A frase da homilia «cada um de vós pode ser sacerdote» ilumina-o. Gostaria de ser ordenado padre, mas é impossível por causa dos antecedentes penais. Por isso, quando é enviado para trabalhar na carpintaria de uma povoação perdida da Polónia, veste-se como padre e, por um acaso, acaba por substituir o pároco, que adoeceu. A chegada do jovem, com as suas sinceras e apaixonadas homilias que nascem da vida real, e o seu empenho humano, conseguem curar a dor de uma comunidade ferida por uma tragédia. Mas o engano não dura sempre, e as consequências serão dramáticas para Daniel. Para saber mais, clicar AQUI.
«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020
FILME&CINEMA: “Corpus Christi – A redenção”
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quarta-feira, 10 de abril de 2019
LIVROS&LEITURAS: Ser padre: Literatura de ontem e de hoje, do banal ao excecional
«Um dos principais responsáveis, talvez o único responsável, pelo aviltamento das almas é o sacerdote medíocre.» Esta advertência saía da pena de um dos escritores que compôs um dos mais acutilantes e dramáticos retratos sacerdotais. É Georges Bernanos, que em 1936 publicava essa obra-prima que é o “Diário de um pároco de aldeia”. É um facto que se multiplicam, junto aos panfletos acusatórios mais ou menos escandalosos, os livros que procuram escavar na vida normal de um padre para descobrir as crises, as sombras e as luzes. Para saber mais, clicar AQUI.
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quinta-feira, 3 de outubro de 2013
POLÍTICA e CRUCIFIXO
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O Ministério Público Federal de São Paulo ajuizou ação pedindo a retirada dos símbolos religiosas das repartições publicas. Pois bem, veja o que diz o Frade Demetrius dos Santos Silva. |
“Sou Padre católico e concordo plenamente com o Ministério Público de São Paulo, por querer retirar os símbolos religiosos das repartições públicas…
Nosso Estado é laico e não deve favorecer esta ou aquela religião.
A Cruz deve ser retirada!
Aliás, nunca gostei de ver a Cruz em Tribunais, onde os pobres têm menos direitos que os ricos e onde sentenças são barganhadas, vendidas e compradas.
Não quero mais ver a Cruz nas Câmaras
Não quero ver, também, a Cruz em delegacias, cadeias e quarteis, onde os pequenos são constrangidos e torturados.
Não quero ver, muito menos, a Cruz em prontos-socorros e hospitais, onde pessoas pobres morrem sem atendimento.
É preciso retirar a Cruz das repartições públicas, porque Cristo não abençoa a sórdida política brasileira, causa das desgraças; das misérias e sofrimentos dos pequenos; dos pobres e dos menos favorecidos”.
Frade Demetrius dos Santos Silva * São Paulo/SP
Fonte: FOLHA de SÃO PAULO, de 09/08/2009
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