"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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sexta-feira, 29 de outubro de 2021

MÚSICOTERAPIA: Surpreendentes e fascinantes factos sobre a música ...

... AQUI ("A música é a linguagem universal da humanidade ”- Henry Wadsworth Longfellow (poeta americano). Esta citação é tão verdadeira! A música fez parte de todas as sociedades, do passado e do presente, sendo um fio condutor que une as culturas humanas em todo o mundo. Hoje, não podemos imaginar um mundo sem música porque seria quase como se algo enorme estivesse faltando em nossas vidas ...")



segunda-feira, 12 de agosto de 2019

ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: Elogio do inútil

"A nossa sociedade é também avassalada pelo ruído e pela pressa. Toda a gente corre, sempre com a vertigem da pressa - para onde?, poder-se-ia perguntar. Para longe de si ... Chegámos, deste modo, cavando mais fundo, à raiz da desorientação deste nosso tempo. Ela encontra-se na mercantilização de tudo, em função do lucro, na subordinação à lógica dos mercados ... De facto, com a mercantilização de tudo e quando só vale o útil, o que serve na lógica do lucro, o que é eficaz e produtivo, a razão técnica e calculadora, tem sentido perguntar: o que vale a poesia, a grande literatura, a música, o saber pelo saber, as humanidades? É claro que neste universo utilitarista, "um martelo vale mais do que uma sinfonia, uma faca mais do que um poema, uma chave inglesa mais do que um quadro, porque é fácil perceber a eficácia de um utensílio e cada vez mais difícil compreender para que servem a música, a literatura, a arte"... Como escreveu Nuccio Ordine, com a lógica do lucro, grande parte da Humanidade perdeu o direito de ter direitos, multidões morrem de fome; "transformando os homens em mercadoria e em dinheiro, este perverso mecanismo económico gerou um monstro, sem pátria e sem piedade, que acabará por negar também às gerações futuras qualquer forma de esperança". " Mais ao alcance de um clique AQUI.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

REFLEXÃO/ATENÇÃO/MEDITAÇÃO: A (boa) inquietude de cada dia desejemos hoje

Nicolas Malebranche e Santo Agostinho explicam que, nesta vida, não podemos não estar inquietos. Segundo eles, somos animados, conscientemente ou não, por um desejo que é fundamentalmente desejo de Deus, do infinito, do «bem em geral». Ora, os objetos e bens que se nos oferecem no mundo são todos finitos, limitados, e por isso revelam-se estruturalmente inadequados para preencher esse desejo. Mas esta inquietude tem a sua face negra: a agitação erigida em norma de vida, a angústia perante o futuro, o desassossego permanente. Para saber mais, clicar AQUI.

sábado, 6 de dezembro de 2014

(in)PRENSA semanal: a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.
Crianças portuguesas: entre a obesidade e má nutrição
O combate político de Sócrates não é o nosso
No Porto tenta-se detetar cancro do pâncreas com teste de sangue
Médicos 'fogem' do país e causam prejuízos de milhões
Presidente da Câmara de Palmela reforma-se aos 47
OCDE: Portugal deixa passar em claro todos os subornos no Estado
Duarte Lima revela "frieza de carácter" sob "capa de auto elogios"
Artur, o corajoso cão que seguiu equipa de ultramaratonistas para todo o lado
BES investigado por lavagem de dinheiro em Miami, na Líbia e na Suíça
Terapia de combate à osteoporose também eficaz contra alguns cancros
Pais de 'Gui' revelam destino para dinheiro angariado que sobrar
"O país acabou" e já "não há saída"
O truque para criar uma password segura
"Não compraria um carro em segunda mão a Portas"
As
As 50 sombras de Fernandes
'Ajudas' Espírito Santo chegaram à família de Kadhafi
Testemunhas-chave chegam a mudar de rosto para dizer o que sabem
Fármacos Europa quer banir duas substâncias psicoativas que matam
Petróleo atinge mínimos de 2009. E agora?
Sócrates: factos, factos e mais factos
Altice rima com chatice
Mãe de Sócrates começou a vender as suas casas no dia a seguir às eleiçõeshttp://expresso.sapo.pt/mae-de-socrates-comecou-a-vender-as-suas-casas-no-dia-a-seguir-as-eleicoes=f900737#ixzz3KrFuH4jh
A era da dívida
Teologia deve ser feita «de joelhos», diz papa Francisco
Papa despede comandante demasiado autoritário
Encontrados centenas de milhões ocultos nas contas do Vaticano
Ansiedade e depressão batem recordes durante os anos da troika
E o Sócrates da direita é...
«Há uma economia que mata?»
Cristianismo e política
O erro de Sócrates
Bomba atómica: BCE quer dar dinheiro à borla a toda a gente
A carta de José Sócrates na íntegra




terça-feira, 27 de agosto de 2013

REFLEXÃO/MEDITAÇÃO/ATENÇÃO: Quem nos rouba o tempo?

Desde os horários dilatados de trabalho às solicitações para uma comunicação praticamente ininterrupta, entramos num ciclo sôfrego de atenção, atividade e consumo. «Despacha-te, despacha-te» é o comando de uma voz que nos aprisiona e cujo rosto não vemos. «Despacha-te para quê?». Talvez, se tivéssemos de explicar as razões profundas dos nossos tráficos em vertigem, nem saberíamos dizer. E também disso, desse vazio de respostas, preferimos fugir.
Ler mais em:

terça-feira, 30 de abril de 2013

REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: A utopia...

... destes 2 utópicos (?) de...
...ontem (2 mil e alguns anos):


http://abriu-lhesasescrituras.blogspot.pt/

e de hoje:


http://www.thevenusproject.com/

Mercadodiceia, ética e utopia
http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=3188276&seccao=Anselmo Borges&tag=Opini%E3o - Em Foco

«Utopia, com efeito, segundo a etimologia do termo, é o que não tem lugar. O que acontece é que a ideologia do sistema dá mais um passo e vai mais longe ao ajuizar todo um projecto utópico, porque para o sistema estabelecido, a utopia é não só o que não tem lugar, mas também o que é impossível, o irreal, o puramente imaginário e onírico (...), ou seja, a utopia pode-se conceber de outro modo muito diferente, já que se pode entender como a antecipação do futuro, de um futuro melhor, um futuro verdadeiramente justo e digno do homem (...). Um exemplo: Todos sabemos em que condições tinham que viver os trabalhadores aquando da grande revolução industrial, nos finais do século XVIII e inícios do século XIX. Àqueles homens e mulheres faziam-nos trabalhar até dezasseis ou dezoito horas diárias, com uns salários de miséria, em péssimas condições sanitárias e sem seguros de nenhuma espécie - onde é que eu já (ou)vi isso, na China de hoje não? E Viva a OMC!. Pois bem, se àquelas pessoas lhes dizem que vai chegar o dia em que terão um dia de trabalho de oito horas com o sábado e o domingo pagos sem trabalhar, que terão além disso férias anuais de um mês também pago, que irão ter seguro de doença e de velhice, e que até se ficarem sem trabalho lhes continuarão a pagar uma renda suficiente para que não morram de fome, é evidente que aqueles trabalhadores iriam dizer que tudo isso era uma utopia formidável. E, no entanto, essa utopia é já uma realidade, apesar das muitas limitações que ainda tem o nosso direito laboral. (...) Ainda que custe suor e sangue, como aconteceu com as reinvindicações sociais que conseguiram os trabalhadores ao longo da história do movimento operário.»
in " Teologia para Comunidades" de José Maria Castillo

terça-feira, 14 de agosto de 2012

FÉRIAS (d)e VERÃO com SAÚDE (4)

Dores e Patologias dos Afectos
Jaime Milheiro, psiquiatra e psicanalista, apresentou, por seu lado, uma definição de "saúde mental" como "a possibilidade de a pessoa se sentir bem consigo, sentir-se bem com os outros e sentir-se bem a fazer a vida".
"Para isso, tenho de ter adquirido -- ninguém nasce com isso -- sentimentos absolutamente fundamentais: o sentimento de autonomia, a capacidade de decisão e a responsabilização", indicou.