o quarto de onze irmãos. Passou os primeiros anos da sua infância com a família da qual recebeu a educação e a sua primeira formação. À influência da mãe, Berthe-Adéle de Dompierre d’Hornoy, deve como dirá o próprio ‘o melhor da sua alma’. Do pai, Alexandre-Victor-Emmanuel Teilhard de Chardin, recebeu as primeiras letras e alguns dos traços do seu caráter, bem como o interesse pelos mistérios da natureza, a paixão pela investigação dos minerais e dos insetos.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

REFLEXÃO: Abrir as portas dos nossos quartos escuros

O que é que Jesus vê quando lê os nossos corações? Sem dúvida que vê a nossa bondade – que nós próprios, tantas vezes, não conseguimos enxergar – e vê o nosso desejo de sermos verdadeiros e de realizar atos de amor. Mas há outra parte de nós que ele também vê: os nossos pecados e faltas, naturalmente, e também aqueles quartos fechados cujas portas nem sequer ousamos abrir.
Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/paisagens_abrir_portas_quartos_escuros.html

ESPIRITUALIDADE: Enfrentar a verdade e abrir as portas à cura

Ao contrário de muitos de nós, Zaqueu sabia que tinha de mudar. Por isso, quando ouviu que Jesus ia passar pela cidade, abandonou toda a dignidade de homem conceituado e subiu a um sicómoro para se assegurar que veria este homem santo, que talvez lhe pudesse dizer como encontrar a alegria que faltava à sua vida. O resto é história. Jesus levantou a cabeça, olhou-o nos olhos e disse: “Deixa-me ficar hoje em tua casa”. Jesus ficou e a vida de Zaqueu mudou para sempre quando finalmente encontrou a alegria que há muito procurava.

CINEMA: "Para Roma com amor"

Na Roma dos nossos dias, um polícia sinaleiro apresenta-nos várias personagens: um jovem advogado que se apaixona por uma turista americana com quem acidentalmente se cruzou; um jovem casal do sul de Itália que escolheu a capital para a lua de mel; um escriturário de meia-idade e a sua família; um arquiteto americano que torna a Roma para reviver um tempo de juventude; um estudante muito ciente das suas responsabilidades e objetivos. É com um olhar irónico que Woody Allen espreita a vida, a identidade e a imagem da capital italiana, dos seus habitantes e visitantes, expondo com os característicos humor e perspicácia o reflexo do que de mais real e imaginário a cidade inspira.
Ler mais em: http://www.snpcultura.org/para_roma_com_amor.html

LEITURA: "Eis o Mistério da Fé"

A palavra-chave, que surgirá nove vezes, no que o Mestre irá dizer, é «bem-aventurados». O termo grego makáríos significa «feliz, bem-aventurado, rico». Exprime a condição do homem sobre quem pousou a benevolência divina e que, deste modo, realizou as aspirações mais altas. Precisamente assim é que esta criatura é feliz, porque se sente amada por um amor fiel e percebe que a dignidade do seu ser é valorizada e exaltada. É a meta a que aspira cada ser humano: somos feitos para a felicidade e, quando ela falta, sentimo-nos frustrados, incompletos, irrealizados, não amados, tristes com a maior tristeza, com a tristeza de viver. Bem-aventurado é, pelo contrário, quem se apercebe de que está envolvido por um grande amor, de modo próprio e pessoal, um amor seguro e confiável, a que nos podemos abandonar, sem medos nem saudades, um amor que nos faz sentir úteis e importantes e faz com que a vida nos pareça bela e digna de ser vivida. Quem não quereria encontrar esse amor?

MÚSICA: IL DIVO - Amazing Grace

Todo mundo, ou quase todo o mundo, já ouviu pelo menos uma vez, a canção *Amazing Grace* (algo como *Surpreendente Graça* ),que é uma música tradicional britânica. O que a maioria não sabe é que essa canção foi composta por um cidadão britânico de nome Johnn Newton, no século dezoito, depois de uma conversão religiosa.
Ele havia começado uma carreira na Marinha Real, mas abandonou-a para tornar-se traficante de escravos. Conta-se que, em uma de suas viagens, seu navio foi atingido em mar alto por uma tempestade. Newton, então, deu-se conta de que só a Graça Divina o salvaria e orou fervorosamente a Deus. A graça aconteceu: ele conseguiu escapar são e salvo com o seu navio. Movido por aquilo, Johnn começou a ler o clássico cristão "Imitação de Cristo"  de Thomas Kempis, e, ainda tocado pela Luz que o havia despertado interiormente, mudou a sua vida. Libertou todos os escravos que venderia e passou a ser um lutador anti-esclavagista. Compôs, então, a canção Amazing Grace como agradecimento e testemunho do que havia se passado com ele, em seu encontro com Deus.! É esta a canção que você ouve (e vê) no vídeo anexo, que mostra uma apresentação da mesma pelo incrível grupo vocal Il Divo interpretando essa canção emocionante em pleno Coliseu, em Roma, onde, no passado, tantas pessoas perseguidas, maltratadas e escravizadas (inclusive cristãos), encontraram um fim trágico e cruel.
Conhecendo a história, podemos apreciar ainda mais Amazing Grace  e a sua interpretação única pelos talentosos Il Divo ...E ver como uma admirável graça nos pode estar procurando..., sem que a
percebamos, e sem que nos abramos sinceramente a Ela - sejamos nós cristãos ou não.