"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

DOCUMENTÁRIO: Dorothy Day é o quinto mais vendido na Amazon dos EUA

O realizador do documentário de 57 minutos, está consciente das muitas contradições na vida e no legado de Dorothy Day, depois de ter passado dois anos a editar o filme. O autor considera que Day era uma «católica muito tradicional», ao mesmo tempo que tem de ser qualificada de «radical política e social», o que é uma «combinação perigosa», como, aliás, o FBI veio a avaliar. Para saber mais clicar AQUI.

terça-feira, 25 de junho de 2019

LIVRO&LEITURA: “A Longa Solidão”

Foi apontada pelo Papa Francisco como um dos americanos exemplares e sempre disse que não queria ser santa. Este sábado, a Lucerna apresenta “A Longa Solidão”, uma autobiografia que, no fundo, é um “convite a entrar num mistério”. Para saber mais clicar AQUI.

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

REFLEXÃO/ATENÇÃO/MEDITAÇÃO: O cristianismo perante a pobreza

É preciso distinguir entre a pobreza espiritual «como humildade diante de Deus», como atitude de sobriedade e renúncia aos bens materiais, e pobreza material, que não pode constituir um ideal; «a pobreza é um estado escandaloso atento à dignidade humana e consequentemente à vontade de Deus». Para saber mais, clicar AQUI.

terça-feira, 2 de julho de 2013

ESPIRITUALIDADE: Rezar com o coração em Deus e no mundo

As pessoas mais contemplativas – Teresa de Ávila, João da Cruz, Catarina de Sena, Inácio de Loiola, Tomás Merton, Dorothy Day – foram as que procuraram, de modo mais ativo, a vinda do Reino de Deus sobre a Terra. Nós rezamos para nos tornarmos como elas. Para termos a certeza de viver uma vida de oração autêntica, temos de examinar continuamente e sempre os seus frutos em nós. Estamos realmente mais preocupados com os outros em virtude de nos termos aproximado do Deus que os ama? Ou transformamos a oração num refúgio que nos mantém longe do que a nossa plena humanidade nos pede?
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