"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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domingo, 23 de março de 2025

(in)PRENSA semanal (15/03/2025 a 21-03-2025): a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.



“Hitler não matou milhões, foram os funcionários públicos”. Musk volta a fazer das suas
Tesla queixa-se de ser alvo de tarifas de retaliação – tem razão (e está só a começar)
Trump já levou 6 empresas suas à falência (e deve milhões à banca)
O novo navio da China pode perfurar a 11 kms de profundidade, para revelar os segredos do manto terrestre
O maior depósito de lítio do mundo pode transformar a energia – mas pode destruir ecossistemas
Como um ingrediente encontrado na Coca-Cola (e não só) está a financiar a guerra mais mortífera da atualidade
Milhares de criminosos trocam a prisão pelo campo de batalha na Ucrânia
Guerra no Sudão: mais de 60 mil pessoas morreram em dois anos em Cartum
A difícil relação Europa-EUA
Sócrates ao lado de Montenegro: Chega bateu no fundo, avisa Ribeiro e Castro
Ricardo Araújo Pereira pensa em Marraquexe quando fala da crise política em Portugal
Metade dos ucranianos estão dispostos a ceder território em troca de paz
PRR: Portugal perdeu 40% do tempo a “brincar” às crises políticas
“Pandemia de cancros”. Ferpinta investigada por poluição
Revelados segredos do ADN de Putin. Há indícios genéticos de paranóia
"Bem-vindos à Terra". Astronautas regressam após nove meses presos no espaço
Novos ataques de Israel em Gaza
"Putin tocou Trump como um violino": deixou-o à espera, iludiu-o e bombardeou a Ucrânia
Putin vai parar ataques contra infraestruturas energéticas na Ucrânia após conversa com Trump
Teorias sobre a morte de John F. Kennedy. Documentos secretos vão acabar com as dúvidas?
Cate Blanchett, Paul McCartney e mais de 400 artistas contra medidas de IA
"Adolescência". A radicalização dos jovens numa série tecnicamente virtuosa
Por 5 euros, Mariana dá consultas a quem não tem médico de família na sua aldeia
"Figueira dos Amores". Portugal em segundo lugar na Árvore Européia do Ano
Cardeal Américo Aguiar pede aos diocesanos "que se envolvam nos partidos"
“Céu na Terra”. Grupo de magnatas de Silicon Valley quer criar uma utopia cristã
“Método do engano”: como funciona o esquema de roubos que está a preocupar a PSP?
"Tolerar a presença russa no Donbass é criar uma bomba-relógio para décadas"

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

domingo, 27 de janeiro de 2019

EFEMÉRIDE/COMEMORAÇÃO/RECORDAÇÃO: Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto.

«Como pôde acontecer que um povo civilizado, culto e orgulhoso dos seus pensadores, dos seus poetas, dos seus artistas, dos seus músicos, tenha podido produzir um sistema integralmente dedicado ao culto do poder e da morte? Como pôde ter sido possível um Hitler? Como é que Auschwitz pôde irromper na História até se tornar um monstruoso buraco negro, uma criação paralela à do mundo exterior, um lugar onde os assassinos foram para matar e as vítimas para morrer?» Para saber mais, clicar AQUI. Entretanto pasme-se só "40 % dos jovens alemães dizem saber "quase nada" sobre o Holocausto". Conferir AQUI.





segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

FILME&CINEMA: “Darkest hour”

No filme «Darkest hour», a «hora mais escura» (não a «mais negra», pois há alguma claridade, ínfima, precisamente a que está em causa no filme, que não é sobre a escuridão, mas sobre esse que luta contra ela, assim preservando alguma luz), a certa altura, diz Clementine Hozier, mulher de Churchill, ao velho "bulldog", que ele é forte porque é imperfeito. Nada mais certo. Para saber mais, clicar AQUI.
A lição de Churchill
Não é um intocável da história, mas esteve do lado certo da história quando foi necessário salvar as democracias. Para saber mais, clicar AQUI.

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: Predação, violência e guerra

O que está em causa na origem da guerra é o supérfluo. Mas o supérfluo não é apenas o que é desnecessário para uns, é também o que pode ser necessário para outros e que, tendo sido apropriado por aqueles para quem não é necessário, nunca pode chegar à posse de esses a quem realmente faltava. Para saber mais clicar AQUI.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

LIVRO&LEITURA: "Delírio Total: Hitler e as Drogas no Terceiro Reich"

Norman Ohler escreveu o primeiro livro sobre o consumo de drogas na Alemanha nazi. "Delírio Total" fala de Hitler, mas a personagem principal é outra: Pervitin, a primeira metanfetamina alemã. Para saber mais, clicar AQUI.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

CINEMA&FILME: “13 minutos”

Em “13 minutos”, o realizador alemão mostra a realidade crua e perturbadora da corresponsabilidade de maioria dos alemães ao narrar a história de um atentado falhado a Hitler, como o hollywodiano “Operação Valquíria”. O protagonista, Christian Friedel, convence. “Elser” não é nem o mosaico de uma nação seduzida nem um monumento ao herói. Simplesmente lança o foco sobre um aspeto: homens como Elser foram a exceção. Ler mais em:

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

EFEMÉRIDE: Edith Stein quem a conhece?

Edith Stein: a palavra da Cruz
Duas foram as dimensões que animaram a vida desta filósofa, santa e mártir do século XX: a profunda demanda da verdade e a força da Cruz, ou melhor, a verdade enformada pela radicalidade da cruz, que é para uns loucura e para outros sabedoria e poder de Deus.
Nas suas palavras: «Uma ‘Scientia Crucis’ podemos obtê-la somente quando somos capazes de seguir a Cruz até ao fundo. Disto fui persuadida desde o primeiro momento e disse de coração: “Ave crux, spes unica”».
Edith Stein nasceu de uma família judaica no dia 12 de Outubro de 1891, em Breslau, Alemanha, sendo a mais nova dos onze filhos de Siegfried com Auguste. Todavia, quatro dos seus irmãos morreriam ainda na infância e o seu pai, Siegfried, falecia quando Edith tinha apenas dois anos, ficando a sua mãe Auguste a tomar conta da família.
Embora fosse sempre excelente aluna, aos 14 anos comunicou aos professores, que se lhe opuseram, e à família que iria abandonar os estudos. Foi então viver para Hamburgo com a irmã Else. Durante esse tempo afastou-se cada vez mais do “Deus de Abraão, de Isaac e Jacob”. De tal maneira se distanciou que, livre e conscientemente, decidiu não rezar mais, embora a habitasse um desejo profundo pela verdade.
O seu propósito de deixar de estudar não durou muito e passado um ano voltou para Breslau e para o colégio. Simpatizante dos movimentos femininos da época, Edith termina o bacharelato no colégio em 1911, tornando-se uma das primeiras universitárias da Alemanha.
Considerando-se ateia, que o foi durante dez anos, estudou germânicas, história e psicologia. Mas desiludida com esta ciência, ruma em 1913 para Göttingen, onde ensinava o fundador da fenomenologia, Edmund Husserl, do qual se tornaria discípula e depois assistente. Aí conhece Max Scheler e Adolf Reinach, discípulos daquele. Neste círculo começa a estudar filosofia e fica impressionada com a objectividade da fenomenologia e com o seu método para conhecer a verdade, que a própria tanto desejava.
Em 1915 Edith conclui a licenciatura, mas a 1.ª Guerra Mundial estava em pleno desenvolvimento, por isso interrompe a sua carreira académica e oferece-se como voluntária num hospital militar. Encerrado este, acompanha Husserl para a Universidade de Freiburg, onde recebe o doutoramento em 1916 com uma tese sobre a “Empatia”, sendo-lhe atribuída a nota de “summa cum laude’”. Torna-se a primeira mulher doutorada em filosofia da Alemanha.
O tempo da guerra marcará ainda a vida de Edith. Depois da morte em combate do amigo Reinach, vem a conhecer a sua mulher, que a impressiona pela calma e paz, tudo porque a sua força lhe vinha da fé em Jesus e da sua cruz, como ela mesma havia confessado a Edith.
Stein começa a ler o Novo Testamento e no ano de 1918 separa-se de Husserl por considerar que a sua filosofia se torna mais cada vez mais estreita. Volta a Breslau e sucede a Martin Heidegger na universidade. Edith tenta uma cátedra em filosofia mas nunca lhe foi dada; e mesmo Husserl e Heidegger a criticam por tal pretensão, pois era mulher.
Em 1920 dá-se um acontecimento decisivo para a conversão de Edith Stein. Ela que se encontrava em crise por não encontrar o sentido último da sua vida, vai passar férias com uma amiga católica, Hedwig. Estando uma tarde só em casa dela, retirou da estante a biografia de Santa Teresa de Jesus. Leu-a numa noite e no fim concluiu que estava diante da verdade.
Posteriormente comprou um catecismo católico, o qual estudou com afinco, e após participar na missa pediu a um padre para receber o baptismo. Alguns meses mais tarde, no dia 1 de Janeiro de 1922, era baptizada Edith Stein.
Deseja entrar no Carmelo mas por conselho de alguns amigos sacerdotes, e por respeito à mãe, não o faria de imediato. Nos anos seguintes tornou-se professora no colégio das dominicanas, em Speyer. Nesse tempo traduz as cartas e os diários de Newman, além de São Tomás de Aquino. Desta maneira, mudava o seu pensamento filosófico e aproximava-se cada vez mais e com mais profundidade do cristianismo.
No ano de 1932 Edith Stein é chamada para leccionar no Instituto Alemão de Pedagogia Científica, em Munique, mas alguns meses mais tarde, com a subida de Hitler ao poder, foi demitida, pois era público a sua ascendência judaica. Edith Stein viu no acontecimento o momento oportuno para entrar finalmente no Carmelo, o que veio acontecer no dia 15 de Outubro de 1933, recebendo o nome Teresa Benedita da Cruz.
O regime torna-se cada vez mais hostil para com os judeus e emite em 1935 novas leis racistas. A mãe de Edith, que considerou a sua conversão uma traição ao povo judeu, morre em 1936, sem que ambas se tivessem reconciliado.
Stein segue os seus estudos no Carmelo, onde lê Santa Teresa e São João da Cruz. Em 1936 nasce a sua maior obra filosófica: “Ser finito e Ser eterno”. Embora desejasse partilhar “a sorte” do seu povo, Edith muda-se do convento de Colónia para o de Echt na Holanda em 1938.
Alguns meses mais tarde começa a 2.ª Guerra Mundial e no ano de 1940 também a Holanda é ocupada. Edith, tranquila, escreve, com base na obra de São João da Cruz, o seu último livro, que deixou incompleto: “A ciência da Cruz”. Ciência que estaria perto de adquirir, pois no dia 2 de Agosto as tropas alemãs tomam o convento de Echt. Teresa Benedita da Cruz, com a sua irmã Rosa, que se havia convertido ao catolicismo, são levadas primeiro para o campo de concentração de Westerbork e depois para Auschwitz, na Polónia, onde se supõe que tenham morrido nas câmaras de gás no dia 9 de Agosto de 1942.
Edith Stein viria a ser beatificada por João Paulo II a 1 de Maio de 1987, e no ano de 1998 foi canonizada pelo mesmo papa, que em 1999 a declarou co-padroeira da Europa.
FONTE: http://www.snpcultura.org/id_edith_stein.html

Que viste no meu rosto? O encontro de Edith Stein e Etty Hillesum no campo holandês de Westerbork
http://www.snpcultura.org/que_viste_no_meu_rosto_o_encontro_de_edith_stein_e_etty_hillesum_no_campo_holandes_westerbork.html
Hino ao Espírito Santo, de Edith Stein
http://www.snpcultura.org/hino_ao_Espirito_Santo_edith_stein.html
Edith Stein: a aproximação ao sofrimento
http://www.snpcultura.org/id_edith_stein_como_aprender_o_sofrimento.HTML


                                                                

quinta-feira, 21 de junho de 2012