«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
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quarta-feira, 18 de março de 2020
ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITACÃO: Covid-19
Cidades desertas, pânico, angústia e desespero. Duas outras opiniões e perspectivas não menos merecedoras, também, para um destaque e para uma oportunidade ou momento de reflexão AQUI e AQUI.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019
LIVRO&LEITURA: “Serotonina”
A surpresa chega no final, que abre um horizonte inesperado, quase “eucarístico”. «Na realidade, Deus ocupa-se de nós, pensa em nós em cada instante, e por vezes dá-nos diretivas muito precisas. Estes fluxos de amor que afluem aos nossos peitos a ponto de nos tirar o fôlego, estas iluminações, estes êxtases, inexplicáveis se consideramos a nossa natureza biológica, o nosso estatuto de simples primatas, são sinais extremamente claros». E a conclusão, naquelas linhas urticantes escritas por um ateu: «Hoje compreendo o ponto de vista de Cristo, o seu repetido irritar-se perante a insensibilidade dos corações: têm todos os sinais, e não se apercebem. Para saber mais clicar AQUI.
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segunda-feira, 21 de outubro de 2013
REFLEXÃO/MEDITAÇÃO/REFLEXÃO: do comodismo à ação
Muitos de nós caímos no comodismo, por acharmos que nada podemos fazer para mudar o mundo. Não depende de nós acabar com as guerras (até porque, se calhar, pelos tempos mais próximos, enquanto houver homens, haverá guerra). Se não somos governantes, não depende de nós fazer as reformas que julgamos convenientes. Se não somos juízes, não nos compete ditar a justiça (e mesmo que o sejamos, somos só de algumas causas). Somos impotentes perante quase tudo e desanimamos, com frequência, por vermos que nada acontece como gostaríamos – as famílias separam-se, os idosos são abandonados, os deficientes vivem à margem, a solidariedade não se pratica por falta de tempo, as leis não se cumprem e quem mais as infringe não é punido por isso… Só nos resta o desespero? Claro que não.
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sexta-feira, 29 de março de 2013
ESPIRITUALIDADE: Confiar é a única saída
Jesus nunca pecou, mas os evangelhos dizem-nos que experimentou muitas tentações. Certamente que a maior de todas chegou perto do fim, quando os seus apóstolos desertaram, parecendo não ter aprendido nada do que ele lhes tentou ensinar. A tentação do desespero deve ter sido tremenda. Mas mesmo deixado a morrer sozinho, Jesus não desesperou e não voltou atrás. Confiou-se inteiramente às mãos do seu Pai e seguiu para a morte....Só há uma maneira de ultrapassar esses momentos de maneira positiva: confiarmo-nos às mãos de Deus, tal como Jesus fez. Coloque-se inteiramente nas suas mãos e verá como Ele a vai amparar ternamente, dando-lhe a sua força.
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