"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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domingo, 20 de junho de 2021

EDUCAÇÃO&FORMAÇÃO: Mare of Easttown: de onde vem o mal?

Mare e Easttown não caminham para a utopia, mas conseguem, pelo menos, diminuir a anarquia e o mal. É o máximo que conseguimos alcançar, na maioria das vezes. Para saber mais clicar AQUI.

terça-feira, 30 de julho de 2019

quarta-feira, 23 de maio de 2018

ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: A palavra só sobrevive se for reconvertida em acontecimento

O "bem-estar"? Para que finalidade? Esta questão toca as razões profundas do ser humano na sociedade da produção, do consumo e do tempo livre. Ela caracteriza-se por um controlo crescente do ser humano sobre os meios e pela eliminação dos seus fins, como se a racionalidade crescente dos meios revelasse progressivamente a ausência de sentido. Isto é particularmente verdadeiro nas sociedades capitalistas [...]. Desta forma, torna-se manifesto o primeiro elemento da sociedade de produção: o desejo sem fim». Para saber mais, clicar AQUI.

quarta-feira, 2 de maio de 2018

EFEMÉRIDE/COMEMORAÇÃO/RECORDAÇÃO: Maio de 68, há cinquenta anos...

...Mas o verdadeiro curso era Paris. E, em 1968, curso intensivo. A revolução começou na Universidade de Nanterre, nos arredores de Paris, e a reivindicação mais popular foi acabar com a divisão entre eles e elas, nos quartos dos estudantes. Não foi pequena conquista, foi funda: na secular progressão da luta de libertação das mulheres o Maio de 68 foi um momento fundamental e a sua principal arma, a pílula. Para saber mais, clicar AQUI, AQUI, AQUI, AQUI e o que por aí virá ... de histórias&memórias. Como, por exemplo, mais estes contributos AQUIAQUI.
E, do jornal Público, "Especial Maio de 68", uma selecção dos nossos melhores trabalhos sobre a revolta estudantil que agitou a Europa há 50 anos AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI e AQUI



terça-feira, 30 de abril de 2013

REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: A utopia...

... destes 2 utópicos (?) de...
...ontem (2 mil e alguns anos):


http://abriu-lhesasescrituras.blogspot.pt/

e de hoje:


http://www.thevenusproject.com/

Mercadodiceia, ética e utopia
http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=3188276&seccao=Anselmo Borges&tag=Opini%E3o - Em Foco

«Utopia, com efeito, segundo a etimologia do termo, é o que não tem lugar. O que acontece é que a ideologia do sistema dá mais um passo e vai mais longe ao ajuizar todo um projecto utópico, porque para o sistema estabelecido, a utopia é não só o que não tem lugar, mas também o que é impossível, o irreal, o puramente imaginário e onírico (...), ou seja, a utopia pode-se conceber de outro modo muito diferente, já que se pode entender como a antecipação do futuro, de um futuro melhor, um futuro verdadeiramente justo e digno do homem (...). Um exemplo: Todos sabemos em que condições tinham que viver os trabalhadores aquando da grande revolução industrial, nos finais do século XVIII e inícios do século XIX. Àqueles homens e mulheres faziam-nos trabalhar até dezasseis ou dezoito horas diárias, com uns salários de miséria, em péssimas condições sanitárias e sem seguros de nenhuma espécie - onde é que eu já (ou)vi isso, na China de hoje não? E Viva a OMC!. Pois bem, se àquelas pessoas lhes dizem que vai chegar o dia em que terão um dia de trabalho de oito horas com o sábado e o domingo pagos sem trabalhar, que terão além disso férias anuais de um mês também pago, que irão ter seguro de doença e de velhice, e que até se ficarem sem trabalho lhes continuarão a pagar uma renda suficiente para que não morram de fome, é evidente que aqueles trabalhadores iriam dizer que tudo isso era uma utopia formidável. E, no entanto, essa utopia é já uma realidade, apesar das muitas limitações que ainda tem o nosso direito laboral. (...) Ainda que custe suor e sangue, como aconteceu com as reinvindicações sociais que conseguiram os trabalhadores ao longo da história do movimento operário.»
in " Teologia para Comunidades" de José Maria Castillo

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

QUESTÕES DE MORAL: A última crise do sebastianismo portruguês

Reparou no título? Isso mesmo. Oiça "o quê", "o porquê" e sobretudo "o modo" - com muita música & ironia se vão dizendo umas verdades. Mais uma das muito boas "partidas" da ANTENA 2, pois claro!!!
«Escrito e apresentado por Joel Costa. Questões de Moral. Caído em cheio na era do progresso tecnológico, da política-espectáculo, o cidadão comum continua a interrogar-se quanto à circunstância histórica e moral que lhe cabe viver. Em busca do nexo moral escondido no tempo das novas angústias...»

http://tv1.rtp.pt/play/?radiocanal=2#/?prog%3D1091%26idpod%3D209852%26fbtitle%3DRTP Play - Questões de Moral%26fbimg%3Dhttp%3A%2F%2Fimg0.rtp.pt%2FEPG%2Fimgth%2FphpThumb.php%3Fsrc%3D%2FEPG%2Fradio%2Fimagens%2F1091_1091_questoesmoral.jpg%26w%3D160%26h%3D120%26fburl%3Dhttp%3A%2F%2Fwww.rtp.pt%2Fplay%2F%3Fprog%3D1091%26idpod%3D209852

Por estas e por outras ANTENA 2 SEMPRE!!!