"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

LIVROS&LEITURAS: "Os infinitos do amor", "Os milagres como Evangelho" e "Terramoto doutrinal"

"Os infinitos do amor"
«Creio que boa parte do sucesso dos textos do José Luís Nunes Martins radica nesta sua magistral capacidade de tratar temas éticos sem enveredar pelo moralismo, referir sentimentos sem sentimentalismo, apelar a atitudes a imitar ou a evitar, mas sem qualquer paternalismo.». Ler mais em: http://www.snpcultura.org/os_infinitos_do_amor.html
"Os milagres como Evangelho"
Renato Filipe da Silva Oliveira venceu o Prémio Paulus de Edição de 2015 pela obra “Os milagres como Evangelho – Sentido teológico dos milagres de Jesus”, resultante da dissertação do mestrado integrado em Teologia. Ler mais em: http://www.snpcultura.org/os_milagres_como_evangelho.html
"Terramoto doutrinal"
«A polémica obra», o «atrevimento» e as «posições audazes» do padre João Moutinho na oposição à Inquisição em Portugal constituem o núcleo do livro “Terramoto doutrinal”, do bispo português D. Carlos Azevedo. A prisão do religioso, personalidade «visionária» que nos dias de hoje inspira «ousadia profética», resultou «do nítido desejo de que não publicasse mais nada na vida». Ler mais em: http://www.snpcultura.org/terramoto_doutrinal.html
 

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

ESPIRITUALIDADE: Para melhor conhecer o Islão

Origens, calendário, festas e celebrações
Antes da atividade do Profeta, aquilo que se pode designar como religião pré-islâmica, correspondia, em especial, a grupos humanos com uma vida nómada, organizados de forma tribal, sem qualquer tipo de relação federal. Para além destas influências locais, desde o séc. VI a.E.C. que existiam colónias judias a norte; colónias estas que irão influenciar em muito o nascimento de uma religião monoteísta na região. Ler mais em:
O Profeta, Meca, Caaba, Medina, Jerusalém, Muçulmano
O Profeta nasceu cerca de 570 E.C. [Era Comum] – a tradição islâmica aponta a data de 20 de abril de 571 (12 de abril de Rabi I, o terceiro mês do calendário árabe, no Ano do Elefante), como a efetiva data de nascimento. De seu nome completo Muhammad bin Abdil-lah bin Abdul Muttalib bin Háxime, “Maomé” tornou-se a forma mais corrente de identificação do Profeta. Seria filho de Abdullah e de Amina. O seu pai terá falecido pouco tempo antes do seu nascimento. Maomé terá conhecido a pobreza durante a sua infância e juventude. Ler mais em:
Os cinco Mandamentos
O jejum que todo o muçulmano, em plena condição física, deve fazer durante o Ramadão. No nono mês do calendário islâmico, todos os muçulmanos devem praticar o jejum, ou seja, abster-se de ingerir alimentos, sólidos ou líquidos (inclusivamente água), abster-se de fumar ou ter relações sexuais, entre a aurora e o pôr do sol, entre as orações de “Fajr” e “Maghrib”, e mesmo tomar qualquer tipo de medicação, quer por via oral, quer por via intravenosa. Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/para_melhor_conhecer_islao_cinco_mandamentos.html
Sunitas, Xiitas, Ismailitas, Sufismo
O sufismo é uma realidade efetivamente autónoma dos principais grupos islâmicos. Apesar de muitas escolas (“tariqas”) sufis poderem ser classificadas como xiitas ou sunitas. Os Sufis constituem um grupo místico do Islão. A direção do “Tasawwuf” é designada de “o Caminho”. Um determinado caminho ou direção em particular constitui a “Tariqah”. É o caminho cujo objetivo é a procura do conhecimento, que significa “Conhecimento da Realidade Última ou Absoluta” que é Deus. Ler mais em: http://www.snpcultura.org/para_melhor_conhecer_islao_sunitas_xiitas_ismailitas_sufismo.html
Textos sagrados
Do árabe “Al-qur’an”, significa «a proclamação», «a leitura». «que é constantemente recitado» (com origem no verbo, comum em formas semelhantes, em várias outras línguas semitas atuais e antigas, “qr'”, que genericamente significa «ler», «recitar», «clamar», «convocar», «chamar», «invocar», isto é, o que é para ser lido ou declamado, portanto, o Livro por excelência). Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/para_melhor_conhecer_islao_textos_sagrados.html
 
 
 

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

ARTE&CULTURA: O retábulo de Koki Ruiz para o papa Francisco

Ruiz recorreu ao milho como material principal porque, explicou, os povos guaranis do Paraguai conferiam-lhe grande valor. «Na cultura europeia usavam ouro para dourar um altar. Para os guaranis, o mais precioso que tinham eram os frutos da terra, por isso dourámos este altar com milho, substituindo o ouro na sua cor e brilho». Para criar esta peça única, usou 32 mil espigas de milho, 200 mil cocos bebés, mil abóboras e 350 kg de sementes e grãos. Ler mais em:

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

EFEMÉRIDE/EVOCAÇÃO/RECORDAÇÃO: Festa da Padroeira

"National Geographic" dedica edição a Maria, «a mulher mais poderosa do mundo»
A mulher mais poderosa
http://www.dn.pt/opiniao/opiniao-dn/anselmo-borges/interior/a-mulher-mais-poderosa-4916501.html
A história de Maria pode ser a tua história
O anjo Gabriel veio até ela. É belo pensar que Deus te acaricia, te toca na tua vida diária, na tua casa. Fá-lo num dia de festa, no tempo das lágrimas ou quando dizes a quem amas as palavras mais belas que conheces. Ler mais em: http://www.snpcultura.org/a_historia_de_Maria_pode_ser_a_tua_historia.html
 

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

REFLEXÃO(ATENÇÃO/MEDITAÇÃO: diversos temas

Sofrer mas não sucumbir
«À noite, quando o dia cai atrás de nós, costumo caminhar ao longo do arame farpado, e do meu coração levanta-se sempre uma voz que diz: “A vida é uma coisa esplêndida e grande. A cada novo crime ou horror, devemos opor um novo pequeno suplemento de amor e de bondade, conquistados em nós mesmos. Podemos sofrer mas não devemos sucumbir.» Comove-me imaginar a cena de uma jovem mulher que num campo de concentração nazi anda à noite ao longo do arame farpado da reclusão e, diante do horror que a rodeia, consegue pronunciar estas palavras de vida e de esperança.
Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/sofrer_mas_nao_sucumbir.html

Quatro histórias de perdão
É como perdoados e perdoadores que somos chamados a viver. O perdão é um «jugo suave». Ocupemo-nos, sim, em desenvolver as potencialidades que o perdão esconde. Mesmo se somos fruto de uma formação que acentua muito o peso do pecado, parece-me que a grande conversão é passar a sublinhar a luz do perdão de Deus na nossa vida. Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/quatro_historias_de_perdao.html

A luz da lua revela a pequenez do teu quarto
Há pessoas que trocam pela realidade as ilusões que a televisão lhes dá com fartura ao almoço e ao jantar. Há quem imagina que a verdade é só a que está contida na sua caixa craniana e nos seus raciocínios...Eis, então, o convite de Tagore a deixar irromper a luz da lua ou do sol que te revela o quão pequeno e poeirento é o teu quarto e quão infinito é o mundo e o seu mistério. Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/a_luz_da_lua_revela_a_pequenez_do_teu_quarto.html

Humildade: Tão escassa, tão necessária
A humildade é uma das virtudes que a economia e as grandes empresas não amam, embora tenham uma necessidade vital dela. A nossa cultura, cada vez mais modelada por valores mercantis, não consegue ver a beleza e o valor da humildade, que assim é humilhada. As virtudes praticadas e alimentadas pelas grandes empresas e organizações alimentam-se, de facto, pela anti-humildade. Para fazer carreira e ser valorizados é preciso ostentar os próprios méritos, mostrar mentalidade e atitudes “vencedoras”, ser mais ambiciosos que os outros colegas concorrentes. Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/humildade_tao_escassa_tao_necessaria.html

domingo, 6 de dezembro de 2015

ESPIRITUALIDADE: Advento, tempo de ...

... vigilância
A vigilância é lucidez interior, inteligência, capacidade crítica, presença na história, não distração e não dissipação. Unificado pela escuta da Palavra de Deus, interiormente atento às suas exigências, o homem vigilante torna-se responsável, ou seja, radicalmente não indiferente, consciente de tomar cuidado de tudo e, em particular, capaz de vigiar sobre os outros homens e de os guardar. Ler mais em: http://www.snpcultura.org/advento_tempo_de_vigilancia.html
... esperar
Não podemos abolir a espera, a menos que decidamos – como muitos já fizeram – que Deus não existe. Mas quem foi conquistado pelo seu amor, não pode declarar que Deus não existe mais. E o seu tempo, a sua vida, desenrolam-se sob o signo da espera, até à vinda de Cristo. Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/advento_tempo_de_esperar.html
... ser como o servo fiel e prudente
O regresso do Senhor acontece num dia que não se espera e numa hora que não se sabe porque, na espera daquele que ocorrerá no fim dos tempos, há um regresso de Cristo diário, que assume o cuidado do outro, do pobre, do doente, do preso, do estrangeiro imigrado… No serviço diário prestado aos outros, na partilha dos bens recebidos, na submissão recíproca, na oferta ao outro da porção de comida que o alimenta e o faz viver, nós, cristãos, somos chamados a esperar o reino que nos foi dado. Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/ser_como_servo_fiel_e_prudente.html
... preparar a luta consigo próprio
Jesus diz que a vinda do Filho do homem será «como foi nos dias de Noé». Mas que dias foram os de Noé? Eis a resposta: «Nos dias que precederam o dilúvio, comia-se, bebia-se, os homens casavam e as mulheres eram dadas em casamento» (Mateus 24, 37-39). Não se deram conta do que estava a acontecer, e toda uma geração foi destruída. Alimentar-se e reproduzir-se: quando se reduz a vida humana só a isto, é-se esmagado pela própria vida que se faz. Comer e unir-se sexualmente sem dar conta de nada é próprio dos animais, não dos seres humanos. Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/advento_preparar_luta_consigo_proprio.html

PALAVRA DE DOMINGO: Contextual​izá-la para bem a entender e melhor vivê-la: LITURGIA & VIDA!

Considerando:
1. "Três qualidades essenciais de uma homilia: Positiva, concreta, profética"
2. "A Palavra de Deus no quotidiano da vida eclesial"
3. "A autora recorda sobretudo a homilia dessa eucaristia, que não fez “lembrar nada a imagem da Igreja” que tinha “de pequenina”, e que a fez afastar-se depois de fazer a “primeira comunhão”. Ler mais em:
4. "Os leitores mais atentos poderão confirmar se o Papa Francisco é coerente quando exige qualidade nas homilias como fez na exortação apostólica "A alegria do Evangelho" e a sua prática nas missas que celebra em Santa Marta. Basta ler o livro que reproduz muitas daquelas saborosas homilias feriais" - Pe. Rui Osório in JN de 11/1/2015 - "A verdade é um encontro", http://www.paulinas.pt/Product_Detail.aspx?code=1977
5. Pregação «não é um sermão sobre um tema abstrato»: Vaticano apresenta diretório sobre homilias
6. Diretório homilético: Para falar de fé e beleza mesmo quando não se é «grande orador»
Então:
Tema do 2º Domingo do Tempo do Advento
Podemos situar o tema deste domingo à volta da missão profética. Ela é um apelo à conversão, à renovação, no sentido de eliminar todos os obstáculos que impedem a chegada do Senhor ao nosso mundo e ao coração dos homens. Esta missão é uma exigência que é feita a todos os baptizados, chamados – neste tempo em especial – a dar testemunho da salvação/libertação que Jesus Cristo veio trazer.
O Evangelho apresenta-nos o profeta João Baptista, que convida os homens a uma transformação total quanto à forma de pensar e de agir, quanto aos valores e às prioridades da vida. Para que Jesus possa caminhar ao encontro de cada homem e apresentar-lhe uma proposta de salvação, é necessário que os corações estejam livres e disponíveis para acolher a Boa Nova do Reino. É esta missão profética que Deus continua, hoje, a confiar-nos.
A primeira leitura sugere que este “caminho” de conversão é um verdadeiro êxodo da terra da escravidão para a terra da felicidade e da liberdade. Durante o percurso, somos convidados a despir-nos de todas as cadeias que nos impedem de acolher a proposta libertadora que Deus nos faz. A leitura convida-nos, ainda, a viver este tempo numa serena alegria, confiantes no Deus que não desiste de nos apresentar uma proposta de salvação, apesar dos nossos erros e dificuldades.
A segunda leitura chama a atenção para o facto de a comunidade se dever preocupar com o anúncio profético e dever manifestar, em concreto, a sua solidariedade para com todos aqueles que fazem sua a causa do Evangelho. Sugere, também, que a comunidade deve dar um verdadeiro testemunho de caridade, banindo as divisões e os conflitos: só assim ela dará testemunho do Senhor que vem.
EVANGELHOLc 3,1-6
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
No décimo quinto ano do reinado do imperador Tibério,
quando Pôncio Pilatos era governador da Judeia,
Herodes tetrarca da Galileia,
seu irmão Filipe tetrarca da região da Itureia e Traconítide
e Lisânias tetrarca de Abilene,
no pontificado de Anás e Caifás,
foi dirigida a palavra de Deus
a João, filho de Zacarias, no deserto.
E ele percorreu toda a zona do rio Jordão,
pregando um baptismo de penitência
para a remissão dos pecados,
como está escrito no livro dos oráculos do profeta Isaías:
«Uma voz clama no deserto:
‘Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas.
Sejam alteados todos os vales
e abatidos os montes e as colinas;
endireitem-se os caminhos tortuosos
e aplanem-se as veredas escarpadas;
e toda a criatura verá a salvação de Deus’».
AMBIENTE
O texto de hoje segue-se imediatamente ao “evangelho da infância”, na versão lucana. Aqui começa, oficialmente, o Evangelho – isto é, o anúncio da Boa Nova de Jesus. Antes de começar a descrever a acção libertadora e salvadora de Jesus no meio dos homens, Lucas vai apresentar João Baptista, o profeta que veio preparar a chegada do Messias de Deus.
MENSAGEM
Lucas, como compete a alguém que “tudo investigou cuidadosamente desde a origem” (Lc 1,3), começa por situar o quadro de João Baptista num determinado enquadramento histórico. Nomeia 7 personagens (desde o imperador Tibério César, até ao sumo sacerdote Caifás), num esforço de situar no tempo os acontecimentos da salvação (estaremos aí pelos anos 27/28). Ele sugere, assim, que esta aventura do Deus que vem ao encontro dos homens para lhes apresentar um projecto de salvação e de felicidade não é uma lenda, perdida nas brumas do tempo e da memória dos homens… Mas é uma história concreta, com acontecimentos concretos, que podem ser ligados a um determinado momento histórico e a uma terra concreta.
Num segundo momento, Lucas apresenta a figura de João Baptista. Ele é “uma voz que grita no deserto” e que convida a preparar os caminhos do coração para que Jesus, o Messias de Deus, possa ir ao encontro de cada homem. Lucas começa por sugerir que a missão profética de João lhe é confiada por Deus: o chamamento de João é apresentado com as mesmas palavras do chamamento de Jeremias (cf. Jer 1,1, no texto grego), para marcar o carácter profético do seu anúncio. Depois, Lucas situa num espaço geográfico a actividade profética de João: ele prega em “toda a zona do rio Jordão” (Mateus e Marcos, situam-no no deserto)… Trata-se de uma região bastante povoada, sobretudo depois das construções de Herodes e de Arquelau: o anúncio profético de João destina-se aos homens, que são convidados a acolher o Messias que está para fazer a sua aparição no mundo. Finalmente, concretiza-se o âmbito da missão: João “proclama um baptismo de conversão (“baptisma metanoias”), para a remissão dos pecados”… A palavra “metanoias” sugere uma revolução total da mentalidade que leva a uma transformação total da forma de pensar e de agir… Para acolher o Messias que está para chegar, é necessário um processo de conversão que leve a um re-equacionar a vida, as prioridades, os valores; só nos corações verdadeiramente transformados, o Messias encontrará lugar.
O Evangelho de hoje conclui-se com uma citação tomada do Deutero-Isaías (cf. Is 40,3-5), onde serve para anunciar aos exilados na Babilónia a libertação e o regresso a casa, num novo e triunfal êxodo. Lucas sugere, desta forma, que está para chegar a libertação: é necessário, no entanto, que os destinatários do projecto libertador de Deus aceitem percorrer esse caminho, se deixem transformar e acolham “a salvação de Deus”.
ACTUALIZAÇÃO
Elementos para a reflexão e a actualização da Palavra:
• João é o profeta, cujo anúncio prepara o coração dos homens para acolher o Messias. A dimensão profética está sempre presente na comunidade dos baptizados. A todos nós, constituídos profetas pelo baptismo, Deus chama a dar testemunho de que o Senhor vem e a preparar os caminhos por meio dos quais Jesus há-de chegar ao coração do mundo e dos homens.
• Preparar o caminho do Senhor é convidar a uma conversão urgente, que elimine o egoísmo, que destrua os esquemas de injustiça e de opressão, que derrote as cadeias que mantêm os homens prisioneiros do pecado… Preparar o caminho do Senhor é um re-orientar a vida para Deus, de forma a que Deus e os seus valores passem a ocupar o primeiro lugar no nosso coração e nas nossas prioridades de vida.
• Esse processo de conversão é um verdadeiro êxodo, que nos transportará da terra da opressão para a terra nova da liberdade, da graça e da paz. Só quem aceita percorrer esse “caminho” experimentará a “salvação de Deus”.
• A preocupação de Lucas em situar concretamente, no espaço e no tempo, os acontecimentos da salvação chama a atenção aos profetas que anunciam a “vinda do Senhor”, no sentido de encarnar o seu anúncio no contexto cultural e político onde estão inseridos, a ir ao encontro do homem concreto, com a sua linguagem, os seus problemas concretos, as suas ânsias, os seus dramas, sonhos e esperanças. A linguagem com que o profeta anuncia a salvação não pode ser uma linguagem desencarnada, mas tem se ser uma linguagem viva, questionante, interpelativa.
Fonte: http://www.dehonianos.org/portal/liturgia_dominical_ver.asp?liturgiaid=436

Há uma voz que te chama no deserto: Aplana o coração, abate os muros, endireita os teus caminhos
A voz descreve uma paisagem áspera e difícil, que tem os traços duros e violentos da História: os montes intransponíveis são os muros que cortam em dois as cidades, casas e oliveiras; as veredas escarpadas são as trincheiras escavadas para se esconder do alvo, para melhor matar, para se isolar por medo… É também a nossa geografia interior, um mapa de feridas nunca curadas, de abandonos sofridos ou infligidos. Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/ha_uma_voz_que_te_chama_no_deserto.html

sábado, 5 de dezembro de 2015

inPRENSA semanal: a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.

Terceira Guerra Mundial?
Um primeiro-ministro que decide como quem constrói um puzzle
"É tempo de voltar a casa". Este anúncio de Natal alemão faz chorar
Papa em África: Diálogo inter-religioso, reconciliação, pobreza e exclusão em viagem sem medo
Papa aos pobres: «Obrigado por nos lembrardes que há outro tipo de cultura possível»
O que a viúva pobre ensina à Igreja: Entre Deus e o mundo, da mediocridade à fidelidade
Átrio dos Gentios debate economia, ética, mística e agnosticismo
20 mil sapatos “marcham” pelo clima em Paris (os do Papa também)
A máquina de fazer dinheiro do Estado Islâmico
Primeiro curso de Informática tem 40 anos. Afinal, os computadores não eram como a mini-saia.
Francisca Van Dunem, a magistrada anti-vedeta
Compreendendo a COP21
Operação Marquês continua a 'fazer vítimas'
Papa em África. “Mensagens vão ter grande impacto sobre os governantes e as elites"
Nobel acredita no Governo Costa. “Desigualdade é uma escolha política”
Short Answers to Hard
Cimeira de Paris abre com grandes esperanças
Apelos, divisões e dinheiro na abertura da cimeira do clima em Paris
Paris Climat 2015 - COP21
Bill Gates cria fundo de energias limpas com outros magnatas
A dívida e o défice
As 15 melhores ideias para prendas
Patrão reduz salário para aumentar funcionários
Mark Zuckerberg vai doar 99% das suas acções do Facebook
Europa - um continente sobrecarregado de crises
O discípulo de Kissinger
Quando o imoral se torna banal
Nova equipa da Educação liderada pelo ministro das ‘sete vidas’
Estes famosos já foram sem-abrigo
Foi prisioneiro do ISIS e agora diz saber como derrotar os jihadistas
Marta dedica a vida a ajudar famílias na maior favela do mundo
Ricardo Salgado, um gangster de fazer inveja...
http://videos.sapo.pt/W4GBABzCP9f9mzznMiZT

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

EFEMÉRIDE/EVOCAÇÃO/RECORDAÇÃO: Os retornados e Concílio Vaticano II.

Os retornados e a solidariedade da Igreja católica
«Começa o povo português a dar-se conta da gravidade do problema dos retornados, assim conhecidos correntemente, embora com mais propriedade os devêssemos considerar refugiados. Aos milhares, fugidos à guerra que tem envolvido o processo de descolonização de algumas das ex-colónias, estão a entrar no País em lamentáveis circunstâncias. Em grande número, chegam na maior penúria e com traumatismos de toda a ordem. As vicissitudes da fuga e a longa espera nos pontos de partida e chegada, em precárias condições alimentares e higiénicas, abalaram a saúde física e moral de muitos, especialmente crianças. A falta de perspetivas quanto a trabalho, habitação e meios de sobrevivência, é, para não poucos, motivo de desalento e desespero. Revolta-os a miséria que injustamente recaiu sobre eles e sobre as terras que deixaram.». Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/os_retornados_e_a_solidariedade_da_igreja_catolica.html

Concílio Vaticano II terminou há 50 anos: A Igreja é como uma árvore, dá frutos a seu tempo
As árvores mudam de aspeto ao longo das estações do ano, sem perder a sua identidade. Assim também acontece com a Igreja de Cristo: o Concílio suscitou um novo período de primavera e alguns frutos já amadureceram; outros ainda são esperados e vão aparecer, com o passar do tempo, contando com a ajuda de Deus e nosso cultivo perseverante. Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/concilio_vaticano_ii_terminou_ha_50_anos.html

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

CINEMA&SÉRIE: "Empire"

«Nos EUA a primeira temporada foi fortíssima: audiências excecionais em crescimentos constante, tanto que após um par de episódios o acordo para o bis já estava pronto. Intitula-se “Empire” e é uma enfática série televisiva sobre música, entendida como arte e como negócio, mas também uma reflexão sobre a difícil, se não impossível, convivência entre o amor e o poder, capaz, neste cintilante drama musical, de envenenar até as almas mais puras.» É com estas palavras que a edição de hoje do jornal do Vaticano, “L’Osservatore Romano”, analisa a série “Império”, igualmente transmitida em Portugal na televisão por cabo. Ler mais em: