"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: Guerra, da tirania ao bem-comum

A guerra nasce do e com o ato por meio do qual me aproximo de um outro qualquer ser humano, me relaciono com ele, a fim de lhe retirar um bem próprio em meu benefício. Posta a formulação teórica numa forma universal: todo o ato de guerra acontece quando um ser humano, qualquer, retira a um outro ser humano, qualquer, um bem que é próprio deste último. Esta propriedade não é algo de jurídico, mas algo de ontológico, pois diz respeito ao que compete a cada ser humano como possibilidade de anulação de necessidades, também próprias. Para saber mais, clicar AQUI.

terça-feira, 5 de junho de 2018

ESPIRITUALIDADE: «Não Há Amor Maior»

Deixar tudo para O seguir


As riquezas, quer sejam materiais ou espirituais, podem asfixiar-nos se não fizermos delas uma utilização adequada. Porque nem o próprio Deus consegue colocar coisa alguma num coração que já está cheio. Mais cedo ou mais tarde, inevitavelmente, reaparece o apetite pelo dinheiro e a avidez por tudo o que o dinheiro pode proporcionar – a procura do supérfluo, do luxo na comida, no vestuário e no entretenimento. As necessidades começam a aumentar, uma coisa atrai a outra. Mas no fim fica-se com um sentimento incontrolável de insatisfação. Permaneçamos tão vazios quanto possível para que Deus possa preencher-nos.

Nosso Senhor é um exemplo vivo disto: logo no primeiro dia da sua existência humana, conheceu uma pobreza que nenhum ser humano alguma vez conhecerá porque, «sendo rico, tornou-Se pobre» (2Cor 8,9). Cristo esvaziou-Se de toda a sua riqueza. É aqui que surge a contradição: se eu quiser ser pobre como Cristo, que Se tornou pobre embora fosse rico, que devo fazer? Seria uma vergonha para nós sermos mais ricos do que Jesus que, por nossa causa, suportou a pobreza.

Na cruz, Cristo foi privado de tudo. A própria cruz fora-Lhe dada por Pilatos; os pregos e a coroa, pelos soldados. Estava nu. Quando morreu, despojaram-n'O da cruz, retiraram-Lhe os pregos e a coroa. Foi envolto num pedaço de tecido dado por uma alma caridosa e foi enterrado num túmulo que não Lhe pertencia. E isto quando poderia ter morrido como um rei ou mesmo poupar-Se à morte. Mas Ele escolheu a pobreza porque sabia que ela é o verdadeiro meio de possuir Deus e de trazer o seu amor à Terra.
Santa Teresa de Calcutá (1910-1997), fundadora das Irmãs Missionárias da Caridade

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: Predação, violência e guerra

O que está em causa na origem da guerra é o supérfluo. Mas o supérfluo não é apenas o que é desnecessário para uns, é também o que pode ser necessário para outros e que, tendo sido apropriado por aqueles para quem não é necessário, nunca pode chegar à posse de esses a quem realmente faltava. Para saber mais clicar AQUI.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

REFLEXÃO/MEDITAÇÃO. O consumismo

É sabido que, durante as últimas décadas, o estilo de vida dos países ocidentais (e não só) vinha sendo dominado pelo “consumismo”. Trata-se de um estilo de vida impróprio e insustentável (estima-se que para que toda a população mundial usufruísse de um estilo de vida equivalente ao dos Estados Unidos da América, seriam precisos seis planetas Terra). Consumismo não é apenas uma prática de esbanjamento do dinheiro que se tem e que se não tem, em coisas mais do que supérfluas mas que se apresentam como necessárias ao nosso modelo de felicidade. É também isso, mas é sobretudo um quadro cultural e de comportamento social. Por vezes, acontece que, por mais que tenhamos, a felicidade parece depender precisamente do que ainda não temos.
Ler mais em: http://www.snpcultura.org/consumismo_quadro_cultural_comportamento_social.html