O reconhecimento e a recompensa do mérito e do esforço humano têm um fundamento, mas há o risco de conceber a vantagem económica de poucos como fruto de ganho ou merecimento, enquanto a pobreza de muitos é vista, em certo sentido, como culpa deles. Esta perspetiva subvaloriza as desigualdades de partida entre as pessoas em termos de riqueza, oportunidades educativas e laços sociais, e trata o privilégio e a vantagem como conquistas pessoais. Consequentemente – em termos esquemáticos – se a pobreza é culpa dos pobres, os ricos são exonerados de fazer o que quer que seja. Para saber mais clicar AQUI.
«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
quarta-feira, 3 de maio de 2023
ATENÇÃO, REFLEXÃO, MEDITAÇÃO e, sobretudo, ACCÃO: Não podemos permitir que os algoritmos neguem a compaixão e a esperança; e cuidado com a meritocracia, alerta papa
quarta-feira, 11 de novembro de 2020
FILME&CINEMA: “Time”
Este tocante documentário reconstrói a história verdadeira de Robert e Sibil Richardson e dos seus seis filhos, combinando os videodiários que ela gravou ao longo de duas décadas para o marido a cumprir pena e as imagens da sua vida atual, feita de espera. O realizador consegue mostrar não só a realidade de um amor incondicionado, mas também a extraordinária resiliência da heroína Sibil. Uma paladina em defesa da família e da dignidade das pessoas detidas, determinada a não capitular diante de uma justiça culpada de ter condenado os seus filhos a viver demasiado tempo sem um pai. Para saber mais clicar AQUI.
segunda-feira, 5 de outubro de 2020
ESPIRITUALIDADE: Encíclica "Todos irmãos"
A nova «encíclica social» do papa Francisco AQUI.
Duas orações e oito frases marcantes de cada um dos oito capítulos AQUI.
De Desmond Tutu a Vinícius de Moraes. Curiosidades da encíclica sobre a fraternidade AQUI.
As principais citações da nova encíclica do Papa AQUI.
quinta-feira, 30 de janeiro de 2020
quem conhece ESSES DESCONHECIDOS: S. Timóteo e S. Tito
terça-feira, 16 de janeiro de 2018
REFLEXÃO/ATENÇÃO/MEDITAÇÃO: O cristianismo perante a pobreza
terça-feira, 11 de novembro de 2014
EFEMÉRIDE/COMEMORAÇÃO/EVOCAÇÃO: Dia de São Martinho
Abandonou, então, o Exército e fez-se baptizar por Santo Hilário de Poitiers. Entregou-se à vida de eremíta, fundando um mosteiro em Ligugé, França, onde vivia sob a orientação de Santo Hilário. Ordenado sacerdote, foi mais tarde aclamado bispo de Tours (371). Tornou-se um grande evangelizador da França, verdadeiramente pastor, fundando mosteiros, instruindo o clero, defendendo a causa dos oprimidos e deserdados deste mundo. Morreu no ano de 397.
domingo, 10 de fevereiro de 2013
PALAVRA de DOMINGO: contextualizá-la para bem a entender e melhor vivê-la!
Evangelho de Nosso senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo,
estava a multidão aglomerada em volta de Jesus,
para ouvir a palavra de Deus.
Ele encontrava-Se na margem do lago de Genesaré
e viu dois barcos estacionados no lago.
Os pescadores tinham deixado os barcos
e estavam a lavar as redes.
Jesus subiu para um barco, que era de Simão,
e pediu-lhe que se afastasse um pouco da terra.
Depois sentou-Se
e do barco pôs-Se a ensinar a multidão.
Quando acabou de falar, disse a Simão:
«Faz-te ao largo
e lançai as redes para a pesca».
Respondeu-Lhe Simão:
«Mestre, andámos na faina toda a noite
e não apanhámos nada.
Mas, já que o dizes, lançarei as redes».
Eles assim fizeram
e apanharam tão grande quantidade de peixes
que as redes começavam a romper-se.
Fizeram sinal aos companheiros que estavam no outro barco
para os virem ajudar;
eles vieram e encheram ambos os barcos
de tal modo que quase se afundavam.
Ao ver o sucedido,
Simão Pedro lançou-se aos pés de Jesus e disse-Lhe:
«Senhor, afasta-Te de mim, que sou um homem pecador».
Na verdade, o temor tinha-se apoderado dele
e de todos os seus companheiros,
por causa da pesca realizada.
Isto mesmo sucedeu a Tiago e a João, filhos de Zebedeu,
que eram companheiros de Simão.
Jesus disse a Simão:
«Não temas.
Daqui em diante serás pescador de homens».
Tendo conduzido os barcos para terra,
eles deixaram tudo e seguiram Jesus.
AMBIENTE
Ser cristão é, em primeiro lugar, estar com Jesus “no mesmo barco” (vers. 3). É desse barco (a comunidade cristã), que a Palavra de Jesus se dirige ao mundo, propondo a todos a libertação (“pôs-Se a ensinar, da barca, a multidão”).
Ser cristão é, em segundo lugar, escutar a proposta de Jesus, fazer o que Ele diz, cumprir as suas indicações, lançar as redes ao mar (vers. 4-5). Às vezes, as propostas de Jesus podem parecer ilógicas, incoerentes, ridículas (e quantas vezes o parecem, face aos esquemas e valores do mundo…); mas é preciso confiar incondicionalmente, entregar-se nas mãos d’Ele e cumprir à risca as suas indicações (“porque Tu o dizes, lançarei as redes” – vers. 5).
Ser cristão é, em terceiro lugar, reconhecer Jesus como “o Senhor” (vers. 8): é o que faz Pedro, ao perceber como a proposta de Jesus gera vida e fecundidade para todos. O título “Senhor” (em grego, “kyrios”) é o título que a comunidade cristã primitiva dá a Jesus ressuscitado, reconhecendo n’Ele o “Senhor” que preside ao mundo e à história.
Ser cristão é, em quarto lugar, aceitar a missão que Jesus propõe: ser pescador de homens (vers. 10). Para entendermos o verdadeiro significado da expressão, temos de recordar o que significava o “mar” no ideário judaico: era o lugar dos monstros, onde residiam os espíritos e as forças demoníacas que procuravam roubar a vida e a felicidade do homem. Dizer que os seus discípulos vão ser “pescadores de homens” significa que a missão do cristão é continuar a obra libertadora de Jesus em favor do homem, procurando libertar o homem de tudo aquilo que lhe rouba a vida e a felicidade. Trata-se de salvar o homem de morrer afogado no mar da opressão, do egoísmo, do sofrimento, do medo – as forças demoníacas que impedem a felicidade do homem.
Ser cristão é, finalmente, deixar tudo e seguir Jesus (vers. 11). Esta alusão ao desprendimento do discípulo é típica de Lucas (cf. Lc 5,28;12,33;18,22): Lucas expressa, desta forma, que a generosidade e o dom total devem ser sinais distintivos das comunidades e dos crentes que seguem Jesus.
Uma palavra, ainda, para o papel proeminente que Pedro aqui desempenha: a comunidade lucana é uma comunidade estruturada, que reconhece em Pedro o “porta-voz” de todos e o principal animador dessa comunidade de Jesus que navega nos mares da história.
domingo, 11 de novembro de 2012
HOJE 11 do 11 de 2012...
... DIA de SÃO MARTINHO