"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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quarta-feira, 9 de novembro de 2016

REFLEXÃO/MEDITAÇÃO/ATENÇÃO: A propósito de...

... ...acasos&coincidências. Coincidências ou Providência? «...Digo apenas que é preciso estar atento a uma voz interior e responder sem hesitações ao seu comando. Para tal, é preciso, pois, estar sempre à escuta...». Vale a pena saber mais, clicando AQUI.

sábado, 29 de outubro de 2016

inPRENSA semanal: a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.


O que enlouquece um Nobel da Economia? "O fetiche do défice"
Portugal amordaçado?
No que investem as novas gerações das famílias Rockefeller, Ford e Hyatt
Portugal tem de criar as condições ideais para o investimento
Papa "sem palavras e de lágrimas nos olhos" pelo sofrimento do Iraque
O que já se sabe sobre a lista de pagamentos do "saco azul" do GES
Maduro faz visita surpresa ao Papa para falar da crise na Venezuela
O banqueiro que vergou o Estado
Um erro do governo
Quem é o alegado escritor-fantasma de José Sócrates?
"Se os EUA e a Rússia se juntassem, o Estado Islâmico não durava um mês"
"Fui bronze nos Jogos Olímpicos... e recebo 50 euros"
Morreu João Lobo Antunes, o neurocirurgião da tradição humanista
Morreu Jaime Fernandes, provedor da RTP e criador da Antena 3
Morreu Jaime Fernandes, antigo director da Renascença
Um dos truques da destruição do SNS
Reforma do IRS foi quatro vezes mais cara e beneficiou os ricos
Papa aceita convite para visitar o Sudão do Sul
Cochichar com os mortos
Costa sobre Schäuble. “Dou sobretudo atenção aos alemães que conhecem Portugal"
Os fósforos de Schäuble
Túmulo de Cristo: "O que encontrámos é surpreendente"
Chefe de gabinete inventou dois cursos e o ministro da Educação segurou-o. Demitiu-se agora

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

LEITURA: Dois dedos de conversa sobre o dentro das coisas

«Claro que o facto de se admitir – é este o teu caso, parece-me – que existem, para além da ciência, outras formas legítimas de abordar a realidade não é suficiente para tirar conclusões acerca da abordagem religiosa. Parece-me, contudo, que é um bom ponto de partida. Tudo o que até agora escrevi seria apenas uma espécie de propedêutica para o debate. Precisaria, agora, de iniciar um longo percurso com vista a deixar patente a razoabilidade da fé cristã. Com efeito, o Cristianismo não é, a meu ver, irracional, nem fere a razão. Não é, sequer, carente de rigor, mas cultiva todo o rigor necessário. Além disso, a nossa vida, e mesmo a prática da ciência, não dispensa, parece-me, algum tipo de fé. E a fé cristã parece-me, apesar de tudo, aquela que oferece ao homem os horizontes mais vastos.» “Dois dedos de conversa sobre o dentro das coisas – Um crente, um ateu e a verdade como provocação” (ed. Frente e Verso) apresenta a correspondência entre dois jovens doutorados em Física – um, cristão católico, outro não crê na existência de Deus.
Leia as duas primeiras cartas. Aqui:

sábado, 17 de novembro de 2012

REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: João Lobo Antunes e cardeal Gianfranco Ravasi: um dueto cordial e abrangente sobre a vida humana

Foi em Guimarães o primeiro diálogo nesta edição portuguesa do Átrio dos Gentios. Em dueto o cardeal Gianfranco Ravasi e o neurocirurgião João Lobo Antunes. O prelado considerou que existem mais concordâncias do que discordâncias no que diz respeito ao tema escolhido para a edição portuguesa, “O Valor da Vida”, destacando, a este respeito, o papel da Bíblia como «léxico» comum da cultura. O que constitui a humanização definitiva é quando se «encontra o outro», porque «a vida precisa de relação», de amor, incluindo «o sexo, a corporeidade, a matéria». «Somos seres simbólicos, não somos só um monte de células», complementou. João Lobo Antunes, por sua vez, lamentou a existência de uma cultura do «ruído», que retira espaço ao silêncio. O Prémio Pessoa em 1996 falou sobre «qual a razão» para que as pessoas sejam colocadas no mundo e referiu uma conversa, com um neto de 13 anos, sobre o «sentido da vida»: «Disse que para mim, a vida só fazia sentido se fosse digna de ser vivida».
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