"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

COMEMORAÇÃO: Ano novo, vida nova?

Isso é que era bom!
Pese embora seja o ano da vultus Misericordiae” (8-12-2015 a 20-11-2016), vida nova, eu não acredito.
Falta de optimismo? Excesso de pessimismo? "Velho do Restelo"? Ou o realismo possível?
Sim, porque o cancro é de tal dimensão, com metástases espalhadas por tudo quanto é Portugal, sobretudo quando se aproxima o voto da urna, em dia de festa, perdão, em dia de eleições, que sou isto e não aquilo. Factos&argumentos são mais que muitos, "... como as cerejas"; assim: i) factos, bastam três da "conta que Deus fez", um e dois e...quanto a mim, claro, o melhor de todos, três (como disse alguém "a tr**pa é a mesma", só que desta feita, "nem as moscas mudam"; ii) argumentos são um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, onze, doze, igual a 12, uma dúzia, são, convenhamos, mais do que suficientes.
Como se tudo isto já não fosse o bastante, ainda temos mais as consequências. Sim, porque "não há almoços grátis", quero dizer, não há efeito(s) sem causa(s), a saber, um, dois, três, quatro , cinco, seis e sete = meia dúzia + 1 (um) exemplos. De todas elas, destaco esta e est'outra
Suspeito estes? Eu? Ora essa, porquê? Vejamos, então, o que nos diz este insuspeito e, permita-se-me, em jeito de "2 em 1" mais este & este. E, já agora, mais estes seus dois "companheiros" demonstrativos, o esse e o aquele.
Se calhar... se calhar não, mas de facto, é por estas&outras corrupções, pinóquios &comandita, que o Drº Paulo Morais é candidato ao voto nas presidenciais de 24 de Julho de 2016 p.f. - até lá "ainda muita água vai correr debaixo das pontes". Dele conheço&sei, entre outras, mais estas boas situações ou intervenções: uma, duas, três , quatro, cinco, seis e sete. Ah, pois é, não é tão conhecido, não é um "carinha larocas", não vende (ou não se vende?), não..., não...., enfim, o costume daquilo em que "o português mostra a sua raça"
O ano de 2015, mais um ano do "construtor de pontes", já se foi e as Boas Festas, já ERAm. Resta-nos o ano de 2016. Desculpe-se-me qualquer coisinha e BOM ANO! - "A felicidade é um bem que se multiplica ao ser dividido." (Marxwell Maltz)

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

FILME&CINEMA: "Star Wars - O despertar da força"

Que o entretenimento esteja contigo e deixe o cérebro à porta.
O tema – como “western” galático ou “space opera” – continua a ser a luta entre bem e mal, salpicada de amores e desamores românticos e desavenças entre pais e filhos. A fonte filosófica está mais próxima do confucionismo, xintoísmo ou taoísmo do que das religiões abraâmicas, já que o mal se apresenta como um lado sombrio do mesmo bem. Ler mais aqui.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

ESPIRITUALIDADE: Entre Advento e Natal, ética da atenção?

Muitos são os lugares e espaços expressivos do exercício vigilante da vida, de desabrochamento da criatividade adormecida dos humanos. A arte, em sua manifestação profunda da condição humana de outrem (além do contentamento autobiográfico), é uma das expressões onde se poderá exercitar essa “ética da atenção”, do olhar. Para ler mais clique aqui.

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

MÚSICA: Eis o Redentor de Händel, segundo o jovem Peter Dijkstra

Não foi certamente por acaso que recentemente a etiqueta da Rádio Bávara lançou quase em simultâneo duas caixas dedicadas ao “Oratório de Natal”, de Bach, e ao “Messias”, de Georg Friedrich Händel (1685-1759). Se a obra-prima do primeiro é sem dúvida a banda sonora mais apropriada para as grandes festividades que coroam o Tempo do Advento, a monumental oratória do segundo representa a partitura que celebra na sua integralidade a figura do Redentor e a sua progressiva revelação através da sua vinda (primeira parte), paixão, morte e ressurreição (segunda, selada pelo celebérrimo “Hallelujah”) e o seu definitivo regresso (terceira parte). Ler mais aqui.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

LIVROS&LEITURAS: Ano da Misericórdia Jubileu da Misericórdia

Livros "oficiais" sobre Jubileu da Misericórdia chegam a Portugal
O Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, responsável pela coordenação das atividades ligadas ao Ano da Misericórdia, publicou oito livros centrados naquele tema, partindo de diferentes pontos de vista. O objetivo da coleção, que em Portugal é lançada pela Paulus Editora, consiste em fornecer instrumentos «a todos os operadores pastorais, seja para o aprofundamento pessoal, seja para a preparação de encontros, catequeses, ou para a animação da oração comunitária», refere a página “oficial” dedicada ao Jubileu da Misericórdia. Ler mais em:
"O nome de Deus é Misericórdia": «Primeiro livro» do papa Francisco sai em janeiro
«Diz-se muitas vezes, justamente, que hoje se perdeu o sentido do pecado. Acrescentarei que também se perdeu a esperança de poder recomeçar. Esta é a grande mensagem cristã, que o papa faz reverberar para além das fronteiras e vedações: há um Deus que te quer bem, te espera, te vem procurar para te abraçar», acentua o jornalista que conversou com o papa Francisco para publicar este livro. Ler mais em:

domingo, 27 de dezembro de 2015

PALAVRA DE DOMINGO: Contextual​izá-la para bem a entender e melhor vivê-la: LITURGIA & VIDA!

Considerando:
1. "Três qualidades essenciais de uma homilia: Positiva, concreta, profética"
2. "A Palavra de Deus no quotidiano da vida eclesial"
3. "A autora recorda sobretudo a homilia dessa eucaristia, que não fez “lembrar nada a imagem da Igreja” que tinha “de pequenina”, e que a fez afastar-se depois de fazer a “primeira comunhão”. Ler mais em:
4. "Os leitores mais atentos poderão confirmar se o Papa Francisco é coerente quando exige qualidade nas homilias como fez na exortação apostólica "A alegria do Evangelho" e a sua prática nas missas que celebra em Santa Marta. Basta ler o livro que reproduz muitas daquelas saborosas homilias feriais" - Pe. Rui Osório in JN de 11/1/2015 - "A verdade é um encontro", http://www.paulinas.pt/Product_Detail.aspx?code=1977
5. Pregação «não é um sermão sobre um tema abstrato»: Vaticano apresenta diretório sobre homilias
6. Diretório homilético: Para falar de fé e beleza mesmo quando não se é «grande orador»
Então:
Tema da Festa da Sagrada FamíliaAs leituras deste domingo complementam-se ao apresentar as duas coordenadas fundamentais a partir das quais se deve construir a família cristã: o amor a Deus e o amor aos outros, sobretudo a esses que estão mais perto de nós – os pais e demais familiares.
O Evangelho sublinha, sobretudo, a dimensão do amor a Deus: o projecto de Deus tem de ser a prioridade de qualquer cristão, a exigência fundamental, a que todas as outras se devem submeter. A família cristã constrói-se no respeito absoluto pelo projecto que Deus tem para cada pessoa.
A segunda leitura sublinha a dimensão do amor que deve brotar dos gestos de todos os que vivem “em Cristo” e aceitaram ser Homem Novo. Esse amor deve atingir, de forma mais especial, todos os que connosco partilham o espaço familiar e deve traduzir-se em determinadas atitudes de compreensão, de bondade, de respeito, de partilha, de serviço.
A primeira leitura apresenta, de forma muito prática, algumas atitudes que os filhos devem ter para com os pais. É uma forma de concretizar esse amor de que fala a segunda leitura.
EVANGELHOLc 2,41-52
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Os pais de Jesus iam todos os anos a Jerusalém,
pela festa da Páscoa.
Quando Ele fez doze anos,
subiram até lá, como era costume nessa festa.
Quando eles regressavam, passados os dias festivos,
o Menino Jesus ficou em Jerusalém,
sem que seus pais o soubessem.
Julgando que Ele vinha na caravana,
fizeram um dia de viagem
e começaram a procurá-l’O entre os parentes e conhecidos.
Não O encontrando,
voltaram a Jerusalém, à sua procura.
Passados três dias,
encontraram-n’O no templo,
sentado no meio dos doutores,
a ouvi-los e a fazer-lhes perguntas.
Todos aqueles que O ouviam
estavam surpreendidos com a sua inteligência e as suas respostas.
Quando viram Jesus, seus pais ficaram admirados;
e sua Mãe disse-Lhe:
«Filho, porque procedeste assim connosco?
Teu pai e eu andávamos aflitos à tua procura».
Jesus respondeu-lhes:
«Porque Me procuráveis?
Não sabíeis que Eu devia estar na casa de meu Pai?»
Mas eles não entenderam as palavras que Jesus lhes disse.
Jesus desceu então com eles para Nazaré
e era-lhes submisso.
Sua Mãe guardava todos estes acontecimentos em seu coração.
E Jesus ia crescendo em sabedoria, em estatura e em graça,
diante de Deus e dos homens.

AMBIENTE
O Evangelho que nos é proposto é o final do “Evangelho da infância” de Lucas. Ora, já sabemos que a finalidade do “Evangelho da infância” não é fazer uma reportagem sobre os primeiros anos da vida de Jesus, mas sim fazer catequese sobre Jesus; nessa catequese, diz-se quem é Jesus e apresentam-se algumas coordenadas teológicas que vão, depois, ser desenvolvidas no resto do Evangelho.
A “catequese” de hoje situa-nos em Jerusalém. A Lei judaica pedia que os homens de Israel fossem três vezes por ano a Jerusalém, por alturas das três grandes festas de peregrinação (Páscoa, Pentecostes e Festa das Cabanas – cf. Ex 23,17-17). Ainda que os rabinos não considerassem obrigatória esta lei até aos treze, muitos pais levavam os filhos antes dessa idade. Jesus tem doze anos e, de acordo com o texto de Lucas, foi com Maria e José a Jerusalém celebrar a Páscoa.
É neste ambiente de Jerusalém e do Templo que Lucas situa as primeiras palavras pronunciadas por Jesus no Evangelho. Elas são, sem dúvida, o centro do nosso relato.

MENSAGEM
A chave deste episódio está, portanto, nas palavras pronunciadas por Jesus quando, finalmente, se encontra com Maria e José: “porque me procuráveis? Não sabíeis que Eu devia estar na casa de meu Pai?”
O significado (a catequese) da resposta à pergunta de Maria é que Deus é o verdadeiro Pai de Jesus. Daqui deduz-se que as exigências de Deus são, para Jesus, a prioridade fundamental, que ultrapassa qualquer outra exigência. A sua missão – a missão que o Pai Lhe confia – vai obrigá-l’O a romper os laços com a própria família (cf. Mc 3,31-35).
É possível que haja ainda, aqui, uma referência à paixão/morte/ressurreição de Jesus: tanto o episódio de hoje, como os factos relativos à morte/ressurreição, são situados num contexto pascal; em ambas as situações Jesus é abandonado – aqui por Maria e José e, mais tarde, pelos discípulos – por pessoas que não compreendem que a sua prioridade é o projecto do Pai; em ambas as situações, Jesus é procurado (cf. Lc 24,5) e tem de explicar que a finalidade da sua vida é cumprir aquilo que o Pai tinha definido (cf. Lc 24,7.25-27.45-46). Lucas apresenta aqui a chave para entender toda a vida de Jesus: Ele veio ao mundo por mandato de Deus Pai e com um projecto de salvação/libertação. Àqueles que se perguntam porque deve o Messias percorrer determinado caminho, Lucas responde: porque é a vontade do Pai. Foi para cumprir a vontade do Pai que Jesus veio ao nosso encontro e entrou na nossa história.
Atente-se, ainda, em duas questões um tanto marginais, mas que podem servir também para a nossa reflexão e edificação: em primeiro lugar, reparemos no entusiasmo que Jesus tem pela Palavra de Deus e pelas questões que ela levanta; em segundo lugar, a “declaração de independência” de Jesus pode ajudar-nos a compreender que a família não é o lugar fechado, onde cada pessoa cresce em horizontes limitados e fechados, mas é o lugar onde nos abrimos ao mundo e aos outros, onde nos armamos para partir à conquista do mundo que nos rodeia.

ACTUALIZAÇÃO
A reflexão do Evangelho de hoje deve ter em conta as seguintes questões:
¨ Para Jesus, a prioridade fundamental a que tudo se subjuga (até a família) é o projecto de Deus, o plano que Deus tem para cada pessoa. Se os planos dos pais e os planos de Deus entram em choque, quais devem prevalecer?
¨ Anima-nos o mesmo entusiasmo de Jesus pela Palavra de Deus? Somos capazes de esquecer outros interesses legítimos para nos dedicarmos à escuta, à reflexão e à discussão da Palavra? Vemos nela um meio privilegiado de conhecer o projecto que Deus tem para nós?
¨ Maria e José não fizeram cenas diante da resposta “irreverente” de Jesus. Aceitaram que o jovem Jesus não lhes pertencia exclusivamente: Ele tinha a sua identidade e a sua missão próprias. É assim que nos situamos face àqueles com quem partilhamos a experiência familiar?
¨ A nossa família potencia o nosso crescimento, abrindo-nos horizontes e levando-nos ao encontro do mundo, ou fecha-nos num espaço cómodo mas limitado, onde nos mantemos eternamente dependentes?
Fonte: http://www.dehonianos.org/portal/liturgia_dominical_ver.asp?liturgiaid=442

sábado, 26 de dezembro de 2015

inPRENSA semanal: a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.
Sócrates mantém licenciatura devido a falta de fiscalização de Ministério da Educação
“Refinarias têm ficado com uma grande margem”
A confusão do IRS - Bastonário dos TOC (Domingues de Azevedo) ao ionline
Palavra dada
"Direita escondeu propositadamente problema do Banif"
FMI assume que errou. Estas foram as medidas em que o fez
Porque é que o certificado de aforro é melhor do que o Audi?
Bruxelas lembra que há muito que manifestava preocupação com Banif
"Ato criminoso", disse ela. As reações à solução para o Banif
Banif: O banco do Funchal que é um problema para Portugal inteiro
Simulador. Quanto vou pagar de sobretaxa de IRS em 2016?
O pequeno Aylan na manjedoura do presépio
Há que acabar "com ideia de que na banca o crime compensa"
Onda de demissões em Lisboa após morte de jovem
Radiografia 2015. Vote nos acontecimentos e nas pessoas do ano
BPP+BPN+Banif = Cerca de 8,5 mil milhões a pagar pelos contribuintes
Depois das “doenças”, Papa dá “antibióticos” à cúria romana
​A felicidade
A pouca-vergonha que continuamos a pagar
Um monumento à irresponsabilidade da era Passos
"Banif é um assunto chocante e tem que ser explicado", defende Horta Osório
A política tem de começar a ser diferente da vigarice
Entalados com o Banif? Então e o Novo Banco?
Portugueses já deram 13 mil milhões para salvar bancos
O tapume
Conto de Natal
Australianos inventam caixote do lixo para o mar
Estará a sua árvore de Natal a deixá-lo doente?
Carta da namorada do jovem que morreu por falta de médico ao fim de semana
Um crime sem perdão
Estado e médicos de São José podem ser julgados por homicídio
Presentes natalícios
"Se fores um psicopata e adorares conflito, o Eurogrupo é para ti"
Desligado suporte de vida, menina voltou a viver 20 minutos depois. (E esta hein? Acasos? Coincidência? Não acredito nem em acasos, nem em coincidências, mas sim no sobrenatural)
Como o Banco de Portugal decidiu o resgate ao Banif
Portugueses rendidos ao ISIS. Saiba quem são e o que os motiva
"Troika andou desatenta ao que acontecia no sistema financeiro"
Caso David: hospital podia ter recorrido a privados, mas não o fez

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

EFEMÉRIDE/COMEMORAÇÃO: Boas Festas venho dar...

Já nasceu o Deus Menino
Filho da Virgem Maria.
 
Aqui não fica ninguém
Vamos adorar a Virgem
E o Deus Menino, em Belém.
Que a tua mãe logo vem
Foi lavar os teus paninhos
À fontinha de Belém.
Vamos todos ao presépio
Vamos todos a Belém
Que a Nossa Senhora tem.
Alegrem-se os Céus e a Terra
Cantemos com alegria
Já nasceu o Deus Menino
Filho da Virgem Maria.

in http://amusicaportuguesa.blogs.sapo.pt/musica-de-natal-boas-festas-1628808

Sim, este é que é o Pai Natal. Lamentavelmente muito esquecido e perdido nos tempos que correm, em detrimento de um outro que, como aqui se constata e a Wikipédia confirma, veio muito depois, sendo, aliás, seu discípulo. Depois, a secularização, a laicização, "as guerras e os comércios" de que fala o acima recitado poema de Fernando Pessoa na voz de Maria Bethânia, fizeram aquele resto. Valha-nos o que nos resta - o presépio. Mas para além do Pai Natal, reaprendamos a arte do dom.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

MÚSICA: Seis órgãos da basílica de Mafra voltam a ser tocados todos os meses

Os seis órgãos da basílica de Mafra, que se distinguem não apenas pelo seu número mas por terem sido concebidos para tocar em conjunto, voltam a ouvir-se nos primeiros domingos do mês.
Sérgio Silva (órgão do Evangelho), Isabel Albergaria (Epístola), David Paccetti Correia (S. Pedro d'Alcântara), Margarida Oliveira (Sacramento), Digo Rato Pombo (Conceição) e Inês Machado (Santa Bárbara) tocam a partir das 16h00 sob a direção artística de João Vaz.
Os intérpretes vão executar, em conjunto ou isoladamente.
 

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

FILME&CINEMA: "No coração do mar"

«O meu filme foca-se nas ambições pessoais de duas personagens que se defrontam, o capitão da baleeira e o seu primeiro oficial, sobre uma transformação e uma progressiva tomada de consciência até à descoberta da verdade sobre si próprio, após um duro confronto com a natureza, que tomou a forma de um grandioso animal», explicou o cineasta, vencedor de quatro Óscares por “Uma mente brilhante”, incluindo para melhor filme e melhor realizador. Para ler mais clique aqui