"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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sexta-feira, 23 de outubro de 2020

ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: Desconstrução e morte do sentido

Na sua Encíclica “Fratelli Tutti”, o Papa Francisco, no parágrafo 13, fala de «uma perda do sentido da história», de «desconstrucionismo em que a liberdade humana pretende construir tudo a partir do zero», de «individualismo sem conteúdo». O parágrafo termina com o que constitui uma denúncia da tirania fundada nos movimentos éticos e políticos inicialmente assinalados. A posição teórica do Papa é corajosa, pois aponta para as raízes das formas de tirania e de oligarquia que se instalaram no mundo, disfarçadas de atos de libertação. Ora, são essas formas tirânicas e oligárquicas que dominam o mundo no momento que vivemos. Para saber mais clicar AQUI.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

REFLEXÃO/MEDITAÇÃO/ATENÇÃO: A propósito de...

... ...acasos&coincidências. Coincidências ou Providência? «...Digo apenas que é preciso estar atento a uma voz interior e responder sem hesitações ao seu comando. Para tal, é preciso, pois, estar sempre à escuta...». Vale a pena saber mais, clicando AQUI.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

ESPIRITUALIDADE: Uma espiritualidade para os leigos

Pode-se legitimamente falar de uma espiritualidade leiga ou laical? Seria essa uma espiritualidade vivida por leigos ou uma maneira leiga de viver a espiritualidade? Ou, pelo contrário, deve-se simplesmente falar de uma espiritualidade cristã, sem mais distinções, deixando à liberdade do Espírito Santo, que sopra onde quer, o cuidado e a criatividade de ir colocando suas inscrições como melhor lhe pareça nas tábuas de carne que são os corações humanos?
Ler mais em:

segunda-feira, 8 de abril de 2013

ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: Desafios para o século XXI

por ANSELMO BORGES, in DN, 6-04-2013
 
São muitos os desafios que se nos apresentam neste século XXI, ao mesmo tempo com imensas vantagens e imensos riscos.
A sua ordem é um pouco arbitrária, mas começaria pela globalização. Pela primeira vez, somos verdadeiramente uma "pequena aldeia". Devido às redes de transportes e comunicações, fluxos de bens, serviços, capitais, conhecimentos e pessoas, os países e os povos do mundo estão cada vez mais integrados numa sociedade global. O que vai então significar a globalização: simples liberalização económica? Que nova configuração vai ter o mundo, com a emergência dos BRICS e, concretamente, das potências asiáticas, nomeadamente da China e da Índia? E o que será da Europa, se não caminhar para estruturas federativas?
A globalização contemporânea, a partir de 1945, tem características próprias e coloca problemas gigantescos, como escreveu A. Sasot Mateus: as tendências monopolistas do capital, a ausência de mecanismos para a fiscalização da especulação financeira à escala planetária, o terrorismo global, a falta de mecanismos efectivos para a resolução dos conflitos internacionais, os problemas ligados à sustentabilidade mundial, a desintegração da coesão social, o desemprego, os défices democráticos nas instituições estatais e supra-estatais e as ameaças à própria democracia devido à subordinação à ditadura financeira, tráficos ilegais de todo o tipo: armas, pessoas, drogas, órgãos, com máfias poderosíssimas à mistura, paraísos financeiros que fomentam a falta de solidariedade e branqueiam capitais de origem duvidosa... No quadro da globalização, com os problemas globais, é evidente que é necessário pensar numa governança global.
Este mundo globalizado, é, também por força dos fluxos migratórios, um mundo multicultural e a questão que se coloca é se vamos entrar num choque de culturas e civilizações ou se, pelo contrário, seremos capazes de abrir portas para uma aliança de culturas, mediante o diálogo intercultural e inter-religioso. Como impedir a homogeneização cultural? Por outro lado, como proteger a diversidade cultural, sem permitir a lesão dos direitos humanos?
E aí está uma nova cultura: a cibercultura, que o sociólogo M. Castells estudou, analisando a estrutura da "era da informação" como "sociedade da rede". As novas gerações nascem sob o impacto das novas tecnologias electrónicas, que modelam a sua visão da existência e do mundo. Navegando por infindos ecrãs de textos e imagens, ligando-se em fóruns de discussão e intervenção, trocando mensagens de simultaneidade generalizada, perdendo a noção do tempo e da realidade mediante a entrada no virtual, marcando encontros cibersexuais, experimentam uma nova revolução em curso. Então, que novo tipo de homem, que nova imagem do corpo, que nova relação com a memória e o tempo? Na relação universal virtual, não se perde a relação com o outro face a face, mergulhando na insuportável solidão? E não cresce o perigo de novas formas de exclusão, com o novo analfabetismo: o cibernético? E no meio de tsunamis de informação, como analisá-la criticamente e distinguir? E não se ergue um risco maior: o de, esquecendo a dimensão vertical, sem referências, a Rede transformar-se, na expressão feliz de João Maria André, num Labirinto?
Outras revoluções estão em curso: a genética e as neurociências - o cérebro é o infindável novo continente em exploração. Poderemos, com as novas tecnologias, vir a vencer a dor, o envelhecimento e a própria morte? Assistir-se-á à transformação da natureza do humano? Caminharemos para o pós--humano e um transhumanismo, que fazem inclusivamente alguns pensarem na possibilidade de uma bifurcação da Humanidade? Os novos desafios: manipulação genética, manipulação da actividade cerebral, investigação em embriões, clonagem, híbridos, criação do super-homem...
Não se pode deixar de apontar o desafio ecológico, quando o planeta está em risco e a Humanidade pode deixar de ter futuro.
Poderá esquecer-se o Transcendente, ao menos enquanto questão? E abandonar a afirmação de Cícero: "res sacra homo" ( o ser humano é realidade sagrada)?

FONTE: http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=3149809&seccao=Anselmo Borges&tag=Opini%E3o - Em Foco&page=-1

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

ESPIRITUALIDADE cristã e identidade crente nas culturas juvenis

No horizonte da espiritualidade cristã está portanto: a) não só tudo o que favorece a abertura humana à busca de sentido, à possibilidade de uma relação com o transcendente, mas ainda b) a concretização dessa busca na relação com Cristo (o homem em quem o transcendente se faz concreto e encarnado, acessível e humanamente partilhável), vivida como processo de transformação pessoal, progressiva e contínua que une a Deus e aos outros, c) uma experiência de comunhão com a Igreja como comunidade crente, d) enquadrada pela Sagrada Escritura e por uma tradição, e) caracterizada por contexto biográfico e temperamental, histórico e sócio-cultural específico, f) um modo ou estilo concreto de viver, de atuar e de relacionar-se consigo, com Jesus e com o mundo (estilo próprio ético-moral de seguimento de Jesus).
Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/espiritualidade_crista_e_identidade_crente_nas_culturas_juvenis_1.html
http://www.snpcultura.org/espiritualidade_crista_e_identidade_crente_nas_culturas_juvenis_2.html
http://www.snpcultura.org/culturas_juvenis_frente_fenomeno_religioso.html
http://www.snpcultura.org/desafios_que_diversidade_modos_crer_coloca_comunidade_espiritualidade_cristas.html