"A nossa sociedade é também avassalada pelo ruído e pela pressa. Toda a gente corre, sempre com a vertigem da pressa - para onde?, poder-se-ia perguntar. Para longe de si ... Chegámos, deste modo, cavando mais fundo, à raiz da desorientação deste nosso tempo. Ela encontra-se na mercantilização de tudo, em função do lucro, na subordinação à lógica dos mercados ... De facto, com a mercantilização de tudo e quando só vale o útil, o que serve na lógica do lucro, o que é eficaz e produtivo, a razão técnica e calculadora, tem sentido perguntar: o que vale a poesia, a grande literatura, a música, o saber pelo saber, as humanidades? É claro que neste universo utilitarista, "um martelo vale mais do que uma sinfonia, uma faca mais do que um poema, uma chave inglesa mais do que um quadro, porque é fácil perceber a eficácia de um utensílio e cada vez mais difícil compreender para que servem a música, a literatura, a arte"... Como escreveu Nuccio Ordine, com a lógica do lucro, grande parte da Humanidade perdeu o direito de ter direitos, multidões morrem de fome; "transformando os homens em mercadoria e em dinheiro, este perverso mecanismo económico gerou um monstro, sem pátria e sem piedade, que acabará por negar também às gerações futuras qualquer forma de esperança". " Mais ao alcance de um clique AQUI.
«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
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segunda-feira, 12 de agosto de 2019
ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: Elogio do inútil
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Qual é o preço da dignidade humana? Mais uma boa achega!
por ANSELMO BORGES, DN, Hoje 1 de Dezembro de 2012
Nestes tempos de crise profunda e de exaltação da sociedade científico--técnica e do economicismo, muitos perguntam-se pelo lugar das Humanidades na sociedade contemporânea.
A breve reflexão que aí fica inspira-se numa excelente conferência do colega João Maria André para os jovens estudantes da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, em início de ano lectivo. O seu objectivo era demonstrar que "vale a pena investir numa formação humanística para fazer face ao mundo em mudança e às transformações macroparadigmáticas" da nossa actual sociedade.
1 João M. André começou por apresentar traços fundamentais do tempo presente.
O primeiro é a globalização, com diversos rostos, de tal modo que tanto pode ser "a globalização da rapina, hegemónica, de matriz neoliberal", como uma globalização da solidariedade, que se exprime nas lutas pelo reconhecimento dos direitos de todos e no esforço de invenção de novas formas ecoéticas de habitar o mundo. As Humanidades, nas suas várias vertentes, contribuem com o seu olhar crítico dos problemas ao mesmo tempo que inscrevem outros valores para lá dos económicos e tecnológicos.
Outro traço é o de uma sociedade do conhecimento e da informação. Não é acidental que se chame assim e não sociedade da cultura. Ora, as Humanidades, pela Filosofia, pela História, pela mediação linguística e artística, "activam o pensamento que é algo diferente do cálculo e da navegação" nos novos meios de comunicação.
Vivemos numa sociedade multicultural, e também aqui as Humanidades têm um papel decisivo: no seu estudo, "entramos em contacto com povos e culturas diferentes, aprendemos as suas línguas, a sua história, a sua geografia, os seus mitos, os seus valores, as suas formas de comunicar, de viver e de fazer mundos."
2 Esta sociedade é uma sociedade em mudança, com o fim de velhos paradigmas, ao mesmo tempo que emergem outros novos, para os quais o contributo das Humanidades é inquestionável.
Vimos do paradigma da análise e da fragmentação, com o primado do pontual, da especialização, do analítico, perdendo a noção da totalidade e da complexidade e separando o sujeito e o objecto, e o indivíduo da comunidade e da sociedade. Hoje, exige-se "um paradigma holístico dentro de uma concepção de verdade multiperspectivada e complexa e a partir de uma abordagem não só interdisciplinar mas mesmo transversal do mundo, da natureza e do humano". Neste trânsito de um paradigma redutor para um paradigma holístico e reunificador, as Humanidades podem mostrar todas as suas virtualidades.
Um segundo paradigma dá o primado à tecnociência nos diferentes domínios, incluindo o humano, reduzindo o homem a faber e o mundo a um mundo-máquina, habitado por uma sociedade-máquina. Mas, dentro do reconhecimento dos benefícios científico-técnicos deste paradigma, não é verdade que ele também nos empobreceu, já que, por detrás deste mecanicismo, está um dualismo entre a dimensão corporal e espiritual do homem, prolongado numa cisão entre a racionalidade e a afectividade, desvalorizando o domínio das emoções? Não se acabou por esquecer que o homem é simultaneamente sapiens e demens e que, além do interesse do saber, também há o interesse no jogo, no sonho, na imaginação criadora, na efabulação?
O actual paradigma é da mercantilização das coisas e da vida, no quadro do primado do homo oeconomicus. Pergunta-se: mas será que tudo se reduz ao valor monetário e de mercado? E os valores éticos e os valores estéticos e os valores políticos e os valores afectivos e os valores religiosos?
Vinculado ao paradigma da mercantilização está o paradigma da liquefacção: vivemos na sociedade líquida, como teorizou Z. Bauman, desembocando numa existência efémera, na cultura ligt, descartável, do consumismo, na insatisfação permanente. As Humanidades, apelando à memória e aprofundando no pensamento crítico, salvaguardarão um mínimo de solidez, captando o peso do tempo na esperança da dignidade livre e da liberdade na dignidade de todos.
(Por decisão pessoal, o autor do texto não escreve segundo o novo Acordo Ortográfico)
Entretanto lemos http://www.publico.pt/cultura/ noticia/camara-clara-chega-ao- fim-em-2012-1575666
mas já não iremos, nem ver, nem ouvir.
A breve reflexão que aí fica inspira-se numa excelente conferência do colega João Maria André para os jovens estudantes da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, em início de ano lectivo. O seu objectivo era demonstrar que "vale a pena investir numa formação humanística para fazer face ao mundo em mudança e às transformações macroparadigmáticas" da nossa actual sociedade.
1 João M. André começou por apresentar traços fundamentais do tempo presente.
O primeiro é a globalização, com diversos rostos, de tal modo que tanto pode ser "a globalização da rapina, hegemónica, de matriz neoliberal", como uma globalização da solidariedade, que se exprime nas lutas pelo reconhecimento dos direitos de todos e no esforço de invenção de novas formas ecoéticas de habitar o mundo. As Humanidades, nas suas várias vertentes, contribuem com o seu olhar crítico dos problemas ao mesmo tempo que inscrevem outros valores para lá dos económicos e tecnológicos.
Outro traço é o de uma sociedade do conhecimento e da informação. Não é acidental que se chame assim e não sociedade da cultura. Ora, as Humanidades, pela Filosofia, pela História, pela mediação linguística e artística, "activam o pensamento que é algo diferente do cálculo e da navegação" nos novos meios de comunicação.
Vivemos numa sociedade multicultural, e também aqui as Humanidades têm um papel decisivo: no seu estudo, "entramos em contacto com povos e culturas diferentes, aprendemos as suas línguas, a sua história, a sua geografia, os seus mitos, os seus valores, as suas formas de comunicar, de viver e de fazer mundos."
2 Esta sociedade é uma sociedade em mudança, com o fim de velhos paradigmas, ao mesmo tempo que emergem outros novos, para os quais o contributo das Humanidades é inquestionável.
Vimos do paradigma da análise e da fragmentação, com o primado do pontual, da especialização, do analítico, perdendo a noção da totalidade e da complexidade e separando o sujeito e o objecto, e o indivíduo da comunidade e da sociedade. Hoje, exige-se "um paradigma holístico dentro de uma concepção de verdade multiperspectivada e complexa e a partir de uma abordagem não só interdisciplinar mas mesmo transversal do mundo, da natureza e do humano". Neste trânsito de um paradigma redutor para um paradigma holístico e reunificador, as Humanidades podem mostrar todas as suas virtualidades.
Um segundo paradigma dá o primado à tecnociência nos diferentes domínios, incluindo o humano, reduzindo o homem a faber e o mundo a um mundo-máquina, habitado por uma sociedade-máquina. Mas, dentro do reconhecimento dos benefícios científico-técnicos deste paradigma, não é verdade que ele também nos empobreceu, já que, por detrás deste mecanicismo, está um dualismo entre a dimensão corporal e espiritual do homem, prolongado numa cisão entre a racionalidade e a afectividade, desvalorizando o domínio das emoções? Não se acabou por esquecer que o homem é simultaneamente sapiens e demens e que, além do interesse do saber, também há o interesse no jogo, no sonho, na imaginação criadora, na efabulação?
O actual paradigma é da mercantilização das coisas e da vida, no quadro do primado do homo oeconomicus. Pergunta-se: mas será que tudo se reduz ao valor monetário e de mercado? E os valores éticos e os valores estéticos e os valores políticos e os valores afectivos e os valores religiosos?
Vinculado ao paradigma da mercantilização está o paradigma da liquefacção: vivemos na sociedade líquida, como teorizou Z. Bauman, desembocando numa existência efémera, na cultura ligt, descartável, do consumismo, na insatisfação permanente. As Humanidades, apelando à memória e aprofundando no pensamento crítico, salvaguardarão um mínimo de solidez, captando o peso do tempo na esperança da dignidade livre e da liberdade na dignidade de todos.
(Por decisão pessoal, o autor do texto não escreve segundo o novo Acordo Ortográfico)
Entretanto lemos http://www.publico.pt/cultura/
mas já não iremos, nem ver, nem ouvir.
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sábado, 1 de dezembro de 2012
(in)PRENSA semanal: a minha selecção
Para quem, que por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA: a minha selecção" que aí virão.
Dinheiro da Europa? Já só cai quem quer
http://expresso.sapo.pt/dinheiro-da-europa-ja-so-cai-quem-quer=f769206#ixzz2DB4Yxuvm
Reformas na Suíça com tecto máximo de 1700 euros
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=390426&tm=7&layout=122&visual=61
Meta de quatro mil milhões é “insanidade financeira”
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=86546
“Eliminar definição do Estado Social é atirar a esperança pela janela”
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=29&did=86503
“Há tanta vida para lá do mundo económico que é preciso reactivar”
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=29&did=86508
“Estamos num ciclo vicioso de austeridade sem crescimento”
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=29&did=86512
Manuela Arcanjo classifica orçamento de "ficção científica"
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=24&did=86673
"Um Estado sem dimensão social é apenas um poder formal"
http://rr.sapo.pt/informacao_prog_detalhe.aspx?fid=79&did=86489
Ajuda à Grécia beneficia Portugal
http://expresso.sapo.pt/ajuda-a-grecia-beneficia-portugal=f769848
Foi um “mal entendido”. Portugal não vai beneficiar das facilidades da Grécia
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=87259
Os três erros do FMI
http://expresso.sapo.pt/os-tres-erros-do-fmi=f769069?utm_source=newsletter&utm_medium=mail&utm_campaign=newsletter&utm_content=2012-11-27
Austeridade e privilégios
http://www.jn.pt/Opiniao/default.aspx?content_id=2853273&opiniao=Ant%F3nio%20Marinho%20Pinto
Sabe quanto é que Mourinho ganha por ano? E Villas-Boas? E Jesus?
http://rr.sapo.pt/bolabranca_detalhe.aspx?fid=43&did=86817
O dia em que o CDS vende a alma ao diabo
http://expresso.sapo.pt//o-dia-em-que-o-cds-vende-a-alma-ao-diabo=f769784?utm_source=newsletter&utm_medium=mail&utm_campaign=newsletter&utm_content=2012-11-28
O Orçamento mais estúpido do mundo
http://expresso.sapo.pt/o-orcamento-mais-estupido-do-mundo=f769910
O OE 2013 vai morrer, só falta saber como vai ser enterrado
http://expresso.sapo.pt/o-oe-2013-vai-morrer-so-falta-saber-como-vai-ser-enterrado=f770033
Presidente da Cáritas exasperado com declarações de Passos Coelho
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=87093
Personalidades de diversos sectores querem que Passos mude ou que se demita
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=27&did=87105
Haja decoro!
http://rr.sapo.pt/opiniao_detalhe.aspx?fid=34&did=87082
"É inevitável Portugal sair do Euro"
http://expresso.sapo.pt/e-inevitavel-portugal-sair-do-euro=f666554
Bagão Félix:
A grosseira inconstitucionalidade da tributação sobre pensões
QUERIAM ALTERNATIVAS À AUSTERIDADE?
http://abemdanacao.blogs.sapo.pt/786941.html
Guterres assume responsabilidades no estado do país
http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=2919935
Elogio da humanidade das Humanidades
http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=2920606&seccao=Anselmo Borges&tag=Opini%E3o - Em Foco&page=-1
Dinheiro da Europa? Já só cai quem quer
http://expresso.sapo.pt/dinheiro-da-europa-ja-so-cai-quem-quer=f769206#ixzz2DB4Yxuvm
Reformas na Suíça com tecto máximo de 1700 euros
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=390426&tm=7&layout=122&visual=61
Meta de quatro mil milhões é “insanidade financeira”
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=86546
“Eliminar definição do Estado Social é atirar a esperança pela janela”
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=29&did=86503
“Há tanta vida para lá do mundo económico que é preciso reactivar”
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=29&did=86508
“Estamos num ciclo vicioso de austeridade sem crescimento”
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=29&did=86512
Manuela Arcanjo classifica orçamento de "ficção científica"
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=24&did=86673
"Um Estado sem dimensão social é apenas um poder formal"
http://rr.sapo.pt/informacao_prog_detalhe.aspx?fid=79&did=86489
Ajuda à Grécia beneficia Portugal
http://expresso.sapo.pt/ajuda-a-grecia-beneficia-portugal=f769848
Foi um “mal entendido”. Portugal não vai beneficiar das facilidades da Grécia
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=87259
Os três erros do FMI
http://expresso.sapo.pt/os-tres-erros-do-fmi=f769069?utm_source=newsletter&utm_medium=mail&utm_campaign=newsletter&utm_content=2012-11-27
Austeridade e privilégios
http://www.jn.pt/Opiniao/default.aspx?content_id=2853273&opiniao=Ant%F3nio%20Marinho%20Pinto
Sabe quanto é que Mourinho ganha por ano? E Villas-Boas? E Jesus?
http://rr.sapo.pt/bolabranca_detalhe.aspx?fid=43&did=86817
O dia em que o CDS vende a alma ao diabo
http://expresso.sapo.pt//o-dia-em-que-o-cds-vende-a-alma-ao-diabo=f769784?utm_source=newsletter&utm_medium=mail&utm_campaign=newsletter&utm_content=2012-11-28
O Orçamento mais estúpido do mundo
http://expresso.sapo.pt/o-orcamento-mais-estupido-do-mundo=f769910
O OE 2013 vai morrer, só falta saber como vai ser enterrado
http://expresso.sapo.pt/o-oe-2013-vai-morrer-so-falta-saber-como-vai-ser-enterrado=f770033
Presidente da Cáritas exasperado com declarações de Passos Coelho
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=87093
Personalidades de diversos sectores querem que Passos mude ou que se demita
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=27&did=87105
Haja decoro!
http://rr.sapo.pt/opiniao_detalhe.aspx?fid=34&did=87082
"É inevitável Portugal sair do Euro"
http://expresso.sapo.pt/e-inevitavel-portugal-sair-do-euro=f666554
Bagão Félix:
A grosseira inconstitucionalidade da tributação sobre pensões
QUERIAM ALTERNATIVAS À AUSTERIDADE?
http://abemdanacao.blogs.sapo.pt/786941.html
Guterres assume responsabilidades no estado do país
http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=2919935
Elogio da humanidade das Humanidades
http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=2920606&seccao=Anselmo Borges&tag=Opini%E3o - Em Foco&page=-1
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