"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























sábado, 14 de março de 2015

(in)PRENSA semanal: a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.

Economia portuguesa no top das que menos crescem
Dívida Oposição pergunta mas Passos não responde (a tudo)
Uma economia que mata
O Iraque iraniano
Rosa tem 89 anos e continua a estudar
O ruído do silêncio do presidente
Portugal é cada vez mais destino para comer e beber bem
Nós por cá todos mal
A entrevista da procuradora e a segurança social de Passos Coelho
“Os banqueiros estão acima da lei”
"Governador do Banco de Portugal é imoral e arrogante"
António Vitorino tem cargos em 12 empresas distintas
"A detenção de Sócrates não é um caso político"
Sorrir apesar da perseguição
Estado Islâmico destruiu antiga cidade iraquiana de Dur Sharrukin
Videirinhos
O futuro nas mãos deles
As polémicas de Cavaco
Da tolerância zero ao direito à tolerância infinita
O frigorífico pode estar a fazer-lhe mal à saúde
Alerta Fisco avisa, há um pedido falso no site das Finanças
Francisco, ano II. Oito momentos de um ano intenso
"Um dos sinais da decadência do nosso tempo é a obsessão pelo bem-estar"
"Cavaco Silva é pior do que Américo Tomás"



sexta-feira, 13 de março de 2015

LIVRO&LEITURA: "Imitação de Cristo"

«Custa deixar os hábitos, mas custa mais ainda ir contra a própria vontade. E, se não vences as coisas pequenas e fáceis, como vencerás as mais difíceis? Resiste desde o princípio à tua inclinação e abandona os maus hábitos, para que lentamente te não conduzam a maiores dificuldades. Oh, soubesses tu quanta paz para ti e alegria para os outros a tua vida santa causaria, e julgo que terias mais ardor no teu progresso espiritual!» Leia excertos da obra aqui:
Para ler e meditar a "Imitação de Cristo" seis séculos depois
Na Europa, as pessoas habituaram-se gradualmente a falar a sós com os livros; e habituaram-se a ver essa atividade solitária como uma aprendizagem que afetava outros hábitos que tivessem. «O hábito», como disse Tomás, «vence-se pelo hábito»; esse é, para ele, o princípio fundamental da imitação. Devemos a Tomás a ideia de que a possibilidade da leitura generalizada, mais que um modo de instrução, e mais que um modo de acesso direto à verdade da letra, é uma atividade que, na maneira como se desenrola, retrata a possibilidade de uma imitação de Cristo: em silêncio, em paz, e sem esperar respostas.
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quarta-feira, 11 de março de 2015

CINEMA&FILME: "Pohang harbor"

O filme “Pohang harbor” (2014, 93 minutos), primeira obra da realizadora sul-coreana Mo Hyun-shin, venceu o “Flumen Longa Internacional”, prémio principal do festival Flumenfest, organizado pela arquidiocese de Braga, que decorreu de 3 a 8 de março na cidade bracarense. A narrativa, que de acordo com o site “twithchfilm” é marcada pelo «silêncio e introspeção», centra-se na história de um homem que abandona a capital da Coreia, Seul, para regressar à cidade onde nasceu, com o propósito de tentar reencontrar o pai, desaparecido num naufrágio.
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terça-feira, 10 de março de 2015

quem conhece ESSES DESCONHECIDOS (42): Os Quarenta Mártires de Sebaste

... que merecem ser conhecidos - vida&obra - e eu mais em conhecê-los e dar a conhecer. Aqui:
 
Lembramos hoje o testemunho dos quarenta Mártires que deram tão grande testemunho de fé e coragem que Santo Éfrem disse a seu respeito: "Que desculpa poderemos apresentar ao tribunal de Deus, nós, que , livres de perseguição e torturas, deixamos de amar a Deus e trabalhar na salvação de nossas almas?"
Chegou até nós o testemunho da ousadia destes homens que, no século IV, foram impelidos pelo imperador Licínio a um juramento de fidelidade para todos os soldados, o qual consistia em sacrificar aos ídolos protectores do Império. Diante da injusta ordem das autoridades, quarenta cristãos pertencentes à guarda do Império e que prestavam serviço em Sebaste (na Arménia) recusaram-na dizendo:
"Até ao presente combatemos e vencemos ao serviço dum senhor mortal como nós; agora queremos lutar e vencer sob a bandeira de Cristo, que é o Deus verdadeiro a quem devemos obediência e adoração!"
Desta forma venceram e ganharam o direito à coroa imperecível, tendo sido torturados até à morte.
 
 
 
                                                                  

domingo, 8 de março de 2015

PALAVRAdeDOMINGO: contextualizá-la para bem a entender e melhor vivê-la!

Considerando:
1. "Três qualidades essenciais de uma homilia: Positiva, concreta, profética"
2. "A Palavra de Deus no quotidiano da vida eclesial"
3. "A autora recorda sobretudo a homilia dessa eucaristia, que não fez “lembrar nada a imagem da Igreja” que tinha “de pequenina”, e que a fez afastar-se depois de fazer a “primeira comunhão”. Ler mais em:
4. "Os leitores mais atentos poderão confirmar se o Papa Francisco é coerente quando exige qualidade nas homilias como fez na exortação apostólica "A alegria do Evangelho" e a sua prática nas missas que celebra em Santa Marta. Basta ler o livro que reproduz muitas daquelas saborosas homilias feriais" - Pe. Rui Osório in JN de 11/1/2015 - "A verdade é um encontro", http://www.paulinas.pt/Product_Detail.aspx?code=1977
5. Pregação «não é um sermão sobre um tema abstrato»: Vaticano apresenta diretório sobre homilias
Então:
Tema do 3º Domingo da Quaresma
A liturgia do 3º Domingo da Quaresma dá-nos conta da eterna preocupação de Deus em conduzir os homens ao encontro da vida nova. Nesse sentido, a Palavra de Deus que nos é proposta apresenta sugestões diversas de conversão e de renovação.
Na primeira leitura, Deus oferece-nos um conjunto de indicações (“mandamentos”) que devem balizar a nossa caminhada pela vida. São indicações que dizem respeito às duas dimensões fundamentais da nossa existência: a nossa relação com Deus e a nossa relação com os irmãos.
Na segunda leitura, o apóstolo Paulo sugere-nos uma conversão à lógica de Deus… É preciso que descubramos que a salvação, a vida plena, a felicidade sem fim não está numa lógica de poder, de autoridade, de riqueza, de importância, mas está na lógica da cruz – isto é, no amor total, no dom da vida até às últimas consequências, no serviço simples e humilde aos irmãos.
No Evangelho, Jesus apresenta-Se como o “Novo Templo” onde Deus Se revela aos homens e lhes oferece o seu amor. Convida-nos a olhar para Jesus e a descobrir nas suas indicações, no seu anúncio, no seu “Evangelho” essa proposta de vida nova que Deus nos quer apresentar.
EVANGELHO Jo 2, 13-25
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Estava próxima a Páscoa dos judeus
e Jesus subiu a Jerusalém.
Encontrou no templo
os vendedores de bois, de ovelhas e de pombas
e os cambistas sentados às bancas.
Fez então um chicote de cordas
e expulsou-os a todos do templo, com as ovelhas e os bois;
deitou por terra o dinheiro dos cambistas
e derrubou-lhes as mesas;
e disse aos que vendiam pombas:
«Tirai tudo isto daqui;
não façais da casa de meu Pai casa de comércio».
Os discípulos recordaram-se do que estava escrito:
«Devora-me o zelo pela tua casa».
Então os judeus tomaram a palavra e perguntaram-Lhe:
«Que sinal nos dás de que podes proceder deste modo?»
Jesus respondeu-lhes:
«Destruí este templo e em três dias o levantarei».
Disseram os judeus:
«Foram precisos quarenta e seis anos para se construir este templo
e Tu vais levantá-lo em três dias?»
Jesus, porém, falava do templo do seu corpo.
Por isso, quando Ele ressuscitou dos mortos,
os discípulos lembraram-se do que tinha dito
e acreditaram na Escritura e nas palavras que Jesus dissera.
Enquanto Jesus permaneceu em Jerusalém pela festa da Páscoa,
muitos, ao verem os milagres que fazia,
acreditaram no seu nome.
Mas Jesus não se fiava deles, porque os conhecia a todos
e não precisava de que Lhe dessem informações sobre ninguém:
Ele bem sabia o que há no homem.
AMBIENTE
O episódio que hoje nos é proposto aparece na “secção introdutória” do Evangelho de João (cf. Jo 1,19-3,36), onde se diz quem é Jesus e se apresentam as grandes linhas programáticas do seu ministério.
A cena situa-nos no Templo de Jerusalém. Trata-se desse Templo majestoso, construído por Herodes para demonstrar as suas boas disposições para com o culto a Jahwéh e para conseguir a benevolência dos judeus. A construção do Templo iniciou-se em 19 a.C. e ficou essencialmente pronta no ano 9 d.C. (embora os trabalhos só tivessem sido dados por concluídos em 63 d.C.). No ano 27 d.C., efectivamente, o Templo estava a ser construído há 46 anos e ainda não estava terminado, conforme a observação que os dirigentes judeus fizeram a Jesus (cf. Jo 2,20).
João situa o episódio nos dias que antecedem a festa da Páscoa. Era a época em que as grandes multidões se concentravam em Jerusalém para celebrar a festa principal do calendário religioso judaico. Jerusalém, que normalmente teria à volta de 55.000 habitantes, chegava a albergar cerca de 125.000 peregrinos nesta altura. No Templo sacrificavam-se cerca de 18.000 cordeiros, destinados à celebração pascal.
Neste ambiente, o comércio relacionado com o Templo sofria um espantoso incremento. Três semanas antes da Páscoa, começava a emissão de licenças para a instalação dos postos comerciais à volta do Templo. O dinheiro arrecadado com a emissão dessas licenças revertia para o sumo-sacerdote. Havia tendas de venda que pertenciam, directamente, à família do sumo-sacerdote. Vendiam-se os animais para os sacrifícios e vários outros produtos destinados à liturgia do Templo. Havia, também, as tendas dos cambistas que trocavam as moedas romanas correntes por moedas judaicas (os tributos dos fiéis para o Templo eram pagos em moeda judaica, pois não era permitido que moedas com a efígie de imperadores pagãos conspurcassem o tesouro do Templo). Este comércio constituía uma mais valia para a cidade e sustentava a nobreza sacerdotal, o clero e os empregados do Templo.
Vai ser neste contexto que Jesus vai realizar o seu gesto profético.
MENSAGEM
Os profetas de Israel tinham, em diversas situações, criticado o culto sacrificial que Israel oferecia a Deus, considerando-o como um conjunto de ritos estéreis, vazios e sem significado, uma vez que não eram expressão verdadeira de amor a Jahwéh; tinham, inclusive, denunciado a relação do culto com a injustiça e a exploração dos pobres (cf. Am 4,4-5; 5,21-25; Os 5,6-7; 8,13; Is 1,11-17; Jer 7,21-26). As considerações proféticas tinham, de alguma forma, consolidado a ideia de que a chegada dos tempos messiânicos implicaria a purificação e a moralização do culto prestado a Jahwéh no Templo. O profeta Zacarias liga explicitamente o “dia do Senhor” (o dia em que Deus vai intervir na história e construir um mundo novo, através do Messias) com a purificação do culto e a eliminação dos comerciantes que estão “no Templo do Senhor do universo” – Zac 14,21).
O gesto que o Evangelho deste domingo nos relata deve entender-se neste enquadramento. Quando Jesus pega no chicote de cordas, expulsa do Templo os vendedores de ovelhas, de bois e de pombas, deita por terra os trocos dos banqueiros e derruba as mesas dos cambistas (vers. 14-16), está a revelar-Se como “o messias” e a anunciar que chegaram os novos tempos, os tempos messiânicos.
No entanto, Jesus vai bem mais longe do que os profetas vétero-testamentários. Ao expulsar do Templo também as ovelhas e os bois que serviam para os ritos sacrificiais que Israel oferecia a Jahwéh (João é o único dos evangelistas a referir este pormenor), Jesus mostra que não propõe apenas uma reforma, mas a abolição do próprio culto. O culto prestado a Deus no Templo de Jerusalém era, antes de mais, algo sem sentido: ao transformar a casa de Deus num mercado, os líderes judaicos tinham suprimido a presença de Deus… Mas, além disso, o culto celebrado no Templo era algo de nefasto: em nome de Deus esse culto criava exploração, miséria, injustiça e, por isso, em lugar de potenciar a relação do homem com Deus, afastava o homem de Deus. Jesus, o Filho, com a autoridade que Lhe vem do Pai, diz um claro “basta” a uma mentira com a qual Deus não pode continuar a pactuar: “não façais da casa de meu Pai casa de comércio” (vers. 16).
Os líderes judaicos ficam indignados. Quais são as credenciais de Jesus para assumir uma atitude tão radical e grave? Com que legitimidade é que Ele se arroga o direito de abolir o culto oficial prestado a Jahwéh?
A resposta de Jesus é, à primeira vista, estranha: “destruí este Templo e Eu o reconstruirei em três dias” (vers. 19). Recorrendo à figura literária do “mal-entendido” (propõe-se uma afirmação; os interlocutores entendem-na de forma errada; aparece, então, a explicação final, que dá o significado exacto do que se quer afirmar), João deixa claro que Jesus não Se referia ao Templo de pedra onde Israel celebrava os seus ritos litúrgicos (vers. 20), mas a um outro “Templo” que é o próprio Jesus (“Jesus, porém, falava do Templo do seu corpo” – vers. 21). O que é que isto significa? Jesus desafia os líderes que O questionaram a suprimir o Templo que é Ele próprio, mas deixa claro que, três dias depois, esse Templo estará outra vez erigido no meio dos homens. Jesus alude, evidentemente, à sua ressurreição. A prova de que Jesus tem autoridade para “proceder deste modo” é que os líderes não conseguirão suprimi-l’O. A ressurreição garante que Jesus vem de Deus e que a sua actuação tem o selo de garantia de Deus.
No entanto, o mais notável, aqui, é que Jesus Se apresenta como o “novo Templo”. O Templo representava, no universo religioso judaico, a residência de Deus, o lugar onde Deus Se revelava e onde Se tornava presente no meio do seu Povo. Jesus é, agora, o lugar onde Deus reside, onde Se encontra com os homens e onde Se manifesta ao mundo. É através de Jesus que o Pai oferece aos homens o seu amor e a sua vida. Aquilo que a antiga Lei já não conseguia fazer – estabelecer relação entre Deus e os homens – é Jesus que, a partir de agora, o faz.
ACTUALIZAÇÃO
• Como é que podemos encontrar Deus e chegar até Ele? Como podemos perceber as propostas de Deus e descobrir os seus caminhos? O Evangelho deste domingo responde: é olhando para Jesus. Nas palavras e nos gestos de Jesus, Deus revela-Se aos homens e manifesta-lhes o seu amor, oferece aos homens a vida plena, faz-Se companheiro de caminhada dos homens e aponta-lhes caminhos de salvação. Neste tempo de Quaresma – tempo de caminhada para a vida nova do Homem Novo – somos convidados a olhar para Jesus e a descobrir nas suas indicações, no seu anúncio, no seu “Evangelho” essa proposta de vida nova que Deus nos quer apresentar.
• Os cristãos são aqueles que aderiram a Cristo, que aceitaram integrar a sua comunidade, que comeram a sua carne e beberam o seu sangue, que se identificaram com Ele. Membros do Corpo de Cristo, os cristãos são pedras vivas desse novo Templo onde Deus Se manifesta ao mundo e vem ao encontro dos homens para lhes oferecer a vida e a salvação. Esta realidade supõe naturalmente, para os crentes, uma grande responsabilidade… Os homens do nosso tempo têm de ver no rosto dos cristãos o rosto bondoso e terno de Deus; têm de experimentar, nos gestos de partilha, de solidariedade, de serviço, de perdão dos cristãos, a vida nova de Deus; têm de encontrar, na preocupação dos cristãos com a justiça e com a paz, o anúncio desse mundo novo que Deus quer oferecer a todos os homens. Talvez o facto de Deus parecer tão ausente da vida, das preocupações e dos valores dos homens do nosso tempo tenha a ver com o facto de os discípulos de Jesus se demitirem da sua missão e da sua responsabilidade… O nosso testemunho pessoal é um sinal de Deus para os irmãos que caminham ao nosso lado? A vida das nossas comunidades dá testemunho da vida de Deus? A Igreja é essa “casa de Deus” onde qualquer homem ou qualquer mulher pode encontrar essa proposta de libertação e de salvação que Deus oferece a todos?
• Qual é o verdadeiro culto que Deus espera? Evidentemente, não são os ritos solenes e pomposos, mas vazios, estéreis e balofos. O culto que Deus aprecia é uma vida vivida na escuta das suas propostas e traduzida em gestos concretos de doação, de entrega, de serviço simples e humilde aos irmãos. Quando somos capazes de sair do nosso comodismo e da nossa auto-suficiência para ir ao encontro do pobre, do marginalizado, do estrangeiro, do doente, estamos a dar a resposta “litúrgica” adequada ao amor e à generosidade de Deus para connosco.
• Ao gesto profético de Jesus, os líderes judaicos respondem com incompreensão e arrogância. Consideram-se os donos da verdade e os únicos intérpretes autênticos da vontade divina. Instalados nas suas certezas e preconceitos, nem sequer admitem que a denúncia que Jesus faz esteja correcta. A sua auto-suficiência impede-os de ver para além dos seus projectos pessoais e de descobrir os projectos de Deus. Trata-se de uma atitude que, mais uma vez, nos questiona… Quando nos barricamos atrás de certezas absolutas e de atitudes intransigentes, podemos estar a fechar o nosso coração aos desafios e à novidade de Deus.
Fonte: http://www.dehonianos.org/portal/liturgia_dominical_ver.asp?liturgiaid=351


sábado, 7 de março de 2015

(in)PRENSA semanal: a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.
O arco da (des)governação
Descontos Passos Coelho esteve cinco anos sem pagar à Segurança Social
Vale tudo
Há um vídeo de Passos que vale a pena recordar
Esteve em situação similar à de Passos. Sente-se injustiçado
Chumbar? Nesta escola isso não acontece
Ecobook. Provavelmente, o último caderno que vai comprar na vida
Economista britânico diz que Europa está na iminência de um "IV Reich"
Juncker acusa Portugal e Espanha de terem sido muito exigentes com a Grécia
Saúde Paracetamol em excesso tem mais riscos do que julga
Grupo Lena Omitido 'prémio' de dois milhões pago a Santos Silva
Ex-diretor da Segurança Social acusa Passos de evasão contributiva
http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=4428808
Marcelo: Como é que Passos pagou uma dívida que já não existe?
http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=4428831&page=-1
"Negócios": Salgado desobedeceu ao supervisor e praticou atos de gestão ruinosa
http://expresso.sapo.pt/negocios-salgado-desobedeceu-ao-supervisor-e-praticou-atos-de-gestao-ruinosa=f913571#ixzz3TgHxnw32
Caso Sócrates: dois homens, 24 milhões de euros e nove pistas de acusaçãohttp://expresso.sapo.pt/caso-socrates-dois-homens-24-milhoes-de-euros-e-nove-pistas-de-acusacao=f913629#ixzz3TgIN6sSn
Operação à volta da Segurança Social não fica por aqui
http://www.noticiasaominuto.com/pais/356424/operacao-a-volta-da-seguranca-social-nao-fica-por-aqui?utm_source=vision&utm_medium=email&utm_campaign=daily
Dívidas Passos não explica como preencheu IRS de 1999 a 2004
http://www.noticiasaominuto.com/politica/356428/passos-nao-explica-como-preencheu-irs-de-1999-a-2004?utm_source=vision&utm_medium=email&utm_campaign=daily
Mariana Mortágua "Vírus da amnésia parece ter atacado" atores do caso BES
http://www.noticiasaominuto.com/politica/356325/virus-da-amnesia-parece-ter-atacado-atores-do-caso-bes?utm_source=vision&utm_medium=email&utm_campaign=daily
Silva Peneda "As reformas brutas dão asneira"
http://www.noticiasaominuto.com/economia/356429/as-reformas-brutas-dao-asneira?utm_source=vision&utm_medium=email&utm_campaign=daily
Falta de memória ou de vergonha?
http://www.jn.pt/opiniao/default.aspx?content_id=4435330
BES ESI paga a grandes clientes com dinheiro destinado aos pequenos
http://www.noticiasaominuto.com/economia/356591/esi-paga-a-grandes-clientes-com-dinheiro-destinado-aos-pequenos?utm_source=vision&utm_medium=email&utm_campaign=afternoon
Vítima de assalto conta como Pereira Cristóvão atuava
http://www.noticiasaominuto.com/pais/356452/vitima-de-assalto-conta-como-pereira-cristovao-atuava?utm_source=vision&utm_medium=email&utm_campaign=afternoon

terça-feira, 3 de março de 2015

LIVRO&LEITURA: "História de uma conversão - A Quaresma com Santo Agostinho"

Deus que é manso e humilde de coração; Deus que esconde as grandes verdades aos sábios e aos inteligentes, e as revela aos simples; Deus que mostra o caminho que conduz ao reino da felicidade: eis a novidade que mudou a conceção que Agostinho tinha de Deus. De facto, acompanhava-o a consciência dos erros, dos insucessos e das derrotas. Falava da pátria da paz que via, mas não conseguia encontrar os caminhos que conduziam a ela; por isso, desviava-se e vagueava entre as insídias que o arrastavam.
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segunda-feira, 2 de março de 2015

ESPIRITUALIDADE: Quaresma e Tríduo Pascal: Rito, fé e cultura

Da Quaresma, que começa na Quarta-feira de Cinzas e termina na termina pela tarde de Quinta-Feira Santa, antes da missa vespertina da Ceia do Senhor, ao Tríduo Pascal, ponto culminante do ano litúrgico que se inicia com esta eucaristia e conclui no domingo de Páscoa, apresentamos algumas das celebrações e ritos católicos da Igreja que, não raro, marcam também as sociedades com raízes ligadas ao cristianismo.
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sábado, 28 de fevereiro de 2015

(in)PRENSA semanal: a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.

Solidão e ética do cuidado
Octapharma Patrão de Sócrates 'apanhado' pela Operação Marquês
Ex-líder da CGTP Carvalho da Silva abre jogo quanto a corrida a Belém
Não se podem fazer ofertas à Igreja às custas da injustiça com os trabalhadores, sublinha papa Francisco
O Carnaval do ditador, do soldado e do boi tolo
Da indignidade, da vergonha e da humilhação
Silva Peneda "Declaração ostensiva contra os gregos foi errada"
Cavaco é "o pior Presidente da democracia"
Brisa oferece 'pechincha' a viúva, mas dá fortuna a empresário
Portugal caso de sucesso? Só para troika não assumir fracasso
IMT alugou frota de carros que não sai do lugar
Mar Vermelho
Se nós não somos a Grécia é porque somos parvos
A força do ISIS
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O futuro são as crianças
Em nosso poder
Sobre sexo e género. 1
A cedência grega tirou o tapete ao Governo
Dignidade, aquele conceito que o Governo não entende

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

REFLEXÃO/ATENÇÃO/MEDITAÇÃO: A sabedoria é sabor: O homem sábio e feliz

Agregado ao Instituto de França, o filósofo e crítico Roland Barthes (1915-1980) elaborara a sua “lectio”inaugural sobre um tema que ele próprio considerava ultrapassado, a «sabedoria», e definiu assim: «A sabedoria é nenhum poder, um pouco de saber, um pouco de inteligência e o máximo de sabor possível.» Não por acaso, este vocábulo deriva do verbo latino “sapere”que, como primeira aceção, tem, precisamente, o «ter sabor».
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