"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























quinta-feira, 12 de junho de 2014

DESPORTO: FIFA World Cup 2014 ou "O Rio di Janero continua lindo"

Onde&quando é que eu já vi algo com muitas semelhanças? Em Portugal? E em 2004&seguintes? Ou não fôssemos, Portugal&Brasil, países irmãos, filhos do mesmo pai, o ADN.



O BRASIL NA VISÃO DOS AMERICANOS REPORTAGEM DA TV AMERICANA
https://www.youtube.com/watch?v=AMjh_qPfcgE
The Price of the World Cup
https://www.youtube.com/watch?v=8Er_mwgfW_Q
Capa da France Football sobre a Copa no Brasil
A edição da revista FRANCE FOOTBALL esta semana (28/1) veio com a capa toda negra, onde se lê “Peur sur le Mondial”, algo como: “Medo do Mundial”, sendo que a letra “O” da palavra “mondial” está a bandeira do Brasil, e onde deveria estar escrito “Ordem e Progresso”, foi colocada uma tarja negra. (foto ilustrativa abaixo)
http://forum.esporte.uol.com.br/capa-da-france-football-sobre-a-copa-no-brasil_t_2920094
Dilma diz que Brasil está pronto
https://www.youtube.com/watch?v=urmR5fXMJu8#t=16
Economista comenta desigualdade no Brasil.. sensacional!
https://www.youtube.com/watch?v=hwL_xFbXtvs
No, I'm not going to the world cup
https://www.youtube.com/watch?v=ZApBgNQgKPU
Traficantes Se Preparam Para A Copa Do Mundo
https://www.youtube.com/watch?v=CtbVBIVdtWM
Espírito de revolta contra Mundial numa só imagem
http://www.noticiasaominuto.com/mundo/221607/espirito-de-revolta-contra-mundial-numa-so-imagem?utm_source=vision&utm_medium=email&utm_campaign=afternoon
Grafitis para que Mundial não seja esquecido
http://www.noticiasaominuto.com/mundo/227486/grafitis-para-que-mundial-nao-seja-esquecido?utm_source=vision&utm_medium=email&utm_campaign=daily#/615/7
O Preço da Copa (Rede Record)
https://www.youtube.com/watch?v=uHmJnLjZ5W0
Documentário: "À Caminho da Copa" COMPLETO
https://www.youtube.com/watch?v=xyjX6-F3isw
Todos os 12 estádios e cidades-sedes da Copa do Mundo da FIFA
https://www.youtube.com/watch?v=V9xfAru80Yo
A atualidade de D. Helder Câmara, 50 anos depois,
A 12 de abril de 1964, há precisamente 50 anos, entrava na arquidiocese de Olinda-Recife, como seu arcebispo, D. Helder Câmara, personalidade que marcou a história da Igreja no Brasil e que, apenas seis anos depois, o jornal britânico Sunday Times definiu como «o homem mais influente da América Latina depois de Fidel Castro». A chegada à cidade de Recife aconteceu escassos dias após o golpe que a 1 de abril levou ao poder o regime militar, que governou o país nas duas décadas seguintes. O novo arcebispo, até então auxiliar do Rio de Janeiro, não tardou a denunciar a opressão das Forças Armadas. Ao entrar na arquidiocese, Câmara não quis ser acolhido dentro da catedral, mas na praça, no meio das pessoas. Marcelo Barros, abade beneditino que colaborou com D. Helder durante 12 anos, recorda as palavras iniciais do prelado aos fiéis: «No nordeste do Brasil, Jesus Cristo chama-se Zé, Maria e Severino. Tem a pela escura e sofre a pobreza». Sabia bem de que falava, ele que nasceu a 7 de fevereiro de 1909 em Fortaleza, no nordeste brasileiro, território de sertão, seca e fome.
Ler mais em: http://www.snpcultura.org/atualidade_d_helder_camara.html~
Ajude-nos a vencer este Campeonato!
https://www.youtube.com/watch?v=WJXfY6S-GI0
NÃO VOS DEIXAREI ÓRFÃOS
http://www.fundacao-ais.pt/noticias/detail/id/3430/



 

 

quem conhece ESSES DESCONHECIDOS (34): Beato Ludovico Mzyk

...que merecem ser conhecidos - vida&obra - e eu mais em conhecê-las e dar a conhecer.
 
O Pe. Ludovico (Ludwik) Mzyk, Verbita, nasceu a 22 de Abril de 1905, na Polónia. Em Março de 1918 entrou para o Seminário Menor dos Padres Verbitas em Nysa (Casa de Santa Cruz - na época, ficava no território alemão), onde se formou em 1926. Em seguida, entrou no noviciado da Congregação do Verbo Divino em St. Augustin, perto de Bonn, na Alemanha. Fez os primeiros votos em 1928. Após ter terminado os estudos da Filosofia, foi enviado para Roma, para estudar Teologia. Foi ordenado sacerdote em 30 de Outubro de 1932. No verão de 1935 foi para Chludowo (perto de Poznan), na Polónia, onde os Verbitas estavam inaugurando o primeiro noviciado. Nomeado mestre de noviços, o Pe. Ludovico ficou em Chludowo. Em 1939 recebeu a nomeação para ser o primeiro Reitor da Casa. Era orientador, educador e formador. A 1 de Setembro de 1939 rebentou a guerra. Os exércitos alemães invadiram a Polônia. Chludowo também foi ocupada. No dia 25 de Janeiro de 1940, o Pe. Ludovico foi preso e levado para a Fortaleza VII em Poznan. Neste mesmo dia o Seminário de Chludowo foi transformado em prisão. O Pe. Ludovico sofreu muitas humilhações e torturas durante esses dias de prisão. No dia 20 de Fevereiro de 1940, na cela onde estava o Pe. Ludovico, junto com vários outros presos, entraram dois oficiais e cruelmente o torturaram. As palavras que saíram da sua boca: «Não pode ser o servo maior que o Senhor» foram memorizadas para sempre pelos outros presos que testemunharam o martírio. Na mesma noite, os soldados retiraram o Pe. Ludovico da cela, espancaram-no violentamente e em seguida executaram-no com um tiro na nuca.
 
 
                                                  

quarta-feira, 11 de junho de 2014

CINEMA: "A vida invisível"

Magnificamente fotografada, “A vida invisível” bebe do mistério que Vítor Gonçalves afirma ser o da sua vida no cinema, num registo que gere a sombra e a luz, a cor e a sua quase ausência nos mistérios, nos segredos e nas revelações da existência de Hugo. Alguém, como tantos de nós por um momento na vida, que a sente longe do seu alcance, um quase ninguém, como se, objetivamente estando vivo, não fosse porém capaz de o sentir. Continuar a ler (vídeo + imagens)…

terça-feira, 10 de junho de 2014

LEITURA: "A fé da Igreja"

A Paulus Editora e a Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa vão apresentar esta sexta-feira, em Braga, a obra “A fé da Igreja”, da autoria de seis docentes da instituição: José Frazão Correia, João Lourenço, Domingos Terra, José Eduardo Borges de Pinho, João Manuel Duque e Teresa Messias. No âmbito do Ano da Fé, convocado pelo papa emérito Bento XVI e que se concluiu em novembro de 2013, já sob o pontificado de Francisco, a Faculdade de Teologia organizou um curso pela internet sobre a fé da Igreja. O volume agora publicado é constituído pelos textos apresentados na formação, divididos em seis partes, tantos quantos os módulos do curso. Apresentamos seguidamente um resumo de cada um dos capítulos, extraído do texto introdutório. O atual diretor da Faculdade de Teologia, João Lourenço, dedica a obra a «um dos “pais”, da instituição, D. José Policarpo, anterior patriarca de Lisboa. Leia os resumos de cada capítulo e os temas tratados na obra. Continuar a ler…

segunda-feira, 9 de junho de 2014

REFLEXÃO/MEDITAÇÃO/ATENÇÃO: Insubstituível palavra

Sem o livro de Job, o Cântico, os Salmos, o Evangelho de Lucas, o livro do Génesis, a arte, a poesia e a literatura seriam bem diversas; seriam certamente menos belas e mais pobres de palavras. Na base da força da Bíblia – incluindo a força poética – está uma radical, incondicional, absoluta fidelidade à palavra, muito difícil de entender para os leitores do nosso tempo, mas também para nós decisiva. O nosso tempo atravessa uma profunda noite da palavra e das palavras e, por isso, corre o risco de morrer afogado num mar de tagarelice, de chat, de sms. Temos absoluta necessidade de nos reconciliarmos e de reencontrar a palavra e as palavras, a sua seriedade e responsabilidade. Para este novo encontro, uma grande e decisiva ajuda poderá vir-nos de escutar e frequentar os poetas. Eles são essenciais para a vida porque criam, fazem viver as palavras e defendem-nas da morte. São essenciais sobretudo nos tempos sem palavra – e por isso sem palavras – que vivemos. Continuar a ler…

domingo, 8 de junho de 2014

PALAVRA de DOMINGO: contextualizá-la para bem a entender e melhor vivê-la!

EVANGELHOJo 20,19-23
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Na tarde daquele dia, o primeiro da semana,
estando fechadas as portas da casa
onde os discípulos se encontravam,
com medo dos judeus,
veio Jesus, colocou Se no meio deles e disse lhes:
«A paz esteja convosco».
Dito isto, mostrou lhes as mãos e o lado.
Os discípulos ficaram cheios de alegria ao verem o Senhor.
Jesus disse lhes de novo:
«A paz esteja convosco.
Assim como o Pai Me enviou,
também Eu vos envio a vós».
Dito isto, soprou sobre eles e disse lhes:
«Recebei o Espírito Santo:
àqueles a quem perdoardes os pecados ser lhes ão perdoados;
e àqueles a quem os retiverdes serão retidos».

AMBIENTE
Este texto (lido já no segundo domingo da Páscoa) situa-nos no cenáculo, no próprio dia da ressurreição. Apresenta-nos a comunidade da nova aliança, nascida da acção criadora e vivificadora do Messias. No entanto, esta comunidade ainda não se encontrou com Cristo ressuscitado e ainda não tomou consciência das implicações da ressurreição. É uma comunidade fechada, insegura, com medo… Necessita de fazer a experiência do Espírito; só depois, estará preparada para assumir a sua missão no mundo e dar testemunho do projecto libertador de Jesus.
Nos “Actos”, Lucas narra a descida do Espírito sobre os discípulos no dia do Pentecostes, cinquenta dias após a Páscoa (sem dúvida por razões teológicas e para fazer coincidir a descida do Espírito com a festa judaica do Pentecostes, a festa do dom da Lei e da constituição do Povo de Deus); mas João situa no anoitecer do dia de Páscoa a recepção do Espírito pelos discípulos.
MENSAGEM
João começa por pôr em relevo a situação da comunidade. O “anoitecer”, as “portas fechadas”, o “medo” (vers. 19 a), são o quadro que reproduz a situação de uma comunidade desamparada no meio de um ambiente hostil e, portanto, desorientada e insegura. É uma comunidade que perdeu as suas referências e a sua identidade e que não sabe, agora, a que se agarrar.
Entretanto, Jesus aparece “no meio deles” (vers. 19b). João indica desta forma que os discípulos, fazendo a experiência do encontro com Jesus ressuscitado, redescobriram o seu centro, o seu ponto de referência, a coordenada fundamental à volta do qual a comunidade se constrói e toma consciência da sua identidade. A comunidade cristã só existe de forma consistente se está centrada em Jesus ressuscitado.
Jesus começa por saudá-los, desejando-lhes “a paz” (“shalom”, em hebraico). A “paz” é um dom messiânico; mas, neste contexto, significa, sobretudo, a transmissão da serenidade, da tranquilidade, da confiança que permitirão aos discípulos superar o medo e a insegurança: a partir de agora, nem o sofrimento, nem a morte, nem a hostilidade do mundo poderão derrotar os discípulos, porque Jesus ressuscitado está “no meio deles”.
Em seguida, Jesus “mostrou-lhes as mãos e o lado”. São os “sinais” que evocam a entrega de Jesus, o amor total expresso na cruz. É nesses “sinais” (na entrega da vida, no amor oferecido até à última gota de sangue) que os discípulos reconhecem Jesus. O facto de esses “sinais” permanecerem no ressuscitado, indica que Jesus será, de forma permanente, o Messias cujo amor se derramará sobre os discípulos e cuja entrega alimentará a comunidade.
Vem, depois, a comunicação do Espírito. O gesto de Jesus de soprar sobre os discípulos reproduz o gesto de Deus ao comunicar a vida ao homem de argila (João utiliza, aqui, precisamente o mesmo verbo do texto grego de Gn 2,7). Com o “sopro” de Deus de Gn 2,7, o homem tornou-se um “ser vivente”; com este “sopro”, Jesus transmite aos discípulos a vida nova e faz nascer o Homem Novo. Agora, os discípulos possuem a vida em plenitude e estão capacitados – como Jesus – para fazerem da sua vida um dom de amor aos homens. Animados pelo Espírito, eles formam a comunidade da nova aliança e são chamados a testemunhar – com gestos e com palavras – o amor de Jesus.
Finalmente, Jesus explicita qual a missão dos discípulos (ver. 23): a eliminação do pecado. As palavras de Jesus não significam que os discípulos possam ou não – conforme os seus interesses ou a sua disposição – perdoar os pecados. Significam, apenas, que os discípulos são chamados a testemunhar no mundo essa vida que o Pai quer oferecer a todos os homens. Quem aceitar essa proposta será integrado na comunidade de Jesus; quem não a aceitar, continuará a percorrer caminhos de egoísmo e de morte (isto é, de pecado). A comunidade, animada pelo Espírito, será a mediadora desta oferta de salvação.
ACTUALIZAÇÃO
Para a reflexão, considerar as seguintes coordenadas:
• A comunidade cristã só existe de forma consistente, se está centrada em Jesus. Jesus é a sua identidade e a sua razão de ser. É n’Ele que superamos os nossos medos, as nossas incertezas, as nossas limitações, para partirmos à aventura de testemunhar a vida nova do Homem Novo. As nossas comunidades são, antes de mais, comunidades que se organizam e estruturam à volta de Jesus? Jesus é o nosso modelo de referência? É com Ele que nos identificamos, ou é num qualquer ídolo de pés de barro que procuramos a nossa identidade? Se Ele é o centro, a referência fundamental, têm algum sentido as discussões acerca de coisas não essenciais, que às vezes dividem os crentes?
• Identificar-se como cristão significa dar testemunho diante do mundo dos “sinais” que definem Jesus: a vida dada, o amor partilhado. É esse o testemunho que damos? Os homens do nosso tempo, olhando para cada cristão ou para cada comunidade cristã, podem dizer que encontram e reconhecem os “sinais” do amor de Jesus?
• As comunidades construídas à volta de Jesus são animadas pelo Espírito. O Espírito é esse sopro de vida que transforma o barro inerte numa imagem de Deus, que transforma o egoísmo em amor partilhado, que transforma o orgulho em serviço simples e humilde… É Ele que nos faz vencer os medos, superar as cobardias e fracassos, derrotar o cepticismo e a desilusão, reencontrar a orientação, readquirir a audácia profética, testemunhar o amor, sonhar com um mundo novo. É preciso ter consciência da presença contínua do Espírito em nós e nas nossas comunidades e estar atentos aos seus apelos, às suas indicações, aos seus questionamentos.
FONTE: http://www.dehonianos.org/portal/liturgia_dominical_ver.asp?liturgiaid=797
Estando fechadas as portas da casa por causa do medo dos judeus… Acontece sempre assim quando se age segundo o medo: a vida fecha-se. O medo paralisa a vida. Os discípulos têm medo até de si próprios, de como o renegaram. E todavia, Jesus vem. É uma comunidade de portas e janelas enclausuradas, onde falta o ar e se respira a dor, uma comunidade que está a adoecer. E todavia, Jesus vem. O papa Francisco continua a repetir que uma Igreja fechada, dobrada sobre si mesma, que não se abre, é uma Igreja doente. E no entanto, Jesus vem. Vem para o meio dos seus, toca os seus medos, os seus limites, sem os temer. Sabe gerir a nossa imperfeição. Continuar a ler…

sexta-feira, 6 de junho de 2014

quem conhece ESSES DESCONHECIDOS (33): G. K. Chesterton

...que merecem ser conhecidos - vida&obra - e eu mais em conhecê-las e dar a conhecer.

Vai nascer uma associação dos "amigos" de Chesterton em Portugal
http://pagina1.sapo.pt/detalhe.aspx?fid=96&did=150759&number=2707
Entretanto a Wikipédia ajuda
http://pt.wikipedia.org/wiki/G._K._Chesterton

quinta-feira, 5 de junho de 2014

EFEMÉRIDE/COMEMORAÇÃO/EVOCAÇÃO: Dia Mundial de Ambiente

World Under Water é um site desenvolvido por uma plataforma de crowdfunding dedicada a projetos ambientais. Ao visitar estas páginas pode inserir um qualquer destino e vê-lo como vai ficar se o nível dos mares continuar a subir.

O site foi desenvolvido utilizando como base a informação do Google Street View. Ao inserir um endereço é aplicada uma layer que representa o nível da água. O World Under Water foi desenvolvido para promover o dia Mundial do Ambiente que se comemora a 5 de junho.
A ideia é sensibilizar para o aumento de temperatura do planeta e o efeito que vai ter na subida do nível do mar. Depois de ver as cidades e localizações que desejar, pode partilhar as imagens nas redes sociais mais populares.

FONTE:http://exameinformatica.sapo.pt/noticias/internet/2014-05-07-Melhores-sites-O-Mundo-debaixo-de-agua

terça-feira, 3 de junho de 2014

REFLEXÃO/MEDITAÇÃO/ATENÇÃO: Como o novo BMW Série 3 F30 é fabricado em Munique!...


 

Quando a voragem do tempo em anos, meses, dias anos, horas & minutos nos impede, eis que surge uma boa razão, um óptimo motivo para pensar, meditar e reflectir; assim:
- O que têm em comum esta montagem automóvel e a exploração espacial?
- Informática, ciberespaço, automatização & robotização.
- Sim, mas não só.
- Então "o quê" mais?
- A criativadade/capacidade fantástica, espantosa, maravilhosa,... do Homem.
- O Homem, o tal, o fruto do acaso, ou "Big Bang"?
- Não creio, porque impossível! - esta, mais uma prova.

 

segunda-feira, 2 de junho de 2014

ESPIRITUALIDADE: Ler espiritualidade

Optar por abrir um livro de espiritualidade é, antes de mais, experimentar uma certa curiosidade. É pressentir que a fé, a oração e o espírito se alimentam e que o coração pode beber de outras fontes. Muitas vezes os santos deixaram textos e há numerosos escritores que exploraram a dimensão espiritual da existência. Longe de oferecer uma leitura piedosa, distante, a expressão espiritual coloca o leitor em sobressalto, toca-o intimamente, questiona-o. E hoje há uma variedade abundante, com diversos estilos. «As pessoas não sabem o que procuram, mas vêm porque têm necessidade de ser alimentadas», explica uma livreira de Paris. Uma necessidade que pode ser causada por duas situações bem diferentes, mas que conduzem sempre à vida espiritual. Há os casos em que a fé é vivida com simplicidade, regularmente, e nasce o desejo de aprofundar a oração, a leitura da Bíblia, o conhecimento de Cristo. Ou então sucede uma provação que vem perturbar a vida interior; face à doença, a dificuldades de relação, ao luto, o livro pode tornar-se um espaço de respiração, de conforto, de repouso. Continuar a ler…