"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2024

MÚSICA&FILME/CINEMA: De Bob Marley a Amy Winehouse: as mais aguardadas ‘biopics’ musicais de 2024 (e mais além)

2024 será sinónimo de música no cinema, com estreias marcadas de filmes sobre a história, os maiores feitos e as desventuras de grandes vultos da música – é o caso de Bob Marley, já em fevereiro, ou Amy Winehouse, em abril. No resto do ano, podemos esperar retratos de Bob Dylan (com Timothée Chalamet) e Maria Callas (recriada por Angelina Jolie) e Michael Jackson está ‘prometido’ para o ano que vem. Mas ainda há mais: encontrará aqui tudo o que já sabemos sobre as ‘biopics’ mais esperadas



Outras músicas no cinema: está quase a chegar “Bob Marley: One Love”, a ‘biopic’ do rei do reggae. Quem é o ator Kingsley Ben-Adir e como é que se transformou em Marley? A resposta está aqui. Fique também com duas playlists para acompanhar a contagem decrescente até 14 de fevereiro, Dia dos Namorados, dia de “One Love”: uma de combateoutra pacífica e amorosa.

Mas quem era realmente o rei do reggae? A resposta ao alcance de um clique AQUI,

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

EFEMÉRIDE/COMEMORAÇÃO: "Dia dos Namorados"

 "O matrimónio feliz"
O cônjuge ideal é aquele que em cada amanhecer alimenta o amor com um novo favo de mel; e que, antes de nascer o sol, se dirige ao jardim interior para cortar um cravo coberto de orvalho, e o oferece ao outro sem dizer palavra. O cônjuge ideal é aquele que sabe que o matrimónio é como um mar dilatado e que os dois são navegantes que todos os dias saem para o mar alto, à descoberta de novos mundos em águas desconhecidas. Um cônjuge que sabe que a realidade do outro não reside naquilo que ele revela, mas naquilo que não pode ser revelado.Um cônjuge que sabe e aceita que, para descobrir a verdade, são necessárias duas pessoas: uma para dizê-la e outra para escutá-la. Um cônjuge que sabe que, quando se voltam as costas ao sol (do outro cônjuge) só se veem sombras.
Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/o_matrimonio_feliz.html
e
http://www.snpcultura.org/entre_marido_e_mulher_Deus_no_meio.html
Dia dos Namorados: Sentimentos, olhares, afetos
«A verdade, a grande verdade é que os sentimentos interessam. Tornam-nos gente. Ensinam-nos a ser. Pedem de nós o que trazemos de único e de irrepetível. E preparam-nos para querer, para desejar receber o mesmo. Do outro. Da outra. Um comércio puro, gratuito. Tão diferente, tão distante dos rotineiros comércios.» O namoro um pouco por todo o mundo pelo olhar do fotógrafo Steve McCurry.
Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/dia_dos_namorados_sentimentos_olhares_afetos.html
São Valentim, mártir e protetor dos namorados
A festa do bispo e mártir Valentim liga-se aos antigos festejos gregos, itálicos e romanos que ocorriam a 15 de fevereiro em honra de deuses pagãos. Estas celebrações relacionavam-se com a purificação dos campos e os ritos de fecundidade. Tendo-se tornado demasiado licenciosas, foram proibidas pelo imperador Augusto e mais tarde suprimidas por Gelásio em 494. A Igreja cristianizou os ritos pagãos da fecundidade, antecipando-os para 14 de fevereiro e atribuiu ao mártir a capacidade de proteger os noivos e namorados que se destinavam ao matrimónio e às uniões com filhos. Uma das lendas associadas ao bispo diz que São Valentim oferecia rosas aos pares de noivos para lhes desejar uma união feliz.
Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/sao_valentim_martir_protetor_namorados.html
Abraçados podemos voar
O amor é sobretudo milagre da comunhão. Uma comunhão construída também com esforço, é claro, conquistada continuamente ao território muito defendido do egoísmo, traduzida em decisões quotidianas e vigilantes. Porém, não é propriamente de uma conquista que se trata, mas do arrebatamento comum pelo dom, do espanto inesgotável, de uma hospitalidade radical. «Se me tapares os olhos: ainda poderei ver-te. Se me tapares os ouvidos: ainda poderei ouvir-te. E mesmo sem pés poderei ir para ti. E mesmo sem boca poderei invocar-te». O fundamental é vislumbrado e servido em completa dádiva, acontece sem porquês, no âmbito de uma gratuidade infatigável, numa geografia sem condições nem reservas. O amor não se explica: implica-se. É uma voluntária hipoteca, um sigilo de sangue, entrelaçamento vital. Os enamorados conspiram com o milagre e, por isso, tornam-se, de forma tão íntima, cúmplices de Deus.
Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/abracados_podemos_voar.html
São estes os filmes mais românticos de sempre?
http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=3684885&seccao=Cinema&page=-1

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

EFEMÉRIDE: 14 de Fevereiro = DIA DOS NAMORADOS

Na semana em que se assinala o Dia dos Namorados, 14 de fevereiro, o Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura entrevista um padre procurado por casais que pedem ajuda para tornar a relação mais forte, tendo muitas vezes em vista a possibilidade do casamento. O objetivo do padre Miguel Almeida é contribuir para que os membros do casal sejam verdadeiros e estabeleçam uma entendimento respeitoso e libertador. Não tem curiosidade em perceber a intimidade do casal mas coloca questões para serem respondidas a dois, que podem ser refletidas nos encontros seguintes. A partilha dos casais que acompanha tem-no ajudado a intuir eventuais bloqueios no relacionamento.
Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/acompanhamento_namorados_ajudar_crescer_verdade_respeito_liberdade.html

«Por vezes há medo de abrir portas. Nenhum de nós é completo e acabado, nem nenhum de nós tem uma vida perfeita. Quando chega alguém que ao princípio é de fora mas depois começa a entrar na nossa vida, o normal é que comece a fazer perguntas que há muito tempo não fazemos a nós próprios. E isso, muitas vezes, desarruma.» «O namoro é também eu aprender a confiar noutra pessoa, ao ponto de poder dar a conhecer partes da minha história com as quais não me sinto muito confortável, fazendo a experiência de me confiar nessa pessoa e perceber que ela me continua a amar, apesar de tudo.» Este processo «leva-nos para Deus, que é a grande referência do amor, que ama as nossas partes mais obscuras. Encontrar neste mundo alguém que, salvo as devidas distâncias, também tem como princípio amar-me, é um caminho a fazer, que não fica feito no namoro, nem no dia do casamento e nem até ao fim da vida. O meu papel é ajudar neste crescimento.» Segunda parte da entrevista ao padre Miguel Almeida sobre o processo de acompanhamento de namorados.
Ler mais em:
 
Na terceira parte da entrevista ao padre Miguel Almeida falamos das etapas do processo de acompanhamento dos namorados. Flexibilidade é a palavra chave: a caminhada tem de adaptar-se a fatores como a idade do casal, a duração do namoro, a maturidade… O pano de fundo é sempre ajudar a que cada um se dê a conhecer e conheça mais do outro. Falar de conceitos como “fidelidade”, por exemplo: o que significa e implica para ti e para mim? Depois há «o passo de gigante»: aprender a envolver o namoro na espiritualidade. Dirigir-me a Deus para rezar a pessoa do outro; questionar se estou a deixar espaço para a liberdade e a ceder ao meu egoísmo. A seguir, rezar com o outro; muitos casais partilham quase tudo menos a oração. Por isso aprender desde cedo a rezar a dois «é uma escola para a vida».
Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/acompanhamento_namorados_aprender_desde_cedo_rezar_a_dois_escola_para_a_vida.html

Na última parte da entrevista ao padre Miguel Almeida sobre acompanhamento de namorados, o diretor do Centro Universitário Padre António Vieira, em Lisboa, conta que na maior parte das vezes os casais procuram-o quando se começa a colocar seriamente a possibilidade de o namoro evoluir para um compromisso mais sério. Neste vídeo há ainda tempo para a proposta de um exercício simples para aumentar a proximidade, o conhecimento mútuo e a espiritualidade. E como estamos no Dia dos Namorados, temos de presente a sugestão de um presente original. Podemos adiantar que não é preciso comprar nada…
Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/um_presente_original_para_o_dia_dos_namorados.html
 

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012