"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

sábado, 8 de outubro de 2016

inPRENSA semanal: a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.





Excepcionalismo
Fundações receberam apoios de 142,8 milhões à margem da lei
A Bíblia de Frederico Lourenço: aplausos e uma questão
Uma Bíblia que “não esconde as realidades inconvenientes”
Cuspir contra o vento
Encontrada ligação entre bactérias fecais e obesidade
“Vou a Portugal”. Francisco confirma vinda a Fátima em 2017
Cerca de 800 milhões vivem em pobreza extrema
Colombianos dizem “não” à paz, mas FARC mantêm compromisso
A vida cristã “tem de ser pacientemente tecida a cada dia”
Deputados de marfim
Prémio Nobel da Medicina para o japonês Yoshinori Ohsumi
Cerca de 385 milhões de crianças viviam em pobreza extrema em 2013
«Proximidade e oração: esta é a minha oferta para vós»: Papa encontra-se de surpresa com vítimas do sismo
Duas geringonças
http://www.dn.pt/opiniao/opiniao-dn/viriato-soromenho-marques/interior/salsichas-e-machtpolitik-5424918.html
Guterres ganha sexta eleição e é dado como novo secretário-geral da ONU
13 a favor, nenhum veto. Guterres a horas de liderar a ONU
O estadista e o filantropo
Porque Guterres 
chegou ao topo. Por Ricardo Costa
Como Guterres conseguiu uma vitória cristalina
António Guterres
Dez desafios para o novo líder da ONU
Católico, aluno brilhante, "o melhor de todos nós". Guterres chega ao topo do mundo
Como Guterres recebeu a notícia: "Era a pessoa mais calma das pessoas da sala"
Uma excelente surpresa
Fé ou fezada? De Eusébio a Fernando Santos, passando pelo Vaticano
A visita surpresa do Papa a Amatrice
Papa pede desporto para todos, apela ao fim da corrupção e diz que ser atleta é correr para o «mistério»
Evangelho não é impedimento mas impulso para diálogo com quem acredita em Deus, afirma papa
Oficial. Guterres aclamado secretário-geral da ONU
Guterres e Marcelo. A longa história de dois amigos rivais

sábado, 24 de janeiro de 2015

(in)PRENSA semanal: a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.
Desde julho que Macedo sabia dos problemas nas urgências
Papa Francisco celebrou missa no epicentro do tufão Yolanda e destacou fé cristã de quem recomeça após perder pessoas e bens
Papa Francisco aos casais: «Nunca deixem de ser namorados»
Mãe de Sócrates escondeu material informático
Mario Draghi "A alcunha 'senhor outro sítio qualquer' persegue-me há 20 anos"
Ou amor ou violência
O que faziam 6 milhões de pessoas no parque de Bayside em Manila?
Seis milhões para ouvirem a missa do Papa em Manila
"Por que sofrem as crianças?" A menina filipina que emocionou o Papa
- See more at: http://vmais.rr.sapo.pt/#acr
A viagem de Francisco à Ásia. "Sentia que tinha que estar aqui"
O sal e a religião
Medicamentos mais baratos a partir de 2 de março
"O aborto legal está completamente fora do controlo"
Quando a palavra vale mais do que a esmola: Católicos escutaram relatos de solidão na cidade
Depois de ler um livro este patrão decidiu aumentar 33% os empregados
Dicas Não desperdice estas sete dicas. Vai ver que compensam
Tudo sobre Papa Francisco no Sri Lanka e Filipinas
Narciso absolvido de desfalque por falha da acusação
Apesar de Merkel
Somos todos Badawi
Porque não acredito na “bala mágica” de Mario Draghi
PT investiu na ESI e Rioforte de 'olhos vendados'
Estão a cobrar-lhe mais IRS do que é devido
A medida de Draghi vai afetar as suas poupanças. Saiba como
A minha obsessão com José Sócrates
“Esta crise é pior que a guerra. A guerra sabíamos que ia acabar”
“BES é muito revelador da forma como se comporta a elite económica portuguesa”
 


sábado, 26 de outubro de 2013

(in)PRENSA semanal: a minha selecção!

Para quem, que por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA: a minha selecção" que aí virão.
Miss Mundo 2013: Sou pró-vida e as relações sexuais são para o matrimônio
SLN e as dissimulações de Cavaco
"Se a austeridade parar, Portugal deixa de encolher. Mas como crescer?"
O constitucionalista Tiago Duarte no Jornal das 9
Diogo Infante casou-se com o seu empresário
Bagão Félix O "erro político de Portas"
UTAO Brutal aumento de impostos foi insuficiente para baixar défice
Silva Lopes Quebra de receita do IRC com alteração de taxa muito superior a 70 milhões
Fotogaleria Invenções de ficar de 'olhos em bico'
O Governo é burro
Sobre o Tribunal Constitucional
Vítor Obélix Bento
OE2014
Açúcar em excesso ligado a problemas de memória
Rendeiro ganhou 2,8 milhões no ano em que o BPP caiu

sábado, 21 de setembro de 2013

(in)PRENSA semanal: a minha selecção!

Para quem, que por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA: a minha selecção" que aí virão.

Mais Má Despesa Pública. As PPP chegaram às autarquias
SOS Educação
O chumbo do costume
Contrapoder: compacto da semana
Analistas Merkel terá que "dosear" austeridade
Daniel Bessa "Governo vai contribuir para aumento da recessão em 2014"
A crise financeira e a carne para canhão
FC Porto levaria 2666 anos para pagar centro do Olival
Ministra das Finanças apanhada em novas contradições
O sacrifício das raízes
O Governo grita: "Este país é só para velhos"
Medina Carreira "Não é por acaso que Portugal está no estado que está"
“Não podemos falar só de aborto, homossexualidade e contracepção”
Idosos trabalham à noite para pagar despesas com Alzheimer
Swap não autorizado faz 'mossa' de 122 milhões

sábado, 14 de setembro de 2013

(in)PRENSA semanal: a minha selecção!

Para quem, que por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA: a minha selecção" que aí virão.
A hipocrisia
Blá, blá, blá...
Estamos muito doentes
Candidatos saltitões e glutões
Um mundo sem bússola
Relatório Agência diz que EDP tem filial na Holanda para "obter benefícios fiscais"
Economia dá sinais mas credores não acreditam
Portugal recebeu nove milhões de euros por dia durante 25 anos
A dívida grisalha
O mentiroso
Função Pública Saiba o que vai mudar nas pensões em 2014
"Sem mutualizar dívida não vejo como Portugal pode prosperar na Zona Euro"
Bagão Félix "Equidade e convergência são uma treta"
Exemplos de "má despesa pública nas autarquias"
'Má Despesa Pública' Relvas teve conta de telemóvel paga por autarquia durante 10 anos
Carta aos 19% por Ricardo Araújo Pereira
Função pública: que se perdeu com a crise
Papa vai reunir com líderes religiosos para debater a paz na Síria
Clandestinidade
Ferreira Leite critica corte "profundamente imoral" nas pensões
O que pensa Francisco sobre o dinheiro (6)

domingo, 12 de maio de 2013

REFLEXÃO/MEDITAÇÃO (O Grito Silencioso): Hoje, o primeiro dia do resto da SEMANA DA VIDA, e sempre!!!

 
 
 
 
Atualmente, quando se fala em aborto poucas pessoas têm em suas mentes a real dimensão de seu significado, não imaginam como ele acontece ou quais são as técnicas utilizadas. O filme "O Grito Silencioso" é uma importante ferramenta para acabar com a ignorância que cerca o assunto. É um meio eficaz de visualizar, sem interferências ideológicas ou intelectuais o que de fato acontece num aborto.
Nesse momento, em que os grupos extremistas pró-aborto formados - pasmem, por mulheres em sua maioria - discutem com tanta paixão se o aborto é ou não um direito reprodutivo, se o feto é ou não um ser humano, se o feto pertence ou não ao corpo da mulher para que dele possa dispor como bem entender, quando se inicia a vida, e tantas outras questões, que o filme "O Grito Silencioso" desempenha um papel fundamental e deveria ser visto por todos. Isso para que haja um debate sério com honestidade intelectual suficiente para se chegar a uma decisão que abarque todos os interessados: a sociedade, o Estado, a mãe, o pai e o próprio feto. Todos devem saber o que acontece num aborto antes de emitirem opinião ou de legislarem.
O filme "O Grito Silencioso" foi produzido em 1985 pelo Dr. Bernard D. Nathanson, médico americano que chegou a ser conhecido pela alcunha de "Rei do Aborto" por seu papel desempenhado na legalização do aborto nos Estados Unidos. Ele ajudou a criar a Liga Nacional de Ação pelo Direito ao Aborto (NARAL). E, na iminência da aprovação da lei, fundou o Centro de Saúde Reprodutiva e Sexual em Nova York, onde coordenava a equipe e ele mesmo realizava os abortos. Esta clínica era a maior de NY e a mais ativa. Em seguida, criou o departamento de Fetologia no Hospital São Lucas, onde foi nomeado diretor do serviço de obstetrícia.
O Dr. Nathanson chegou a afirmar ter feito pessoalmente mais de cinco mil abortos. Até que surgiu a ultrassonografia. O aparelho de ultrassom foi a peça decisiva na mudança de vida do médico que, de maior abortista americano, passou a ativista pró-vida.
O filme "O Grito Silencioso" retrata de maneira inequívoca o que o Dr. Bernard Nathanson enxergou no útero de sua paciente que o fez mudar radicalmente.
A mensagem que o filme "O Grito Silencioso" transmite é tão forte e profunda que houve muitos casos de ferrenhos abortistas que mudaram radicalmente de opinião após assisti-lo, o Dr. Nathanson foi apenas um deles. Ele também é uma importante ferramenta para impedir que novas vidas sejam ceifadas ainda no ventre materno.
Se você conhece alguém que esteja pensando ou que tenha resolvido abortar, esse filme a ela.
Finalmente, lançamos uma pergunta a todos aqueles que são favoráveis ao aborto, mesmo em casos isolados: "depois de assistir ao filme, você ainda continua a favor do aborto"? Responda-nos.
Padre Paulo Ricardo
 


Aborto. Estado gastou 45 milhões de euros desde que a lei entrou em vigor
Desde 2007 já se fizeram 80 mil abortos “por opção”, mais de 13 mil reincidentes

sábado, 30 de março de 2013

(in)PRENSA semanal: a minha selecção

Para quem, que por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA: a minha selecção" que aí virão.
 
José Gomes Ferreira e a verdadeira história: porque razão não há concorrênc​ia e não baixam os preços!
Arcebispo de Braga acusa de "incompetente" classe política
http://expresso.sapo.pt/arcebispo-de-braga-acusa-de-incompetente-classe-politica=f797116
Num só ano o Estado já pagou mais de 300 mil euros à empresa de António Borges
Contrapoder: compacto da semana
Francisco recusa apartamento papal, mantendo-se num quarto simples
Aborto e baptismo: a hipocrisia criticada por Francisco I
Os dois amores do Papa. Amalia e a rapariga das noites de tango
Francisco e Bento XVI falaram durante 45 minutos
Sócrates na RTP e a ereção pós-morte
Passos tem de ter coragem de correr com Relvas
Abebe Selassie Chefe da troika desapontado com Portugal
As poderosas firmas de advogados
As confissões do sr. Selassié
Estes economistas já vêem Portugal fora do euro e dizem como vai ser
30 mil empresas enganaram as Finanças em janeiro
Testes de stresse. Banco de Chipre passou com distinção em 2010 e 2011
'Cameraman' desmaia em direto e Goucha manda seguir
Factos e números ditos por Sócrates são verdadeiros ou falsos?
Sócrates, Octapharma e a "Máfia dos Vampiros"
Papa ignora regras e lava pés a raparigas na missa da Ceia do Senhor
Papa «já demonstrou enorme capacidade de mudança, de coragem e de liberdade»
Paulo Futre regressa ao FC Porto
Federação da Macedónia diz que «erro técnico» mudou voto de Pandev em Mourinho
"Cristãos devem responder ao mal com o bem"

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Defender o futuro

DN 20120326 
Por: João César das Neves

Quando um dia se escrever a história deste tempo, a primeira década do século surgirá como uma era de desorientação e decadência. Alguns elementos que justificarão esse severo juízo são hoje já visíveis. Por muito que o PS queira esconder ou iludir, a linha económica e social dos últimos anos foi desastrosa. Os nossos problemas sócio-económicos são terríveis mas, quando se escrever essa história, pouco mais restará que a sua memória, pois empresas e comunidades costumam recuperar bem, mesmo de crises sérias. Esta triste década deixará cicatrizes fundas e duradouras no ânimo nacional, mas será noutras áreas. Como de costume, os problemas realmente importantes passam despercebidos à actualidade.
Do delírio dos últimos anos, que poderá ser tão decisivo que deixe marcas sociais que durem décadas? Que é que atinge a estrutura mais nuclear de Portugal? Não é difícil encontrar agressões recentes a esse nível, gerando chagas nacionais. Com a taxa de fertilidade das mais baixas do mundo, o casamento em vias de extinção, o divórcio em níveis nunca vistos e a educação na quinta década sucessiva de crise, não admira que as próximas gerações acusem este tempo dos seus males. As poucas crianças a quem hoje é permitido nascer serão educadas numa precariedade familiar e escolar difícil de imaginar. Isto gerará efeitos muito depois de esquecida a crise económica.
Esta evolução tem muitas causas e origens, mas os dirigentes políticos, quando em vez de a combaterem insistem em agravá-la, assumem terrível responsabilidade. Os dois últimos governos, enquanto arruinavam financeiramente o país, aumentavam a desigualdade social e distorciam o tecido produtivo, dedicaram-se nas horas vagas a desmantelar algumas das leis mais básicas da família, vida e educação.
A alucinante cavalgada regulamentar incluiu mais de um diploma radical por ano durante duas legislaturas: Lei 32/2006 de 26 de Julho (reprodução artificial), Lei 16/2007 de 17 de Abril e Portaria 741-A/2007 de 21 de Junho (liberalização do aborto), Lei 61/2008 de 31 de Outubro (banalização do divórcio), Lei 60/2009 de 6 de Agosto (educação sexual laxista), Lei 9/2010 de 31 de Maio (casamento entre pessoas do mesmo sexo), Decreto-Lei 138-C/2010 de 28 de Dezembro (estrangulamento do ensino privado) e Lei n.º 7/2011 de 15 de Março (mudança do sexo).
Em todos os casos foi imposta uma regulamentação extremista e culturalmente agressiva, distorcendo e invertendo atitudes e instituições multisseculares. Em questões justamente chamadas fracturantes, que geram intensos debates por todo o mundo civilizado, de uma penada Portugal saltou de uma posição equilibrada para o extremo do espectro. Em todos os casos um punhado de deputados, auto-erigidos defensores da modernidade, achavam-se com mandato sobre a tradição nacional e impunham a sua visão irresponsável.
Os vetos do Presidente da República, as críticas da Igreja e de muitas forças sociais, a elementar prudência, foram simplesmente ignorados. Como parolos arvorados em modernaços, ao desplante juntavam a cegueira, no mais puro autismo político. No único caso em que a população foi consultada fez-se magna fraude política. Depois da rejeição do aborto no referendo de 1998, a votação foi repetida em 2007, com uma subtil mudança na argumentação. A segunda campanha não falou de embriões, partos e hospitais, mas de mulheres presas (que de facto não existiam). Aprovada a despenalização, o Governo legislou coisa muito diferente, a liberalização e subsidiação do aborto. Isto chega para mostrar a má-fé.
Como entretanto o país entrou em emergência financeira devido aos outros erros conjunturais, pretende-se agora que estas agressões caiam no esquecimento. Está em assinatura pública a petição "Defender o Futuro", que solicita à Assembleia da República que reconsidere os atentados e reponha o equilíbrio. Talvez a nova maioria entenda que por aqui passam as verdadeiras reformas estruturais, determinantes do futuro nacional.