Deus não está só no fim do caminho de conversão, quando nos aparece com os braços abertos do Pai que nos vem ao encontro porque nos viu desde longe, mas, com a sua presença, invisível e todavia eficaz, Deus está também no início de tal caminho. Para saber mãos, clicar AQUI.
«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
Mostrar mensagens com a etiqueta crente. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta crente. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
ESPIRITUALIDADE Peregrinação: um regresso a Deus
Etiquetas:
ascese,
conversão,
crente,
Deus,
espiritual,
êxodo,
imortalidade,
Oração,
paz,
peregrinação,
sagrado,
santidade,
transcendência,
viagem,
Vida
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
LEITURA: Dois dedos de conversa sobre o dentro das coisas
«Claro que o facto de se admitir – é este o teu caso, parece-me – que existem, para além da ciência, outras formas legítimas de abordar a realidade não é suficiente para tirar conclusões acerca da abordagem religiosa. Parece-me, contudo, que é um bom ponto de partida. Tudo o que até agora escrevi seria apenas uma espécie de propedêutica para o debate. Precisaria, agora, de iniciar um longo percurso com vista a deixar patente a razoabilidade da fé cristã. Com efeito, o Cristianismo não é, a meu ver, irracional, nem fere a razão. Não é, sequer, carente de rigor, mas cultiva todo o rigor necessário. Além disso, a nossa vida, e mesmo a prática da ciência, não dispensa, parece-me, algum tipo de fé. E a fé cristã parece-me, apesar de tudo, aquela que oferece ao homem os horizontes mais vastos.» “Dois dedos de conversa sobre o dentro das coisas – Um crente, um ateu e a verdade como provocação” (ed. Frente e Verso) apresenta a correspondência entre dois jovens doutorados em Física – um, cristão católico, outro não crê na existência de Deus.
Leia as duas primeiras cartas. Aqui:
Etiquetas:
ateu,
Bruno Nobre,
Carlos Folhais,
crente,
Dois dedos de conversa sobre o dentro das coisas,
ed. Frante e Verso,
João Lobo Antunes,
leitura,
Pedro Lind
domingo, 12 de agosto de 2012
FÉRIAS (d)e VERÃO com um convite à ESPIRITUALIDADE (12)...
... para, neste tempo da vida, preparar outro tempo, o Outono-Inverno da vida que se segue.
E se "o tempo voa", eles estão já aí!
Silêncio de Deus, silêncio crente
Este princípio – que sem silêncio não se sente, não se ouve, não se recebe uma palavra – é válido sobretudo para a oração pessoal, mas também para as nossas liturgias: para facilitar uma escuta autêntica, elas devem ser também ricas de momentos de silêncio e de acolhimento não verbal. É sempre válida a observação de Santo Agostinho: Verbo crescente, verba deficiunt — «Quando o Verbo de Deus cresce, as palavras do homem faltam». Porém, há uma segunda importante relação do silêncio com a oração. Com efeito, não há apenas o nosso silêncio para nos dispor à escuta da Palavra de Deus; muitas vezes, na nossa oração, encontramo-nos diante do silêncio de Deus, experimentamos quase um sentido de abandono, parece-nos que Deus não ouve e não responde.
Ler mais em http://www.snpcultura.org/silencio_Deus_silencio_crente.html
E se "o tempo voa", eles estão já aí!
Silêncio de Deus, silêncio crente
Este princípio – que sem silêncio não se sente, não se ouve, não se recebe uma palavra – é válido sobretudo para a oração pessoal, mas também para as nossas liturgias: para facilitar uma escuta autêntica, elas devem ser também ricas de momentos de silêncio e de acolhimento não verbal. É sempre válida a observação de Santo Agostinho: Verbo crescente, verba deficiunt — «Quando o Verbo de Deus cresce, as palavras do homem faltam». Porém, há uma segunda importante relação do silêncio com a oração. Com efeito, não há apenas o nosso silêncio para nos dispor à escuta da Palavra de Deus; muitas vezes, na nossa oração, encontramo-nos diante do silêncio de Deus, experimentamos quase um sentido de abandono, parece-nos que Deus não ouve e não responde.
Ler mais em http://www.snpcultura.org/silencio_Deus_silencio_crente.html
Etiquetas:
crente,
Deus,
escutar,
oração pessoal,
Santo Agostinho,
silêncio
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
FÉRIAS (d)e VERÃO com um convite à ESPIRITUALIDADE (6)...
... para, neste tempo da vida, preparar outro tempo, o Outono-Inverno da vida que se segue.
E se "o tempo voa", eles estão já aí!
O cristianismo estará à altura do seu tempo se for capaz de viver, de celebrar, de pensar e, assim, de realizar o Evangelho como palavra e gesto que saiba a vida e que faça viver. Não a vida ideal, mas a vida pequena, ferial, quotidiana. Para isso, precisa de usar formas de vida, de linguagem e de pensamento nas quais homens e mulheres, social e culturalmente situados, se revejam. No entanto, não poderá deixar de realizar a contestação profética de fixações, idolatrias, abstrações e não deixará de forçar os limites, de alargar o horizonte, de escavar novas profundidades. Mas fá-lo-á como bênção capaz de recolher, descrever e promover o que de melhor cada biografia e cada grupo tem para dar em contacto com a graça que salva.
Ler mais em http://www.snpcultura.org/atravessar_a_crise_notas_para_pratica_crente.html
E se "o tempo voa", eles estão já aí!
O cristianismo estará à altura do seu tempo se for capaz de viver, de celebrar, de pensar e, assim, de realizar o Evangelho como palavra e gesto que saiba a vida e que faça viver. Não a vida ideal, mas a vida pequena, ferial, quotidiana. Para isso, precisa de usar formas de vida, de linguagem e de pensamento nas quais homens e mulheres, social e culturalmente situados, se revejam. No entanto, não poderá deixar de realizar a contestação profética de fixações, idolatrias, abstrações e não deixará de forçar os limites, de alargar o horizonte, de escavar novas profundidades. Mas fá-lo-á como bênção capaz de recolher, descrever e promover o que de melhor cada biografia e cada grupo tem para dar em contacto com a graça que salva.
Ler mais em http://www.snpcultura.org/atravessar_a_crise_notas_para_pratica_crente.html
Etiquetas:
crente,
cristianismo,
espiritualidade,
Evangelho,
férias,
Verão,
Vida
Subscrever:
Mensagens (Atom)