"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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segunda-feira, 17 de julho de 2017

ESPIRITUALIDADE: Deus, omnipotência e misericórdia

É a misericórdia, como absolvição de toda a maldade, como metamorfose de todo o mal através da metamorfose da relação entre carrasco e vítima, quando esta supera o carrasco não pela força da violência, mas pela força do amor, isso que constitui o ato humano mais poderoso, logo, mais forte. Para saber mais, clicar AQUI.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

ESPIRITUALIDADE: A morte de Deus e os ateus

Os ateus convictos são também apóstolos de Cristo. Também os ateus, se não se proclamam a si mesmos, proclamando a morte de Deus dão espaço para o seu renascimento. A história está repleta de sangue, dos mártires cristãos como daqueles que ao cristianismo se opuseram, de quem foi morto pela própria fé como de quem negou qualquer fé. Sobre o sangue e sacrifício de todos eles funda-se o progresso da humanidade em caminho e daqueles que com orgulho chamamos os direitos do homem. Para saber mais, clicar AQUI.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: As utopias da Bíblia

Para Nietzsche, do começo ao fim, a Bíblia não passa de uma coletânea de promessas não cumpridas. Para quem olha as coisas superficialmente, ele tem razão. O que se constata no mundo é o contrário do que sonhava Isaías e, com ele, dezenas de outros profetas que surgiram na face da terra prometendo paraísos terrestres. A começar pela própria Jerusalém, dividida entre judeus e palestinos, o que hoje se vê em toda a parte é ganância, violência, injustiça e opressão. Para não nos enganarmos em assunto tão importante, é preciso ter presente a finalidade por que foi escrita a Bíblia. «O Deus que te criou sem pedir a tua ajuda, nada fará sem a tua colaboração», ensinava Santo Agostinho. Caminhando e trabalhando juntos, Deus e o homem, é que se constrói o mundo que ambos desejam. Se um dos dois se omite, nada acontece. Pior ainda quando o homem tenta construir a história sem Deus.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

FÉRIAS (d)e VERÃO com um convite à REFLEXÃO/MEDITAÇÃO/ATENÇÃO (22)...

... para, neste tempo da vida, preparar outro tempo, o Outono-Inverno da vida que se segue.
E se "o tempo voa", eles estão já aí!


A atenção
Comecemos talvez de um modo desajeitado, perguntando: o nosso mundo interior é uma cebola ou uma batata? A pergunta faz-nos sorrir, é um bocado cómica, mas, se quisermos, acaba por colocar-nos perante a nossa realidade de uma forma bastante profunda. A pergunta pode ser feita numa cozinha, por uma criança que está a descobrir o mundo, pode ser proferida por filósofos nos seus tratados ou pode ser formulada por um mestre espiritual. O nosso mundo interior é uma cebola ou uma batata? Nietzsche, por exemplo, dizia que «tudo é interpretação», isto é, não há um núcleo de Ser a sustentar a nossa experiência de vida, tudo são cascas de cebola, modos de ver, perspetivas, interpretações. Para lá disso não há mais nada. Uma visão espiritual do mundo, por outro lado, está certamente do lado da batata, pois considera que mesmo escondida por uma crosta ou por um véu persiste uma realidade que é substanciosa e vital.